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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

30
Set14

Teatro - Escola da Noite regressa ao Gil Vicente

olhar para o mundo

A Escola da Noite aceitou o repto da Ordem dos Médicos e associado às comemorações dos 35 anos do Serviço Nacional de Saúde, tem em a cena no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, a peça "Auto dos Físicos". Escrita e representada pela primeira vez entre 1519 e 1524, esta é a décima segunda peça vicentina encenada pela companhia de teatro conimbricense, no seu já vasto curriculum artístico.

 

Sempre receptiva a desafios A Escola da Noite aceitou o convite lançado pela Ordem para que a companhia se associasse às comemorações dos 35 anos do Serviço Nacional de Saúde. A escolha recaiu sobre o "Auto dos físicos" de Gil Vicente, aquele que é considerado um autor de transição entre a Idade Média e o Renascimento e, até agora, o mais encenado pela companhia. Em jeito de justificação por esta opção, A Escola da Noite diz "'Auto dos Físicos', fala-nos com muito humor, da importância da saúde nas nossas vidas. Os 500 anos que nos separam da sua escrita dão-nos uma dimensão (ainda assim pequena) da intemporalidade do tema".

 

Com um cenário minimalista e um desenho de luz de Rui Valente que envolve o desenrolar da ação, a peça é uma comédia, escrita no século XVI, que satiriza os médicos da corte. Pelo palco vão desfilando os quatro médicos (os "físicos") mais conhecidos da época e cada um com as suas mesinhas lá vai tentando curar um clérigo "morre" de um amor não correspondido. Brásia Dias, a comadre que em primeiro lugar tenta ajudar o padre, um moço transformado em (fraco) alcoviteiro e um padre confessor que compreende "bem demais" o sofrimento do seu colega; completam o leque de personagens desta divertida farsa, que termina com uma "ensalada" poética e musical, com referências a outras peças do autor e a elementos do cancioneiro tradicional.


Encenado por António Augusto Barros, o espectáculo conta com as interpretações de Filipe Eusébio, Igor Lebreaud, Maria João Robalo, Miguel Magalhães e Sofia Lobo. O cenário recupera um objecto carismático da história da companhia – a caixa desenhada por João Mendes Ribeiro que tem acompanhado boa parte do percurso vicentino d'A Escola da Noite. Os cabelos, como vem sendo hábito, ficaram a cargo de Carlos Gago e os figurinos e adereços são de Ana Rosa Assunção. Ainda na equipa técnica, Zé Diogo assegura a qualidade do som envolvente desta peça e Sofia Portugal faz o apoio vocal.

 

Como o encenador faz questão de mencionar e é ponto de honra d'A Escola da Noite, em todas a suas incursões vicentinas conjuga uma abordagem cénica contemporânea com o respeito incondicional pelo texto original, sem concessões nem actualizações forçadas. Cabe às restantes linguagens postas em cena (a gestualidade, a cenografia, os figurinos, os adereços, a música) o papel de ajudar a esclarecer os sentidos de algumas palavras que, ao longo dos 500 anos que nos separam de Gil Vicente, foram caindo em desuso. Para facilitar a compreensão, aos espectadores é distribuída uma folha de sala com um glossário e notas do contexto histórico em que o texto foi escrito e sobre as pessoas reais que Gil Vicente imortalizou.

 

Após uma curta apresentação de apenas quatro sessões para o público em geral, o espectáculo fica disponível, por marcação, em horário diurno para o público escolar de 30 de Setembro até 13 de Novembro. A sala tem lotação de 180 lugares e o preço dos bilhetes para as escolas tem o valor único de três euros, com entrada gratuita para alunos abrangidos pelo escalão A da ASE e para professores acompanhantes.

 

Em Fevereiro do próximo ano o Auto dos Físicos regressa a cena no Teatro da Cerca de São Bernardo, em horário nocturno, numa temporada dedicada exclusivamente à reposição de peças encenadas pela A Escola da Noite.

 

Retirado de HardMúsica

27
Set13

Gil Vicente na Cornucópia pela Companhia de Ana Zamora

olhar para o mundo

Gil Vicente na Cornucópia pela Companhia de Ana Zamora


Gil Vicente na Cornucópia pela Companhia de Ana Zamora

O Auto de Sibila Cassandra é uma das mais interessantes e comentadas peças de Gil Vicente, que encenada por Ana Zamora, vai subir ao palco da Cornucópia marcando os 40 anos de actividade da Companhia.

Ana Zamora, resolveu refazer a sua encenação da Sibila, aquando do décimo aniversário da sua companhia. 


E será esta a mesma Sibila que trará à Cornucópia para festejar o 40º aniversário da Companhia para duas únicas representações nos dias 27 e 28 de Setembro pelas 21:30.

É uma raríssima oportunidade de ver este Gil Vicente representado e com o rigor e a originalidade das concepções cénicas dos espectáculos de Ana Zamora, reconhecida hoje como grande especialista do teatro pré-barroco, que tem encenado com a colaboração musical de Alicia Lázaro, uma artista que utiliza  uma pequena orquestra de música antiga como parte essencial dos espectáculos. 


O resultado não é uma reconstituição histórica, é a reinvenção da pureza inicial dos valores civilizacionais. E é essa uma das razões porque um pouco por todo o mundo onde a companhia tem apresentado o seu espectáculo mais emblemático Misterio del Cristo de los Gascones, exerce um fascínio tão grande sobre os mais variados públicos. 

Versão e direcção: Ana Zamora; Figurinos: Deborah Macias; Iluminação: Miguel Ángel Camacho; Música original, arranjos e direcção musical: Alicia Lázaro; Assessor para o Verso: Vicente Fuentes; Títeres: David Faraco


Interpretação: Alejandro Sigüenza, Carlos Segui, Elena Rayos, Juan Pedro Schwartz e Sergio Adillo


Interpretação musical: Eva Jornet (Flautas), Isabel Zamora (Cravo) e Sofía Alegre (Viola de gamba)


Retirado do HardMúsica

17
Fev13

Sporting made in academia ganha em Barcelos ao Gil Vicente

olhar para o mundo

Capel marcou em dia de aniversarioOs “leões” não marcavam por três vezes num jogo desde a temporada passada. Com um “onze” recheado de jogadores da equipa B, venceram em Barcelos. Capel marcou em dia de aniversário.

O Sporting deixou de ser o pior ataque do campeonato. Os “leões” voltaram a marcar três golos num encontro da Liga, o que não acontecia desde a última jornada da temporada passada. E só dessa forma conseguiram sair com um triunfo da deslocação a Barcelos (3-2), num jogo em que voltaram a cometer vários erros defensivos. O golo de Capel, no segundo tempo, deu os três pontos à formação orientada por Jesualdo Ferreira, que assim sobe provisoriamente à oitava posição.

 

A pouco habitual eficácia ofensiva do Sporting foi a nota positiva da exibição deste sábado à noite, que valeu o regresso da equipa de Alvalade aos triunfos, praticamente um mês depois da última vitória. Mas a defesa remendada, com uma dupla de defesas-centrais constituída por dois jovens, Eric Dier e Tiago Ilori, deu problemas à equipa. O sector mais recuado da formação leonina cometeu dois erros que valeram outros tantos golos ao Gil Vicente. E por outras duas ocasiões podiam ter tido consequências negativas, não fossem a barra e Rui Patrício.

 

Todavia, a juventude do “onze” apresentado por Jesualdo Ferreira (onde, além da dupla de centrais, havia mais dois homens que começaram a temporada na equipa B, Zezinho e Bruma) não serve de justificação para os problemas sentidos, até porque homens como Miguel Lopes não estiveram bem em termos defensivos. Aliás, foram dois quase adolescentes a dar uma vantagem madrugadora ao Sporting, que a equipa viria a desperdiçar.

 

Logo no primeiro lance de ataque do encontro, os visitantes chegaram ao golo. Ainda não estava jogado um minuto quando o extremo de 18 anos Bruma, depois de uma boa combinação pelo corredor direito, arrancou em direcção à área do Gil Vicente, passou por quatro adversários, e desviou com o seu pior pé, o esquerdo, para o fundo da baliza. No lance seguinte, Carrillo podia ter ampliado a vantagem, num lance individual pelo flanco esquerdo, mas o remate cruzado do peruano foi defendido por Adriano a dois tempos.

 O jogo podia ter sido descansado para o Sporting, que cedo se apanhou a vencer por uma margem confortável. Mas a desconcentração de Ilori no primeiro golo e o erro colectivo, a que Joãozinho acrescentou um mau alívio, no segundo, colocaram a equipa numa posição difícil. Valeu Diego Capel.

A equipa lisboeta não tardou, porém, a ampliar a vantagem. Estavam jogados 6 minutos quando outro jovem promissor, Tiago Ilori, fez o segundo golo da noite. O defesa, que apenas completa 20 anos na próxima semana, foi à área adversária cabecear com êxito na sequência de um pontapé de canto. A vencer por uma margem confortável, o Sporting tentou controlar o jogo, mas encontrou oposição firme na equipa do Gil Vicente.

 

A partida estava dividida e, depois de um primeiro aviso, que saiu dos pés de César Peixoto para as mãos de Rui Patrício (12’), o Gil acabaria por reduzir a desvantagem, aos 19 minutos, por intermédio de Hugo Vieira. O avançado emprestado pelo Benfica ao clube onde brilhou na época passada aproveitou a oferta de Tiago Ilori, que perdeu uma bola aparentemente controlada, e arrancou para a baliza contrária, tirando Rinaudo do caminho antes do remate colocado que Patrício não conseguiu defender.

 

No início da segunda parte, a mesma sequência valeu novo golo dos “galos”. César Peixoto deu o primeiro aviso (49’) num remate à figura do guarda-redes do Sporting, mas no lance seguinte Hugo Vieira voltou a marcar, numa jogada em que toda a defesa leonina falhou. Brito pôde fugir como quis pela esquerda face à fraca oposição de Miguel Lopes e Joãozinho, com um desvio atabalhoado, colocou a bola nos pés do avançado, que bisou na partida.

 

As coisas pareciam complicar-se para o Sporting, quando o aniversariante Diego Capel, saído do banco para o lugar de Labyad, foi ao relvado desviar de cabeça um centro de Miguel Lopes, pondo novamente a sua equipa em vantagem. Esse golo acabou por ser suficiente para garantir o triunfo aos lisboetas, apesar de os erros defensivos terem continuado. Um novo mau alívio de Joãozinho (73’) permitiu a João Vilela rematar à barra. Em tempo de compensação, Dier perdeu um duelo aéreo e foi Rui Patrício quem teve de segurar o cabeceamento de Halisson e os três pontos. 

 

Retirado do Público

28
Out12

Um galo tenrinho em Barcelos para o Benfica

olhar para o mundo

Um galo tenrinho em Barcelos para o Benfica

O Benfica venceu este sábado o Gil Vicente, em Barcelos, por 3-0 e isolou-se, provisoriamente, na liderança da Liga. O jogo ficou resolvido na primeira parte.


Jorge Jesus não poderia ter pedido um melhor arranque de partida. Aos 2’, na primeira vez em que o Benfica chegou à área minhota, Lima inaugurou o marcador, de cabeça, após um cruzamento de Maxi Pereira.

O Gil acusou o toque, começou a falhar passes atrás de passes e mostrou grande dificuldade nas marcações, o que facilitava a vida a Enzo Pérez e Ola John, com muito espaço nas alas.

Aos 27’, Enzo Pérez descobriu Lima na área, o brasileiro assistiu Luisinho e o lateral esquerdo fez golo no primeiro remate à baliza de Adriano.

O Benfica passou, então a jogar ainda mais à vontade. E aos 45+2’ chegou ao 3-0, por André Gomes. O médio que habitualmente representa a equipa B ganhou um ressalto na área e desviou com subtileza para as redes.

No segundo tempo, os “encarnados” tiraram o pé do acelerador e esperaram que o Gil se expusesse mais na defesa. Lima poderia ter feito o 4-0 na cara de Adriano, mas o guarda-redes brasileiro levou a melhor.

Pouco depois, Enzo Pérez viu o segundo amarelo e o Benfica ficou a reduzido a dez. A partir desse momento, os minhotos ganharam algum ascendente e estiveram perto de marcar, quando Yero atirou à trave na sequência de um canto.

Com este resultado, o Benfica passou a somar 17 pontos em sete jogos, mais três do que o FC Porto, que só no domingo entra em campo, no terreno do Estoril.


Noticia do Público

25
Set12

Sporting consegue primeira vitória

olhar para o mundo

Sporting consegue primeira vitória

Foi com suor, paciência e muito sofrimento que o Sporting construiu a primeira vitória do campeonato (2-1) nesta época.


Os “leões” estiveram a perder durante 69 minutos, mas acabaram por dar a volta ao marcador frente a um Gil Vicente que deixou de ser a única equipa sem golos sofridos ou marcados na competição. No final, um abraço emocionado de Luís Duque, responsável pelo futebol de Alvalade, a Sá Pinto poderá ter representado a sobrevivência do treinador no futuro imediato.

Alvo de todas as críticas nos últimos dias, o técnico leonino reservou três novidades argentinas para este jogo, que implicaram algumas alterações tácticas, com bons resultados nos primeiros 45’. Estes terão sido os melhores da equipa de Alvalade esta temporada, nomeadamente em termos de dinâmica atacante, apesar de, nas contas finais, ter saído para o intervalo a perder, por 1-0.

Mais aguardada do que as restantes surpresas, foi o regresso de Rinaudo, sete meses depois da sua última participação em jogos oficiais. Um longo interregno que se deveu a uma complicada lesão, mas que, aparentemente, não retirou nenhuma das qualidades a este médio defensivo. Também não espantou muito a chamada de Insúa para o lado esquerdo da defesa, ao contrário do que aconteceu com o inesperado adiantamento no terreno de Pranjic, o anterior detentor desta posição. E particularmente mais inesperada acabou por ser a estreia de Viola a titular.

Mudanças também no esquema táctico leonino, desenhado num ofensivo 4-1-3-2, com Izmailov a assumir o papel de “maestro” da companhia. A determinação do acossado Sá Pinto foi apreendida pelos seus jogadores, que nos primeiros seis minutos criaram duas excelentes oportunidades de golo, desperdiçadas por Pranjic (5’) e Capel (6’).

O público de Alvalade gostou, a equipa prometia uma noite de redenção, mas no momento imediato tudo arrefeceu. Cédric deixou-se ultrapassar por Luís Carlos, que se isolou e marcou para a equipa minhota.
A frustração não dominou os “leões”, que mantiveram a concentração. Com Rinaudo (que assumiu as despesas do meio-campo defensivo) e Izmailov inspirados, os lisboetas voltaram a empurrar o adversário para perto da sua área, com muita circulação de bola, que esbarrava quase sempre numa das defesas mais bem organizadas deste campeonato.

Um verdadeiro teste à persistência e paciência do Sporting, que teve ainda de lidar com alguma falta de sorte, como aconteceu no final do primeiro tempo, quando Viola atirou, de primeira, uma bola à barra.
Nada mudou no reatamento, nem sequer faltou mais uma soberana oportunidade para o Gil Vicente voltar a marcar. Desta vez, valeu Rui Patrício, que evitou com o pé o golo de Brito, aos 69’. Inconformado, Sá Pinto foi reforçando o ataque, fazendo entrar Carrillo (61’, para o lugar de Xandão) e Jeffrén (74’, a render Viola). Na primeira metade, Labyad já substituíra o lesionado Pranjic.

O sofrimento dos lisboetas começou a ser apaziguado aos 76’, quando Insúa e Capel construíram o golo do empate, mas seria preciso aguardar até aos 85’ para a euforia tomar completamente conta de jogadores e adeptos sportinguistas. Wolfswinkel, de cabeça, resolveu tudo.

POSITIVO

Rui Patrício, Capel 
e Wolfswinkel
O guarda-redes manteve o Sporting em jogo, o espanhol fez renascer a esperança e o holandês levou ao delírio os sportinguistas. 


Izmailov
O maestro é um jogador intocável no actual Sporting.

Rinaudo
Incansável e determinante no meio-campo.

Luís Carlos
Marcou o primeiro golo dos gilistas no campeonato e deu grandes esperanças aos minhotos.

Adeptos leoninos
Compareceram em número significativo, apesar do mau início de temporada da equipa.

NEGATIVO

Viola
É verdade que a barra impediu o seu golo, mas o argentino também não fez muito mais para evitar uma estreia pálida como titular.


Ficha de jogo

Sporting, 2
Gil Vicente, 1

Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Sporting Rui Patrício, Cédric, Xandão (Carrillo, 61), Marcos Rojo, Insúa, Rinaudo, Diego Capel, Izmailov, Pranjic (Labyad, 39), Van Wolfswinkel e Viola (Jeffrén, 74). Treinador: Sá Pinto

Gil Vicente Adriano Fachini, Daniel (Éder, 42), Halisson, Cláudio, Luciano Amaral, Luis Manuel, Tiero, Pedro Pereira (Leonardo, 59), André Cunha, Luis Carlos (Djalma, 75) e Brito. Treinador: Paulo Alves.

Árbitro Vasco Santos (Porto).
Amarelos Pedro Pereira (19), Daniel (23), Marcos Rojo (44), Labyad (46 e 88), Brito (51), Cláudio (88), Cédric (90+2) e Rui Patrício (90+3).
Vermelho Labyad (89). Nelson (treinador de guarda-redes do Sporting) 

Golos
0-1, por Luís Carlos, aos 7'
1-1, por Capel, aos 76'
2-1, por Wolfswinkel, aos 85'


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