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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

09
Set13

Televisões não farão cobertura da campanha eleitoral autárquica

olhar para o mundo

Televisões não farão cobertura da campanha eleitoral autárquica

As televisões dizem não ter meios para tal e reclamam critérios editoriais para seleccionar a informação.

 

As televisões apenas vão acompanhar os líderes partidários

 

RTP, SIC e TVI dizem que não se trata de posição concertada, mas devido à “interpretação restritiva da lei” feita pela CNE, todas preferem não emitir imagens de arruadas, idas a mercados ou comícios

 

Esta será uma campanha eleitoral absolutamente inédita em Portugal em 40 anos. Depois de terem decidido não realizar debates para as autárquicas, as três televisões de sinal aberto e os respectivos canais de informação pagos não darão qualquer notícia sobre acções de campanha dos candidatos às câmaras municipais e assembleias de freguesia.

 

Uma decisão radical que poderá levar os partidos políticos a colocarem rapidamente na sua agenda parlamentar a alteração à lei eleitoral.

 

A lei exige que todas as candidaturas, independentemente da sua dimensão ou influência, tenham igual tratamento por parte dos órgãos de comunicação social, por isso, se se fizer a cobertura de uma acção de campanha de um candidato em Lisboa, terá que se fazer dos restantes oito. As televisões dizem não ter meios para tal e reclamam critérios editoriais para seleccionar a informação.

 

Aquilo que os espectadores poderão ver nos ecrãs, nas próximas três semanas, serão apenas os líderes partidários a comentar ou a discursar, ainda que em acções de campanha dos seus candidatos autárquicos, unicamente sobre temas com impacto nacional como o desemprego, a troika ou as rescisões na função pública. E também reportagens de retratos socio-económicos, culturais e políticos de uma selecção de concelhos que de alguma forma são emblemáticos nesta disputa eleitoral. Mas nada de imagens de arruadas com bandeiras coloridas e bandas de música, distribuição de beijos e abraços nos mercados, ou dedos em riste no cimo de um palanque.

 

Retirado do Público

15
Abr13

Maduro vence eleições, Capriles não reconhece resultado

olhar para o mundo

Maduro vence eleições, Capriles não reconhece resultado

Nicolás Maduro ganhou as Presidenciais na Venezuela, segundo dados da comissão eleitoral, com 300.000 votos de vantagem sobre Henrique Capriles, que exige uma recontagem dos votos.

 

Nicolás Maduro, o candidato do “chavismo” às eleições na Venezuela, venceu o escrutínio por menos de 300.000 votos e é o novo Presidente do país. Contudo, o seu opositor, Henrique Capriles quer uma recontagem dos votos, não aceitando os resultados preliminares avançados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

 

De acordo com os dados avançados pelo CNE venezuelano, Maduro recolheu 50,66% dos votos do sufrágio, contra 49,07% recolhidos por Capriles. “Hoje podemos dizer que tivemos uma vitória eleitoral justa, legal e constitucional”, declarou Maduro, citado pela AFP, numa reacção aos resultados eleitorais feita a partir do palácio presidencial de Miraflores. A vitória representa uma “homenagem” ao “nosso comandante Hugo Chávez”, acrescentou.

Perante a escassa diferença, a oposição já fez saber que quer uma recontagem de todos os boletins de voto, dizendo que até lá não reconhecerá qualquer resultado. A CNE comprometeu-se a fazer uma auditoria, dada a pequena diferença. A confirmar-se a vitória daquele que se apresentou como "flho de Chávez", Maduro ficará à frente do país até 2019 e tomará posse a 19 de Abril.

“Esta foi a primeira eleição sem o grande candidato, mas está cá o seu filho, que agora vai ser Presidente e mostrar que é digno do legado do seu pai”, prosseguiu Maduro, citado pela Reuters.


Já Capriles, que voltou a contestar a imparcialidade das eleições, denunciando abusos durante a campanha e o escrutínio, recusou reconhecer a derrota eleitoral. “Não vamos reconhecer nenhum resultado até que cada boletim de voto dos venezuelanos seja recontado, um por um”, disse o candidato da oposição ao "chavismo", rodeado de apoiantes.

 

Quanto ao número de votos, os primeiros dados apontam para uma participação entre 60-65% (oposição) e 70% (fontes independentes). Seja como for, o valor deverá ser mais baixo do que os 80% das eleições de Outubro de 2012, em que Hugo Chávez derrotou Henrique Capriles.

 

Nas votações de domingo não houve notícia de grandes incidentes. O dia ficou marcado por momentos como a conta de Tiwtter de Nicolás Maduro que foi pirateada. Ou a acusação da oposição de que o Presidente interino fez campanha em pleno dia de votação, depois de Maduro ter organizado uma conferência de imprensa à hora de almoço, transmitida por todos canais televisivos da Venezuela.

 

Apesar das acusações de parte a parte, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) considerou que o “processo eleitoral se desenrolou de forma totalmente normal e tranquila”, como explicou Sandra Oblitas, um dos elementos do CNE, citada pelo El País.

Este acto eleitoral foi convocado após a morte de Hugo Chávez, que tinha sido reeleito em Outubro de 2012, numa corrida eleitoral contra Henrqieu Capriles. Só que devido a um cancro, Chávez nunca chegou a tomar posse, e acabou mesmo por morrer. 

 

Retirado do Público

27
Out12

benfiquistas escolheram mais do mesmo

olhar para o mundo

Luis Filipe Vieira ganhou eleições do Benfica

Vieira reeleito presidente do Benfica com 83% dos votos

Os sócios do Benfica apostaram na continuidade e reelegeram ontem Luís Filipe Vieira como presidente do clube para o seu quarto mandato. Vieira voltou a ter uma maioria esmagadora (83,02%), mas inferior em relação a outras votações (95,6% em 2006, 91,7 em 2009 e 90,5 em 2003), enquanto Rui Rangel, o líder da Lista B, obteve apenas 13,83%. Votaram 22.676 sócios, o que corresponde à maior votação de sempre da história do clube, ultrapassando o anterior recorde fixado em 2000, quando Manuel Vilarinho bateu Vale e Azevedo, com 21.804 sócios votantes.

Vieira recolheu a preferência de 18.139 sócios votantes, o que corresponde a um total de 383.988 votos. Em Rangel votaram 3.744 sócios que valeram 64.299 votos. Foi a primeira vez que o agora reeleito presidente ficou abaixo dos 90% dos votos, sendo, ainda assim, a sexta maior diferença em eleições do clube.

Serão quatro anos (a primeira vez que tal acontece) de um mandato que irá durar até 2016 e que transforma Vieira, de 63 anos, no presidente há mais tempo no cargo, ultrapassando Bento Mântua, que dirigiu o clube entre 1917 e 1926. Acabou por não se fazer sentir nas urnas o acto de contestação que ocorrera no início do mês com o chumbo das contas do último exercício em Assembleia Geral, após o qual foi anunciada a candidatura de Rangel. Vieira vai ter a oportunidade de prosseguir o seu modelo de gestão, apostando mais no investimento e mantendo o passivo consolidado inferior a 370 milhões de euros sob controlo.

O juiz desembargador de 54 anos lançou a candidatura a menos de duas semanas do acto eleitoral e, apesar das intervenções públicas diárias, não conseguiu convencer os benfiquistas com o seu discurso de ruptura com uma gestão que considera ruinosa. A Rangel, que pretendia ser um presidente remunerado caso fosse eleito, restará ficar como um rosto de oposição a Vieira e pensar numa eventual candidatura em 2016.

Nos últimos dias de uma campanha em que não houve debate entre os dois candidatos, mas muitas acusações de parte a parte, Vieira lançou um dos seus grandes trunfos, o corte de relações com a Olivedesportos no que diz respeito aos direitos televisivos. Depois da última proposta da empresa de Joaquim Oliveira, 111 milhões divididos por cinco anos, o presidente “encarnado” avançou para a solução de transmitir os jogos na Benfica TV, mas não esclarecendo exactamente em que moldes, com que parceiros ou que receitas espera obter com este modelo.

Terá, porém, a seu lado José Eduardo Moniz, um especialista no audiovisual, que entrou na lista vencedora depois de, em tempos, ter sido uma voz muito crítica. Foi uma lista para a qual Vieira chamou muitos dos seus fiéis (Rui Gomes da Silva, Rui Cunha) e também antigos opositores (Moniz e Varandas Fernandes).

No que diz respeito ao futebol, que continuará a ter Rui Costa como um dos rostos, Vieira traçou objectivos ambiciosos para o mandato: três títulos nacionais e a presença numa final europeia, sendo que o ideal para os “encarnados” seria estar na final da Liga dos Campeões de 2014, que se realiza no Estádio da Luz — nos três primeiros mandatos do actual presidente, o Benfica conquistou dois campeonatos e não foi a qualquer final europeia. Quanto ao futuro de Jorge Jesus, Vieira não se comprometeu com a continuidade do técnico para lá da próxima época.

A lista vencedora

DIRECÇÃO
Presidente: Luís Filipe Ferreira Vieira 
Vice-Presidente: Rui Manuel Frazão Henriques da Cunha 
Vice-Presidente: Rui Gomes da Silva 
Vice-Presidente: Domingos José Soares d’Almeida Lima)
Vice-Presidente: José Eduardo Soares Moniz 
Vice-Presidente: Nuno Ricardo Gaioso Jorge Ribeiro 
Vice-Presidente: João Manuel Varandas Fernandes 
Vice-Presidente (suplente): Alcino Morgado António
Vice-Presidente (suplente): Sílvio Rui Neves Correia Gonçalves Cérvan 

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Luís Filipe Nunes Coimbra Nazaré 
Vice-Presidente: Virgílio Duque Vieira 
1.º Secretário: Jorge Ascensão de Mendonça Arrais 
2.º Secretário: Bernardo Soares de Albergaria e Sousa 
Secretário (Suplente): Ricardo Fortuny Martorell 

CONSELHO FISCAL
Presidente: Nuno Afonso Henriques dos Santos 
Vice-Presidente: Rui António Gomes do Nascimento Barreira 
Vogal: Gualter das Neves Godinho 
Vogal: João de Castro e Quadros da Costa Quinta 
Vogal: José Manuel da Silva Appleton 
Vogal Suplente: João Carlos L Simões Paço 


Noticia do Público

20
Out12

Luís Filipe Vieira acusa candidatura de Rui Rangel de falta de ética

olhar para o mundo

Luís Filipe Vieira acusa candidatura de Rui Rangel de falta de ética

A corrida à presidência do Benfica continua inflamada. Esta sexta-feira, Luís Filipe Vieira lançou duras críticas à candidatura adversária, que acusou de não conhecer a realidade do clube.


"Há um vazio no projecto que apresentaram aos benfiquistas. Do outro lado, há apenas um grupo de pessoas que só sabem dizer mal, que não têm nenhuma ideia, que não sabem a realidade do Benfica. Preocupa-me a falta de ética de algumas pessoas da outra candidatura", sublinhou o actual presidente, na sessão de apresentação da comissão de honra da sua candidatura.

Horas antes, Rui Rangel já tinha denunciado o que considera ser a "lei do silêncio que ofende a memória e a história do Benfica". O juiz desembargador acusa Vieira de fugir ao confronto de ideias e desafia-o "a um debate público, aberto, democrático e cordial".


Noticia do Público

16
Out12

Rui Rangel a oposição no Benfica

olhar para o mundo

Rui Rangel a oposição no Benfica

Rui Rangel fez a referência sem citar nomes. “Apesar de muitas insistências por ofertas de lugares e por um acordo de união falso”, o juiz desembargador anunciou ontem oficialmente a sua candidatura à presidência do Benfica, enfrentando assim Luís Filipe Vieira nas eleições dos órgãos sociais do clube, que se realizam a 26 de Outubro. Rangel confirmou que teve um encontro com o actual líder “encarnado” na última semana, mas nem uma palavra sobre o conteúdo da conversa. Sobre Vieira, Rangel até lhe reconheceu méritos durante o seu primeiro mandato, mas descreveu os seus dez anos no comando do clube como “uma liderança sem estratégia, sem organização e sem capacidade e competência para vencer”.


Rangel deixou alguns recados a quem integrou, a seu lado, o “Movimento Vencer Vencer” há três anos e que agora está do lado de Vieira, como Varandas Fernandes e José Eduardo Moniz, ambos na lista do actual presidente. O juiz chama Moniz um “soldado tardio” e considera que será protagonista de uma liderança bicéfala. “A lealdade é uma prática da vida e não uma circunstância de conveniência”, observou Rangel, referindo ainda que há um conflito de interesses por Moniz ser vice-presidente de uma empresa, a Ongoing, que tem uma participação no Benfica Stars Fund.

Do lado de Rangel estão muitos nomes conhecidos do universo benfiquista, alguns deles ligados a anteriores direcções. O deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro, que foi vice-presidente do tempo de Vale e Azevedo, é o mandatário da candidatura de Rangel. Fernando Tavares, que esteve na direcção com Vieira, é um dos “vices” de Rangel, enquanto Paulo Olavo Cunha é o candidato à presidência da mesa da Assembleia Geral, um cargo que já desempenhou durante a presiência de Manuel Vilarinho. Na plateia estava também José Veiga, que foi director-geral da SAD benfiquista com Vieira.

Sob o lema “Benfica aos benfiquistas”, Rangel foi crítico em relação a “uma direcção que anda sempre a pedir mais tempo” aos sócios que “durante estes dez anos cumpriram tudo o que lhes foi pedido”. O juiz enumerou vários pecados cometidos pela liderança de Vieira nestes últimos dez anos, como o “número elevado de aquisição de jogadores, uma autêntica loucura face à inerente carga de massa salarial”, uma política desportiva “sem apostar na formação”, “crescimento galopante do passivo que ascende aos 500 milhões de euros”. “Obra feita, mas por pagar”, referiu, acusando ainda Vieira de ter sido contra a construção de um novo estádio da Luz.

O juiz frisou que nunca foi “sócio do nosso rival do Norte, nem do adversário da Segunda Circular” (Vieira foi associado de FC Porto e Sporting), frisando que Vieira promove a ameaça do “mundo dos negócios e dos interesses” ao clube “encarnado” e que as “transmissões televisivas são demasiado tentadoras para pessoas que gostam mais do negócio do que do Benfica”.

Rangel garantiu que não há qualquer dúvida quanto à sua eligibilidade face aos estatutos do clube, que impõem como condição a um candidato o mínimo de 25 anos de sócio. “Tenho todas as condições”, garantiu Rangel, considerando que as duas semanas que faltam para as eleições serão suficientes para convencer os sócios, prometendo também uma reforma dos estatutos para estes estarem mais próximos da matriz do clube. Sobre o futuro da actual equipa técnica do Benfica, Rangel limitou-se a dizer que “Jorge Jesus é o treinador do Benfica”, acrescentando que o Benfica precisa de um “treinador ganhador”.


Noticia do Público


24
Jul12

«QUE SE LIXEM AS ELEIÇÕES, O QUE INTERESSA É PORTUGAL»

olhar para o mundo

Passos Coelho, que se lixem as eleições

O primeiro-ministro deixou esta segunda-feira vários recados à oposição, que acusa de usar as dificuldades que o país atravessa para «angariar votos e simpatia», garantindo que o que interessa ao Governo não é «sair bem na fotografia». «Se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o país, que se lixem as eleições. O que interessa é Portugal», disse.

Num discurso perante o Grupo Parlamentar do PSD esta noite, Pedro Passos Coelho admitiu que o país vive «uma situação de emergência» e alegou que consequências do ajustamento que está a ser feito «não podem espantar ninguém».

«Podemos não ter acertado exatamente na perspetiva para o volume de desemprego em Portugal mas ninguém pode dizer que era possível fazer este ajustamento económico sem desemprego ou falências ou restrições sérias sobre os orçamentos das famílias», defendeu.

Passos Coelho critica oposição por usar situação difícil do país para «angariar votos e simpatias»Tecendo duras críticas à oposição por usar a realidade para criticar a atuação do Governo, o chefe do executivo lembrou que ninguém apontou até agora uma alternativa para sair da crise. «Estamos a seguir o único caminho. Só há uma forma: é cumprir as nossas obrigações».

«Na solução do problema tem de estar as causas do problemas que conseguirmos detetar, e uma dose de esforço, de sacrifício, que não pode deixar de ser cumprida», admitiu. «Se fosse fácil encontrar uma solução mais rápida, mais barata e mais simples, todos resolviam os seus problemas», disse, lembrando que outros países na Europa, como a vizinha Espanha, estão a implementar as mesmas medidas de austeridade. «Mas a verdade é que os supostos caminhos alternativos batem sempre no mesmo ponto: não cumpram aquilo a que se comprometeram. E isso não é uma alternativa».

Governo sente apoio dos portugueses

«Todos sabem que quem não cumpre só pode ser penalizado. Todos sabem que vão ter de pagar mais caro a confiança dos mercados, mais caro e por mais tempo, as soluções que tiverem de ser adotadas no futuro, quando se revelar que estas não são viáveis», disse. «É por isso que os portugueses têm estado empenhados em ajudar o Governo a cumprir este mandato. Porque sabem que isto não dá votos ao Governo, mas é importante para Portugal».

Por isso mesmo, Passos sublinhou a «grande diferença entre opinião pública e a opinião publicada»: uns aproveitam para «exacerbar a conflitualidade na sociedade portuguesa» mas «os portugueses devem pensar: onde é que está essa conflitualidade? Eles não a veem». 

 

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