Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

09
Nov17

É PRECISO NÃO ESQUECER! RFM SAI DOS ESTÚDIOS AO ENCONTRO DO PAÍS ARDIDO!

olhar para o mundo

rfm.jpg

 

 

É PRECISO NÃO ESQUECER!

RFM SAI DOS ESTÚDIOS AO ENCONTRO DO PAÍS ARDIDO!

 

Um mês depois dos incêndios, a RFM sai dos estúdios e vai ao encontro do país ardido. Porque é preciso não esquecermos, porque não podemos virar as costas ao país, vamos ser JUNTOS COMO UM SÓ e vamos fazer o que sabemos fazer: rádio junto das pessoas!

 

A RFM quer lembrar os portugueses que se visitarmos Portugal, também estamos a ajudar a revitalizar uma imensa parte do nosso país, que ardeu nos dias 15 e 16 de outubro.

 

Toda a equipa da RFM vai estar no Portugal ardido, lembrando que todas estas zonas existem, que todas estas zonas têm pessoas que vivem nessas regiões, que existe um Portugal que merece a visita de todos, um passeio, uma recordação, um tempo. A equipa da RFM vai fazer rádio ao vivo e em direto, de 13 a 17 de novembro, em vários quarteis de Bombeiros, desde as 7 horas da manhã até às 22:00

 

Estão todos convidados a acompanhar a  RFM!

Preocupamo-nos com o nosso país! Mais do que tocar músicas, tocamos pessoas e elas tocam-nos a nós


O calendário da semana é:


13 novembro – 13h-17h – Paulo Fragoso com reportagem de Catarina Figueiredo – Quartel dos Bombeiros de ABRANTES

14 novembro – 7h – 10h – Café da Manhã – Quartel dos Bombeiros da LOUSÃ

15 novembro – 17h – 20h –Daniel Fontoura com reportagem de Ana Colaço – Quartel dos Bombeiros do FUNDÃO

16 novembro – 20h – 22h – Joana Cruz e Rodrigo Gomes – Quartel dos Bombeiros de OLIVEIRA DO HOSPITAL

17 novembro – 10h – 13h –José Coimbra + Fridayboyz – Quartel dos Bombeiros de CARREGAL DO SAL

Em rfm.sapo.pt, pode ver por onde vai andar a RFM ao vivo e em direto, na próxima semana de 13 a 17 de novembro. 

Um mês depois a RFM sai do estúdio  e vai até ao país ardido.

É Preciso Não Esquecer!

21
Jul12

Incêndios, LEI QUE OBRIGA A LIMPAR MATAS «NÃO É CUMPRIDA»

olhar para o mundo

Lei que obriga a limpar as matas não é cumprida

A Quercus afirmou hoje que a lei que obriga à realização de trabalhos para prevenção de incêndios, como limpeza de uma faixa à volta das aldeias, não é cumprida, o que só é recordada quando começam os fogos.

O vice-presidente da associação ambientalista João Branco disse hoje à agência Lusa que «existe uma lei de 2006 que define o que tem de ser feito e por quem, e isso não é minimamente cumprido».

O conjunto de regras definidas naquela legislação «foi cumprido no primeiro e segundo anos\ porque tinha acabado de haver incêndios de grande intensidade e a partir dai esqueceu-se o assunto», frisou.

Prevenção de incêndios fica na gaveta, lembrou QuercusO país está a ser atingido por vários fogos, sendo mais preocupantes as situações da Madeira e da região de Tavira, incêndio que se propagava a São Brás de Alportel e estava «descontrolado».

«Só se fala dos incêndios quando há fogos graves, mas sabemos que, devido ao nosso clima, se não houver medidas de prevenção continuadas durante todo o ano, durante vários anos, isso é inevitável», realçou o responsável da Quercus.

E para o ambientalista, «podem acontecer ainda incêndios muito piores» este ano e «uma coisa é certa, se não houver políticas para prevenir esta situação, isto voltará a acontecer no próximo ano e daqui a dois anos e três anos, como sucedeu nas últimas décadas».

Entre as obrigações legais decorrentes da lei de 2006, João Branco lista aquelas atribuídas às empresas gestoras rodoviárias, como a Estradas de Portugal ou as concessionárias das autoestradas, e às câmaras municipais, obrigadas a limpar alguns metros nas bermas das estradas, «o que não está a acontecer», segundo João Branco.

Fazer redes de pontos de água, melhorar caminhos agrícolas e florestais ou definir planos de defesa da floresta contra incêndios e cumpri-los são outras tarefas referidas.

A lei prevê também que, nas faixas de proteção das localidades, caso os privados não façam a limpeza, «será a administração pública a ir lá limpar e depois apresenta a conta aos privados».

«Que eu saiba, [isto] ainda não foi feito em lado algum e depois temos os fogos a chegarem às aldeias», acrescentou.

«Grande parte da administração pública e de outras entidades ligadas ao Estado ou privadas, que têm obrigação legal de fazer ações de defesa da floresta contra incêndios, não o estão a fazer», resumiu o ambientalista.

Além do incumprimento relativo às faixas de gestão de combustível, João Branco apontou o desordenamento florestal, nomeadamente com a «expansão descontrolada da área de eucalipto», e do território, com as câmaras a «deixar construir em qualquer lado», como fatores a contribuir para a atual situação.

Acerca dos incêndios que devastam a Madeira e Tavira, o ambientalista salientou os prejuízos para a floresta de laurissilva, na ilha, e a destruição de ecossistemas mediterrânicos da fauna associada, no Algarve, pois muitos animais morrem no próprio incêndio e outros acabam por morrer por falta de alimento.

Os incêndios provocam também «graves problemas de erosão e a possibilidade de aumento de enxurradas», acrescentou.

 

Retirado do Push

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub