Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

27
Jul12

Wiggins tocou o sino no início da cerimónia de abertura dos jogos Olímpicos

olhar para o mundo
Wiggins tocou o sino no início da cerimónia de abertura dos jogos Olímpicos

A cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres iniciou-se às 21h, perante 80 mil espectadores e mais de mil milhões de telespectadores.


O vencedor da Volta à França deste ano, o britânico Bradley Wiggins, teve a honra de tocar o sino olímpico no início da cerimónia.

Coreografada por Danny Boyle, realizador de “Slumdog Millionaire”, a abertura dos Jogos deverá durar três horas, culminando com o desfile dos atletas, a declaração de abertura da rainha Isabel II e o grande momento em que se acende a pira olímpica.

A abertura dos Jogos da XXX Olimpíada está a ser presenciada, segundo a AFP, por cerca de 60 chefes de Estado e de Governo e uma dezena de monarcas.

A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, e o Presidente português Cavaco Silva são alguns dos convidados.

Um dos primeiros momentos de destaque foi a exibição de uma curta-metragem, filmada no Palácio de Buckingham, com o actor Daniel Craig (o agente secreto James Bond) e a rainha Isabel II.

 

Notícia do Público

26
Jul12

Racismo afasta atleta grega dos Jogos Olímpicos

olhar para o mundo
Racismo afasta atleta grega dos Jogos Olímpicos

A atleta grega do triplo salto Voula Papahristou foi expulsa dos Jogos Olímpicos de Londres esta quarta-feira, dois dias antes do arranque oficial. Na origem da decisão está um comentário racista que a atleta fez na rede social Twitter.

 

A atleta grega do triplo salto Voula Papahristou foi expulsa dos Jogos Olímpicos de Londres esta quarta-feira, a dois dias do arranque oficial. Na origem da decisão está um comentário racista contra os imigrantes africanos que a atleta fez na rede social Twitter.

 

Na sua conta oficial do Twitter, a atleta do triplo salto escreveu: «Com tantos africanos a viver na Grécia, os mosquitos do vírus do Nilo alimentam-se de comida caseira».

 

A 'piada' racista surgiu depois de terem sido registados em Atenas vários casos de mortes devido ao chamado vírus do mosquito do Nilo.

 

O Comité Olímpico grego apressou-se a reagir à atitude da atleta e anunciou a exclusão da atleta de 23 anos da competição internacional «por comentários contrários aos valores e ideias da missão olímpica».

 

Depois da onda de reacções que o seu comentário desencadeou, Papahristou pediu desculpas, também nas redes sociais, dizendo que nunca acreditou na «discriminação entre seres humanos e raças».

 

As desculpas, no entanto, não foram suficientes para a atleta prosseguir o seu percurso olímpico. 

 

Noticia do Sol

24
Jul12

Há quem não precise de medalhas para ser campeão

olhar para o mundo

Pedro Isidro ao centro com a bandeira de Portugal nas mãos (Ivo Ferreira acompanha-o)Tudo o que é normal para os outros é um obstáculo para Pedro Isidro

 

O atleta soube na segunda-feira que vai estar em Londres, onde irá representar Portugal na prova dos 50km marcha. Ele será o primeiro português portador de deficiência cognitiva a competir em Jogos Olímpicos.


A maior parte dos atletas que vão estar em Londres precisaram "apenas" de obter o mínimo olímpico na sua respectiva modalidade para garantir um lugar na elite mundial e representar o seu país em mais uns Jogos Olímpicos. Mas não foi esse o caso de Pedro Isidro. Para este marchador, que só ontem viu confirmada a sua presença na competição, o passaporte para Londres obrigou a um esforço redobrado.

Pedro Isidro, nascido a 17 de Julho de 1985, na Azambuja, herdou deficiências cognitivas que o levam a ter grandes dificuldades em manter a atenção e em matéria de memorização, com tudo que isso implica na gestão do quotidiano. Problemas que se avolumam por causa de grandes dificuldades de expressão.

Ana Oliveira, coordenadora do atletismo do Benfica, clube que o atleta representa a nível federado, salienta as dificuldades acrescidas que Pedro Isidro teve que superar para conseguir tornar-se um atleta olímpico. "Trata-se de uma enorme recompensa para um atleta que trabalha imenso e com total dedicação", afirmou. "Tudo o que é normal para os outros gera para ele acrescidas dificuldades. A marcação de reuniões, encontros, horas de treino e outros tarefas rotineiras semelhantes tornam-se muito mais difíceis para ele e temos de o fazer recorrendo acrescidamente ao pai ou ao seu técnico, Luís Dias. Tudo é mais difícil, mas consegue-se, e o factor da enorme força de vontade que ele empresta a toda a sua carreira é neste particular decisivo", sublinhou.

Pedro Isidro iniciou-se na marcha em 2003 e o ano de 2008 foi aquele em que atingiu resultados de valia internacional. Estreou-se na Taça do Mundo em Cheboksari (Rússia), estabelecendo um recorde pessoal de 1h25m22s que ainda se mantém vigente e que o coloca como oitavo melhor português de sempre. Acabou então em 50.º lugar nesse certame e voltaria dois anos mais tarde à Taça do Mundo, desta vez em Chihuahua (México), onde subiu de posição, com um 29.º lugar com 1h27m55s.

Os anos a partir de 2008 significaram, no entanto, alguma estagnação nos 20km marcha e o passo mais importante foi dado por Pedro Isidro e pelo seu técnico com a abordagem aos 50km marcha, a mais longa das provas olímpicas, desde o ano passado. O benfiquista participou nos campeonatos nacionais disputados na Batalha, a 19 de Fevereiro, e acabou em segundo com um tempo de 4h10m45s.

A terceira presença na Taça do Mundo, este ano realizada de novo na Rússia, em Saransk, mostrou-se decisiva para o atleta. Terminou os 50km a 13 de Maio em 27.º lugar com 3h58m00s, um recorde pessoal e que o torna o nono português de todos os tempos. Esta marca não era mínimo A federativo (pedia-se 3h56m) para ir a Londres e João Vieira já tinha esse mínimo principal, pelo que Pedro Isidro ficava de fora. Mas a reconsideração da sua situação (e a de Luís Feiteira, na maratona) face aos mínimos menos exigentes da Federação Internacional abriu-lhe as portas olímpicas e fará companhia a João Vieira nos 50km marcha.

O sucesso de Pedro Isidro foi devidamente sublinhado pela APD-Amadora, organização filiada na ANDDI (Associação Nacional do Desporto para Deficiência Intelectual) e à qual o marchador está ligado. "Pedro Isidro consegue o enorme feito de ser o primeiro atleta com deficiência intelectual, a nível mundial, a qualificar-se para uns Jogos Olímpicos. Tratou-se de uma feito a todos os níveis assinalável e uma enorme conquista de integração", refere a associação em comunicado.

Tal como Pedro Isidro, também Luís Feiteira que, ao contrário do seu colega, já tinha integrado uma comitiva olímpica (Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, nos 1500m), será um olímpico português de última hora. Alinhará ao lado de Rui Pedro Silva na maratona.


Os raros casos de atletas com deficiência

A APD - Amadora refere em comunicado que Pedro Isidro será o primeiro atleta a nível mundial a estar presente, com deficiência intelectual, em Jogos Olímpicos. E são, de facto, escassos os dados referentes a atletas que tenham situações semelhantes. 

De atletas portadores de deficiências cognitivas ou intelectuais o caso mais notável foi o do corredor de 400m barreiras da União Soviética Vyacheslav Skomorokhov que, em 1969, se tornou campeão europeu - além de recordista nacional com 49,17s -, sendo surdo e mudo de nascença. 

No caso de atletas com deficiência física, alguns têm conseguido a sua participação em grandes provas internacionais. 

Oscar Pistorius, o blade runner sul-africano, é o caso mais conhecido e este quatrocentista amputado abaixo dos joelhos em tenra idade conseguiu a qualificação para os próximos Jogos Olímpicos já depois de ter estado em acção nos Mundiais de Daegu do ano passado. 

Já antes a norte-americana Marla Runyan, uma excelente especialista de 5000m, tinha estado presente nessa prova nos Mundiais de Edmonton em 2001 e nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, curiosamente nos dois eventos eliminada em nono lugar nas eliminatórias. Runyan tinha um deficiência visual superior a 70%. 

Também deficiência visual em grande escala tem o sprinter irlandês Jason Smyth, que participou nos Mundiais de Daegu de 2011 e nos recentes Europeus de Helsínquia - tendo ficado em sétimo nas meias finais dos 100m -, e até ao fim lutou por uma qualificação olímpica para Londres.

 

Noticia do Público

24
Jul12

Hulk: “O meu futuro está entregue nas mãos de Deus”

olhar para o mundo

Hulk: “O meu futuro está entregue nas mãos de Deus”

O avançado brasileiro Hulk, jogador do FC Porto, não quer comentar as notícias sobre uma possível mudança de clube.


“O meu futuro está entregue nas mãos de Deus. A respeito de uma transferência, deixo com meu empresário. Estou concentrado aqui na selecção”, disse Hulk, que está em Londres para representar o Brasil no torneio olímpico de futebol.

“Queremos muito ganhar e levar este título para o Brasil. Quem não quer ser campeão olímpico? O Brasil não tem este título, temos tudo para ser campeões”, acrescentou o avançado sobre as ambições para a competição que se inicia na quinta-feira, um dia antes da cerimónia de abertura.

Hulk admitiu mesmo que não ganhar a medalha de ouro será uma enorme “decepção”.

 

Noticia do Público

 

23
Jul12

Guor Marial, O maratonista sem pátria nos Jogos Olímpicos

olhar para o mundo

Guor Marial  O maratonista sem pátria nos Jogos Olímpicos

Guor Marial estava num beco sem saída. Nascido no que é hoje o Sudão do Sul, o maratonista viu o Comité Olímpico Internacional (COI) recusar a participação do seu país nos Jogos de Londres, por ainda não ter um comité olímpico nacional reconhecido. A alternativa seria competir pelo Sudão, algo que o atleta sempre recusou. Marial vive nos Estados Unidos há 11 anos, mas também não tem nacionalidade americana, o que o impedia de representar os EUA. Como fazer? A solução chegou no sábado, quando o COI autorizou Marial a ir a Londres como atleta independente.


“O facto de ir aos Jogos Olímpicos significa muito, não só para mim, mas também para o meu país, que passou por muito”, disse Guor Marial, em declarações à CNN. “Mesmo sem levar a bandeira do meu país, vou ser a bandeira do meu país. O Sudão do Sul vai estar no meu coração”, acrescentou o atleta de 28 anos, que conseguiu a qualificação em Outubro passado.

A solução mais fácil teria sido o maratonista representar o Sudão, uma hipótese de que ele nunca quis ouvir falar. “Nunca”, disse Marial à CNN. “Só pensar nisso já é uma traição. Morreram 28 pessoas da minha família na guerra com o Sudão. Milhões de pessoas do meu povo foram mortos por forças do Sudão. Eu até posso perdoar, mas nunca poderia honrar e glorificar um país que matou a minha própria gente”, justificou o atleta, que abandonou o Sudão em 1993 e passou pelo Egipto, antes de ser acolhido pelos Estados Unidos.

O COI autorizou a participação de Guor Marial como independente, justificando que ele é “residente permanente”, com estatuto de refugiado, nos Estados Unidos, mas não um “cidadão” americano. “Não pode competir pelos Estados Unidos, Sudão do Sul nem Sudão”, diz o comunicado da entidade que supervisiona os Jogos Olímpicos.

Marial vai, assim, competir sob a bandeira olímpica, vestir um equipamento sem alusão a qualquer país e se conquistar uma medalha será tocado o hino olímpico. Se for autorizado, o atleta tentará usar uma pulseira com o seu nome e as cores do Sudão do Sul.

Esta situação, no entanto, não é inédita, até porque este sudanês do sul se vai juntar em Londres a três atletas das Antilhas holandesas, que recusaram competir pela Holanda, após a dissolução do seu país em Outubro de 2010. Em Sydney 2000, também houve quatro atletas timorenses a competir sem pátria, o mesmo tendo acontecido em 1992 com 58 atletas da Jugoslávia e da Macedónia.

A aprovação do COI, no entanto, não resolveu todos os problemas deste maratonista sem pátria. Para poder viajar para Londres, Marial precisa de arranjar um passaporte e um visto a tempo de chegar à cerimónia de abertura, que se realiza na sexta-feira. Ou, na pior das hipóteses, de estar na capital inglesa a 12 Agosto, dia em que decorre a maratona masculina e terminam os Jogos.

A torcer por ele estarão cerca de dez milhões de habitantes do Sudão do Sul, a mais jovem nação do mundo – é independente desde Julho do ano passado. E entre eles os pais de Guor Marial, que não vêem o filho desde 1993. “Espero que eles me vejam a correr nos Jogos Olímpicos”, contou o maratonista à CNN. “Eles vivem numa aldeia sem electricidade e televisões. Mas planeiam ir a pé até à cidade mais próxima, a 40 milhas [64 quilómetros], para me verem na televisão.” 

 

Noticia do Público

15
Jul12

Hope Solo: Há muito sexo na aldeia olímpica

olhar para o mundo

Hope Solo: «Há muito sexo na aldeia olímpica

 

A fotogénica guarda-redes da seleção feminina dos Estados Unidos, Hope Solo, fez revelações bombásticas numa entrevista à revista ESPN em que fala de sexo nos Jogos Olímpicos. Não é a primeira vez que se fala em sexo na aldeia olímpica, mas a atleta norte-americana vai mais longe e diz mesmo que é mesmo uma prática corrente, pelo menos, de quatro em quatro anos.

«Há muito sexo na aldeia olímpica. É uma experiência única, mesmo tirando a parte sexual, é uma festa constante. Cheguei a ver pessoas a fazer sexo ao ar livre. Na relva, entre edifícios, as pessoas tornam-se promiscuas», conta a guarda-redes de trinta anos.

A atleta norte-americana dá mesmo um exemplo que se terá passado com ela na última edição, em Pequim. «Não deveria falar sobre isto, mas conhecemos muitas celebridades durante a competição. O ator Vince Vaughn festejou connosco. O comediante Steve Byrne também. E há alturas em que levamos estas pessoas para a aldeia olímpica. Distraímos os seguranças com as nossas medalhas e introduzimos estranhos sem credenciais. Eu própria posso ter levado uma celebridade para o meu quarto, mas esse é o meu segredo olímpico», contou.

Hope Solo já conta com mais de cem internacionalizações e deverá ser titular na equipa norte-americana em Londres. Em 2011 foi eleita como melhor jogadora do Campeonato do Mundo.

 

Noticia do Mais Futebol

11
Jul12

FÃS DE HARRY POTTER QUEREM QUIDDITCH NOS JOGOS OLÍMPICOS

olhar para o mundo

FÃS DE HARRY POTTER QUEREM QUIDDITCH NOS JOGOS OLÍMPICOS

Os fãs de Harry Potter, mais precisamente do Quidditch, o fantasioso deporto que é descrito nos sucessos comerciais de J.K. Rowling, vão promover uma manifestação junto ao percurso onde vai passar a tocha olímpica a reivindicar que o tal «desporto» seja eleito como modalidade de exibição nos próximos Jogos Olímpicos de Londres. Ridículo?

A verdade é que o Quidditch já saiu dos livros para a realidade, embora com muitas adaptações, incontornáveis, num mundo sem «magia», e até já há equipas de Quidditch em vários pontos do planeta, com maior incisão nos Estados Unidos e Inglaterra.

Cinco equipas de Quidditch de Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, França e Austrália organizaram um pequeno torneio em Oxford, perto de Londres, onde juntaram dezenas de adeptos da modalidade, junto ao percurso onde a tocha olímpica ia passar, de forma a conseguirem publicitar as suas pretensões.

Parece ridículo, mas já existem cerca de 700 equipas desta modalidade que saiu dos livros de J.K. RowlingNão se trata propriamente de uma novidade. Há relatos de uma primeira equipa formada em 2005, por estudantes do Colégio de Middlebury, em Vermont, nos estados Unidos, inspirados nos primeiros livros de J.K. Rowling. Desde então, a saga espalhou-se por mais de 25 países e, segundo a Agência Reuters, já há 700 equipas em todo o mundo, com uma grande maioria em solo norte-americano onde os livros de Harry Potter tiveram particular sucesso.

Mas do que se trata afinal do Quidditch? Nos livros é um jogo em que os intervenientes recorrem à magia, montando em vassouras voadoras para perseguir uma bola voadora. Sem magia, a modalidade é uma espécie de râguebi em que as vassouras, presas entre as pernas dos jogadores, não são mais do que um adereço. 

 

Noticia do Push

06
Jul12

Alex Sandro, Danilo e Hulk nos Jogos Olímpicos

olhar para o mundo

Alex Sandro, Danilo e Hulk nos Jogos Olímpicos

Os jogadores do FC Porto Alex Sandro, Danilo e Hulk estão nos 18 eleitos do seleccionador Mano Menezes, para os Jogos Olímpicos, em Londres, e por isso, vão falhar a primeira fase da época do FC Porto.


Os três jogadores acima dos 23 anos escolhidos pelo treinador brasileiro foram Hulk, Marcelo (Real Madrid) e Thiago Silva (AC Milan).

A selecção brasileira está inserida no Grupo C com o Egipto (defrontam-se a 26 de Julho), Bielorrússia (29 de Julho) e Nova Zelândia (1 de Agosto) e jogará em Cardiff, Manchester e Newcastle, respectivamente.

No caso dos “canarinhos” se qualificarem para a segunda fase da competição, vão defrontar uma selecção proveniente do Grupo D, onde está a bicampeã europeia Espanha, Japão, Honduras e Marrocos. 

O Grupo A é composto pela Grã-Bretanha, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Finalmente, o Grupo B vai colocar em confronto o México, Coreia do Sul, Gabão e Suíça.

Convocatória brasileira para as Olimpíadas:

Guarda-redes: Neto (Fiorentina) e Rafael (Santos). 

Defesas: Alex Sandro (FC Porto), Bruno Uvini (São Paulo), Rafael (Manchester United), Danilo (FC Porto), Marcelo (Real Madrid), Thiago Silva (AC Milan) e Juan (Inter Milão). 

Médios: Ganso (Santos), Lucas (São Paulo), Oscar (Internacional), Rômulo (Vasco da Gama) e Sandro (Tottenham). 

Avançados: Alexandre Pato (AC Milan), Hulk (FC Porto), Leandro Damião (Internacional) e Neymar (Santos) 

Suplentes (entram na lista caso alguém se lesione): Casemiro (São Paulo), Marquinhos (Corinthians), Giuliano (Dnipro) e Gabriel (AC Milan). 

 

Noticia do Público

01
Jul12

Pistorius, o "Blade Runner", falha os Jogos olimpicos

olhar para o mundo

Pistorius, o


Oscar Pistorius, o atleta que corre com duas próteses, não conseguiu os mínimos para os Jogos Olímpicos, em Londres.


O atleta sul-africano, que também é conhecido por Blade Runner, ganhou a medalha de prata nos 400 metros (45.52s) no Campeonato Africano de Atletismo em Porto Novo (Benim), mas a marca foi insuficiente para estar presente nos Jogos Olímpicos. Resta-lhe os Paralímpicos, onde vai defender os seus três títulos (100, 200 e 400 metros).

“Estou obviamente desapontado. Sentia-me muito forte para esta competição porque a minha condição física e velocidade estavam a melhorar.”, lamentou Pistorius.

Oscar Pistorius, de 25 anos, nasceu sem as duas fíbulas – osso na face lateral da perna que suporta os músculos – e, por isso, teve de amputar as duas pernas quando era ainda uma criança.

 

Noticia do Público

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub