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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

11
Set13

Apple lança pela primeira vez um iPhone low cost

olhar para o mundo

Apple lança pela primeira vez um iPhone low cost

Há dois substitutos para o iPhone 5: um de baixo custo e um topo de gama, com acesso por impressão digital. O sistema operativo iOS7 é lançado a 18 de Setembro.

 

É uma estreia muito antecipada: a Apple anunciou pela primeira vez um modelo de baixo custo do iPhone. Chama-se 5C e, nos EUA, com contrato de fidelização, vai custar 99 dólares. O novo modelo começa a ser vendido a 20 de Setembro, em cinco cores, mas poderá demorar até Dezembro a chegar a Portugal – na Europa, o preço costuma ser transporto para euros sem qualquer câmbio.

 

O presidente executivo da empresa, Tim Cook, confirmou o rumor de longa data nesta terça-feira. É uma mudança estratégica que aumenta a competitividade da empresa sobretudo nos países em desenvolvimento, onde o preço é um factor determinante para os consumidores.

 

O ecrã do 5C mantém as quatro polegadas da versão anterior, que será descontinuado. O iPhone5 será substituído nas lojas pelo 5C e pelo 5S. Este último passa a ser o produto topo de gama da Apple no aguerrido sector dossmartphones, que a sul-coreana Samsung lidera.

 

Os telemóveis com sistema operativo Android (Google), com um leque de preços muito variado, dominam o mercado com quase 80% de quota. Os consumidores podem escolher entre aparelhos topo de gama, low cost ou de custo médio. Algo que até agora não era possível com a Apple, que sempre apostou em produtos de alta qualidade.

 

O que Tim Cook anunciou em Cupertino, Califórnia, foi por isso mais do que um telemóvel: foi uma alteração do rumo traçado por Steve Jobs. Os responsáveis da Apple querem voltar a ser líderes no sector a que em Junho de 2007 deram um definitivo empurrão, com o lançamento do primeiro iPhone. Isto porque, em 2012, apesar de terem vendido mais smartphones do que no ano anterior, a quota de mercado da empresa caiu para 16,9%.

 

Um modelo de 16GB do 5C custará 99 dólares e um de 32GB ficará pelo dobro – 199 dólares. Os valores (para os EUA) incluem um contrato de fidelização de dois anos, explicou o vice-presidente para o marketing, Phil Schiller. Tal como acontece com o 5S, também apresentado nesta tarde, com preços que vão  dos 199 dólares (16GB) aos 299 dólares (32GB) e aos 399 dólares (64GB). Desbloqueado e sem contrato, os valores do 5C sobem para 549 dólares (16GB) e 649 dólares (32GB) e, no caso do 5S, para 649 dólares (16GB), 749 dólares (32GB) e 849 dólares (64 GB).

 

O que permite ao 5C ser mais barato é o facto de ser feito em silicone em vez do habitual alumínio anodizado. De resto, deixará o processador de topo – o A7 – para o parente rico, o 5S, mantendo o A6 do iPhone5. A Apple diz que o A7 é duas vezes mais veloz do que o A6 e que o novo sistema operativo, o iO7, está preparado para tirar partido das suas potencialidades.

 

O iO7, anunciado em Junho, estará disponível para download a 18 de Setembro. Poderá ser usado nos modelos mais actuais do iPhone (a partir do 4) e do iPad (a partir do 2). O 5C e o 5S já chegarão às lojas com o novo sistema operativo, o que deve acontecer a 20 de Setembro em países como EUA, Canadá, Reino Unido ou Japão, e em Dezembro ao resto do mundo.

 

O 5S estará ainda equipado com uma tecnologia que é uma novidade completa nos smartphones: segurança biométrica. Os utilizadores deste iPhone poderão bloquear os aparelhos de modo a que só com as suas impressões digitais seja possível aceder-lhes. No entanto, numa altura em que é polémico o papel de gigantes tecnológicos como a Apple no programa de espionagem da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA), o que parece uma medida de segurança levanta questões sobre a utilização destes dados. Schiller tentou descansar os consumidores: “Todas as impressões digitais são encriptadas e protegidas dentro de um enclave seguro.”

 

Retirado do Público

26
Jan13

Apple ainda não se livrou do trabalho infantil nas suas fábricas

olhar para o mundo

Apple ainda não se livrou do trabalho infantil nas suas fábricas

Empresa chinesa empregava crianças com menos de 16 anos.

 

Não é a primeira vez, mas o problema permanece por resolver. Uma auditoria interna ordenada pela Apple concluiu que continua a haver trabalho infantil na cadeia de produção da empresa norte-americana, incluindo uma fábrica chinesa, que empregava 74 crianças com menos de 16 anos.

 

Só no ano passado foram detectados 106 casos de trabalho infantil na cadeia de fornecimento da Apple, diz o mesmo relatório, citado pelo jornal Guardian.

 

Este relatório surge após suicídios de funcionários na fábrica da Foxconn, fornecedora da Apple em Taiwan, onde são montados aparelhos como o iPad e o iPhone.

 

A auditoria anual da Apple – que analisou 400 fornecedores – detectou crianças em 11 fábricas que participam na montagem de produtos da empresa norte-americana. Algumas delas foram recrutadas com recurso a documentos falsos.

 

O relatório refere ainda outras práticas ilegais, como testes de gravidez obrigatórios ou trabalhadores verem os seus salários confiscados para pagar às empresas de recrutamento.

 

A Apple quebrou o contrato com a empresa chinesa que empregava as 74 crianças.

 

O director-executuvo Tim Cook tinha qualificado o trabalho infantil como algo “detestável” e prometeu erradicar esta prática nos fornecedores da empresa.

 

Noticia do Público

12
Jan13

Sabe o que o seu filho anda a comprar no iPhone ou no iPad?

olhar para o mundo

Sabe o que o seu filho anda a comprar no iPhone ou no iPad?

Um gráfico do jogo Smurf Village DR

 

Multiplicam-se casos de pais que receberam contas astronómicas depois de terem descarregado aplicações e deixado os filhos brincar com os aparelhos logo de seguida. É que estes podem fazer compras durante 15 minutos sem que lhes seja pedida qualquer palavra-passe ou código.

 

O aviso vem do Reino Unido mas é útil para todos os que já se renderam às novas tecnologias da Apple. Especialistas em controlo parental estão a alertar os pais para que tenham cuidados redobrados quando deixam os seus filhos brincar no iPhone e no iPad, para evitarem surpresas desagradáveis quando virem a conta bancária.

 

Vários sites que ajudam os pais a controlar o acesso dos seus filhos a conteúdos impróprios têm tido conhecimento de muitos casos de pais que receberam contas no valor de 600 euros ou mais, depois de os filhos terem feito compras através das aplicações (in-app purchases – IAPs) enquanto jogavam no iPhone ou no iPad jogos como Playmobil PiratesCoin Dozer e Racing Penguin.

 

Isto acontece porque quando as crianças tentam explorar novas áreas de um jogo ou querem armas mais avançadas para evoluir nas personagens, é-lhes oferecida a possibilidade de as comprar através de um clique.

 

“Sabemos de casos em que os pais receberam contas de centenas de libras, uma vez que as aplicações estão muitas vezes ligadas aos dados dos seus cartões através do iTunes. Muitas vezes o dinheiro não é debitado logo e só dias depois descobrem que lhes foi cobrado esse valor”, explica Siobhan Freegard, fundador do Netmums, um site de controlo parental, citado pelo jornal britânico Guardian.

 

O cantor, compositor, bailarino e actor norte-americano Chris Brown é um dos que já tiveram que pagar a factura de deixar o seu filho de seis anos brincar com estes aparelhos. O artista comprou o jogo Smurfs Village para o filho e poucos dias depois descobriu que lhe tinham saído da conta cerca de 195 euros. “Primeiro pensei que a conta tinha sido alvo de um ataque informático, mas quanto fui à minha conta na Apple vi que me tinham cobrado 160 libras em créditos para o Smurf Village”, diz Chris Brown.

 

O filho do actor comprou os créditos através da janela que ficou activa durante 15 minutos enquanto ele jogava o jogo. “Contactei a Apple e descobri que não era o único pai ingénuo no mundo. É uma situação recorrente e a Apple recusou dar qualquer tipo de reembolso”, afirma.

 

Depois deste episódio, Brown aprendeu a lição: desactivou a opção para comprar através das aplicações, restringindo o acesso às IAPs. É isso que recomendam os especialistas em controlo parental.

 

A legislação permite que, depois de os utilizadores escreverem o código do seu cartão para comprar um produto, fique activa durante 15 minutos uma janela que lhes permite fazer novas compras sem voltar a escrever o código.

 

Ou seja, se os pais fizerem download de uma aplicação no iPhone ou no iPad e deixarem que os filhos usem os aparelhos logo de seguida, estes podem fazer compras livremente durante 15 minutos, até que lhes seja pedido o código novamente.

 

“Os criadores das aplicações não são muito altruístas”, ironiza Spencer Whitman, da AppCertain, uma empresa que trabalha com os sistemas de protecção das aplicações. O que acontece é que, muitas vezes, os jogos são gratuitos numa primeira fase, mas depois é preciso pagar para continuar a jogá-los, ou para evoluir no jogo, o que é tentador para as crianças.

 

Os analistas da Gartnet estimam que as IAPs representem 41% das receitas das aplicações em 2016 – em 2012 representaram 10%.

 

A Apple defende-se: “Todos os aparelhos iOS têm formas de controlo que dão aos pais a possibilidade de restringir o acesso a conteúdos, como o acesso à Internet e a conteúdo impróprio para menores”. Os pais, ou todas as pessoas que sejam responsáveis pelas crianças que podem aceder a estes aparelhos, devem desligar os IAPs e escolher a opção que exige uma palavra-passe para voltar a ligar aquela função, nas definições dos iPhones e dos IPad.

 

Retirado do Público

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