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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

03
Mai13

Ideias baratas para o dia da mãe

olhar para o mundo

Ideias low-cost para o Dia da Mãe

É um dia especial e merece uma comemoração especial, mas não necessariamente dispendiosa. Veja as nossas sugestões

1 – Ateliê com atividades


No Saldanha Residence, no dia 4, esta ação é dedicada a todos que queiram fazer um miminho especial à sua mãe. A base são os tecidos e a criatividade.

 

2 - Uma visita ao Museu do Brinquedo


Para quem tem filhos pequenos, será uma excelente oportunidade para mãe e filhos confraternizarem, evitando birras e más disposições

 

3 - Um piquenique na praia


Encha o cesto com sandes, sumos e batatas fritas – um bolo de chocolate também seria interessante – e toca de fazer um piquenique na praia. A mãe vai adorar ter esta folga na cozinha

 

4 – Passeio de barco pelo Tejo


Se a mãe é uma amante da natureza, invista num passeio de vela pelo Tejo com observação da fauna incluída. São cinco horas de descoberta, com possibilidade de rachar despesas por 12 pessoas. Consulte o site da Megaverde.

 

5 - Reviver o passado no Jardim Zoológico


Com atividades incluídas ou simplesmente para viajar pelo tempo e dar uma volta pelo Zoo. Há quanto tempo não vai lá? Há visitantes novos e é sempre um contacto com a fauna que vale a pena, para além de ajudar o nosso zoo.

 

6 – Filme na Cinemateca


No dia 4, a Cinemateca exibe a película MÃE, a história de uma tomada de consciência política. Um jovem operário revolucionário é preso e a mãe acaba por se unir à luta do filho. O desempenho excecional de Vera Baranovskaia no papel principal é um dos trunfos do filme e continua a entusiasmar os espectadores.

 

7 –Domingos em Família no Castelo de S. Jorge


Durante duas horas todos participarem nas brincadeiras e jogos de outros tempos como o quebra-bilhas, a vara-cega, a torre do tesouro, entre outras brincadeiras sui generis.

 

8 – Moinhos no Parque Temático Molinológico


Em Oliveira de Azeméis, ao visitar o parque, crianças e adultos poderão assistir à moagem de diferentes tipos de cereais em moinhos de água e à confeção do pão tradicional de Ul e ver os materiais expostos no Núcleo Museológico do Moinho e do Pão. Um dia diferente, sem dúvida.

 

9 – Passeio pelo Chapitô


Situado na Costa do Castelo em Lisboa, o Chapitô é um espaço pluridisciplinar onde se desenvolvem atividades em três áreas distintas em permanente articulação: Ação Social, Formação e Cultura. Um almoço no restaurante e uma visita pelo espaço é sempre enriquecedor.

 

10 – Rir com a World Press Cartoon 2013


No Centro Cultural Olga Cadaval, a exposição é uma referência no mundo do humor gráfico de imprensa. Para mães e filhos com sentido de humor.

 

Retirado do Sapo Mulher

12
Fev13

Sexo, é dos casados que elas gostam mais ...

olhar para o mundo

é dos casados que elas gostam mais

 

Entre centenas de estudos científicos perfeitamente entediantes sobre focas, o fim dos combustíveis fósseis ou se Plutão 'merecia' ou não continuar a ser um planeta, por vezes salta cá para fora um paper que quase revoluciona algumas percepções que já tínhamos sobre o nosso mundinho pessoal.

 

Poucas vezes a Academia consegue ter esse impacto no quotidiano, mas a investigação da Universidade de Oklahoma sobre mate poaching tem, acima de tudo, efeitos retroactivos na vida de muito homem que caiu na desgraça da pós-separação e nunca percebeu porque é que a vida de solteiro não é um harém eterno.

 

Conclui a investigação: as mulheres solteiras têm mais tendência a 'perseguir' homens já comprometidos do que ir atrás de solteirões. Há muito que se suspeitava desta evidência agora a ulular, mas as interpretações ao longo dos tempos têm variado com a posição da mulher na sociedade. O homem, esse tem sido sempre o falso galã, pois só agora se começa a perceber até que ponto ele é apenas um elemento com ou sem carga simbólica na relação com outras mulheres. Ele vale aquilo que as outras dão por ele, não o que ele pensa que vale.

 

Nas últimas décadas, na ascensão para uma posição dominante em varridos sectores da sociedade (tal como a investigação científica em relações amorosas!), com o mesmo modus operandi, essa atitude da mulher passou de "pega ladra de maridos" a "cabra glamourosa dominadora". Ora, esta nuance semântica não é desprezível. Já não é "a amante submissa que quer ser a número uno", mas a bitch de Manolo Blahnik, senhora de seu nariz, que está no jogo de roubar o 'gajo' à melhor amiga.

 

Enfim... um bocejo... o assunto já tem muita crónica e muito livreco apenso - aliás, existe nas livrarias toda uma secção dedicada ao género "Descubra a Cabra Secreta Que Há em Si" (Elizabeth Hilts, Bizâncio). Desde aquela teoria em que as mulheres seleccionam os machos pela qualidade e os homens têm pulsão cega quantitativa de espalhar a sementinha sem critério e com o arrependimento da manhã seguinte que a bio-sociologia parece dar à mulher o papel gourmet na evolução.

 

Mas é no mundo dos homens que se resolve um grande mistério com esta investigação.

 

Tirando os melgas abandonados e os cornuti em prantos que rapidamente são ostracizados, os homens pouco falam de relações. É sabido. Mas um dos poucos lamentos (verdadeiros) que trocam há décadas sem resposta plausível era este: "Quando estava com a minha miúda, elas não me largavam... parecia que tinha mel... era impressionante! Agora estou solteiro e nada... não me ligam peva... as mulheres só olham para um tipo para se lixarem umas às outras."

 

É assim crucial que se retirem ilações deste estudo do ponto de vista da sobrevivência da dignidade masculina. O que importa reter é que se voltar para o mercado sem antes ter acautelado o presente vai ter uma grande surpresa. Ai, vai ter vai. Foram anos a repetir aquela bazófia imbecil "ai se eu não fosse casado..." e depois quando finalmente está 'livre' elas desaparecem, esfumam-se de um momento para o outro, as mesmas que ainda ontem deitavam olhares dengosos dão-lhe agora sobrancelha em arco. O que provoca um choque da realidade, e por vezes tem o condão de fazer muito homem voltar com o rabinho entre as pernas para de onde saiu e - ironia - já ter à sua espera o x para assinar o cheque da pensão de alimentos antes de regressar para o hotel.

 

Mas a Ciência não pára e o que interessa é perceber como é que ela nos pode ajudar a ser felizes. Ainda esta semana o Presidente da República vetou a lei da união de facto. Não terá sido por acaso. O casamento é um 'teste de qualidade' que um homem tem que passar... Há, pois, que perceber os sinais. Já sabe: mesmo que não seja casado. Mesmo que esteja só desde sempre. Mesmo que seja um solteirão empedernido, se quer ter algumas hipóteses na sua noitada, não se esqueça de colocar uma aliança no dedo. E boa sorte.

 

Via Expresso

04
Out12

Lisboa Open House – 54 edifícios para visitar gratuitamente

olhar para o mundo
O Antigo Hotel Vitória é um dos 54 edifícios abertos gratuitamente durante o fim-de-semanaO Antigo Hotel Vitória é um dos 54 edifícios abertos gratuitamente durante o fim-de-semana (Miguel Manso)

São mais de 50 edifícios que se podem visitar durante sábado e domingo, o que obriga a uma escolha. As hipóteses são muitas: há casas particulares e edifícios públicos, palácios, teatros, edifícios comerciais, igrejas, zonas como o Bairro de Alvalade (“à procura dos Verdes Anos de Belarmino”), e locais tão inesperados como as instalações da RTP ou a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Alcântara. Alguns estão habitualmente abertos ao público, outros não. Mas mesmo naqueles que podemos visitar noutras alturas do ano, temos neste fim-de-semana a oportunidade de o fazer numa visitas guiada, em alguns casos com os arquitectos responsáveis pelo projecto.

 

A escolha passará, obviamente, pelos interesses pessoais, mas deixamos aqui algumas pistas, com cinco sugestões de locais possivelmente menos conhecidos ou mais difíceis de visitar habitualmente. 

Teatro Thalia (Fortunato Lodi/Gonçalo Burne com Diogo Seixas Lopes e Patrícia Barbas, 1842/2012)
O teatro foi projectado no século XIX pelo arquitecto italiano Lodi para o entretenimento particular do Conde Farrobo. Fê-lo à semelhança do Teatro Nacional D. Maria II mas numa escala mais reduzida. O Thalia, onde se representaram diversas óperas, foi destruído por um incêndio e esteve muito tempo em ruínas, mas o local, que está na dependência do Ministério da Educação e Ciência, foi recentemente recuperado e pode novamente acolher espectáculos. 

Antigo Hotel Vitória (Cassiano Branco, 1936-37)
É actualmente centro de trabalho do Partido Comunista Português, e um dos prédios mais marcantes da Avenida da Liberdade, com as suas varandas a terminar em estruturas circulares. Durante o período em que funcionou como hotel, os seus quartos foram frequentados por espiões alemães durante a II Guerra Mundial. 

Casa Sofia e Manuel Aires Mateus – Sofia e Manuel Aires Mateus, séc. XVIII/2003-06
Não é todos os dias que se tem a oportunidade de visitar a casa particular de dois arquitectos, recuperada pelos próprios. Neste caso, é um edifício do século XVIII situado na encosta do Castelo, com um jardim e vista sobre as coberturas da Baixa e o rio. Pode-se perceber como é que os arquitectos adaptam um edifício secular às necessidades actuais, e ouvir histórias como a da descoberta inesperada de uma cisterna durante as obras. 

Centro de Comando Operacional de Lisboa – Gonçalo Louro & Cláudia Santos Arquitectos Lda, 2007
Também não é todos os dias que se pode entrar no espaço que acolhe todos os sistemas de comando e controlo da circulação ferroviária da zona centro. O edifício tem, explica a organização da Open House, “características técnicas e funcionais de grande complexidade, nomeadamente na construção espacial da sala de comando.” 

Supremo Tribunal de Justiça – vários autores, séc. XVIII
É uma lição de História entrar no local que representa o topo da organização judiciária em Portugal. O Supremo Tribunal de Justiça, a funcionar desde 1833, foi logo instalado no Palácio. O edifício formava o terceiro dos seis quarteirões pombalinos no lado Nordeste da Praça do Comércio, reconstruída após o terramoto de 1755. 

 

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