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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

21
Jun13

Um beijo através da Internet

olhar para o mundo

Um beijo através da Internet

Burberry e Google firmam parceria que permite enviar beijos através da Internet

A Burberry e a Google criaram uma ferramenta que permite capturar e enviar beijos através da Internet. A Burberry Kisses está disponível a todos os que tiverem uma câmara no telemóvel ou computador que capta o beijo e o transforma em imagem digital.

 

Este pode depois tomar diferentes tons através dos batons disponíveis, da última colecção da Burberry, e serve para selar uma carta que será enviada para o email do destinatário. Uma vez enviado, o emissor pode ver uma apresentação do beijo a ser enviado da sua cidade até à cidade do destinatário, utilizando imagens 3D do Google Earth.

 

O projecto de ambas as empresas visa humanizar mais a tecnologia através de experiências emocionais digitais. 

 

Retirado do Sapo mulher

10
Mai13

"Google Timelapse" mostra como o mundo mudou em 28 anos

olhar para o mundo
Timelapse

 

Queres saber como era o Porto, Lisboa, Madrid, Tóquio, o mundo, há duas décadas? Já é possível fazer um “rewind” e ver a evolução do planeta ao longo dos últimos anos. A aplicação "Timelapse" do Google Maps foi anunciada esta quinta-feira e possibilita navegar no tempo e no espaço (re)visitando locais desde 1984 até 2012.

 

Perceber as mudanças morfológicas dos territórios é o principal objectivo e, simultaneamente, mais-valia deste projecto. 

 

Construído com base em mais de dois milhões de imagens de satélite Landsat, o mapa interactivo mostra, a partir de animações em HTML5, a acção da natureza e dos humanos nos mais diferentes pontos do globo.

 

Até ao momento, a "Timelapse" oferece uma pré-selecção de sete lugares do mundo, entre os quais, Las Vegas, Dubai, Xangai, Glaciar Mendenhall (Alaska) e Areias do Óleo (Athabasca), sendo que ao escrever um novo destino o motor de buscas encarrega-se de devolver a imagem.

 

Explorar e consciencializar 

A desflorestação da Amazónia, a expansão da costa do Dubai e o degelo do Alaska são três dos cenários mais flagrantes no que respeita à sua modificação.

 

E por isso mesmo, para além de ser “fascinante para explorar”, Rebecca Moore, do Google Earth Engine, espera que “as imagens possam informar o pensamento da comunidade global sobre como vivemos e as políticas que nos guiarão no futuro”, lê-se no blogue oficial da Google.

 

O projecto resulta de uma parceria entre o Google, aNASA, a revista Time e a Sociedade Geológica dos Estados Unidos.

 

Retirado do P3
24
Abr13

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

olhar para o mundo

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

Google disponibiliza a partir desta terça-feira visitas virtuais a alguns dos mais emblemáticos monumentos em Portugal.

 

Se sempre quis visitar o Portugal dos Pequenitos ou o Palácio Nacional da Pena, já não precisa de sair do conforto do sofá para o fazer. Basta ligar-se à Internet e desfrutar de uma visita virtual a estes e a mais alguns monumentos que fotografados para o projecto Street View.

 

As imagens estão disponíveis a partir desta terça-feira no site do Google e permitem que qualquer pessoa com ligação à Internet visite muitos monumentos e parques portugueses sem sair de casa.

Para além do Palácio da Pena, em Sintra, também é possível explorar o Palácio de Monserrate, na mesma vila, os jardins do Parque de Serralves, no Porto, ou os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

A empresa norte-americana trabalhou com os parceiros portugueses na recolha das imagens, feitas através de um triciclo especialmente construído para locais onde os carros não possam circular.



São já 50 os países em que o Google Street View está disponível. Com esta ferramenta, é possível visitar vários países em todo o mundo – incluindo Portugal – para planear uma viagem ou até mesmo para visitar aqueles locais onde sempre se quis ir mas que nunca foi possível fazê-lo.

Em Março, o Google Street View disponibilizou imagens de uma das cidades mais afectadas pelo desastre ambiental de Fukushima, que mostraram uma cidade fantasma como aquelas vistas nos filmes de ficção.

Também já é possível visitar algumas das montanhas mais altas do mundocom esta ferramenta.

A Google só não promete que a visita virtual seja tão completa como a visita real.

 

Retrirado do Publico

12
Abr13

Google deixa utilizadores decidirem o que fazer com os dados após a morte

olhar para o mundo

Google deixa utilizadores decidirem o que fazer com os dados após a morte

O sistema permite definir um período de tempo de inactividade, após o qual os dados podem ser apagados ou passados para pessoas escolhidas pelo utilizador.

 

O Google criou uma funcionalidade para que os utilizadores possam determinar o que acontece com os dados e o conteúdo que têm nos vários serviços da empresa quando morrerem ou quando, por outra razão, estiverem muito tempo sem aceder à conta.

 

sistema permite aos utilizadores definirem um período de tempo de inactividade nos serviços do Google – três, seis, nove ou 12 meses –, após o qual os dados podem ser apagados ou passados para pessoas escolhidas pelo utilizador. Em qualquer dos casos, é enviado um SMS para o número que o utilizador eventualmente tenha associado à conta do Google e um email para os endereços alternativos que tenha indicado.

 

A conta do Google permite aceder a um leque de serviços: o Gmail, a rede social Google+, a plataforma de blogues Blogger e o sistema de armazenamento e edição de ficheiros Google Drive. Outros serviços, como o motor de busca e o YouTube, podem ser acedidos sem uma conta, mas são personalizados caso o utilizador esteja registado.

 

Se tiverem sido designados herdeiros do espólio digital, estes não poderão usar o serviço como se fossem o utilizador, mas têm acesso a alguns conteúdos. A funcionalidade surge numa altura em que a comunicação à distância é quase só digital e, em muitos casos, não há cartas e outros elementos físicos que sejam recordações para amigos e família.

 

De fora do legado, porém, ficam os livros, música e outros conteúdos comprados na loja online do Google – nestas compras, explicou a empresa, o utilizador compra uma licença para ouvir a música ou para ler o livro, que não é transmissível.

 

Retirado do Público

15
Mar13

Quatro alternativas para substituir o Google Reader

olhar para o mundo

Quatro alternativas para substituir o Google Reader

Cerca de oito anos depois do lançamento, o serviço de RSS do Google vai fechar, lançando muitos utilizadores na busca de outra opção. Uma análise a quatro serviços alternativos.

 

Dependendo da pessoa a quem se fizer a pergunta, a grande notícia desta semana pode não ter sido a nomeação do Papa: a decisão do Google de fechar o Google Reader, um serviço de leitura de feeds RSS, tornou-se um dos temas mais debatidos no Twitter, motivou um número incontável de artigos, gerou protestos, paródias (como mais uma adulteração do já conhecido excerto do filme A Queda) e deu azo a petições.

 

De forma simples, RSS é uma tecnologia que permite receber os conteúdos de um site, ordenados cronologicamente – o utilizador pode lê-los num num serviço online, em aplicações móveis ou em aplicações no computador. O PÚBLICO, por exemplo, disponibiliza um feed com todos os artigos. Muitos sites permitem aos leitores seguirem apenas o que lhes interessa: secções específicas ou as notícias da primeira página. Praticamente todos os blogues incorporam esta tecnologia.

 

O facto de não haver uma alternativa óbvia ao Google Reader diz muito da promessa por cumprir em que a tecnologia RSS se tornou. Há uns anos, chegou a ser um símbolo de modernidade nos media que procuravam adaptar-se ao mundo digital. Na prática, foi difícil convencer muitos utilizadores da utilidade do RSS (e o facto de ter uma sigla de significado algo crítptico não ajudou). Mais recentemente, a prática de partilhar notícias e artigos nas redes sociais veio retirar importância ao RSS como forma de disseminação de conteúdos. Sem revelar números, mas explicando ter cada vez menos utilizadores no Reader, o Google decidiu pôr um fim ao serviço a 1 de Julho.

 

Há mais sites a escreverem sobre as alternativas do que alternativas propriamente ditas. De todas as sugestões que circulam na Web, seleccionámos quatro, considerando como critérios serem gratuitas, poderem ser usadas num browser no computador e também num telemóvel ou tablet, e terem um conceito de utilização pelo menos próximo do Reader. Desta lista, escolhemos um que nos pareceu, ao fim de um curto período de quatro horas de comparações, o melhor.

 

A lista de finalistas


The Old Reader


É uma espécie de clone do que o Google Reader era há algum tempo. Inclui funcionalidades sociais de partilha de artigos e permite seguir utilizadores e ser seguido – mas, pelo menos por ora, é pouco provável que um utilizador lá encontre os seus contactos.

 

Durante a tarde desta quinta-feira, o desempenho deixou algo a desejar, o que pode ser explicado pelo número de pessoas que presumivelmente estão a testar o serviço na sequência do anúncio de fecho do Reader. Segundo um aviso no site, foi precisamente o grande número de novos utilizadores que tornou impossível importar o ficheiro com todos os feeds do Google Reader (este ficheiro pode ser obtido através desta ferramenta e possibilita a transferência dos feeds para outro serviço).

 

The Old Reader não tem aplicações móveis, mas o site pode ser consultado num browser e ajusta-se ao ecrã pequeno dos telemóveis. Nestes casos, a experiência não é a melhor, mas o serviço é usável (excepto no browser do Windows Phone, onde não foi possível abrir os artigos dos feeds).

 

Feedly


O Feedly apressou-se a aproveitar a decisão do Google. Anunciou que, se os utilizadores importarem agora os seus feeds e se começarem a usar o serviço, não precisam de se preocupar com mais mudanças. O Feedly assenta no próprio Google Reader, mas está a trabalhar para poder em breve funcionar de forma independente.

 

O acesso ao site pode ser feito com a própria conta do Google e os sites seguidos ficam imediatamente disponíveis. Uma página chamada “Today” mostra artigos destacados com base na repercussão nas redes sociais.  Clicando em “All”, obtém-se uma mais tradicional listagem de artigos (é possível especificar qual destas duas páginas é exibida quando se entra no site).

 

Inicialmente, o Feedly mostra os artigos acompanhados de imagem e dispostos numa grelha, mas é possível escolher várias visualizações, incluíndo uma lista simples, como no Google Reader.

 

O serviço é mais complexo do que o do Google Reader e tem imensas opções de configuração (tipo de letra,  cores, acções de empresas cujo desempenho em bolsa pode ser seguido), mas a maioria destas opções podem ser ignoradas e o Feedly está praticamente pronto a usar sem ser preciso tocar nestes parâmetros.

 

O site activa ainda uma ferramenta (que pode ser desligada) e que surge em todos os outros sites, no canto inferior direito, permitindo partilhar a página aberta nas redes sociais ou guardá-la para ler mais tarde no próprio Feedly.

 

Está disponível como aplicação nativa para Android e iOS.

 

Skimr


O Skimr leva a simplicidade ao limite. É fácil importar os feeds do Reader, embora estes tenham demorado cerca de dez minutos até finalmente aparecerem na página.

 

O Skimr não permite fazer mais nada para além de ler o título, um excerto e continuar a leitura no site de origem. Não lista sequer a quantidade de itens por ler (o que até pode ajudar a reduzir o stress de ter a leitura em atraso), não inclui funcionalidades de partilha, nem opções sofisticadas de visualização.

 

O site pode ser acedido no browser do telemóvel sem problemas e, dada a simplicidade, foi o que se revelou mais rápido. Este é o maior trunfo do Skimr, um serviço que só apelará a quem procurar uma experiência muito minimalista ou a quem queira uma forma rápida e prática de carregar os feedsno telemóvel sem instalar uma aplicação nativa.

 

Netvibes


O Netvibes é um veterano no campo dos serviços de informação personalizada. Permite ter uma página com várias “caixas”, onde é possível listar vários tipos de informação, desde notícias a meteorologia. Saltando esta funcionalidade, porém, o Netvibes pode ser configurado e usado como um leitor simples de RSS.

 

É uma boa alternativa ao Reader. Para começar, porque permite usar praticamente todo o espaço de ecrã para a leitura de feeds: do lado esquerdo está uma barra com os sites seguidos e a área principal oferece uma listagem simples. Tal como acontece também no Feedly, cada artigo pode ser aberto e lido no serviço, guardado para ler mais tarde e partilhado em redes sociais.

 

O Netvibes tem, ainda em versão alfa, um site desenhado especificamente para iPhone, outro para telemóveis Android (ambos funcionaram bem) e um terceiro site para iPad.

 

A recomendação


A possibilidade de uma configuração apurada, a par de uma interface intuitiva e um design elegante levam-nos a recomendar o Feedly para quem esteja à procura de substituto para o Google Reader.

 

retirado do Público

03
Jan13

Google cria mapa de resoluções de ano novo

olhar para o mundo

Google cria mapa de resoluções de ano novo

A resolução de alguém em Portugal: "Viver com o meu namorado" D.R.


Deixar de fumar (Rússia), encontrar uma namorada (Brasil), percorrer os caminhos de Santiago, em Espanha (Singapura) - são algumas das resoluções para 2013 partilhadas num mapa criado pelo Google.

 

mapa permite aos utilizadores inscreverem as suas próprias metas para o ano que agora começa. Cada uma é representada por um círculo colorido sobre o país do utilizador. A cor do círculo identifica o tipo de resolução (amor, saúde, carreira, finanças).

 

As resoluções podem ser inseridas em qualquer língua e, para além da língua original, são apresentadas em inglês - de forma nem sempre perfeita - graças à tecnologia de tradução automática do Google.

 

À hora de publicação deste artigo, Portugal tem apenas uma resolução: “Viver com o meu namorado”.

 

O mapa é acompanhado por um vídeo em que o Google ilustra os principais momentos de 2012: desde o salto estratosférico de Felix Baumgartner aos protestos anti-austeridade na Grécia.

 

Noticia do Público

01
Ago12

HOTMAIL MUDA DE NOME E TRAZ NOVIDADES

olhar para o mundo

Hotmail muda de nome

A Microsoft acaba de anunciar mudanças no Hotmail. Vai mudar-lhe o nome e tudo, numa tentativa de reverter as perdas de quota de mercado face ao rápido crescimento do Gmail do Google. 

O Hotmail passa a ser Outlook, um nome mais familiar para a maioria dos trabalhadores de empresas que já usavam esta ferramenta de e-mail do Office. 

Para além da nova imagem, o Outlook passa a ter links para as redes sociais e novos recursos para gerir o lixo eletrónico, que passam por serem detetadas automaticamente mensagens do tipo boletins informativos, ofertas, promoções ou atualizações de estado nas redes sociais, colocando-as em pastas separadas, segundo a Reuters. 

Novo visual, novos recursos. Tudo para competir com o crescimento cada vez mais acentuado do GmailO novo visual é limpo e organizado, privilegiando o espaço em branco, que faz lembrar, de resto, as recentes mudanças que a Google fez no Gmail. Os anúncios publicitários continuam a aparecer, claro, mas de forma mais discreta, numa coluna à direita do ecrã.

Os utilizadores podem ligar-se diretamente ao Facebook, Twitter, LinkedIn e + Google, para ver as últimas atualizações dos seus amigos e contactos. A conversação online está disponível via Facebook.

O novo serviço de correio também facilita a utilização de ferramentas da marca, como o SkyDrive para armazenar documentos ou o Office Web para trabalhar à distância. Também o Skype será de fácil acesso através do www. outlook.com.

Os últimos dados sobre o poderio do Hotmail entre os utilizadores da Internet são de junho. De acordo com a comScore, o serviço da Microsoft ainda ocupa o primeiro lugar a nível mundial, com 324 milhões de utilizadores - cerca de 36% do mercado global. 

Mas o certo é que está a perder terreno para o Gmail, o rival que mais tem crescido, e que conseguiu agarrar cerca de 31% do mercado. O Yahoo Mail mantém-se com cerca de 32%. 

 

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