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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

04
Jan13

Smashing Pumpkins regressam a Portugal para o TMN Marés Vivas

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Smashing Pumpkins regressam a Portugal para o TMN Marés Vivas

A banda actua no festival a 18 de Julho em Vila Nova de Gaia.

 

Os Smashing Pumpkins são a mais recente confirmação para a próxima edição do festival TMN Marés Vivas, que acontece de 18 a 20 de Julho na Praia do Cabedelo, em Vila Nova de Gaia. A banda de Billy Corgan actua no primeiro dia do festival.

 

Este é assim o regresso a Portugal dos Smashing Pumpkins, depois de em 2012 terem actuado no Rock in Rio Lisboa, ao lado de Linkin Park, Offspring e Limp Bizkit.

 

Formados em 1988 na cidade de Chicago, a banda levou três anos a lançar o álbum de estreia Gish, que a crítica considerou como um dos discos mais influentes do rock. O segundo álbum, Siamese Dream (1993), ultrapassou os quatro milhões de exemplares vendidos, enquanto Mellon Collie And The Infinite Sadness (1995) passou os dez milhões.

 

Em Vila Nova de Gaia, a banda apresentará o seu último trabalho, Oceania, editado no ano passado, mas também não vai deixar de fora êxitos como Zero,1979Bullet with Butterfly Wings ou Disarm.

 

Os Smashing Pumpkins juntam-se assim aos já confirmados 30 Seconds to Mars, que actuam no dia 20 de Julho, e a James Morrison, que sobe ao palco no dia 19 de Julho.

 

Os bilhetes para a edição 2013 do festival estão à venda nos locais habituais e até ao dia 14 de Fevereiro têm o preço promocional de 30 euros (um dia) e 50 euros (três dias).

 


 
 Retirado do Público

14
Out12

Primavera chega a Guimarães com Sharon Van Etten e Ariel Pink's Haunted Graffiti

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Primavera chega a Guimarães com Sharon Van Etten e Ariel Pink's Haunted Graffiti

Sharon Van Etten actua no primeiro dia do festival
DR

 

Os concertos vão acontecer no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade e no Centro de Artes e Espectáculos São Mamede

 

Sharon Van Etten e os Ariel Pink's Haunted Graffiti são dois dos nomes anunciados esta sexta-feira para o cartaz do Primavera Club, a edição de Outono do Optimus Primavera Sound. O festival, que chega a Portugal pela primeira vez, acontece em Guimarães entre os dias 30 de Novembro e 2 de Dezembro.

 

Com menos concertos e em salas, contrastando com as dezenas de actuações no Parque da Cidade, no Porto, mas ainda assim com o carimbo do gigante Primavera Sound, o Primavera Club, que acontece em simultâneo nas cidades de Barcelona e Madrid, este ano entre 5 e 7 de Dezembro, vai sair pela primeira vez de Espanha e a cidade escolhida foi Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012. 

 

Apesar de ter um cartaz mais pequeno que Barcelona e Madrid, a organização do festival anunciou esta sexta-feira os 18 nomes que vão passar por Guimarães e dos quais já se conheciam três: Tinariwen, Swans e The Vaccines. 

 

O cartaz conta ainda com o projecto do músico canadiano Dan Bejar, Destroyer, a sensibilidade de Little Wings e Sir Richard Bishop, o pop de Cats On Fire, e os californianos Lemonade.

 

Machinedrum, DJ Rashad, DJ Spinn, Daughn Gibson, Taragana Pyjarama, Robag Wruhme, The Monochrome Set e Atomic completam os três dias de concertos, divididos entre o Centro Cultural Vila Flor, a Plataforma das Artes e da Criatividade e o Centro de Artes e Espectáculos São Mamede. 

A divisão dos concertos pelas salas será anunciada em breve, assim como a programação completa do festival.

 

Os bilhetes vão estar à venda nos locais habituais, a partir de 15 de Outubro, e têm o preço de 35 euros (três dias) e 25 euros (um dia).

 

Noticia do Ipsilon

04
Ago12

Sudoeste TMN: a felicidade de Eddie Vedder a sós com as suas canções

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Sudoeste TMN: a felicidade de Eddie Vedder a sós com as suas canções

Eddie Vedder foi a estrela da noite (Fotos: Nuno Ferreira Santos)

 

Eddie Vedder, garrafa de bom vinho alentejano na mão, agradece uma última vez ao público do Sudoeste. Não foi preciso mais do que uma guitarra, um ukelele ou um bandolim para animar a população que, sexta-feira, chegara à Herdade da Casa Branca para ver o vocalista dos Pearl Jam.

 

Na quinta-feira tinham estado ali 26 mil espectadores para ouvir Ben Harper ou Marcelo D2. Na sexta-feira foram 32 mil (números da organização) os que se juntaram para ouvir um homem que, sem aparato de palco, com nada mais do que a sua voz, as canções da sua banda, da sua curta carreira a solo e um par de versões, conquistou quem tinha perante si. Foi o momento de verdadeiro entusiasmo num festival musicalmente morno e de cartaz pouco ambicioso.

É certo que só uma hecatombe protagonizada por Vedder redundaria noutro desfecho, mas o prazer evidente pelo palco e a forma descontraída, até humilde, como o ocupou acabaram por sobressair. Neste Sudoeste com tantas distracções – a mini-discoteca em placa elevatória, fumo incluído, a dezenas de metros de altura, é a coqueluche deste ano –, Eddie Vedder, fiel ao espírito dito “boa onda” do festival , sobressaiu claramente. Não seria certamente o esforçado mas banal James Morrison a retirar-lhe protagonismo, e não o conseguiria, por mera questão de estatuto na escala do estrelato, o inspirado Nicolas Jaar que conduziu o muito público aglomerado no palco secundário por uma exigente sessão de dança.

Diferença óbvia em relação a outros Sudoeste: a menor presença de público no recinto. Entre praia e regresso da praia e o aproveitar das actividades disponíveis no campismo, a chegada ao centro da acção fez-se quando a noite já caíra há muito. Enquanto o sol se começava a encaminhar para posição de crepúsculo e os helicópteros que, entre outros, trouxeram Eddie Vedder de Cascais, faziam as últimas acrobacias, havia um homem no palco principal do Sudoeste mas não havia muitos a vê-lo. O seu nome é Glen Hansard e até tem um Óscar no currículo, atribuído a “Falling slowly”, da banda-sonora de “Once”, por si protagonizado. Em palco, porém, o irlandês nada transparece de actor e não exibe sinais exteriores de estrelato. 

É um baladeiro feliz por mostrar as suas canções, tocadas numa guitarra esburacada e cantadas com o tom confessional de Cat Stevens e o romantismo de homem de bom coração. Nada de deslumbrante, é certo, mas de uma sinceridade com o seu quê de cativante: Hansard entrega-se totalmente à música, a canções como “Love can’t keep me waiting”, e revela devoção de fã ao interpretar “Astral weeks”, de Van Morrison, ou ao colar o refrão do clássico soul “Respect” ao final de uma canção.

O grande momento de aclamação popular, contudo, chegaria precisamente ao prestar a derradeira homenagem do concerto. A despedida fez-se com “Drive all night”, de Bruce Springsteen, mas a aclamação não foi responsabilidade do Boss. De boné na cabeça e casaco de cabedal, Eddie Vedder surgiu em palco para acompanhar o amigo, com quem gravou, com quem tem tocado em digressão, e a visão do cantor dos Pearl Jam horas antes do previsto provocou uma correria desenfreada de público. Eddie Vedder , portanto.

Antes da sua chegada, vimos no palco secundário a pop nocturna dos Best Youth e confirmámos Catarina Salinas como uma das figuras mais expressivas da música portuguesa actual. Ouvimos o romantismo de inocência dissimulada da óptima “Honey trap”, ouvimos no final a obrigatória “Hang on”, evanescência de piano Rhodes e sintetizadores emarpeggio que o hippie de meia-idade, perdido entre a juventude conhecedora da banda, aplaudiu respeitosamente. Percebemos, depois deles, que o mundo é um lugar estranho quando, num extremo do Sudoeste, o português Richie Campbell mostrava o seu reggae roots ao público que crescia em número, enquanto, no outro extremo, no palco Reggae Box, alguns dos homens responsáveis pela definição da música que Campbell abraçou, os Jamaican Legends – onde encontramos a mítica secção rítmica Sly & Robbie –, tocavam para uma plateia deserta. Ali ao lado, no palco Groovebox, vivia-se porém um microclima de festa. A responsabilidade era de Nicolas Jaar e o concerto fez jus ao título do seu celebrado álbum de estreia, “Space Is Only Noise”.Enquanto um guitarrista introduzia camadas de poeira cósmica sobre o ritmo, enquanto o magnífico saxofonista descobria passagens jazz, negríssimas e misteriosas, e melodias que os Roxy Music mais experimentais não desdenhariam, Nicolas Jaar comandava os movimentos da pequena multidão aglomerada. Sem crescendos óbvios, com os graves daquele techno minimalista surgindo e desaparecendo em vagas, Jaar foi estimulante e surpreendente. 

Nos antípodas, portanto, do previsível James Morrison que, antecedendo Eddie Vedder no palco principal, fez o esperado para um britânico sem rasgo, mas melómano de bom gosto. Algures entre a rouquidão de Rod Stewart, a soul anódina de Mick Hucknall e a pop para playlist radiofónica de James Blunt, James Morrison e banda respectiva fizeram exactamente o que se esperava. Houve um vestígio de nervo rhythm & blues na versão de “I’m a man”, dos Spencer Davis Group, mas logo a seguir “You give me something” devolveu-nos à tepidez habitual. Não faltava muito para chegar o prato forte da noite.

Palco decorado com memorabilia vintage – malas antigas, um gravador de fita, um prato de bateria pintado enquanto emblema mod -, guitarras acústicas e eléctricas e ukulele, Eddie Vedder surgiu de camisa aos quadrados e chapéu de palha, qual versão surfista de Neil Young, para dar um gole na garrafa de vinho e tocar “Can’t keep”, do seu segundo álbum a solo, “Ukulele songs”. Ouve-se alguém falar de Júlio Pereira, tudo culpa do instrumento descendente do cavaquinho, ouve-se um cantor de rock decididamente eléctrico convertido ao prazer da simplicidade acústica. 

Ao longo de duas horas de concerto, incluindo dois encores, Vedder passou pela carreira a solo, não esqueceu os Pearl Jam, citou os Pink Floyd e, já com a companhia do amigo Glen Hansard, regressaria novamente a Bruce Springsteen. O entusiasmo por ter tão perto e tão “despido” o bardo do “grunge” parecia suficiente para um público que o seguiu nas visitas a “Into the wild”, da banda-sonora do filme homónimo (“Society” em destaque) e, que naturalmente, explodiu em canto quando se anunciaram canções dos Pearl Jam como “Betterman”, ideal para versão acústica, ou a turbulenta “Porch”, espaço para vislumbre do Eddie Vedder rocker.

Pé marcando o ritmo como bombo de one man band e atravessando canções atrás de canções em versões encurtadas, quase como em medley, Eddie Vedder deu um concerto intimista para algumas dezenas de milhares. Leu de um papel em português, continuou a beber o bom vinho, tocou Beatles (“You’ve got to hide your love away”), citou os Pink Floyd (“Brain damage”), foi presença simpática e decididamente feliz por estar naquele palco, com aquela descontracção, a tocar as canções que lhe apetecesse. Descobrimos que, despidas as ukulele ou guitarra acústica, há nas suas canções algo dos Led Zeppelin de “III”, e pressentimos que, mais do que a transformação estética que poderia nascer ali, interessava a comunicação simples que se estabelecia pelo reconhecimento. No final, regressaria a palco Glen Hansard, ouvir-se-ia “Open all night” e o seu romance de classe operária (é de Springsteen, obviamente), o “Falling slowly” do convidado de Vedder e, já no último encore – depois de o vocalista dos Pearl Jam alertar para o polémico processo de expropriação em curso da Ribeira Surf Camp na Ericeira, que ele bem conhece –, chegaria “Keep on rockin’ in a free world”. Versão canónica, maculada pelo corte de som nos primeiros versos e com apoio inesperado de um membro do público que saltou para o palco e, transformando o refrão em ode surfista – “keep on surfin’ in a free world” -, deu um toque de filme de praia adolescente à despedida. Não foi esse o espírito do concerto, mas é esse o espírito do Sudoeste. Tudo muito bem, portanto.

O festival continua neste sábado, com os Roots como grande destaque do cartaz. Actuam também os Xutos & Pontapés, Ting Tings, Orelha Negra ou Gorillaz Sound System. 

25
Jul12

Podem acusar o Boom Festival de tudo, menos de não ser ecológico

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Podem acusar o Boom Festival de tudo, menos de não ser ecológico

Podem acusar o Boom Festival de tudo, menos de não ser ecológico

A lua cheia está quase a dar o sinal de partida para a nona edição do Festival Boom. Este ano, entre 28 de Julho e 4 de Agosto, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, pessoas de todo o mundo voltam a reunir-se para uma semana de “alinhamento com a natureza”.

 

A criação de uma consciência ambiental tem sido, ao longo das várias edições, uma das fortes premissas do Boom. E este ano, além de não ser excepção, torna-se mais ambicioso ao apresentar o projecto Boom Off the Grid, que tem como objectivo tornar, a curto prazo, a herdade auto-sustentável. 

O exemplo é dado já durante o festival com duas das principais áreas - Healing Area e Sacred Fire - a apoiarem-se apenas em energias renováveis, seja através da utilização de painéis solares fotovoltaicos ou do reaproveitamento de óleo usado para alimentar geradores. As restantes áreas continuarão a receber o apoio das estações solares térmicas e eólicas existentes na Herdade desde 2008.

Contudo, esta é só uma das muitas facetas “verdes” do Boom. Existem, pequenas quintas de permacultura, que após mês e meio de terem sido plantadas, já estão bem diferenciadas da paisagem. 

Uma fito-etar - estação de tratamento de águas residuais que através de uma vegetação específica, consegue purificar as águas – já construída em 2008, assegura que quase 100% das águas sejam reaproveitadas. 

E não esquecer as 200 casas banho de compostagem, em que todos os resíduos produzidos podem ser depois utilizados para adubarem os terrenos. “Trata-se de casas de banho iguais às usadas em outros festivais de verão, mas neste caso sem danos para o ambiente. São construídas com materiais reutilizáveis e não necessitam de químicos no tratamento das fezes”, disse André Santos, responsável pelos projectos de sustentabilidade do Boom Festival. 

“Por vezes, acho que as pessoas têm medo destas casas de banho. Chamo a isso fecofobia. No entanto, outros festivais europeus estão interessados em replicar este tipo de casas de banho”, acrescentou.

Alguns dos espaços do festival aproveitam ainda materiais do Rock in Rio. Já em 2010, isto tinha acontecido. Uma equipa de trabalhadores do Boom, coopera na desmontagem do Rock in Rio e em troca, os materiais que iriam para o lixo, são utilizados nas construções do Boom.

Em 2008 e 2010, o Boom foi galardoado com o Greener Festival Award Outstanding. Em 2010, acumulou ainda o prémio Green'n'Clean Festival of the Year nos European Festival Award, além de ter sido convidado pela ONU para fazer parte da United Nations Environmental and Music Stakeholder Initiative, projecto com vista a promover a consciência ambiental junto do grande público. 

 

Noticia do Público

23
Jul12

Concertos e tudo o resto para fazer o Milhões

olhar para o mundo
Concertos e tudo o resto para fazer o Milhões

 

Quatro palcos, 66 bandas. Baroness, Connan Mockasin, Shangaan Electro. Venha daí o festival

 

O Milhões de Festa é o festival em que podemos, num momento, estar a abanar a cabeça furiosamente enquanto nos entregamos à nobre arte do air guitar, para, no momento seguinte, dar movimento à anca com ritmos quebrados vindos de África via Londres. É o festival em que há concertos em piscinas municipais, petiscos e vinho verde servidos num dos palcos e, por todo o lado, a sensação de que, por uma vez, afirmar que (também) se vai ao Milhões pelo ambiente (perdoem o palavrão) não exclui a música da equação. Porque a música é, na verdade, o centro de tudo, e é uma partilha de imaginários comuns, intimamente ligados à cultura pop, que transborda depois para a vivência do barcelense Milhões.

Na sua quinta edição, que teve ontem dia de recepção e que se inicia hoje, o cartaz programado é fiel ao espírito do festival. Temos no domingo stoner rock muito stoner com os Red Fang para libertar o air guitar e lembrar o que os Queens Of The Stone Age deviam ainda ser, e imediatamente antes deles, a folk de laboratório dos Alt-J, revelação recente da música britânica que será uma das grandes curiosidades de um festival delas repleto.

Por exemplo sábado, 21h30, Palco Milhões. Connan Mockasin, ou, acabámos de nos lembrar disto, o neozelandês voador. Não por ser fantasma condenado a errar pelos sete mares, mas por andar a criar pop psicadélica que subverte os seus alicerces para a transformar em matéria alucinatória de guitarras em liquefacção, vozes saídas do lado negro dos Of Montreal e um imaginário de colorido delirante. O último álbum,Forever Dolphin Love, saiu no ano passado e não é só o nome que é um primor.

No mesmo dia, no mesmo palco, teremos El Perro Del Mar (ver texto principal) e os Weedeater (mais rockalhada para heabganging generoso). Mas também o electro-funk-rave'n'roll de Publicist, que é Sebastien Thomson, extraordinário baterista dos Trans Am e dos Weird War, e a trip cósmica dos sempre imperdíveis Gala Drop, ou as memórias pós-punk, revistas pela lente DFA, dos Prinzhorn Dance School. Há portanto, mil sons para onde um homem ou uma mulher se virarem.

Domingo, da revitalização da música sul-africana dos irresistíveis Shangaan Electro ao portento que imaginamos ser o encontro entre os barcelenses Black Bombaim, autores de Titans, um dos discos do ano, com os ingleses Gnod, vai no mesmo palco, o Vice, uma distância de duas horas. A tónica, claro, está naquilo que foge a massificações estéreis. No Milhões, encontramos um caleidoscópio do state of the art da música popular urbana, definido pelo olhar da organização.

Do vinho verde ao industrial magrebino

Resumindo, entre hoje e amanhã, três dias preenchidos num ritual prazenteiro. 

Primeiro, a partir das duas da tarde, o público instala-se na piscina para, do fresco da água, ver os concertos dos ALTO! ou Equations (hoje), da dupla Moulinex + Xinobi ou dos sátiros hip hop Bro-X, vernáculo barreirense (amanhã). À mesma hora, entre às 14h30 e as 19h, o Palco Taina, o de um encontro feliz entre música de hoje e diversão intemporal - taina é expressão que designa uma refeição abundante e, como tal, servem-se petiscos da região e o bom vinho verde -, apresenta gente como os Savanna (hoje), Jorge Coelho (amanhã) ou Kilimanjaro (domingo). Depois, já no Parque da Cidade, o festim continua no Palco Vice, programado pela revista e webzinecom o mesmo nome, e no Palco Milhões. O rockuduro dos Throes + Shine, a música inclassificável da banda de culto L'Enfance Rouge (industrial magrebino? pós-punk mediterrânico?), as meticulosas criações dos Memórias de Peixe ou o reencontro com os La La La Ressonance, banda da casa, banda importante. E os League, os Youthless ou os Sensible Soccers. São 66 bandas em quatro dias. São milhões. Nos próximos três dias, tudo será milhões em Barcelos. 

 

Noticia do Ipsilon

03
Jul12

Festim ao ritmo dos Blowzabella

olhar para o mundo

Festim termina ao ritmo dos Blowzabella

 

É um festim o som dos Blowzabella, grupo veterano da música folk inglesa e referência incontornável dos actuais movimentos de danças tradicionais europeias. Tradicionais ou originais, as músicas dos Blowzabella têm uma sonoridade arrojada e contemporânea, cruzando os timbres da sanfona e da concertina com a pujança do saxofone e das gaitas de foles. Uma sonoridade densa e uma pulsação irresistível. O convite está feito. O Festim dança?

sexta 6 Julho, 22:00
Cine-Teatro de ESTARREJA

sábado 7 Julho, 22:00
Centro das Artes e do Espectáculo de SEVER DO VOUGA

domingo 8 Junho, 22:00
Largo 1º Maio, ÁGUEDA
(c/ workshop de danças às 19h00 no local)

BLOWZABELLA (Inglaterra)


conteúdos, fotos e materiais para imprensa:
http://www.festim.pt/crbst_50.html

http://www.festim.pt/
Riccardo Tesi & Banditaliana (Itália)  |  Gaiteiros de Lisboa (Portugal)
Huun Huur Tu (Tuva)  |  Kimmo Pohjonen (Finlândia)  |  Blowzabella (Inglaterra)
Eliseo Parra (Espanha)  |  Taraf de Haïdouks (Roménia)

1 Junho a 26 Julho 2012  |  4ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * ESTARREJA * OVAR * SEVER DO VOUGA


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