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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

10
Abr13

Plataforma na Internet denuncia "empregadores sem vergonha"

olhar para o mundo

Plataforma na Internet denuncia Trabalhos mascarados de estágios pedindo altas qualificações a troco de salário zero ou claramente mal pagos para as exigências feitas, há de tudo um pouco na plataforma "Ganhem Vergonha", criada para denunciar "empregadores sem vergonha".

  

Tudo começou em dezembro, quando um dos mentores do projeto ficou desempregado e começou a deparar-se diariamente com a realidade dos anúncios de emprego, desde "estágios não remunerados de seis meses a propostas onde oferecem o salário mínimo", contou Francisco.

 

O objetivo da plataforma, que segundo Francisco já recebeu cerca de 50 denúncias, é que seja criada uma regulamentação efetiva das ofertas de emprego e que estas passem a ter informação como a que consta nos anúncios do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

 

A plataforma "Ganhem Vergonha" existe desde março e Francisco admite que nunca esperaram tamanha adesão, já que têm sido cada vez mais as pessoas que não só denunciam casos, como também aqueles que pedem ajuda para a situação particular que estão a viver.Um desses casos que está na página na Internet da plataforma é o de uma jornalista que conta ter sido contratada por um grupo de comunicação social para ser correspondente de um novo canal de televisão nos distritos de Vila Real e Bragança a troco de 680 euros, pagos a recibos verdes.

 

"Fui informada que, além de ser, na altura, a única pessoa no país que iria desenvolver uma espécie de "one woman show" (repórter de imagem, editora de imagem, jornalista de tv, jornalista de imprensa e fotógrafa,) para as áreas de Vila Real e Bragança, (...), também seria a única pessoa no país a utilizar viatura própria e a ter de suportar com o meu ordenado (...) os gastos associados ao desgaste do carro", conta na plataforma.

 

Segundo conta, aderiu ao projeto televisivo em janeiro, mas decidiu "despedir-se" em março.

 

Retirado do DN

 

Site da plataforma Ganhem Vergonha

03
Abr13

Desempregado que recusava pagar impostos já tem trabalho

olhar para o mundo

Alcides Santos, o desempregado que já não o é

Alcides Santos invocava o Direito a Resistir previsto na Constituição. Depois de divulgar o protesto, foi contratado por uma empresa

Um dia depois de ter entregue na Provedoria de Justiça uma carta em que anunciava a decisão de deixar de pagar impostos, invocando o Direito de Resistência previsto na Constituição, Alcides Santos, que estava desempregado há dois anos, foi hoje contratado por uma empresa. 

 

O Expresso divulgou o protesto de Alcides Santos, de 46 anos, na passada sexta-feira, no mesmo dia em que foi chamado para uma entrevista de emprego na área da gestão de sistemas de informação. O informático foi hoje chamado para assinar contrato e começará a trabalhar amanhã.

 

Na carta que ontem entregou na Provedoria de Justiça, explicava que tomava a decisão de deixar de pagar impostos contra a sua vontade, salientando que era forçado a fazê-lo por não ter qualquer rendimento, nem subsídio ou apoio social. "Tenho de escolher entre pagar impostos ou dar de comer aos meus filhos. E há uma inegável hierarquia de valores: não posso deixar de assumir as minhas obrigações como pai para cumprir as minhas obrigações como contribuinte", explicou ao Expresso, na notícia publicada sexta-feira. 

 

Alcides Santos invocava o artigo 21 da Constituição, intitulado Direito de Resistência - o artigo que sustenta ações de desobediência civil - que estabelece que todos os cidadãos "têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias". 

 

Em causa estava o pagamento de IMI, pela casa onde habita na Moita (Setúbal), e de IVA e IRS por um biscate que conseguiu arranjar há uns meses e que lhe rendeu cerca de 700 euros. Alcides Santos deixou de receber subsídio de desemprego no mês passado. A partir daí, a família, com dois filhos a estudar, passou a contar apenas com os 600 euros do ordenado da mulher, o suficiente para pagar a prestação da casa (no valor de 400) e pouco mais. 

 

Agora que voltará a ter dinheiro, garante que só quer "voltar a ser um cidadão normal que, como sempre fez, paga impostos e vive dentro da legalidade". Mas apela a todos os desempregados em situação de desespero que sigam seu exemplo e não desistam de lutar.

 

"Há um único caminho a seguir e esse caminho é o da resistência. Os desempregados têm de lutar por si próprios e o protesto vale a pena. É criminoso cobrar impostos a quem não tem como viver", defende. 


Retirado do Expresso

09
Fev13

Alemanha precisa de 3000 enfermeiros para hospitais e clínicas

olhar para o mundo

Alemanha precisa de 3000 enfermeiros para hospitais e clínicasQuase 40% dos hospitais alemães têm dificuldades em fazer escalas de pessoal DR

A Alemanha precisa de pelo menos 3000 enfermeiros para cobrir as suas necessidades de pessoal nos hospitais e clínicas, segundo dados divulgados neste sábado pelo Instituto Alemão de Centros Hospitalares.

 

Cada hospital ou clínica na Alemanha tem, em média, uma falta de 5,6 postos de trabalho, segundo dados deste organismo.

Os centros hospitalares com mais de 600 camas são os que apresentam maiores dificuldades, com mais de metade (53,1%) a enfrentar problemas sérios para cobrir as suas necessidades.

Nas clínicas e hospitais com 50 a 200 camas, 37,9% têm um grave défice de enfermeiros. Nos centros com 300 até 599 camas, 29,2% enfrentam este problema.

Cerca de 40% dos hospitais revelam problemas em cobrir as escalas de trabalho com pessoal, uma percentagem que, em 2009, era de 16,2%, assinala o estudo, segundo o qual 280 mil pessoas têm emprego neste sector.

 

Retirado do Público

30
Jul12

IGREJA COLOCA CARTAZES PARA RECRUTAR PADRES E FREIRAS

olhar para o mundo

IGREJA COLOCA CARTAZES PARA RECRUTAR PADRES E FREIRAS

 

Um sacerdote, um diácono, uma freira e outros trabalhadores da igreja em pose para a fotografia. Por cima, pode ler-se: «A missão. Aqueles que dão tudo recebem ainda mais». O cartaz é apenas um dos 380 que estão a ser colocados por todo o estado da Baixa Áustria, o maior deste país europeu.

«Os cartazes mostram pessoas reais, que trabalham alegremente para a igreja», explicou aos jornalistas Klaus Kueng, bispo de St. Polten, a diocese que lançou esta semana uma campanha para recrutar padres e freiras.

A falta de clérigos na região é alarmante: o número de padres caiu 26 por cento e, só em St. Poelten, há apenas 244 sacerdotes para as 423 paróquias. Ainda por cima, a grande maioria tem mais de 60 anos, pelo que a sucessão se adivinha preocupante. 

Estratégia tenta combater tendência: número de sacerdotes caiu 26 por cento na ÁustriaO bispo de St. Polten admite mesmo que a falta de interesse nestas atividades, sobretudo dos jovens, é «um problema enorme».

Num país em que a maioria (mais de 64 por cento) dos cidadãos se declara católica, a igreja optou por declarar abertas as vagas para centenas de empregos. 

Segundo a Associated Presse, Lukas Leitner, responsável pela agência de publicidade que desenvolveu o projeto, acredita que a estratégia vai ter resultados, porque os padres e as freiras são retratados nos cartazes como «heróis do dia a dia».

Nos 80 cartazes grandes e nos 300 mais pequenos, a igreja austríaca procura ainda apelar a todos os que quiserem dedicar parte da sua vida ao serviço religioso, em regime de part-time. 

 

Noticia do Push

21
Jul12

Anúncios de emprego oferecem mais dinheiro a serralheiros que a engenheiros

olhar para o mundo

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Os salários mais altos, entre as ofertas disponíveis, são propostos a um mecânico de máquinas, com o 9º ano, a ganhar 1500 euros

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Os salários mais altos, entre as ofertas disponíveis, são propostos a um mecânico de máquinas, com o 9º ano, a ganhar 1500 euros

 (Reuters)

Serralheiros, canalizadores e torneiros mecânicos podem conseguir ordenados mais altos do que arquitectos ou advogados, nas 3000 ofertas de emprego disponíveis em Portugal, segundo o portal do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

 

Na página na Internet do instituto estão publicados anúncios onde se procuram torneiros mecânicos, soldadores serralheiros ou canalizadores com propostas salariais iguais e até superiores a engenheiros, arquitectos e advogados.

No site da Netemprego oferece-se um lugar para um engenheiro mecânico, em Lousada, com conhecimento de três línguas (Inglês, Francês e Espanhol) e um salário de 600 euros, inferior aos 800 euros pagos a um torneiro mecânico, em Alcobaça, um serralheiro mecânico, em Pombal ou a um montador de tubagens, em Valença.

Por 750 euros há vagas para um electricista, com o 4º ano de escolaridade, em Coruche, e 700 euros é quanto é oferecido a um canalizador ou um operário do fabrico de rolhas de cortiça, em Santa Maria da Feira.

O mesmo salário é oferecido a engenheiros civis, em Faro e Lisboa, com a obrigação de falarem inglês fluentemente.

No mesmo portal, há pelo menos duas vagas para advogados com salários de 840 e 850 euros, em Odivelas e Viana do Castelo.

O ordenado mínimo nacional, 485 euros, é a oferta para um engenheiro agrónomo, em Trancoso, o mesmo proposto a um trabalhador agrícola para a apanha do tomate, em Mora, no Alentejo, e metade dos 834 euros oferecidos a um tractorista agrícola, em Viana do Castelo.

No sector agrícola destacam-se os 1500 euros oferecidos a um casal que queira ser feitor/caseiro numa quinta da Covilhã.

Os salários mais altos, entre as ofertas disponíveis, são propostos a um mecânico de máquinas, com o 9º ano, a ganhar 1500 euros, em Alvalade, e um lugar permanente de dois mil euros mensais para uma intérprete de alemão e inglês, com conhecimento de finanças, banca e seguros, em Lisboa.

Há também um lugar para um arquitecto, em Viana do Castelo, com um salário de 850 euros, pouco mais dos 800 oferecidos a um desenhador, com o nono ano, na Marinha Grande.

Entre as ofertas com remunerações mais altas estão analistas de sistemas de informática, com o 12.º ano, e propostas entre 1000 e 1500 euros mensais, essencialmente para a zona da Grande Lisboa, ou um técnico de controlo da qualidade, com 1500 euros, na Guarda.

Nas vagas com licenciatura como requisito há também lugar para um engenheiro mecânico a ganhar mais de 1700 euros, em Loures, e outro engenheiro com quase 3000 euros, em Santo Tirso, além de técnicos de serviços sociais, em Lisboa, com salários de mil euros e 900 euros para um psicólogo, em Torres Vedras.

No maior número de ofertas prevalece o salário mínimo ou valores próximos, mas há também empresas dispostas a pagar 850 euros a um pasteleiro, no Sabugal, com alojamento, 800 euros a um cozinheiro, na zona de Tavira, e 700 euros a uma empregada doméstica, na zona de Barcelos.

A maioria das mais de 3000 mil ofertas de emprego correspondem a contratos temporários e algumas são disponibilizadas ao abrigo da nova medida de estímulo 2012, criada pelo Ministério da Economia para apoio à contratação nas empresas. 

 

Noticia do Público

11
Jul12

Emprego, Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

olhar para o mundo

Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

Make it in Germany é um site criado pelo Governo alemão para atrair quadros qualificados para o país e que os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracia.

Querem engenheiros e bons médicos, precisam urgentemente de especialistas em ciência, tecnologia e matemática e têm falta de pessoal com qualificações profissionais. A Alemanha - que, em 2011, cresceu 3% - precisa de profissionais qualificados e está à procura deles em todo o mundo. 

 

Foi a pensar nisso que o Governo alemão criou o Make it in Germany, que convida profissionais do mercado global a entrarem no país e os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracias.

 

O site tem em conta as tendências do mercado alemão, onde o número de empregados – mais de 41 milhões – nunca foi tão alto, mas onde existem também algumas falhas. “Se nada for feito, até 2025 as alterações demográficas terão criado um défice de emprego de seis milhões de pessoas”, lê-se no site.

 

Trabalhar na Alemanha em cinco passos

O portal, disponível em alemão e inglês, é uma espécie de guia em cinco passos para trabalhar na Alemanha, onde se encontram informações práticas sobre o país – desde o visto de trabalho, a organização da vida familiar, a casa e seguros de saúde – e um útil resumo do que mais importante existe para saber sobre o país.

 

Para aliciar os mais hesitantes, existem mesmo vídeos gravados com quem já embarcou nesta experiência. A espanhola Maria estudou na Alemanha e conta que foi em Dresden que encontrou um emprego na sua área e ainda conseguiu juntar a música, uma paixão antiga: “As pessoas fazem-se sentir bem-vinda e sinto-me em casa aqui”, explica no vídeo.

 

Também a bioquímica americana Marie, a viver em Berlim, fala em condições de trabalho “perfeitas” e afirma que, se um dia tiver filhos, gostava que eles crescessem na Alemanha.

 

Com mais de 80 milhões de habitantes, a Alemanha é uma das mais fortes economias mundiais. Actualmente, existem cerca de 11 milhões de pessoas de outras nacionalidades a viver no país. 

 

Noticia do P3

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