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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

02
Abr13

Póvoa do Varzim promove poesia junto de jovens alunos

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Póvoa do Varzim promove poesia junto de jovens alunos

A iniciativa, organizada pela Equipa da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Campo Aberto – Beiriz e destinada a todos os alunos do 8º ano de todas as escolas do concelho, pretende assinalar o Dia Mundial da Poesia, que se comemorou a 21 de Março.


Promover o gosto pela poesia, desmistificar a dificuldade da escrita poética, participar de forma activa na construção do texto poético, fomentar o gosto pela partilha e estimular o gosto e a consciencialização na divulgação de conhecimentos adquiridos” são os objectivos desta acção, segundo nota de imprensa.

 

Mestre em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e doutorando em Ciências da Educação, na mesma faculdade, João Manuel Ribeiro tem-se dedicado à escrita para crianças e a actividades de dinamização da literatura em colégios e escolas básicas do 1º ciclo (quer através de oficinas de escrita criativa, quer de encontros onde declama poesia). 

Dinamizou também já alguns projectos de escrita colaborativa com alunos, tendo daí resultado a edição de alguns livros.

 

Teresa Casas Novas

 

Retirado do HardMúsica

23
Set12

Tim Burton e Oliveira no Plano Nacional de Cinema que começa em 23 escolas

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Tim Burton e Oliveira no Plano Nacional de Cinema que começa em 23 escolas


Chaplin, Tim Burton, Truffaut, Spielberg, Scorsese, Kiarostami, Oliveira, Fernando Lopes, Luís Filipe Rocha, Edgar Pêra, Salaviza, Regina Pessoa fazem parte do programa do Plano Nacional de Cinema (PNC), criado pela Secretaria de Estado da Cultura e pelo Ministério da Educação e Ciência.

 

Obras de Charlie Chaplin, Tim Burton, François Truffaut, Spielberg, Scorsese, Abbas Kiarostami, Manoel de Oliveira, Fernando Lopes, Luís Filipe Rocha, Edgar Pêra, João Salaviza, Regina Pessoa fazem parte do programa do Plano Nacional de Cinema (PNC), criado pela Secretaria de Estado da Cultura e pelo Ministério da Educação e Ciência, que foi apresentado nesta sexta-feira de manhã, na Cinemateca, em Lisboa.

 

Francisco José Viegas salientou que esta lista de filmes não resultou de gostos pessoais, foi um trabalho que envolveu também agentes do sector "Não houve nenhuma preocupação de instituir uma quota para o cinema português, mas a lista tem mais de 50 por cento de filmes portugueses", acrescentou o secretário de Estado da Cultura. 

O Plano Nacional de Cinema começa a funcionar este ano lectivo em 23 escolas do ensino básico e secundário, públicas e privadas, em todos os distritos, na forma de um plano piloto que abrangerá cerca de três mil alunos. 

Haverá uma escola por cada distrito, duas no do Porto, três no de Lisboa e três no de Faro. A escolha das escolas, explicou na cerimónia a secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, decorreu primeiro de um processo de consulta aos estabelecimentos de ensino e de uma selecção posterior entre aquelas que manifestaram interesse em participar. Em cada uma dessas escolas, o plano será desenvolvido por um professor coordenador, sob a direcção e com a responsabilidade do director da escola ou do agrupamento.

O programa do Plano Nacional de Cinema abrange longas e curtas-metragens de vários géneros - cinema mudo, westerns, musicais, cinema de animação e documentário. O que lhe serviu de base foi o Programa JCE - Juventude Cinema na Escola, que existe desde 1998, e foi dirigido por Graça Lobo, antiga responsável pelo Cineclube de Faro, que coordena agora o PNC e esteve na conferência de imprensa ao lado do Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e de Isabel Leite.

O PNC está inscrito na recém-aprovada Lei do Cinema e do Audiovisual, com o objetivo de impulsionar a criação de novos públicos através da promoção de "um programa de literacia para o cinema junto do público escolar para a divulgação de obras cinematográficas de importância histórica". 

Querem "ter adolescentes que daqui a alguns anos saiam das escolas a saber que o cinema não começou com Tarantino, não começou com os filmes de há dois ou três anos. Tem uma história, tem património comum", explicou Viegas. Irão aproveitar a rede de cineteatros, cineclubes e auditórios do país, e os custos sobre direitos de exibição de obras cinematográficas serão suportados pelo Instituto do Cinema e Audiovisual. tal como estava previsto na nova lei.

No próximo ano lectivo, o plano poderá ser alargado a mais escolas do país, que se queiram associar ao projecto, e aos restantes níveis de escolaridade, incluindo os primeiros anos do ensino básico. E está também a ser preparada a criação de um Plano Nacional da Música, adiantou o secretário de Estado da Cultura.

 

Noticia do Público

15
Jul12

Aluna fez-se substituir na realização dos exames do secundário

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Na pauta dos exames, a aluna viu à frente do seu nome a palavra "suspensa"Na pauta dos exames, a aluna viu à frente do seu nome a palavra "suspensa" (Foto: Enric Vives-Rubio)

Uma aluna ter-se-á feito substituir por outra pessoa que fez os exames de Biologia e Geologia A, Física e Química A e Matemática. Depois de uma denúncia, o caso está a ser investigado pela Inspecção-Geral de Educação. É o único, assegura o ministério. À SIC, a estudante admitiu a fraude.

 

Segundo a SIC, uma aluna do ensino recorrente apresentou-se a exame às disciplinas de Português, Matemática, Biologia e Geologia A e Física e Química A numa escola secundária pública de Lisboa. A estudante só precisava de fazer o exame de Matemática mas inscreveu-se nos quatro com o objectivo de obter melhores notas para ingressar no curso desejado: Medicina.

Contudo, depois de uma denúncia anónima, as caligrafias dos quatro exames foram comparadas e a estudante foi chamada à escola. Ali, não foi capaz de identificar os professores que tinham vigiado as provas. No entanto, um dos docentes disse que aquela não era a aluna que tinha chegado atrasada ao exame e tinha apresentado um comprovativo do pedido de Cartão de Cidadão, em vez do documento propriamente dito. É aqui que reside a fraude, uma vez que o comprovativo é uma folha de papel sem um carimbo ou selo branco a fotografia pode ser adulterada.

A aluna, três dias antes de realizar o primeiro exame, pediu o Cartão de Cidadão alegando que teria perdido os documentos durante as festas dos santos populares, em Lisboa. À SIC, a estudante admitiu a fraude e revelou que fez apenas o exame de Português tendo pedido a outra pessoa, que descobriu na Internet, que a substituisse na realização das outras três provas. A essa substituta pagaria 600 euros quando saíssem as notas. Mas, em vez das classificações, na pauta está escrito "suspensa" à frente do seu nome, em cada um dos exames.



A rapariga confessou ainda que o esquema de usar um falso comprovativo do pedido de Cartão de Cidadão não é novo. A Inspecção-Geral de Educação está agora a investigar o caso. Desconhece quantas situações semelhantes poderão ter ocorrido este ano ou em anos anteriores. 

Ao PÚBLICO, o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência informa que "esta é a única situação que está a ser investigada" pela inspecção. "Na sequência de uma denúncia sobre uma alegada fraude, foi solicitado à escola um relatório sobre a mesma. O relatório foi enviado para o Júri Nacional de Exames, que reencaminhou o processo para a Inspecção-Geral de Educação e Ciência. As notas da aluna nos quatro exames nacionais encontram-se preventivamente suspensas."

O regulamento dos exames, prevê que os alunos não podem realizar os exames sem o Cartão de Cidadão, Bilhete de Identidade ou um documento de substituição que contenha fotografia. Caso os estudantes não apresentem um documento de identificação podem fazer a prova e cabe ao secretariado de exames realizar, no final da mesma, um auto de identificação perante duas testemunhas. Este documento deverá ter a impressão digital do indicador direito do examinando. Esta situação, caso o aluno seja menor, deve ser comunicada ao encarregado de educação.

Depois, o encarregado de educação e o aluno têm dois dias úteis para comparecer no estabelecimento de ensino com um documento de identificação, sob pena de anulação da mesma. Se tal não acontecer, a prova deverá ser anulada.

"Quanto à possibilidade de examinandos levarem o BI de outros alunos, informa-se que a NORMA 02/JNE/2012, no n.º 17, estipula que os professores vigilantes, no início da prova, devem conferir a identidade dos examinandos face aos seus documentos de identificação e verificar se o nome coincide com o da pauta de chamada, bem como se a assinatura aposta no cabeçalho da prova coincide com o documento de identificação", conclui o comunicado.

 

Noticia do Público

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