Sábado, 26.01.13

Carla Andrade vence a 1ª edição do Festival B-Ellas Artes em Madrid

Carla Andrade vence a 1ª edição do Festival B-Ellas Artes em Madrid


Carla Andrade vence a 1ª edição do Festival B-Ellas Artes em Madrid

Um concurso dirigido apenas a mulheres, valorizando o esforço da Associação de Mulheres nas Artes Visuais pelo seu contributo pela igualdade de oportunidades e de tratamento, ao qual concorreram, nesta 1ª edição 117 projectos.

 

"Caminhos da Terra" é um projecto composto por 18 fotos de 18x24 cm, que inclui um modo de exibição de "atlas", em referência de Aby Warburg. 


A sua realização foi possível graças a um subsídio de residência de artista em Hersusid, Siglufjördur -Islândia.

 

Carla Andrade descreve “Caminhos da Terra” em duas ideias chaves, a primeira centrada nas estradas e paisagens ”as estradas são mostradas como novas metáforas, como novas terras a conquistar. Elemento que orienta e evita derrapagens, mas que apenas podemos controlar um partido; seu fim é sempre imprevisível. O caminho mostra que ainda está a ser, ou o que ainda não chegou a ser. Trata-se de um Mistério em si mesmo”. 

Desta forma o papel do homem é fundamental, pois contém um simbolismo profundo, “todos procuramos conhecer e ao mesmo tempo a sonhar com o que não é conhecido". A maneira, “o como?”; “O meio”;” 


O homem a entrar em confronto com a natureza” a forma como o homem destrói e corrompe a natureza foi a segunda ideia deixada

 

Devido à sua capacidade de sugestão em relação à poupança e aos materiais expressivos, foi por unanimidade que o júri atribuiu o 1º lugar à fotografa.

 

Em Março, o mês da mulher, Carla Andrade terá a oportunidade de exibir o prémio vencedor na sede da Fundação FIART em Madrid.

Vilma Furtado

 

Retirado do HardMúsica

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Quarta-feira, 26.09.12

ALBERTO, O EMPREGADO DE MESA QUE ENFRENTOU A POLÍCIA

ALBERTO, O EMPREGADO DE MESA QUE ENFRENTOU A POLÍCIA

Em Portugal as mais recentes manifestações ficaram marcadas por imagens de paz, com uma senhora a dar flores a um polícia ou mesmo uma jovem a abraçar um elemento da força de intervenção. Do cerco realizado esta terça-feira ao parlamento espanhol, em Madrid, emergem imagens de violência, de confrontos entre a polícia e os manifestantes, mas também uma figura de resistência: um empregado de mesa que defendeu os seus clientes (cerca de 200 pessoas) e não deixou a polícia entrar no estabelecimento onde trabalha para deter ou dispersar as muitas pessoas que ali se refugiaram.

Alberto Casillas, 49 anos, surge agora nas redes sociais e nas muitas notícias que já começaram a surgir como o grande defensor do povo ante a opressão, o grande herói do movimento de cidadãos 25S. Um símbolo de resistência e coragem. Casado, pai de dois filhos, é uma pessoa comum que trabalha no Restaurante Prado, no centro de Madrid, muito perto da praça Neptuno, o epicentro da manifestação.

«Não sou herói, foi um acto humano e qualquer cidadão tinha feito o mesmo», disse à imprensa espanhola, explicando que o incidente ocorreu cerca das 22:00 locais (menos uma em Portugal continental): «Ouvi um dos agentes dizer que ia entrar para proceder à identificação das pessoas. Disse-lhe que ali não entravam, porque só lá estava gente inocente. Agora, mais a frio, não sei se voltaria a fazer o mesmo, mas a verdade é que estava com muito medo porque se eles entrassem podia surgir um rio de sangue».

Uma figura emerge dos últimos protestos em Espanha. Quem defende o povo do governo e da polícia?Durante o período de resistência, que terá durado cerca de meia hora, pessoas que estavam no outro lado da rua começaram a atirar pedras à polícia e uma delas acabou por acertar no braço de Alberto. Ele gritava, pedia para não atirarem pedras e para não entrarem no seu estabelecimento. «A carga policial foi desmedida, havia mulheres feridas. Reconheço que votei no PP, mas não concordo com isto, com um Governo que se esconde atrás das pistolas».

O momento pode ser visto na galeria de fotos, com algumas imagens da agência Reuters, mas também através de uma foto de Javier Pulido, que está a circular nas redes sociais. O fotógrafo freelance escreve no seu blog que o empregado de mesa gritava: «Não podem passar, aqui está gente inocente»

Um vídeo sobre a manifestação capta os momentos de aflição de Alberto. Pode ver a partir do minuto 4,10.

 

 

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