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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

11
Fev13

Empate, expulsões e liderança em perigo para o Benfica

olhar para o mundo

Empate, expulsões e liderança em perigo para o Benfica

Um empate a dois golos no terreno do Nacional coloca os “encarnados” em risco de perderem o seu lugar no topo da I Liga.

 

O FC Porto tem o caminho livre para se livrar do Benfica no topo da classificação do campeonato após o Benfica ter empatado a dois golos na deslocação à Madeira, onde jogou com o Nacional.

 

 Os “encarnados” tinham os mesmos pontos que os campeões nacionais à entrada para esta jornada, mas a igualdade na Choupana coloca em perigo a posição benfiquista na classificação.

 

O Benfica entrou adormecido no jogo e sofreu um golo bem cedo, após falha defensiva. Diego Barcelos inaugurou o marcador, obrigando os “encarnados” a despertarem.

 

Um autogolo de Mexer ajudou à recuperação benfiquista que foi consumada num golo apontado por Urreta, na marcação de um livre.

Só que, na segunda parte, o Nacional voltaria a igualar, num lance de contra-ataque finalizado por Mateus.

 

Depois surgiu a polémica. Pedro Proença, nos minutos finais do encontro, expulsou Cardozo e Marçal, e já nos instantes finais ainda mostrou cartão vermelho a Matic.

 

Retirado do Público

13
Jan13

Porto melhor que Benfica na Luz, mas não saíram do empate

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Porto melhor que Benfica na Luz, mas não saíram do empate

Os quatro golos no duelo entre “encarnados” e “azuis e brancos” aconteceram nos primeiros 17 minutos.

 

Num início de partida electrizante, os portistas colocaram-se na frente do marcador logo aos 7 minutos, com um golo do defesa francês Mangala na sequência de um livre apontado por João Moutinho. No entanto, os jogadores “azuis e brancos” quase que nem tiveram tempo para festejar: Aos 9 minutos, na sequência de um canto, Cardozo cabeceou para Jardel, que repetiu o gesto colocando a bola em Matic. O médio sérvio, com um grande remate de pé esquerdo, e atira uma bomba ao ângulo da baliza de Helton, não dando hipóteses ao guarda-redes brasileiro.

 

Cinco minutos depois, os campeões nacionais voltaram a adiantar-se no marcador, num lance onde Artur teve muitas culpas. O guarda-redes atrapalhou-se com a bola na área e foi desarmado pelo colombiano Jackson Martínez que, sem ninguém na baliza, rematou para o 2-1.

 

Tal como tinha acontecido após o primeiro golo, a reacção “encarnada” foi imediata. Aos 17 minutos, após cruzamento de Salvio na direita, Helton afastou a bola de Cardozo, Otamendi não conseguiu atirar para longe e a bola fica em Gaitán que rematou para o fundo das redes.

 

A partir desse momento, apesar de as duas equipas terem beneficiado de um par de boas ocasiões para marcar (Cardozo rematou ao poste a 15 minutos do fim), o resultado não sofreu mais alterações. Com este empate, as duas equipas continuam separadas por três pontos, com vantagem para o Benfica, que no entanto tem mais um jogo do que o FC Porto.

 

Noticia do Público

26
Nov12

Sporting continua a meter água - 2-2 com o Moreirense

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Xandão e Ghilas (foto LUSA)
Empate entre Moreirense e Sporting (2-2)

Moreirense e Sporting empataram a dois golos, na penúltima partida da 10.ª jornada do campeonato. A equipa de Moreira de Cónegos esteve a ganhar 2-0, com golos de Pablo Olivera (40 minutos) e Ghilas (45) mas os leões empataram na segunda parte, por Xandão (64) e Dier (65).

Noticia de A Bola

30
Out12

Sporting continua a descer

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Sporting continua a descer

E pronto, foi a última exibição em Alvalade de “Ocean’s Eleven”, filme de fraca qualidade e que nunca acabou bem. Nesta segunda-feira, em Alvalade, o Sporting orientado por Oceano Cruz voltou a não conseguir vencer, ficando-se por um empate sem golos com a Académica de Coimbra.


O saldo do antigo capitão desde que ocupou o lugar de Ricardo Sá Pinto no banco “leonino”: três derrotas e um empate em quatro jogos, deixando a equipa fora da Taça, quase fora da Liga Europa e no décimo lugar da liga portuguesa, a dez pontos dos dois primeiros e a dois da linha de água. Nas bancadas, Francky Vercauteren, o senhor que se segue, terá ficado com a sensação que vai ter de começar do zero.

O que o técnico belga viu foi uma equipa que parecia estar a jogar junta pela primeira vez, sem saber o que fazer em nenhum aspecto do jogo, orientada por um interino que não deixou a sua marca nem melhorou o que quer que fosse em relação à gestão anterior. Nem um “flash” de criatividade, uma jogada individual de ruptura, um passe com critério para uma desmarcação intencional. Pelo contrário, passes que nunca encontravam bom destino, remates que nunca causavam perigo e a Académica, mesmo com mais de meia equipa nova em relação ao jogo da Liga Europa, era quem estava mais tranquila no jogo.

Oceano foi para lá de conservador a escolher a equipa. Havia, desde logo, um défice de criatividade naquele meio-campo, com Rinaudo, Schaars e Adrien, mais Pranjic a surgir pelo flanco esquerdo. Apenas Viola e Wolfswinkel eram jogadores marcadamente de ataque. Mas, se a ideia era defender com eficácia, objectivo também falhado. E, aos 20 minutos de jogo, já só se ouviam assobios. À formação de Coimbra, só lhe bastava posicionar-se bem, nem era preciso nenhum autocarro para travar as débeis tentativas atacantes dos “leões”, mas também, verdade seja dita, pouco contribuiu para elevar a qualidade do jogo acima do mau.

Entre os dois guarda-redes, quem teve mais trabalho foi mesmo Rui Patrício, o único do Sporting que vai mantendo um nível elevado. Foi ele o protagonista do momento do jogo, aos 60’, quando Marinho, que marcara o golo que derrotara o Sporting na final da Taça, lhe tentou fazer um “chapéu” após um passe errado de Gélson Fernandes. O guarda-redes da selecção compensou o seu adiantamento com uma defesa quase impossível.

Em desespero, Oceano foi lançando no jogo Izmailov e Betinho, o avançado que vem da equipa B, mas pouco mudou. Viola e Wolfswinkel foram os mais inconformados e o holandês esteve mesmo perto do golo aos 76’, com um remate a que o guardião academista Ricardo se opôs bem. O Sporting ainda reclamou um atraso de Júnior a Ricardo e tinha razão, mas não for por isso que não conseguiu bater ontem a Académica. Foi porque não mostrou nada que se recomende e, nesta altura do campeonato, mais de dois meses depois do primeiro jogo oficial (e um saldo de duas vitórias, seis empates e cinco derrotas em 13 jogos), é muito mau sinal. A Vercauteren, o presidente Godinho Lopes pediu uma classificação para o Sporting ir à Liga dos Campeões no próximo ano. Pelo que se viu ontem e pelo que se tem visto, parece um objectivo demasiado ambicioso.

POSITIVO
Rui Patrício
No meio do desastre que é, actualmente, a equipa do Sporting, é o guarda-redes da selecção nacional quem vai evitando males maiores. Ontem, salvou um golo quase certo.
Meio-campo da Académica
A formação de Coimbra não foi muito ambiciosa no ataque, mas foi um exemplo de eficácia a preencher os espaços que lhe permitiu interromper sem grandes problemas os ataques desorganizados do Sporting. Cleyton foi o homem em maior destaque.

NEGATIVO
Sporting
Quase um mês depois da saída de Sá Pinto, o Sporting continua na mesma. Oceano falhou na recuperação anímica e resta saber o que Vercauteren vai conseguir fazer. Tem de fazer milagres, se quiser ir à Champions como lhe pediu Godinho Lopes (que ontem ouviu alguns adeptos, com muito vernáculo pelo meio, exigir que se demita).

Ficha de Jogo
Sporting, 0
Académica, 0

Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Assistência 25.056 espectadores


Sporting Rui Patrício; Arias (Gelson, 46’), Boulahrouz (Betinho, 70’), Rojo, Insúa; Rinaudo, Schaars, Adrien (Izmailov, 59’), Pranjik, Viola, Wolfswinkel. Treinador Oceano.

Académica Ricardo; Rodrigo Galo, Flávio, Júnior Lopes, Nivaldo; Keita, Makelele, Cleyton (Ogu, 90’+3’); Marinho, Afonso (Wilson Eduardo, 66’) e Salim Cissé. Treinador Pedro Emanuel.


Árbitro Bruno Esteves (Setúbal) Amarelos Flávio (16’), Galo (34’), Adrien (44’), Rinaudo (73’), Pranjik (79’), Viola (81’), Wolfswinkel (88’), Júnior Lopes (89’), Izmailov (90’).


Noticia do Público

07
Out12

Oito golos dão empate em Braga

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oito golos dão empate em Braga

A seguir à euforia das vitórias em Guimarães e na Turquia, o Sporting de Braga esteve perto de um verdadeiro pesadelo. Os homens, que depois dos últimos resultados, começaram a falar em vencer um título a nível nacional, sofreram um empate (4-4) no seu estádio. Uma igualdade conseguida já nos descontos. Num jogo louco, espectacular, que deixou o Sp. Braga e o seu futebol ofensivo mais longe do líder.


O empate ficou a dever-se à estonteante eficácia de uma parte, sobre o desperdício da outra. Uma igualdade também conseguida pela exibição de um punhado de jogadores. Ivanildo foi um dos responsáveis pela tempestade. Babanco, então, realizou um jogo perfeito. Abdi e Bracalli, bem como a ineficácia ofensiva e defensiva dos bracarenses fizeram o resto.

Os dois golos de Ivanildo, em 10’, foram o rastilho que quase levaram à derrocada de uma equipa com ambições. Peseiro nem queria acreditar naquilo que via: os seus avançados desperdiçaram oportunidades; Leandro Salino constantemente superado por Babanco, que conseguiu dois cruzamentos para outros tantos golos.

Foi precisamente pelo flanco esquerdo que nasceu o primeiro golo, com o cabo-verdiano a cruzar e Abdi a antecipar-se a Douglão e a fazer o golo. A festa não durou muito. Hélder Barbosa, aos 8’, com um tremendo remate fez o empate, após passe para o centro da área. A seguir Rúben Micael, falhou uma oportunidade clara e Éder não fez melhor.

O Sp. Braga tentou tudo e esqueceu-se de um adversário que se sente à vontade sempre que tem espaço para sair em contra-ataque. Atitudes que se pagam caro. E, aos 25’, Ivanildo arrancou com a bola e do meio da rua encheu o pé, com a bola a bater em Douglão e a trair Beto. A loucura continuou, aos 34’, com Babanco mais uma vez a conseguir o cruzamento e Ivanildo a antecipar-se a um adversário e a fazer o golo. Um pesadelo atenuado, aos 48’, com um cabeceamento de Douglão, após livre de Hugo Viana.

Esperava-se que o Olhanense acusasse o golo e que o Sp. Braga finalmente apresentasse novamente o seu futebol apoiado. Não aconteceu uma coisa, nem outra. Repetiu-se foi, aos 55’, mais uma boa jogada de Babanco, Abdi rematou para defesa de Beto, mas de encontro a Rúben Amorim que fez autogolo. Logo a seguir Maurício podia ter transformado o resultado num verdadeiro escandalo, mas o cabeceamento foi devolvido pela barra.

A parte final foi de total pressing do Sp. Braga. Mossoró, aos 80’, rematou ao poste. E um minuto depois, uma bonita jogada do brasileiro a tirar o cruzamento, com Éder a aparecer junto à linha de golo a marcar.
Animaram-se as bancadas. Peseiro apostou tudo para chegar, pelo menos, ao empate, mas a equipa andou quase até ao final a bater com a cabeça na parede. Com Bracalli a defender tudo o que havia para defender. Só não segurou o desviu de Douglão já nos descontos. Um toque que minimizou os estragos.


Noticia do Público

20
Set12

Nem a Europa salva este Sporting

olhar para o mundo

Nem a Europa salva este Sporting

O momento foi caricato mas deu para deixar a nu as deficiências do jogo de Sá Pinto. Ao intervalo, o entertainer de Alvalade foi perguntar aos adeptos a fé que tinham na equipa e um destes deixou o recado ao técnico: Elias e Gelson não funcionam no meio-campo, atirou este verdadeiro treinador de bancada. O estádio irrompeu em aplausos em consonância. Ter colocado Izmailov no lugar de Adrien na posição 10 mudou a cara dos “leões”, mas não foi suficiente, o centro do terreno parece preso com jogadores tão parecidos como o brasileiro e o suíço. Este foi o retrato do primeiro tempo. O segundo foi marcado pela expulsão de Xandão e pela confirmação do 0-0 final.


O que se pretendia era um Sporting mais ofensivo e cerebral — Izmailov, em três lances de classe, deixou em boa posição para o golo Elias, Wolfswinkel e Pranjic —, mas a equipa não foi capaz de controlar a zona central. O ponta-de-lança holandês também parece muito sozinho quando o adversário estanca as alas e a progressão de Capel e Carrillo.

O peruano é uma carga de trabalhos para os marcadores. Dali nasceram as grandes complicações do Basileia, mas o extremo parece sentir a falta de alguém que acompanhe a sua velocidade e as suas assistências. O meio-campo é o que mais sofre, com Elias e Gelson, ambos muito esforçados, mas a anularem-se. Sem qualidade para sair com a bola controlada, o jogo parecia uma batalha no terreno médio.

E se já parecia má a primeira parte, o segundo tempo começou pior. Xandão, o herói do jogo com o Manchester City na época passada (com o golo de calcanhar no dia 8 de Março), recebeu mal a bola, isolou o adversário e derrubou-o. Foi expulso.

Com apenas seis minutos na segunda parte, os “leões” aumentavam, por culpa própria, a dificuldade no encontro, frente a um Basileia experiente (há um ano eliminou o Manchester United na fase de grupos da Champions). Este ano apareceu em Alvalade sem as suas duas estrelas (Shaqiri, que rumou ao Bayern Munique, e Xhaka, contratado pelo Monchengladbach) e talvez por isso tenha dado o favoritismo ao Sporting.

Sá Pinto tirou Elias e lançou Carriço, um central de raiz. Com menos um e a equipa cada vez menos fresca, retirou Izmailov e fez entrar André Martins — perdeu cérebro mas ganhou pernas, num altura em que o Basileia se ia acercando da baliza leonina. Diaz rematou a roçar a trave e falhou de cabeça na pequena área; Streller atirou à figura de Patrício. Três lances que deixaram o Sporting em sentido. Depois, Wolfswinkel recebeu no peito um passe magistral de André Martins e tentou o remate à entrada da área, mas não conseguiu marcar.

O Sporting continua sem vencer no campeonato e a tentar a redenção na Europa, que também não parece fácil. Foi o quarto empate neste arranque de época em seis jogos: soma só uma vitória, frente ao Horsens (5-0). Tempo para tímidos assobios e para os primeiros lenços brancos.

Ficha de jogo
Sporting, 0
Basileia, 0

Jogo realizado no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Assistência 22.325 espectadores. 

Sporting Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Pranjic, Gelson Fernandes, Elias (Daniel Carriço, 56'), Izmailov (André Martins, 67'), Carrillo (Labyad, 77'), Van Wolfswinkel e Capel. Treinador Ricardo Sá Pinto. 

Basileia Sommer, Steinhofer, Sauro, Dragovic, Park Joo Ho, Salah (Zoua, 75'), Díaz (Fabian Frei, 83'), Cabral, Stocker (David Degen, 90+1'), Streller e Alexander Frei. Treinador Heiko Vogel. 

Árbitro Alon Yefet (Israel). 
Amarelos Marcos Rojo (31'), Gelson Fernandes (60'), Park Joo Ho (67') e Streller (82'). 
Vermelho directo Xandão (50').  


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