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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

18
Nov16

NÁDIA TORRES Exposição Retrospectiva

olhar para o mundo

nadia torres.jpg

 

 

NÁDIA TORRES
Exposição Retrospectiva
Exposição
Afagos sentimentais de uma criadora de encantos

 

Galeria ACERT
Data/Hora:  Seg, 31 out'16 às 21:00
Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  De 31 out'16 a 3 dez'16
 

Ourivesaria, desenho, pintura, tapeçaria e design gráfico Nádia Torres reúne, nesta exposição, objetos de diversas matérias, cores e feitios, concebidos em diferentes campos artísticos. Uma retrospetiva sobre a sua vida e obra enquanto artista, que nos deslumbra perante as cores, as formas e os traços que tão bem a caracterizam.

Abordagens indicativas da sua capacidade e versatilidade enquanto artista que, apesar da pluralidade subjacente, mantêm como marca as lembranças e memórias mediterrânicas de um passado e de uma história comuns que ligam Mértola, onde vive desde o início dos anos 90, ao norte de África, onde nasceu.




Ficha TécnicaInauguração: Seg. 31 outubro às 21:00
De 31 outubro a 3 de dezembro de 2016

22
Mai13

Expo 98 foi há 15 anos!

olhar para o mundo

Expo 98 foi há 15 anos!Expo 98 foi há 15 anos!

A 22 de Maio de 1988 o espaço transformado da zona oriental de Lisboa abriu as portas a uma exposição, que seria a última do século XX, numa homenagem aos oceanos e comemorando os quinhentos anos da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia.


Até 30 de setembro, o tempo foi de festa, de alegria e sobretudo de orgulho.

Num descampado na zona Oriental de Lisboa, à beira rio, com um velho heliporto, nasceram dezenas de pavilhões, para acolher outros tantos paises, e estruturas temáticas que hoje fazem alegria de grandes e pequenos: o Oceanário, o Pavilhão de Portugal, o pavilhão Atlântico, o do Conhecimento ou a Torre Vasco da Gama.

 

Santiago Calatrava imaginou e desenhou a Gare do Oriente, uma estação intermodal por onde hoje passam milhões de pessoas, naturais e forasteiros.

 

Anos antes, em 1992, Sevilha tinha tido a sua Expo. Linda, foi um sucesso, só que a abandonaram e tornou-se um pesadelo de estruturas sem utilidade e utilização, a apodrecerem.

 

Portugal, pelo menos desta vez, aprendeu com o erro alheio e não deixou que o mesmo acontecesse ao que é hoje o Parque das Nações.

 

Lisboa ganhou um novo espaço de divertimento, de trabalho, de habitação. Um espaço de espectáculo, de desporto, de comércio, quase uma cidade dentro da capital

 

Mantém-se a sinalização “Expo 98”, mas também ainda por lá temos os magníficos vulcões de água, o Gil, o teleférico e o Tejo a banhar o cais.

 

Retirado do HardMúsica

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