Sábado, 09.03.13

Série sobre a Bíblia com Diogo Morgado bate recorde de audiências nos EUA

Série sobre a Bíblia com Diogo Morgado bate recorde de audiências nos EUA

O actor português interpreta Jesus Cristo na série do Canal História The Bible. É já um dos programas mais vistos, em 2013, na televisão por cabo norte-americana.

A estreia de The Bible , protagonizada pelo actor português Diogo Morgado, atingiu, no domingo, um recorde nas audiências no Canal História nos EUA, tendo sido vista por 13,1 milhões de pessoas, revelou o Huffington Post , citando a agência Associated Press.

 

Se incluirmos a repetição do episódio nesse mesmo dia, o número de espectadores sobe para 14,8 milhões. A audiência do primeiro episódio da série ultrapassou o número de espectadores – 11,3 milhões, segundo a mesma fonte – da série  The Walking Dead, outro dos favoritos da televisão por cabo norte-americana.

A série The Bible, produzida por Mark Burnett, produtor executivo deSurvivor, e a sua mulher, a actriz Roma Downey, para o Canal História, destacou-se, até ao momento, como um dos programas mais vistos, em 2013, na televisão por cabo norte-americana.

 

Encenando vários acontecimentos encontrados no Antigo e Novo Testamento, “desde o Genesis à Revelação” - nas palavras de Burnett ao jornal Christian Post -, The Bible é uma mini-série, com um total de 10 horas, que está a ser exibida durante o mês de Março, tendo agendada o seu último episódio para o dia 31, Domingo de Páscoa.

 

“O sucesso deThe Bible catapultou o Canal História para uma das marcas mais poderosas no panorama dos meios de comunicação social e não podíamos estar mais entusiasmados”, disse Nancy Dubuc, presidente da cadeia A&E, à qual pertence o Canal História, citada pela imprensa norte-americana. “A paixão por este projecto ressoou entre os nossos telespectadores e por toda a nação”, acrescentou.

 

Por sua vez, Mark Burnett disse ao Christian Science Monitor que este projecto procura colmatar a “iliteracia bíblica” que existe entre os mais jovens. “Na escola temos de conhecer Shakespeare mas não a Bíblia. Tem de haver uma forma de olhar para isto de um ponto de vista puramente literário”.

 

A cadeia televisiva defende que o programa é para todos. “Eu não vejo esta série como uma produção cristã”, declarou Nancy Dubuc ao The New York Times, “Somos uma marca global e procuramos chegar a todos as crenças e formas de vida”. Entre os 47 conselheiros teológicos da série havia um rabi. 

 

Diogo Morgado explicou ao Christian Post como foi encarnar uma das figuras mais míticas da História. “Fiquei assustado quando soube que ia representar Jesus”, admitiu. “Fui ao lugar onde, supostamente, tudo aconteceu e envolvi-me com essa energia”.

 

Numa entrevista ao Examiner, Morgado, de 33 anos, revelou que para se preparar para este papel não lhe bastou ler a Bíblia. “Comecei a ler a Bíblia e a ver  tudo o que podia sobre o assunto. Depois parei porque percebi que não existia uma escola de representação que me pudesse ajudar nesta tarefa de representar Jesus Cristo. Tem mais a ver com a nossa energia e com o nosso espírito do que propriamente com algo que se possa racionalizar. Para mim foi uma viagem, foi único”. Quando o Christian Post lhe perguntou se o papel de Jesus Cristo foi até agora o mais desafiante da sua carreira, Morgado devolveu a pergunta: “Isso é mesmo uma pergunta?! Claro! Não há nada mais difícil do que isto, Jesus é a figura mais completa e complexa da humanidade.

Diogo Morgado, que contou ao Christian Post ter tido uma educação católica, espera que a série possa servir um propósito educativo. “Acredito que as pessoas que não são muito espirituais (…) depois de verem isto passarão a ligar mais ao seu lado espiritual".

 

Não se sabe ainda se o facto de Morgado ter sido escolhido para o papel principal está, de algum modo, relacionado com o facto de o norte-americano James Foley, realizador de filmes como À Queima-Roupa e O Sucesso a Qualquer Preço, ter dito ao Hollywood Reporter, em 2009, que o actor português era uma “estrela em ascensão”, depois de o ter seleccionado para integrar o elenco do filme Mary, Mother of Christ que vai estrear em 2014. Diogo Morgado interpretou o papel de José na longa-metragem de Foley, ao lado de Al Pacino (Herodes) e Peter O' Toole (Simião), uma produção independente que conta a história de José e Maria até ao nascimento de Jesus.

 

Diogo Morgado, que os espectadores portugueses conhecem do telefilme Amo-te Teresa (2000), da mini-série A Vida Privada de Salazar (2009), do filmeO Crime do Padre Amaro (2005) e das telenovelas Vingança (2007-2008) eLaços de Sangue (2010-2011),  fez um curso de realização nos Estados Unidos, em Los Angeles, e foi nessa altura que conheceu o seu agente norte-americano, que lhe garantiu a audição para esse papel.

 

Série estreará em Portugal?


O recorde de audiências não reflecte, ainda assim, a opinião dos críticos, até ao momento. A crítica televisiva Allison Keene, do The Hollywood Reporter, considera que a série não faz jus ao “livro mais conhecido e popular na história da humanidade”. “A Bíblia nunca parece descobrir uma forma de se apresentar. Por vezes mantém-se fiel às escrituras, mas depois faz coisas como colocar anjos com habilidades de ninjas”, justifica.

 

Neil Genzlinger, do New York Times, mostrou-se desiludido com a abordagem que Mark Burnett faz dos acontecimentos bíblicos, comentando com ironia o uso dos efeitos especiais. “Aqueles que estão à espera que os antigos milagres sejam melhor servidos pelos efeitos especiais disponíveis em 2013 do que foram no passado, devem preparar-se para uma desilusão. A Travessia do Mar Vermelho não é mais convincente aqui do que era para Charlton Heston [no filme Os Dez Mandamentos], em 1956”.

 

Neuza Farinha, da agência de comunicação do Canal História, em Portugal, esclarece que “a série não vai ser transmitida no mercado português. Será exibido apenas a nível internacional, no History Channel. Esta é a informação que temos”. Na sua página de Facebook, Diogo Morgado elucidou amigos e fãs dizendo que “ (…) muito provavelmente estreará em Portugal a versão filme nos cinemas, uma vez que o projecto consiste numa mini-série, que será também um filme. Quem quiser mesmo muito ver, já pode fazer a pré-encomenda dos DVDs no Amazon”. 

 

Retirado do Público

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Quinta-feira, 07.03.13

Gonçalo M. Tavares entre os nomeados para Prémio de Melhor Livro Traduzido nos EUA

Gonçalo M. Tavares entre os nomeados para Prémio de Melhor Livro Traduzido nos EUA

Gonçalo M. Tavares concorre ao prémio com a obra A Máquina de Joseph Walser

O escritor Gonçalo M. Tavares está entre os 25 nomeados para o Prémio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos na categoria de ficção, com a obraA Máquina de Joseph Walser , anunciou hoje a Editorial Caminho.

 

De acordo com a editora, a Three Percent, criada pela Universidade de Rochester, organizadora do galardão patrocinado pela Amazon, anunciou na terça-feira a lista de nomeados, entre os quais constam, além do autor português, Herta Müller, Clarice Lispector e Michel Houellebecq.

 

Gonçalo M. Tavares também está nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award 2013, pelo livro Aprender a Rezar na Era da Técnica.

Publicado nos Estados Unidos pela Dalkey Archive Press sob o título Joseph Walser’s Machine ( A Máquina de Joseph Walser), o livro foi traduzido por Rhett McNeil.

 

O Prémio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos é atribuído anualmente ao melhor livro traduzido para inglês e publicado nos Estados Unidos, tendo habitualmente em conta a qualidade da obra e da tradução.

 

A Three Percent destaca que o galardão é “uma oportunidade para honrar e distinguir tradutores, editores e outros agentes literários que ajudam a disponibilizar literatura de outras culturas aos leitores americanos”.

 

De acordo com a Caminho, entre os 25 nomeados de dezanove países e de treze línguas diferentes, contam-se nomes como a Prémio Nobel da Literatura Herta Müller, com o livro Tudo o Que Eu Tenho Trago Comigo, Clarice Lispector, com Um Sopro de Vida, e Michel Houellebecq, autor de O Mapa e o Território.

 

Os finalistas serão anunciados no dia 10 de Abril, e a cerimónia de entrega dos prémios decorrerá em Nova Iorque no dia 4 de Junho.

O autor e o tradutor das obras distinguidas nas categorias de Ficção e Poesia receberão um prémio monetário de cinco mil dólares (cerca de 3800 euros) cada, atribuído pela Amazon.

 

O júri do prémio é constituído pela editora Monica Carter, o tradutor e crítico Tess Doering Lewis, Scott Esposito, do Center for the Art of Translation, Susan Harris, de Words Without Borders, o tradutor Bill Martin, Bill Marx, da Arts Fuse, Michael Orthofer, da Complete Review, Stephen Sparks, da Green Apple Books, e Jenn Witte, da Skylight Books.

 

Nascido em Luanda, em 1970, Gonçalo M. Tavares já foi galardoado com, entre outros, o Prémio Portugal Telecom (2007), o Prémio José Saramago (2005), o Prémio LER/Millennium BCP (2004), e o Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França (2010), com o romance Aprender a Rezar na Era da Técnica.

 

Os livros de Gonçalo M. Tavares – com traduções em 45 países – deram origem a peças de teatro, de ópera, objectos artísticos e vídeos de arte.

 

Retirado do Público

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Segunda-feira, 04.03.13

A cura para o vírus para o HIV - Sida?


A cura para o  vírus para o HIV - Sida?

Criança infectada à nascença por VIH foi tratada com medicamentos mais agressivos e ficou com níveis do vírus quase indetectáveis.

Um grupo de médicos norte-americanos apresentou aquele que consideram ser o primeiro caso de “cura funcional” de um bebé infectado com o vírus da sida pela mãe.

 

A criança tinha sido infectada à nascença pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), transmitido pela mãe seropositiva, que desconhecia estar infectada durante a gravidez. Para os virologistas, não se trata da erradicação do vírus, mas sim do seu enfraquecimento, de tal maneira que o sistema imunitário da criança pôde controlá-lo sem medicamentos antirretrovirais.

 

A apresentação do caso foi feita no domingo na 20.ª Conferência Anual de Retrovírus e Infecções Oportunistas, em Atlanta, Estados Unidos, adianta a AFP. O bebé, natural do Estado rural do Mississippi, começou a ser tratado com antirretrovirais cerca de 30 horas após o seu nascimento, um método pouco habitual e que poderá ter sido a chave da mudança.

 

A terapêutica usada, mais agressiva e precoce, poderá explicar a cura funcional da criança, ao bloquear a formação de reservatórios virais difíceis de tratar, de acordo com os médicos. As células contaminadas "dormentes" relançam a infecção na maior parte das pessoas seropositivas, em algumas semanas após a suspensão dos antirretrovirais.

 

Deborah Persaud, médica e professora associada no Centro Infantil Johns Hopkins, que liderou a investigação, assegura que a criança, agora com dois anos e meio, esteve quase um ano sem medicação, período durante o qual não apresentou sinais do vírus activo. Segundo a especialista, principal autora do relatório clínico, a carga viral no sangue do bebé começou a baixar assim que começou a ser tratado.

 

Persaud e outros médicos garantem que a criança esteve realmente infectada com o VIH, ao responder positivo à presença do vírus no sangue em cinco testes, efectuados no primeiro mês de vida. O bebé foi tratado com antirretrovirais até ter um ano e meio, idade a partir da qual os médicos perderam o seu rasto, durante dez meses. Ao longo deste período, a criança não recebeu qualquer terapêutica. Os médicos fizeram, posteriormente, uma série de testes sanguíneos, sem detectar a presença do VIH no sangue do bebé.

 

Uma vida sem medicamentos


Também a médica Hannah Gay, que acompanhou a criança, adiantou aoGuardian que apesar dos níveis indetectáveis nas análises existem alguns vestígios do vírus no organismo da criança, mas que lhe permitirão ter uma vida normal e sem medicamentos já que não tem capacidade de se multiplicar.

 

De acordo com os virologistas, a supressão da carga viral do VIH, sem tratamento, é extremamente rara, sendo observada em menos de 0,5% dos casos de adultos infectados, cujo sistema imunitário impede a replicação do vírus e o torna clinicamente indetectável.

 

Novos estudos estão a ser equacionados para aferir se tratamentos precoces e agressivos, como os da criança do Mississippi, funcionam noutros bebés infectados.Os tratamentos antirretrovirais na mãe permitem evitar a transmissão do vírus ao feto em 98% dos casos, segundo os especialistas.

 

Contudo, o anúncio feito na conferência internacional já gerou algumas reacções entre os mais cépticos, que acreditam que a criança nunca esteve realmente infectada e que os testes apenas deram positivo logo após o parto por a mãe ter o vírus. O caso também se torna bastante particular já que os médicos nunca parariam intencionalmente a medicação se a mãe não tivesse deixado de comparecer nas consultas, escreve o Los Angeles Times.

 

A investigação foi financiada pelo Instituto Nacional de Saúde norte-americano (National Institutes of Health) e a Fundação Americana para a Investigação da Sida (American Foundation for AIDS Research).

 

Este bebé torna-se na segunda pessoa em todo o mundo em que é referida uma “cura funcional”. O primeiro caso aconteceu em 2007 mas só foi oficializado em Dezembro de 2010, quando a comunidade médica confirmou que um norte-americano, na altura com 42 anos, residente em Berlim e infectado pelo VIH, tinha desenvolvido uma leucemia aguda. A quimioterapia falhou e seguiu-se um transplante de medula óssea. Após a intervenção, as análises revelaram que o vírus responsável pela sida tinha desaparecido do seu corpo e os médicos deram-no como curado.

 

Portugal com transmissão residual


Em Portugal, os casos de transmissão de VIH mãe/filho já são quase residuais. Entre 1999 e 2010 nasceram 2656 crianças em risco de infecção, sendo que em 70 casos houve transmissão da mãe para o bebé, segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

 

Neste momento, por ano nascem mais de 250 crianças de mães infectadas pelo vírus da sida. Em 2010, último ano com os dados totais disponíveis, nasceram 264 crianças de mães com VIH, com a taxa de transmissão nos 1,9%, o que significa que houve cinco positivos para o vírus. Ainda assim, estes são números muito diferentes dos de 1999, quando nasceram 97 crianças, seis delas infectadas, o que corresponde a uma taxa de 6,2% – a mais elevada até hoje.

 

A redução das taxas anuais de transmissão mãe-filho do VIH para níveis próximos do 1% até 2016 é precisamente um dos principais objectivos do Programa Nacional para a Infecção VIH/Sida em Portugal.

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 09:57 | link do post | comentar
Domingo, 03.03.13

Estados Unidos endurecem luta contra pirataria digital

Estados Unidos endurecem luta contra pirataria digital

 

Esta semana começou a funcionar um sistema de alerta que avisa os utilizadores sempre que sejam detectados descarregamentos ilegais.

 

Chama-se The Copyright Alert System e é uma iniciativa da indústria discográfica e cinematográfica, com o intuito de contactar os utilizadores detectados a trocar conteúdos ilegais a partir de redes de partilha de ficheiros.

Ao contrário do que acontece em alguns países da Europa - como França, através da chamada lei Hadopi, que avisa três vezes os utilizadores - os eventuais infractores receberão até seis avisos, num sistema que pode ter nuances diferentes consoante o prestador de serviços de acesso à Internet.

O sistema vai ser usado pelos cinco principais fornecedores de internet do país, que tem depois a função de contactar os utilizadores sempre que for detectado o desgarregamento de conteúdos que não cumpram com os direitos de autor. O sistema de avisos está dividido em seis níveis diferentes que variam de empresa para empresa.

A primeira vez que um utilizador for detectado a descarregar conteúdo protegido receberá um email a informar que está a cometer uma ilegalidade. Na segunda vez poderá receber um outro email ou então uma chamada de alerta do fornecedor do serviço de internet. Já no segundo nível, o terceiro e quarto aviso, o utilizador será obrigado a visualizar um vídeo antes de aceder à internet ou então será redireccionado para um video educacional sempre que tentar aceder a sites de partilha.
 
 No terceiro nível, o quinto e sexto aviso, a infração pode custar uma diminuição na largura de banda da ligação ou então ser redireccionado para uma nova página sempre que tentar aceder a sites de partilha de ficheiros. O Copyright Alert System só vai monitorizar as redes de partilha públicas, ou seja, qualquer rede privada, os envios de anexos por email ou os sites de download por link directo não vão ser analisados.

 

Retirado do Público

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Segunda-feira, 30.07.12

Racismo, Negros impedidos de casar em igreja frequentada por brancos nos EUA

O racismo ainda é uma realidade em muitos estados norte-americanosO racismo ainda é uma realidade em muitos estados norte-americanos (Reuters/arquivo)

O casamento foi marcado com antecedência. Mas na véspera da cerimónia, na Igreja Baptista de Crystal Springs, nos Estados Unidos, o pastor disse a Andrea e Charles Wilson que não os poderia casar ali, por serem negros.

 

A história é contada pela estação de televisão norte-americana ABC. Andrea e Charles eram frequentadores daquela igreja no Mississipi e, quando decidiram casar religiosamente, escolheram-na. O pastor, Stan Weatherford, marcou a cerimónia mas a comunidade baptista, composta por brancos, não gostou. O templo existe desde 1883 e nunca ali houvera um casamento de pessoas negras; queriam que assim continuasse. 

Stan Weatherford disse à ABC que a oposição foi tão forte que foi ameaçado de despedimento. Por isso, cedeu e pediu ao casal para procurar outro templo - o pastor, que é branco, acabaria por casar Andrea e Charles numa igreja ´cujos fiéis são maioritariamente negros e situada na mesma rua da igreja baptista que os recusou. 

"A minha filha de nove anos ia estar na cerimónia. Como é que se diz a uma criança desta idade 'Olha querida, não podemos casar aqui porque somos negros'", disse Charles Wilson à WAPT-TV, uma estação local.

De acordo com as televisões, a decisão da comunidade branca chocou a maioria da população de Crystal Springs (cinco mil habitantes). "Estamos espantados", disse Theresa Norwood, de 48 anos, que nasceu e vive em Crystal Springs e é tia de Charles, que vivia em Nova Orleães e se mudou para aquela povoação após a devastação do furacão Katrina. Na sua opinião, o pastor deveria ter ignorado a pressão e casado os Wilson no seu templo. "Eles achavam que aquela igreja era a sua casa".

Um tio de Andrea trabalha na igreja e o seu pai é membro daquela igreja baptista; o casal não era membro, mas considerava-se como tal e era sempre ali que assistiam ao culto.

A congregação branca começou entretanto uma série de reuniões para decidir o que fazer se surgirem novos pedidos de casamento de casais negros ou mistos.

 

Noticia do Público

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