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06
Fev13

Deputados britânicos aprovam casamento entre pessoas do mesmo sexo

olhar para o mundo

Deputados britânicos aprovam casamento entre pessoas do mesmo sexo

A Câmara dos Comuns aprovou o casamento gay por 400 votos a favor e 175 contra. A lei é para entrar em vigor na Inglaterra e no País de Gales, uma vez que na Escócia e na Irlanda do Norte os respetivos parlamentos têm autonomia. A proposta ainda voltará a ser debatida na Câmara dos Comuns e terá de ser aprovada pela Câmara dos Lordes.

Poucos dias depois da aprovação do casamento gay em França, a Câmara dos Comuns (câmara baixa do parlamento britânico) aprovou, nesta terça-feira, o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 

O projeto de lei permite o casamento civil, deixando às diferentes confissões religiosas a opção de o celebrarem ou não, exceto para a Igreja Anglicana em que o casamento gay continuará a ser ilegal.

 

A proposta de casamento gay foi aprovada pelos partidos trabalhista e liberal e dividiu os conservadores – 139 votaram contra e 132 votaram a favor. A proposta contou, no entanto, com o apoio do líder do partido conservador e primeiro-ministro, David Cameron.

 

Nick Robinson, analista de política da BBC, considerou que "Cameron quer que o seu governo seja lembrado por uma grande mudança social” e não apenas pela brutal austeridade.

 

Prevê-se que o casamento gay seja aprovado na Câmara dos Lordes, face à elevada votação na Câmara dos Comuns.

 

Segundo a BBC, a exceção em relação à Igreja Anglicana, em que o casamento gay continuará a ser ilegal, é uma cedência perante a oposição do Arcebispo da Cantuária e o temor de alguns párocos de poderem ser processados por casais homossexuais anglicanos que se sentirem discriminados.

 

Retirado de Esquerda Net

26
Out12

Apenas 2% das lésbicas se protegem durante o sexo

olhar para o mundo

Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com 145 lésbicas entre 18 e 61 anos de idade revela que apenas 2% delas se previnem durante o sexo para evitar doenças sexualmente transmissíveis (DST), como o vírus da Aids.

 

Segundo o Centro de Referência e Treinamento DST/Aids da secretaria, responsável pela pesquisa, as mulheres que mantêm relações com suas parceiras desconhecem que podem pegar as mesmas doenças que as heterossexuais.

 

Entre as lésbicas entrevistadas, 33,8% tinham um desequilíbrio da flora vaginal chamado vaginose bacteriana, que causa corrimento. Já exames de fungos mostraram um crescimento em 25,6% das 121 amostras recolhidas – nem todas participaram desse teste.

 

Arte DST Bem Estar (Foto: Arte/G1)

 

Além disso, o parasita Trichomonas vaginalis, que causa a DST tricomoníase, foi registrado em 3,5% dos casos. Esse protozoário provoca uma infecção nos genitais que pode não ter sintomas ou se manifestar com um corrimento amarelado e malcheiroso, coceira, dor abdominal e ardência ao fazer xixi.

 

No exame papanicolaou, 7,7% das lésbicas analisadas tiveram um resultado anormal. A contaminação pelo vírus do papiloma humano (HPV), que costuma causar verrugas e pode levar ao câncer de colo do útero, foi vista em 6,3% das mulheres.

 

Das 136 participantes que fizeram o teste de HIV, 2,9% tiveram diagnóstico positivo, mas todas já conheciam sua condição sorológica. Na análise de hepatite B, 7% receberam resultado positivo e, na C, 2,1%.

 

De acordo com o médico Valdir Monteiro, que coordenou o levantamento, as mulheres justificam que mantêm relações sem proteção porque não têm noção do risco, confiam nas parceiras e desconhecem métodos de prevenção do sexo oral feminino.

 

O médico diz que, nesse caso, pode ser usada a camisinha convencional – cortada verticalmente –, uma proteção de látex vendida em casas de material odontológico ou um protetor de língua. Para quem gosta de acessórios como vibradores, pênis de borracha e brinquedos sexuais, o uso do preservativo comum é fundamental, principalmente se os objetos forem compartilhados, destaca Monteiro.

 

Na pesquisa, 33,1% das lésbicas disseram que usam acessórios na hora do sexo. Destas, 70,8% utilizam pênis de borracha e 45,8% os compartilham. Apenas 54,5%, porém, trocam a camisinha ao dividir os objetos com outra pessoa.

 

O médico destaca que, se a mulher – homossexual ou não –, perceber corrimento vaginal, coceira, dor na relação sexual, verrugas ou feridas, deve consultar um ginecologista imediatamente.

 

Retirado de Bem estar

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