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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

18
Abr17

Afonso Reis Cabral vence prémio Europa

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Afonso Reis Cabral

vence prémio Europa

 

  • Jovem escritor foi distinguido com o ‘Prémio Europa – David Mourão-Ferreira’ na categoria Promessa, que premeia obras de uma personalidade emergente no campo artístico;

 

Lisboa, 10 de abril de 2017 – O Global Shaper Afonso Reis Cabral acaba de vencer o ‘Prémio Europa – David Mourão-Ferreira’. O jovem escritor foi distinguido na categoria Promessa, que premeia obras de uma personalidade emergente no campo artístico.

 

O anúncio foi feito hoje pelo júri do ‘Prémio Europa David Mourão-Ferreira’, presidido por Eduardo Lourenço, que anunciou os vencedores da edição de 2016. Esta é a 6ª edição dos prémios, lançados em 2006 e atribuídos de dois em dois anos, cuja cerimónia de entrega terá lugar em Itália, na Aula Magna da Universidade de Bari 'Aldo Moro', em data ainda a definir.

 

Este galardão, atribuído pelo Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão-Ferreira da Universidade de Bari 'Aldo Moro' e do Camões, I.P., foi criado em homenagem ao consagrado autor de “Um amor feliz” (1927-1996) com o objetivo de contribuir para a divulgação da língua e da cultura portuguesas nos países da União Europeia e do Mediterrâneo.

 

Recorde-se que Afonso Reis Cabral já tinha ganho, em 2014, o Prémio Leya com o romance “O meu Irmão”. O jovem escritor faz parte do Global Shapers Lisbon Hub, uma comunidade de 27 jovens talentosos dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas das mais variadas áreas e sectores

21
Jan16

ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo faz a apresentação pública e oficial no sábado à tarde

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Acontece no próximo dia 23 de janeiro de 2016, pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal de Beja – José Saramago, a apresentação pública e oficial da ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo.

A ASSESTA é uma associação que nasceu da vontade de um grupo de escritores alentejanos ou com fortes vínculos à região, em promover a literatura nestas terras de horizontes desafogadas.

A ASSESTA tem como principais objetivos: realizar apresentações de livros e autores, organizar tertúlias temáticas, dinamizar oficinas de escrita criativa, desenvolver projetos literários de promoção e preservação da cultura alentejana, criar concursos literários para novos valores da escrita, fomentar espetáculos ligados à palavra (contos contados, poesias cantadas, etc.) e promover encontros literários.

A ASSESTA está sediada na Casa da Cultura de Beja, mas alberga autores de todo o Alentejo, porque esse é igualmente o seu espaço privilegiado de semeação literária.
 

Conteúdos da apresentação pública da ASSESTA
 

Palavras ASSESTA

  1. Abertura da sessão - Paula Santos (bibliotecária)
  2. Câmara Municipal de Beja – Vítor Picado (Vereador)
  3. ASSESTA – Luís Miguel Ricardo (presidente da direção) 
  4. Convidados: Galopim de Carvalho e Paula Amendoeira (Diretora Regional da Cultura )

Animação ASSESTA

  1. Participação de Joaninha Duarte (Alto Alentejo – Contos)
  2. Participação de Jorge Serafim (Baixo-Alentejo – Narrativas)
  3. Participação do grupo MaZéi (Alto Alentejo - Música)
  4. Participação de Fernando Guerreiro (Alentejo Litoral – (Microcontos e contos)
  5. Participação de Napoleão Mira (Baixo Alentejo – Poesia)

Durante a semana que antecede a apresentação, decorre no espaço da biblioteca uma mostra de livros de autores da ASSESTA e nosábado, dia 23, tem lugar a Feira do Livro ASSESTA / Sessão de autógrafos.

25
Jan14

Dezasseis escritores portugueses no Festival Literário de Castelo Branco

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Dezasseis escritores portugueses no Festival Literário de Castelo Branco
O 2.º Festival Literário de Castelo Branco vai juntar, entre os dias 05 e 07 de Fevereiro, 16 escritores portugueses em encontros com os alunos dos agrupamentos de escolas daquele concelho e com a Universidade Sénior Albicastrense (Usalbi).

"A dinâmica desta segunda edição vai ser a mesma da primeira, porque se a dinâmica criada funcionou, vai continuar", disse hoje à agência Lusa o comissário do Festival Literário de Castelo Branco.

 

José Pires explicou que as grandes alterações para esta segunda edição do festival estão no número de escritores presentes, que se reduziu de 23 para 16, e também no número de dias, que passou de quatro para três dias.

 

"O motivo desta redução foi o de não deixar de realizar o festival, apesar do momento de crise em que se vive. Aquilo que foi feito na primeira edição, com 23 autores em quatro dias, este ano vamos fazer com 16 escritores, em três dias. A média acaba por ser quase superior", referiu.

 

As expectativas para o 2.º Festival Literário de Castelo Branco mantêm-se face ao êxito alcançado no ano passado, disse ainda.

 

José Pires disse também que "a participação do público na primeira edição surpreendeu"

 

"Acho que se conseguirmos ter o mesmo nível de participações que tivemos é muito bom", explicou.

 

Este ano, a aposta em escritores locais continua, com a presença de seis albicastrenses, e o festival volta a ter como público primordial a população escolar, não impedindo, contudo, a realização de encontros abertos a toda a comunidade.

 

Durante os três dias do festival, as oito escolas dos quatro agrupamentos de escolas do concelho de Castelo Branco vão receber um total de 13 sessões, sendo outras quatro abertas à comunidade.

 

Daniel Oliveira, Deana Barroqueiro, Fernando Dacosta, Gonçalo Salvado, Maria João Lopo de Carvalho e Maria Manuel Viana são alguns dos nomes que participam nesta segunda edição do festival, aos quais se junta novamente Afonso Cruz, que esteve presente no ano passado.

 

À Lusa, o presidente da Câmara de Castelo Branco disse que o objectivo principal do festival "é a promoção da leitura".

 

Luís Correia referiu ainda que durante os três dias "vão estar envolvidos 700 alunos dos quatro agrupamentos de escolas do concelho", além dos alunos da Usalbi.

 

O tema comum a todas as sessões nas escolas intitula-se "Escrever é um ato de rebeldia".

 

O 2.º Festival Literário de Castelo Branco inicia-se na vila de Alcains, no dia 05 de Fevereiro, pelas 21:00, e tem como convidados Florentino Beirão, Maria João Lopo de Carvalho e Maria Manuel Viana.

 

No dia 06 de Fevereiro, juntam-se André Letria, António Torrado e Fernando Dacosta, pelas 21:00, no Cine-Teatro Avenida.

 

A última sessão decorre no dia 07 de Fevereiro, pelas 21:00, no Cine-Teatro Avenida, e junta Afonso Cruz, Daniel Oliveira e Fernando Paulouro.

Tal como no ano passado, todas as sessões são antecedidas de um momento cultural.

 

O festival é promovido pela Câmara de Castelo Branco, que voltou a entregar a produção à Booktailors.

12
Dez12

Publicar um ebook em Portugal e lançá-lo no mercado universal nunca foi tão fácil

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Publicar um ebook em Portugal e lançá-lo no mercado universal nunca foi tão fácil

O grupo LeYa apresentou na terça-feira uma nova ferramenta que permite a qualquer pessoa publicar um ebook.

 

Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro... Se publicar um livro faz parte dos planos de muitos portugueses, a maior parte acaba por nunca o conseguir fazer. Passar no crivo das editoras é uma tarefa difícil e, depois de muito penar, muitos dos candidatos a escritores arrumam os manuscritos nas gavetas.

 

Mas a explosão da literatura e do mercado livreiro no universo digital veio mudar as regras do mercado, e publicar uma obra parece nunca ter sido tão simples (e barato). A autopublicação tornou-se a opção de cada vez mais autores. Portugal não é excepção e tem desde ontem um serviço online dedicado à autopublicação em português.

 

A aposta é na língua portuguesa e a iniciativa é da editora LeYa, que quer pôr mais pessoas a publicar, e para a semana começa a funcionar no Brasil. O projecto consiste numa plataforma que tem como nome Escrytos e que permite a qualquer pessoa editar gratuitamente uma obra em formato electrónico, tendo para isso apenas de se registar no site www.escrytos.com. A partir daí, é-lhe apresentada uma série de possibilidades, umas pagas outras não, que vão desde o desenho da capa do livro, ao tipo de letra e à promoção da obra (book trailer, press releases). E caso o autor esteja disposto a investir ainda mais, pode, mediante pagamento calculado através do número de caracteres, pedir aconselhamento editorial ou a própria revisão da obra.

 

"Com isto estamos não só a incentivar quem escreve como a criar mercado para os editores", disse na apresentação Isaías Gomes Teixeira, presidente executivo da LeYa, explicando que existe já uma carteira de editores, a trabalhar em outsourcing, que ficarão responsáveis pela revisão das obras. "Há muitos bons editores que estão no desemprego e que têm aqui uma oportunidade."

 

Depois de publicado, o livro ficará imediatamente disponível para venda nas várias lojasonline com que a LeYa tem parcerias, como a Amazon, a Google, a Apple, a Barnes & Noble, a Livraria Cultura, no Brasil, ou a Kobo, na Fnac.pt. "E mais parcerias são avaliadas diariamente", disse Isaías, acrescentando que a internacionalização dos autores é também uma das missões desta plataforma. "O número de livros que chegam aqui à LeYa é a prova de que existem muitos autores que querem ver os seus trabalhos publicados e por isso pensámos uma ferramenta para pessoas que gostam de escrever mas que não percebem nada [a nível informático ou de edição]", referiu o responsável, que não teme que a facilidade de publicação lhe afaste os escritores das editoras do grupo. "São máquinas diferentes", diz, admitindo que podem aparecer nesta plataforma obras que possam interessar depois à editora. 

 

Paulo Ferreira, consultor editorial da Booktailors, aplaude a iniciativa, mas alerta para a falta de um editor neste processo que ajude a seleccionar o que realmente interessa, já que qualquer pessoa pode publicar qualquer trabalho. "Este é o grande drama, a falta de um crivo, alguém que tenha lido o original e que lhe tenha acrescentado algum valor", disse ao PÚBLICO, explicando que "já há muita gente a escrever, é preciso é perceber se há público para ler."

 

Também José Afonso Furtado, ex-director da Biblioteca de Arte da Fundação Gulbenkian e especialista na área do livro, alerta para a multiplicação de títulos e a falta de regulação na publicação das obras. "No meio de um milhão de livros como é que se sabe qual é que vale a pena ler?", questiona Furtado. "É bom que continuem a existir editores tradicionais com um catálogo que actuem como mediadores", continua, ressalvando que a autopublicação já existe há muitos anos.

 

"Ainda é demasiado cedo para se poder avaliar o impacto disto no mercado, mas o futuro é por aqui, resta saber se é bom ou mau", diz Zita Seabra, directora editorial da Alêtheia Editores, que já há muito tempo tem um serviço de autopublicação através de impressão a pedido.

 

 

 

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