Domingo, 21.09.14

Apresentação do livro Emoções na Biblioteca Municipal do Barreiro

Apresentação do livro Emoções_11 de outubro_Biblioteca Municipal do Barreiro

 

Livro “Emoções” é apresentado a 11 de outubro

na Biblioteca Municipal

 

 

No dia 11 de outubro, sábado, pelas 15h30, terá lugar a apresentação do livro “Emoções” de Amélia Militão, no auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

A entrada é livre.

 

Biografia:

 

«Maria Amélia Assunção Militão Gazela nasceu a 2 de Junho de 1955, no Lavradio, Concelho do Barreiro. Concluiu o Ensino Secundário na Escola Alfredo da Silva e em 1974 ingressou no mundo do trabalho como escriturária na CP. Em 1978, candidatou-se a uma Bolsa de Estudo e foi estudar para Moscovo, no ‘Instituto Maurice Thorez’. De regresso a Portugal em 1983, sentiu os efeitos da profunda crise que abalou o País, tendo estado desempregada. Retomou a sua atividade profissional em 1987. Sempre em busca de novos horizontes. Em 1989 foi trabalhar para o Conselho da União Europeia em Bruxelas, onde permaneceu 22 anos. Em 2005, é admitida no Círculo Literário da União Europeia, onde por sua sugestão foi criada a revista ‘Littéra Tour’, da qual ainda hoje é colaboradora. Em 2009, é admitida no grupo literário belga Grenier Jane Tony.

Como ela própria diz ‘A escrita faz parte de mim desde sempre’ e em 2011 resolve partilhar connosco a sua escrita e publica o seu primeiro livro de poesia ‘Eterna Incerteza’. Em 2012, publica ‘Histórias Mal Contadas’, uma obra de ficção com um fundo de verdade».

 

A reprodução textual da informação implica a referência da sua autoria: CMB

 

CMB 2014-09-18

publicado por olhar para o mundo às 22:17 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Segunda-feira, 20.01.14

As relações ioiô e o Poliamor

Poliamor

 

As relações ioiô

 

Para o psicólogo clínico e sexólogo Quintino Aires, a incapacidade de assumir o compromisso é um reflexo da falta de maturação que se verifica nos jovens adultos atuais. Um estudo recente, citado pelo especialista, revelou que «46% dos portugueses até aos 35 anos, ainda não amadureceu». E é também esta imaturidade, segundo o especialista, a causa principal dos relacionamentos ioiô, que ora terminam, ora recomeçam.

 

 

Ana, de 38 anos, manteve uma relação deste género durante sete anos, que terminou recentemente, mas agora, garante que «é mesmo definitivo». Ao longo dos últimos anos, perdeu a conta ao número de vezes que terminou esta relação. «Sempre foi uma relação muito complicada. Desde o início, que, no máximo, estávamos duas semanas, sem discussões. Depois, surgia sempre um conflito qualquer e decidíamos terminar», recorda.

 

 

O psicólogo Nuno Amado alerta que «nunca é um bom fator de previsão de qualidade de uma relação que as pessoas já se tenham separado e reconciliado várias vezes». Quintino Aires é mais radical e diz que os relacionamentos ioiô são mantidos por pessoas que não gostam verdadeiramente uma da outra.

 

 

«Reconciliam-se porque, quando estão separadas, sentem saudade, desejo e angústia por estarem sós, mas depois voltam a terminar, porque, na verdade, não se amam. Duas pessoas que não olham da mesma forma para o mundo e/ou que não toleram a opinião uma da outra não se amam», sublinha o especialista.

O poliamor

A derrubar totalmente a estrutura tradicional de um relacionamento amoroso aparece o poliamor, um tipo de relacionamento em que cada pessoa tem a liberdade de manter mais do que um relacionamento ao mesmo tempo. Quem é adepto do poliamor defende que «não se trata de infidelidade, nem de promiscuidade, mas sim de uma honestidade total, em que todas as pessoas envolvidas estão a par da situação e se sentem confortáveis com elas».

 

 

Maria e Bernardo, ambos na faixa dos 30 anos, estão casados há um ano e assumem, com naturalidade, que tanto um como outro estão livres para se envolverem com outras pessoas. Já tiveram algumas relações extraconjugais, desde que estão juntos, mas, não passaram de encontros sexuais e, até ao momento, nunca se apaixonaram. No entanto, não excluem essa hipótese.

 

 

Vir a gostar de outra pessoa não implica, para eles, o fim do sentimento que os une. «Acima de tudo, privilegiamos a comunicação. Sempre que aparece uma pessoa nova que nos desperta interesse, consultamo-nos um ao outro para definir a melhor estratégia a adotar», conta Bernardo. E é precisamente essa honestidade que sossega Maria.

 

 

«Um dia pode surgir uma pessoa por quem nos venhamos a interessar amorosamente, mas isso não tem de afetar o que sentimos um pelo outro», diz. Para os psicólogos entrevistados, este formato de relacionamento materializa a incapacidade de criar vínculos emocionais, decorrente da imaturidade psicológica. Na opinião de Quintino Aires, «quem cria um vínculo emocional com uma pessoa rejeita naturalmente o envolvimento com outras pessoas».

 

 

Nuno Amado não acredita na sustentabilidade deste modelo a longo prazo e acha que, mais cedo ou mais tarde, o casal acaba por desistir dele. No entanto, ressalva que, «há exceções», como faz questão de sublinhar.

 

Retirado do Sapo Mulher

publicado por olhar para o mundo às 23:30 | link do post | comentar
Sexta-feira, 17.01.14

Emoções - As (novas) relações amorosas

As (novas) relações amorosas

Estaremos mais exigentes e independentes ou, simplesmente, mais imaturos?

Os conceitos mudaram irreversivelmente. Nos relacionamentos modernos, procura-se viver o momento, sem fazer planos para o futuro e o casamento tradicional deixou de ser visto como o caminho certo para a felicidade.

 

O foco na qualidade das relações, o aumento díspar do número de divórcios, o adiamento do casamento e da maternidade marcam os dias que correm. 

 

E, aos olhos da psicologia, a falta de maturação psicológica que caracteriza a nova geração de adultos fizeram surgir, nas duas últimas décadas, novos formatos de relacionamento amoroso. São relações informais, onde não existe compromisso e a felicidade não passa pelo casamento tradicional, nem, em alguns casos, tão pouco, pela partilha do mesmo espaço e das mesmas rotinas. Surgem assim, com mais frequência, as chamadas amizades coloridas, os encontros sexuais esporádicos, mas também, as relações ioiô que vivem no drama constante da separação e da reconciliação.

 

A lista também abrange as relações poliamorosas que consideram ser possível amar várias pessoas ao mesmo tempo e ainda casais com relacionamentos sólidos mas que preferem manter o seu espaço e recusam-se a partilhar a mesma casa. Reunimos alguns casos reais e conversámos com os especialistas que nos ajudaram a descodificar estas novas relações e as suas verdadeiras motivações. Estaremos mais exigentes e independentes ou, simplesmente, mais imaturos?

 

Uma mudança cultural e psicossocial

 

Na última década, o número de divórcios por cada 100 casamentos duplicou, passando de cerca de 15 para mais de 30. «Em 2001, por cada dez casais que deram o nó, houve três que o desfizeram», aponta Sofia Aboim, investigadora, especialista em Sociologia da Família, no seu livro «Conjugalidades em Mudança» (Instituto de Ciências Sociais). A socióloga alerta também para as percentagens de casais a viverem juntos, antes do casamento, que quase duplicou, nestes dez anos.

 

Registos que constatam «o crescimento da informalidade na formação do casal», analisa a investigadora. Os psicólogos reconhecem esta mudança cultural e social e a sua influência na formação destas novas relações mas falam também do retardamento da maturação que faz adiar o compromisso ou, até mesmo, rejeitá-lo. «Hoje, tornamo-nos adultos muito mais tarde em vários aspetos psicológicos e um deles, muito importante, é a capacidade de assumir um compromisso», sublinha Quintino Aires.

 

«Se, há 40 anos, essa capacidade aparecia aos 20/25 anos, hoje vai aparecer aos 40/50 anos», refere o psicólogo clínico e sexólogo, acrescentando que «isso é visível noutras áreas». E exemplifica. «Também assisitimos a uma dificuldade das pessoas se comprometerem com um curso ou uma profissão», refere o especialista.

 

Retirado do Sapo Mulher

publicado por olhar para o mundo às 23:12 | link do post | comentar
Terça-feira, 26.11.13

Ups… Afinal sou lésbica!

Ups… Afinal sou lésbica!

 

Lidar com a sexualidade não é um assunto particularmente fácil e assumir que se é gay, lésbica, bissexual ou transformista é difícil em qualquer idade.

 

A orientação sexual traduz a forma como se atrai romanticamente e sexualmente por outras pessoas. No caso da homossexualidade, tanto feminina como masculina, a atração é sentida por pessoas do mesmo sexo. 

 

Para a maioria das pessoas, ser homossexual não é uma escolha, faz parte daquilo que são, sendo que esta descoberta pode ser feita ao longo do tempo. Muitas pessoas ficam a par da sua orientação sexual durante a adolescência ou no período da pré-adolescência, sendo que esta etapa pode ser marcada por várias experiências que só por si não significam que certo adolescente será homossexual.

 

Nalguns adolescentes a atracção pelo mesmo sexo desvanece-se, enquanto que noutros se torna mais forte. Por outro lado, também é comum assumir a sexualidade mais tardiamente, como no caso recente da cantora brasileira Daniela Mercury, que passou por dois casamentos heterossexuais e que em 2013 se assumiu como gay perante a sociedade, apresentando a sua companheira.

 

Como lidar com a sua sexualidade


Ter a certeza daquilo que quer e sentir-se confortável com a sua escolha é o primeiro passo. Será mais fácil fazer compreender às outras pessoas aquilo que é e o que sente se primeiro se sentir confortável e com segurança, estando menos vulnerável à rejeição. «Manter relações sexuais e assumir uma identidade sexual são processos que não se associam como etapas sequenciais de um curso de vida organizado», sublinha Andrea Moraes Alves, investigadora brasileira, autora do estudo «Envelhecimento, trajetórias e homossexualidade feminina».

 

Desabafar com alguém em quem confie totalmente pode revelar-se uma ajuda fundamental nesta fase. «Escolha alguém de confiança para fazer a sua primeira revelação, um amigo ou um familiar que saiba que não vai criticar as suas decisões e que lhe prestará todo o apoio que precisa».

 

Este está, no entanto, longe de ser o único conselho destes especialistas. «Não se sinta pressionado(a). Cada pessoa leva o seu tempo. Se não se sente seguro(a) da sua decisão, por vezes é melhor esperar até o momento se tornar mais oportuno. Reações intempestivas tendem a ser mal recebidas, pelo que deve preparar o momento com calma para que a sua conversa seja bem aceite», sublinham.

 

Ter paciência também integra a lista de recomendações. «Seja paciente, provavelmente levará algum tempo até que as pessoas à sua volta aceitem a sua orientação sexual. A homossexualidade é um processo para si e para a sua família e amigos, pelo que requere um período de ajustamento», alertam os especialistas.

 

Viver (mais) feliz


Se é gay, é importante compreender que não está sozinha. Existem pessoas que partilham as mesmas questões e os mesmos receios, quer já tenha assumido a sua homossexualidade ou não. Pode ser útil falar com outras pessoas sobre aquilo que está a sentir e procurar aconselhamento se for caso disso. Na internet, encontra sites de associações de defesa dos direitos homossexuais e de grupos de apoio que a poderão ajudar.

 

O stress e a ansiedade de lidar com a discriminação podem ter repercussões na sua saúde psicológica e levar à depressão. É bom que esteja preparada para isso. As pessoas que continuam a manter a sua orientação sexual em segredo têm uma maior preocupação relativamente à descoberta deste facto por parte dos outros.

 

É muito stressante esconder um segredo desta importância, podendo este facto ter consequências na sua saúde e na sua relação com as outras pessoas. Ninguém escolhe a sua sexualidade, sendo impossível saber o que faz das pessoas gays, lésbicas, bissexuais ou heterossexuais. Se sente atração por alguém do mesmo sexo, o mais importante é identificar as suas emoções, para que possa tomar decisões futuras que conduzam à sua felicidade.

 

Retirado do Sapo Mulher

publicado por olhar para o mundo às 00:46 | link do post | comentar

mais sobre mim

pesquisar neste blog

 

posts recentes

últ. comentários

  • Comigo acontece do mesmo jeito mas quem dorme sou ...
  • Minha esposa dorme durante a relacao eu viro chego...
  • Minha esposa as vezes dorme , aí eu paro viro de l...
  • hmmm fixe! Será uma daquelas edições para colecion...
  • Interessante
  • gosto do suave tom da sua voz :)
  • Vou procurar para ouvir =)Beijinhos
  • Neste Natal só te desejo duas coisas: TUDO e NADA!...
  • Recomendadíssimo!!Para quem não conhece a sonorida...

Posts mais comentados

arquivos

tags

favoritos

subscrever feeds

blogs SAPO