Terça-feira, 15.10.13

Lisbon & Estoril Film Festival ´13

Lisbon & Estoril Film Festival ´13


Lisbon & Estoril Film Festival ´13

Lisbon & Estoril Film Festival – LEFF- decorrerá de 08 a 18 de Novembro de 2013, em várias salas entre Lisboa, Estoril e Cascais.

O festival oferece uma programação muito diversa, contudo todas estão relacionadas com arte, cultura (do cinema à literatura, música e artes plásticas).

De entre a programação podem-se destacar homenagens, retrospectivas, Cinemart e ainda algumas séries.

Os homenageados serão: Jorge Silva Melo (com a presença do mesmo), um encenador, realizador e critico português; Aleksander Sokurov (vindo a Sibéria), realizador; Wong Kar-Wai, realizador asiático muito conceituado que estará presente e James Gray que é descrito como “prodígio americano” que também virá ao festival. 

As retrospectivas serão de Alain Guiraudie, argumentista e realizador francês; Gianfranco Rosi, realizador e Arnaud Desplechin, realizador. 
Todos estes últimos mencionados estarão presentes no evento. 

Cinemart será dedicado a promover trabalhos e artistas que de alguma forma marcaram e inspiraram o mundo das artes, e no fundo, da cultura. 
Serão apresentadas igualmente séries de televisão de grandes realizadores. “Cada vez mais, a televisão entra pela porta da frente dos Festivais de Cinema, atenuando a linha que separa as séries televisivas de uma obra cinematográfica” – Positif.

Se tivermos esta citação em conta, percebemos que é importante a presença das séries neste festival. 
Entre séries a ser apresentadas, temos: “The Untold History of America” (realizada por Oliver Stone); “Top of the Lake” (realizada por Jane Campion e Garth Davis); “Carta a Eva” (realizada por Agustí Villaronga) e, por fim, “Die Andere Heimat – Chronik einer Sehnsucht” (realizada por Edgar Reitz).

Na lista de eventos, há ainda espaço para concertos (de Yasmine Hamdan, de Sophie Auster e de Piotr Anderszewski), a exposição de um original de Vhils (feito a pensar no festival) e um espetáculo de Blanca Li, “Robot!”.

De 13 a 15 de Novembro terá lugar o encontro de escolas de cinema europeias, no âmbito do festival. 
O encontro tem o objectivo de descobrir novos talentos vindos de mentes criativas e, por outro lado, promover várias formas de ensino em contexto cinematográfico. 

Os alunos desta escola entrarão em concurso, disputando a melhor curta-metragem. O prémio é dado pela MEO, que irá atribuir um valor monetário à melhor curta-metragem, baseado na decisão de um júri. A iniciativa pretende incentivar e patrocinar novos projectos cinematográficos.

Haverá outra competição, que reúne os melhores filmes produzidos e que tenham tido a sua estreia em 2013. Os filmes a “competir” vêm de todo o mundo, e não só da Europa como havia acontecido em anos anteriores. 

Existirá um comité de selecção dos filmes e a produção dos prémios oficiais do LEFF vai estar a cargo dos alunos do Instituto de Artes e Ofícios da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva. 
O prémio de melhor filme será um relógio Jaeger-LeCoultre Reverso, com o logo do festival gravado. 

As autarquias de Lisboa e Estoril juntaram esforços e apoiam a iniciativa, pois como afirmou António Costa na sessão de abertura, “fazer em conjunto é mais do que fazer separado” e “uma cidade não é só fronteiras administrativas”, aludindo ao facto de que as autarquias se podem unir de alguma forma. 
Acrescentou ainda que levar a cabo este festival é algo de extrema importância, “Não sei se é por amor ou interesse, mas neste momento é essencial”.

Paulo Branco foi apontado como a mola deste festival, havia a vontade mas foi Paulo que se chegou à frente e acabou por fazer as coisas acontecerem. É produtor de cinema e será o grande anfitrião do festival que pretende promover o país e a região e ainda outras formas de criação artística.

Os bilhetes estarão à venda nos Cinemas Medeia Monumental e Espaço Nimas, Centro de Congressos do Estoril, Casa das Histórias Paula Rego, CCB e na Ticketline.

Já a partir de dia 08 de Novembro não vão faltar momentos de cultura e arte promovidos pelo LEFF, que traz novidades nesta edição.

A programação é variada e conta com personalidades gigantes da realização. A Organização espera adesão, sucesso e que haja mais para o ano.

Inês Pereira


Retirado do HardMúsica

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Domingo, 12.05.13

Artemar Estoril 2013 no Passeio Marítimo Cascais-Estoril

Artemar Estoril 2013 no Passeio Marítimo Cascais-Estoril


Artemar Estoril 2013 no Passeio Marítimo Cascais-Estoril

Será inaugurada pelas 16:30 de 11 de Maio no Passeio Marítimo Cascais-Estoril a quinta edição do ArteMar Estoril que, durante cerca de um mês, terá patente ao público 11 esculturas feitas a partir de materiais reciclados, reutilizados e/ou recicláveis retirados do mar ou que representem simbolicamente este elemento natural.

 

No dia de inauguração estarão presentes os autores das esculturas expostas, ao longo do passeio marítimo do Estoril, e decorrerá ainda uma animação com figurinos do seculo XIX. 

A partir do dia 11 de Maio o público poderá eleger a sua escultura favorita, votando no “Prémio do Público”, que tem o valor de 2.500 euros. 

Para isso basta enviar um sms (gratuito) para o número 3232, com o texto AME (espaço) seguido do número da escultura. 

O júri do concurso irá selecionar a obra vencedora desta edição, à qual caberá um prémio no valor de 15 mil euros. 

Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luís I, promotores do concurso/exposição, pretendem distinguir trabalhos com elevada qualidade estética e uma forte mensagem ecológica. (nota de imprensa).

 

Retirado do HardMúsica

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Segunda-feira, 06.05.13

Estoril empata na Luz abre a porta ao Porto para o campeonato

Estoril empata na Luz e Benfica vai ao Dragão só com dois pontos de vantagem

Equipa de Jorge Jesus foi travada (1-1) em casa pelo Estoril.

O Benfica regressou à Luz depois de garantir a presença na final da Liga Europa, mas o regresso revelou-se amargo para os “encarnados”. A equipa de Jorge Jesus esteve a perder frente ao Estoril, mas acabou por conseguir restabelecer a igualdade. No entanto, jogou a parte final do encontro em inferioridade numérica, e não conseguiu ir além do empate, interrompendo uma série de nove vitórias consecutivas na I Liga.

 

A duas jornadas do final da I Liga, o Benfica viu diminuir de quatro para dois pontos a vantagem sobre o FC Porto na classificação. E, na próxima jornada, as duas equipas defrontam-se no Dragão. Um jogo que assume ainda maior importância nas contas do título.

Não houve surpresas nas escolhas de Jorge Jesus: jogaram os 11 que têm sido normalmente titulares, embora o treinador “encarnado” tenha sido obrigado a fazer uma alteração na equipa logo aos 32’. Enzo Pérez, lesionado, teve de sair, cedendo o lugar a Carlos Martins. Mas o internacional português não esteve em campo até ao final: foi expulso aos 78’, por acumulação.

 

Por essa altura já o Estoril tinha equilibrado os acontecimentos na Luz. O Benfica entrou melhor na partida, com Lima a levar perigo à baliza de Vagner logo aos dez segundos. O avançado brasileiro rematou de cabeça, mas o guarda-redes estorilista segurou a bola. Aos 22’, após um livre, Lima surgiu sozinho na área mas, com tudo para fazer golo, rematou de pé esquerdo para fora.

Se, numa fase inicial, o domínio pertenceu ao Benfica, a equipa de Marco Silva melhorou consideravelmente e começou a ameaçar a baliza de Artur. Luís Leal, lançado em velocidade pelo lado esquerdo, caiu na área (25’) e nas imagens televisivas viu-se uma ligeira pisadela do guarda-redes “encarnado” ao avançado do Estoril. O árbitro Paulo Baptista nada assinalou. Aos 29’ Luís Leal voltou a estar em destaque: rematou de longe, para defesa apertada de Artur, quando Licá já surgia para fazer a recarga.

 

Lima ainda dispôs de dois lances antes do intervalo, mas não houve golos. Aos 33’ acertou no poste da baliza do Estoril, e aos 45’, após cruzamento de Cardozo, não conseguiu fazer o desvio e Vagner segurou a bola.

 

O segundo tempo começou com outra oportunidade de golo para o Benfica. Maxi Pereira recebeu a bola na área, passou pelo guarda-redes e atirou para a baliza, mas surgiu Jefferson a evitar o golo (55’).

 

Porém, foi o Estoril que fez o marcador funcionar. Depois de evitar o golo do Benfica, Jefferson foi ao outro lado do campo dar vantagem aos visitantes. O lateral esquerdo marcou um livre directo, Licá surgiu na área (e em aparente posição irregular) mas não tocou na bola e o seu movimento ludibriou Artur, que deixou a bola passar-lhe por baixo. Logo a seguir o Estoril quase voltava a marcar: Licá, isolado por Carlos Eduardo, rematou por cima (62’).

 

Mas o Benfica conseguiu reagir e restabelecer a igualdade aos 68’: Maxi Pereira recebeu a bola na área e rematou forte, sem hipóteses para Vagner. Foi o terceiro golo do uruguaio na I Liga.

 

Porém, o Benfica sofreu uma contrariedade com a expulsão de Carlos Martins, aos 78’, que viu o segundo cartão amarelo. Em inferioridade numérica, os “encarnados” continuaram a procurar o golo, mas sem o discernimento necessário.

 

Este empate deixa o Benfica com 74 pontos na classificação, mais dois que o FC Porto. Na próxima jornada as duas equipas defrontam-se no Dragão. Já o Estoril passa a somar 39 pontos e segue na sexta posição da tabela, a última que pode dar uma participação nas competições europeias. A equipa de Marco Silva tem mais três pontos que o Sporting.

 

Noticia do Público

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Domingo, 21.04.13

Música medieval vinda de Itália para Alentejo e Estoril

Música medieval vinda de Itália para Alentejo e Estoril

 

LaReverdie vem a Portugal tocar em dois concertos, sábado e domingo, entre a paisagem do Alentejo e o brilho do Estoril.

Eram quatro à data da fundação do grupo, em 1986. E eram pares de irmãs - Claudia e Livia Caffagni, e Elisabetta e Ella de Mircovich - oriundas do mesmo país, Itália. LaReverdie, como passaram a chamar-se, provinha de um género poético que celebrava o advento da primavera, e as quatro consideraram a expressão adequada para um ensemble cujo objectivo principal seria a divulgação e o aprofundamento do repertório medieval e renascentista europeu.

 

Como vieram rapidamente a provar, este período apresentava características muito próprias em extensão e variedade das partituras, pelo que LaReverdie, em vez de adaptar a música aos intérpretes, passou a fazer o contrário: o grupo cresce ou diminui os seus efetivos consoante as necessidades dos diferentes programas abordados. Assim, podem ser três ou 14, com os instrumentos que a música exigir e que o contexto autorizar.

 

Tal maleabilidade é posta em relevo nos concertos que o grupo vem fazer a Portugal, o primeiro dos quais é já nesta noite de sábado, às 21h30, em Santiago do Cacém, integrado no Festival Terras sem Sombra, que decorre até julho no Alentejo, nas Igrejas da Diocese de Beja.

 

Nesta ocasião, quem acorrer à Igreja Matriz de Santiago Maior poderá ouvir 11 elementos de LaReverdie a executar o "Stabat Mater", de Pedro de Escobar, e a estreia no país da "Missa Sancti Iacobi", de Guillaume Dufay.

 

Domingo, o grupo reduz-se drasticamente para três músicos que irão subir ao palco do Auditório Senhora da Boa Nova, no Estoril, às 21h30, com um programa intitulado "Florilégio Musical em França e Itália entre os séculos XIII e XIV".

 

A música à lupa

 

Em 25 anos de existência, os elementos fundadores mantêm-se, à excepção de Ella de Mirkovich, que em 2008 abandonou LaReverdie. E permanece igualmente a vertente de investigação própria de um agrupamento como este: a especificidade do período histórico requer um trabalho em que o estudo musicológico complementa a prática musical. Quem olhar de perto para a discografia de LaReverdie - composta por 18 álbuns - consegue seguir o rasto desse compromisso entre a interpretação e a fidelidade histórica. E não é por acaso que os elementos do grupo dedicam também grande parte do seu tempo ao ensino e à realização de seminários centrados na música e nos compositores que estudam.

 

LaReverdie já ganhou prémios diversos, entre os quais oito Diapason D'Or. E, em 2010, o CD Carmina Burana - Sarcasmos Sacros foi finalista do Midem Classical Awards, na categoria de música antiga.


Retirado do Expresso

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Segunda-feira, 07.01.13

Nove golos do Benfica a abrir 2013 servem de aperitivo para o FC Porto

Nove golos do Benfica a abrir 2013 servem de aperitivo para o FC Porto

Os "encarnados", com um golo e uma assistência de Nico Gaitán, venceram na Amoreira por 1-3 e vão chegar ao clássico, na próxima jornada da Liga, em vantagem.

 

Será com uma vantagem de três pontos e muita confiança que o Benfica irá receber na próxima semana o FC Porto (que tem um jogo em atraso) para o campeonato. A equipa da Luz entrou bem no novo ano e, depois da goleada (6-0) ao Desportivo das Aves, para a Taça de Portugal, foi ontem ao campo do Estoril vencer por 3-1, a encerrar a 13.ª jornada da principal prova nacional. O Estoril só foi um problema na primeira metade e nos instantes finais, acabando por ser impotente para travar a veia finalizadora do adversário.

Retirado do Público

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Domingo, 30.12.12

Porto termina o ano com pouca Festa no estoril

O FC Porto despediu-se de 2012 com um empate. A equipa de Vítor Pereira cedeu uma igualdade (2-2) no Estoril, em partida da segunda jornada do Grupo A da Taça da Liga.

 

Num campo onde já tinham ganho (2-1) para a I Liga, os “dragões” estiveram em desvantagem por duas vezes, mas conseguiram recuperar e evitar a terceira derrota da temporada. Com o triunfo do V. Setúbal sobre o Nacional (3-1), o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga decide-se entre “dragões” e sadinos, dentro de semana e meia.

 

Vítor Pereira não fez qualquer poupança no Estoril. O lugar de James Rodríguez — que não foi opção, por motivos físicos — foi ocupado por Kelvin, que tem feito alguns jogos pela equipa B. De resto, os “dragões” apresentaram-se com a equipa habitualmente titular. Mas isso não fez com que o FC Porto entrasse bem no encontro. Pelo contrário, o domínio inicial pertenceu ao Estoril, que mostrou solidez e procurava sair rapidamente para o ataque.

 

Num lance de bola parada, o emblema do Estoril inaugurou o marcador. Na transformação de um livre directo, Steven Vitória colocou os “canarinhos” em vantagem (15’). O golo foi um abanão para um FC Porto que jogava, até aí, de forma previsível e sem intensidade.

 

Os “dragões” começaram a aproximar-se com perigo da baliza do Estoril, e o 1-1 surgiu aos 31’, num lance em que o guarda-redes dos anfitriões não fica isento de culpa. Numa bola alta à entrada da área, Mário Matos saiu da baliza mas falhou a intercepção. Jackson Martínez cabeceou para a baliza deserta e fez o 15.º golo da temporada.

 

A equipa orientada por Vítor Pereira podia ter chegado ao intervalo na frente do marcador, mas desperdiçou as oportunidades de que dispôs. Na marcação de um livre, Danilo rematou fortíssimo e a bola não passou longe da baliza (40’). E João Moutinho recebeu a bola de Lucho mas tocou fraco, para as mãos do guarda-redes do Estoril (42’).

 

No segundo tempo voltou a ser a equipa da casa a entrar melhor. E, aos 53’, Luís Leal teve o golo nos pés em duas ocasiões. Valeu ao FC Porto um Helton gigante na baliza, ao defender o remate e a recarga do avançado são-tomense.

 

Mas o aviso estava dado. E o 2-1 chegou aos 61’. O árbitro Jorge Ferreira assinalou grande penalidade por mão de Otamendi, e Steven Vitória não desperdiçou a oportunidade, “bisando” na partida e fazendo o seu sexto golo da temporada.

 

A reacção do FC Porto foi premiada nos derradeiros instantes do encontro: aos 89’, João Moutinho, com um grande remate, fez o 2-2 e evitou a derrota.     

 

Retirado do Público

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Segunda-feira, 29.10.12

Jackson ajuda FC Porto a dar a volta ao jogo no Estoril

Jackson ajuda FC Porto a dar a volta ao jogo no Estoril

 

O FC Porto chegou a estar em desvantagem frente ao Estoril, mas deu a volta ao marcador (1-2) e voltou a colar-se ao Benfica na liderança do campeonato, com 17 pontos.


Entrou melhor a equipa do Estoril, que se colocou na frente do marcador aos 9’. Na sequência de um pontapé de canto, Licá desviou de cabeça ao primeiro poste, a bola embateu na base do poste contrário e sobrou para Steven Vitória, que se limitou a empurrar.

O FC Porto acusou um pouco o golo e, nos minutos seguintes, teve dificuldades em acercar-se com critério da baliza adversária. De resto, a verdadeira reacção dos “dragões” chegaria apenas na segunda parte.

Aos 56’, Jackson descobriu espaço no lado direito do ataque e tirou um cruzamento sem mácula para a cabeça de Varela, que não teve dificuldade em fazer o empate. 

Os visitantes apertaram o cerco ao Estoril e, quatro minutos mais tarde, deram a volta ao jogo. Livre indirecto de João Moutinho e cabeceamento oportuno de Jackson Martínez, que aproveitou para fazer o sexto golo na competição.

Pouco depois, Jackson poderia ter bisado, novamente num lance aéreo, mas não acertou na baliza deserta depois de um roubo de bola e de uma assistência primorosa de Fernando.

Voltaram a equilibrar-se as operações quando o Estoril serenou, mas a equipa da casa já não teve arte nem engenho para voltar a marcar.


Noticia do Público

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Sexta-feira, 26.10.12

Vítor Pereira quer a equipa a correr mais

Vítor Pereira quer a equipa a correr mais

O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, quer agressividade defensiva e ofensiva, controlo de bola e ritmo forte para levar de vencido o Estoril-Praia, em jogo da sétima jornada da I Liga.


“Temos consciência que para vencer um adversário como o Estoril, em sua casa, temos que estar ao nosso melhor nível”, adiantou Vítor Pereira, que alertou, tendo como referência jogos anteriores, para a necessidade de “não baixar o ritmo”.

“A ideia que tenho das equipas como o Estoril, Rio Ave e Gil Vicente é a de que ilustram aquilo que são as qualidades dos treinadores portugueses e das equipas de nível médio”, explicou o treinador, que falava na antevisão da jornada.

“A análise que faço do Estoril é que é uma equipa com qualidade, organização defensiva, aproveita bem o momento de transição ofensiva e os lances de bola parada, tem jogadores rápidos e sabe muito bem jogar contra os ditos ‘grandes’”, defendeu.

Vítor Pereira referiu que estes são os argumentos válidos para se conquistar pontos e as equipas que não tiverem estas preocupações e forem demagógicas na forma como encaram os jogos não sobrevivem.

“Aquilo que queremos fundamentalmente neste jogo com o Estoril, com força e determinação, é mantermo-nos na frente do campeonato e simultaneamente na Liga dos Campeões, dando uma resposta forte”, justificou o terinador.

Para contrapor aos argumentos do Estoril, Vítor Pereira quer que a sua equipa seja agressiva, do ponto de vista defensivo e ofensivo: “Não é com um jogo lento e denunciado que se consegue destruir uma estrutura defensiva compacta como a do Estoril. Temos que ser agressivos, imprimir um ritmo forte e estarmos concentrados nos lances de bola parada”, referiu.


noticia do Público

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