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27
Nov12

Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)

olhar para o mundo
Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)
Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)


Dentro das quatro linhas já se sabe. Ibrahimovic não deixa os seus créditos por mãos alheias e brilha a grande altura, ora com golos, ora com pontapés de bicicleta longe da área. Acrescenta-se a este enorme reportório, uma língua afiada e uma personalidade no mínimo rebelde. 

Na goleada da última frente ao Troyes (4-0), além de marcar dois golos e fazer duas assistências, o avançado sueco protagonizou uma cena do mínimo hilariante com o quarto árbitro. Veja e tire as suas conclusões. 


 
Noticia de A bola
20
Jul12

SALÁRIO «INDECENTE» DE IBRAHIMOVIC VIROU ASSUNTO DE ESTADO

olhar para o mundo

SALÁRIO «INDECENTE» DE IBRAHIMOVIC VIROU ASSUNTO DE ESTADO

14 milhões de euros, livres de impostos. A informação sobre o salário de Zlatan Ibrahimovic no Paris Saint-Germain tornou-se assunto de Estado em França. Do presidente François Hollande ao ministro das finanças, os políticos insurgiram-se contra aquilo que chamam valores «indecentes», mais ainda num contexto de crise. Irá o avançado sueco contratado ao Milan ser usado como exemplo da medida política que é bandeira de Hollande, o imposto de 75 por cento para quem ganha mais de um milhão de euros por ano?

Dificilmente, parece ser a resposta. Já lá vamos. Seja como for, o debate está lançado desde que veio a público o valor que Ibra iria receber no contrato agora assinado com o PSG, depois de ter deixado o Milan. Foi noticiado pelos jornais e não confirmado pelo clube, como nunca são confirmados pelos clubes estes valores. O sueco tornar-se-á assim o terceiro jogador mais bem pago do mundo, a seguir a Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

«São valores indecentes numa altura em que no mundo inteiro todos temos de fazer esforços, conhecer as consequências terríveis de uma crise que a financeirização do mundo da economia provocou. Essa mesma financeirização parece estar a ter cada vez mais influência no futebol», afirmou Jérome Cahuzac, ministro francês do Orçamento: «Podemos recear consequências desastrosas, porque sabemos que muitos clubes, nomeadamente na Europa do sul, estão endividados para lá do razoável.»

Políticos franceses, incluindo o presidente, contestam valores. Vai o sueco ser cobaia da caça aos ricos?Antes, François Hollande tinha comentado o assunto também em tom reprovador, mas menos crítico. «Há regras fiscais sobre salários mirabolantes e aplicar-se-ão em todo o lado, mesmo nos clubes. Além disso o Montpellier, que não tem o maior orçamento da Liga, foi campeão de França», observou o presidente recém-eleito, que no entanto tinha deixado durante a campanha eleitoral a ideia de que os desportistas podiam ter algumas facilidades fiscais, respondendo à pressão do futebol de que um regime tão exigente representaria a fuga de talentos de França.

A porta-voz do Governo, Najat Vallaud-Belkacem, também não deu uma resposta muito clara. «Não há razão para que os desportistas escapem ao novo imposto de 75 por cento. O rendimento do jogador em causa chocou muita gente e parece-me natural que possa contribuir para o esforço coletivo», afirmou ao Nouver Observateur, para depois admitir que «a questão não está totalmente regulada, mas em todo o caso os futebolistas participarão no esforço coletivo.»

O caso tem várias nuances. O «livre de impostos», para começar, uma informação avançada pelo jornal L¿Équipe. A informação gerou enorme confusão. Queria dizer que a Qatar Sports Investment, dona do clube, lhe ia pagar à volta de 80 milhões, para ele ficar com os tais 14? Mais uma vez não há explicações oficiais. O presidente do PSG, Nasser Al Khelaifi, limtou-se a afirmar que o clube «vai respeitar as leis francesas».

Isso pode querer dizer várias coisas. O jornal «Le Monde» fez um artigo com diferentes cenários possíveis para Ibra escapar aos 75 por cento de imposto. Vão de uma medida mais radical, fazer o pagamento do salário através de um país estrangeiro, à hipótese de Ibra beneficiar de não ter sido nos últimos anos residente em França, e por isso ter um regime excecional que limita o imposto a 30 por cento.

Além do momento político em que surge, o assunto levanta também questões sobre os clubes, numa altura em que a UEFA está a aplicar o modelo de fair play financeiro que tem como princípio geral a ideia de que os clubes não devem gastar mais do que ganham. É nesse sentido que vai a opinião da ministra dos desportos francesa, que defende um teto salarial no futebol. «Se não aplicamos este fair play financeiro, ou seja, uma regulação no sentido de um plafond para a massa salarial, vamos assistir a este tipo de situações e a estes salários mirabolantes», disse.

 

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