Quarta-feira, 22.05.13

Skype, Windows e Spielberg na nova Xbox

Skype, Windows e Spielberg na nova Xbox

A nova consola da Microsoft tem um sistema operativo para jogos e outro que permite usar aplicações, como o Internet Explorer.

Os jogos ficaram para o fim na revelação da terceira consola da Microsoft, que decorreu na tarde desta terça-feira nos EUA e foi transmitida em directo na Internet. A empresa começou por apresentar a Xbox One como um aparelho de entretenimento “tudo em um” para a sala de estar, com o objectivo de alterar a relação dos utilizadores com a televisão.

 

Os executivos da Microsoft demonstraram como é possível ver um filme e, ao mesmo tempo, estar a falar no Skype (que a Microsoft comprou em 2010 e que tem estado a integrar nos seus produtos). Ou como é possível durante uma partida desportiva pedir à consola para mostrar estatísticas e outros dados sobre o jogo.

 

Uma das novidades foi mesmo uma série televisiva, produzida por Steven Spielberg (que apareceu no evento numa entrevista gravada), com base em Halo, um dos mais populares jogos da consola (não foram divulgados pormenores, mas o conteúdo foi classificado como “premium”, pelo que deverá ser posto à venda na plataforma da Microsoft).

 

A nova consola está equipada com três sistemas operativos: o sistema da Xbox, usado para os jogos, uma versão do Windows, que serve para usar aplicações (como o Internet Explorer) e para consumir outro tipo de conteúdos, e ainda um terceiro sistema, que permite ao utilizador trocar rapidamente entre os outros dois. O aparelho tem 8GB de memória, leitor de blu-ray, um disco rígido de 500GB e um processador de oito núcleos. O preço não foi revelado.

 

Muitas das funcionalidades da Xbox One podem ser controladas por voz (em inglês, pelo menos) e por gestos, graças a uma nova versão do Kinect, o acessório que permite jogar sem recurso a comandos físicos (por exemplo, é possível ligar a consola com a instrução “Xbox on”). Segundo a Microsoft, o novo Kinect é capaz de detectar as batidas cardíacas dos utilizadores.

 

A apresentação mostrou também alguns dos jogos para a consola, entre os quais o FIFA14 (o futebolista Lionel Messi foi outra personalidade cuja entrevista gravada surgiu no evento) e Call of Duty.

 

O lançamento de uma nova consola doméstica é um acontecimento muito espaçado no tempo e cada modelo tem por missão durar vários anos no mercado. A One vem completar o leque da chamada oitava geração de consolas, que começou com o lançamento da Nintendo Wii U, em finais do ano passado. A Sony revelou em Fevereiro detalhes da PlayStation 4.

 

Porém, muito mudou desde a estreia da geração anterior de consolas. Para além de competirem entre si, os novos modelos enfrentam a concorrência dos jogos online e dos jogos em tablets smartphones.

 

As vendas da Wii U têm indicado que se trata de um terreno difícil: tinham sido vendidas até 31 de Março 3,45 milhões de unidades, cerca de 37% abaixo das estimativas da empresa aquando do lançamento.

 

Contrariamente ao que acontece com a Nintendo, os videojogos não são o centro do negócio da Microsoft, embora sejam uma área de negócio lucrativa e com peso nas contas da multinacional. Nos primeiros três meses deste ano, a divisão de entretenimento da Microsoft facturou 2531 milhões de dólares. Já a divisão do Windows teve receitas de 5703 milhões e a divisão que integra o Office e outros produtos e serviços de produtividade fez 6319 milhões.

 

retirado do Público

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Quarta-feira, 06.02.13

O tablet Surface Pro da Microsoft muda as regras do jogo

O facto de o podermos utilizar como o computador principal é a primeira indicação de que a Microsoft tenciona que este tablet se bata directamente com verdadeiros computadores.

 

Há alguns meses, a Microsoft provocou muitas reacções de surpresa quando pôs à venda o seu primeiro computador: o tablet Surface. Pelos mesmos 500 dólares de que necessitamos para comprar um iPad, oferece melhor hardwaree mais entradas. Só tem uma desvantagem: não permite correr qualquersoftware de PC.

 

Ou, mais precisamente, não permite correr nenhum dos quatro milhões de programas para Windows normais. Em vez disso, exige um novo tipo de aplicação, uma espécie de aplicação mais limitada, que ocupa todo o ecrã, do género do iPad, e que está apenas disponível através da loja online da Microsoft. E não existem muitas dessas aplicações, apesar de a situação estar, lentamente, a melhorar.

Mas o mundo ficou a salivar, isso sim, com a intenção, anunciada pela Microsoft, de lançar uma segunda versão do Surface – o Pro – que seria, de facto, um verdadeiro PC, correndo o verdadeiro Windows e verdadeiras aplicações Windows. Conseguem imaginar quão espectacular isso seria? Ter um tablet que também fosse um PC completo?

Está quase lá. Na feira Consumer Electronics Show [8 a 11 de Janeiro], em Las Vegas, a Microsoft não tinha um stand tradicional e não teve direito, como é habitual, a preencher a conferência de abertura (em vez disso, foi a Qualcomm que ficou com esse horário, o que foi embaraçoso e hilariante). Mas representantes da Microsoft estavam lá, num quarto de hotel longe da feira, concedendo a alguns jornalistas um primeiro olhar ao Surface Pro.

É mais grosso que o tablet Surface original, com pouco mais de 1,3 centímetros de altura. É mais pesado: 900 gramas, em vez dos anteriores 680 gramas. E é também mais caro: 900 dólares com 64 gigabytes de memória, 1000 dólares com 128 gigabytes.

Mas estamos a olhar para um tipo de máquina completamente novo, com novas possibilidades. É um tablet com ecrã táctil, com as dimensões semelhantes às do iPad, e que corre programas de computador: Photoshop, Quicken, o Microsoft Office completo, iTunes (e ainda as lojas de filmes de música online da Apple). Software de desktop num tablet com 1,3 centímetros de altura. Isso é uma novidade.

A Microsoft envidou todos os esforços para se certificar de que não ficaríamos desapontados com nenhuma das funções, tablet ou PC. O ecrã é deslumbrante: bem iluminado, limpo e fácil de utilizar. Tem 1080x1920 pixels, também conhecida como alta definição 1080p. Mas quando o ligamos a um aparelho de televisão ou a um monitor de computador, consegue resultados ainda melhores – 2550x1440 pixels.

O facto de o podermos utilizar em casa como o nosso computador principal é apenas a primeira indicação de que a Microsoft tenciona que este tablet se bata directamente com verdadeiros computadores. Outra é a sua velocidade: é muito rápido. Aplicações pesadas como as do Office demoram pouco mais de um segundo a abrir. A passagem de um programa para outro é rápida, e os programas correm velozmente. Os apreciadores de jogos vão ficar bem servidos, apesar de, é claro, sem uma placa gráfica própria, a frequência de imagens por segundo não bater nenhum recorde.

O Pro vem com uma caneta plástica, para podermos escrever, desenhar e pintar no ecrã. A ideia apresenta uma grande falha: podemos guardar a caneta provisoriamente, colando-a magneticamente à ficha de alimentação eléctrica do tablet, mas não existe gaveta onde se a possa colocar quando se viaja. Assim, é muito provável que se perca.

Mas a sensação de desenhar é fantástica. A caneta é sensível à pressão, ou seja, com determinadas aplicações podemos criar linhas mais escuras pressionando com mais força, exactamente como os designers gráficos fazem nos tablets Wacon. E podemos pousar a mão no ecrã: apenas a caneta deixa marcas.

Existe apenas uma entrada UBS no aparelho – felizmente, é USB 3.0 (o que significa que é rápida). Mas a Microsoft acrescentou uma segunda entrada na ligação de energia eléctrica. Assim, sempre que, em casa ou no local de trabalho, estivermos com o aparelho ligado, temos duas entradas USB. Podemos carregar o telemóvel enquanto trabalhamos, por exemplo, ligando-o à entrada de corrente. O que é algo mesmo inteligente.

(O complicado jack magnético para ligação do fio para electricidade, tão frustrante no tablet Surface, foi melhorado no Pro. Um íman mais forte faz com que ele se encaixe mais facilmente.)

O que realmente eleva o conceito de tablet/PC a novas alturas é, claro, a famosa capa do teclado Surface. Encaixa-se e desencaixa-se rápida e facilmente a uma barra magnética situada na parte inferior do tablet, tornando assim instantânea a conversão do Pro de tablet para PC. Isso é uma característica muito, muito importante. Podemos também colocá-lo para a parte de trás quando estamos em modo de tablet; o teclado no ecrã aparece automaticamente assim que é necessário.

Na realidade, existem duas versões da capa do teclado. Existe uma chamadatouch cover, capa de toque, que não é mais grossa do que uma folha de cartão, mas as teclas não se mexem. Podemos comprar esta capa, numa série de cores, juntamente com o Surface por 100 dólares, ou, mais tarde, por 120 dólares; a Microsoft reconhece que não se consegue escrever de forma tão rápida como num teclado verdadeiro.

Existe também a type cover (capa de escrita), por 130 dólares, com teclas verdadeiras que efectivamente se mexem para cima e para baixo. Tem cerca de seis milímetros de espessura, mas pode-se escrever nela normalmente.

O Surface Pro corre o Windows 8. E, como vocês bem sabem, eu considero que o Windows 8 é uma mistura mal conseguida de dois sistemas operativos diferentes. Temos o habitual desktop Windows, e depois temos uma nova camada sobreposta, a que eu chamo TileWorld [mundo dos mosaicos] – uma terra colorida de mosaicos tácteis grandes e vistosos.

Dado que temos dois sistemas operativos quase completamente dissociados, acabamos com dois browsers para a Internet, dois painéis de controlo, dois sistemas de busca, duas formas de fazer clique direito. O nosso próprio computador tem agora duas personalidades.

No normal tablet Surface de 500 dólares, o Windows 8 não faz qualquer sentido. (É uma versão denominada Windows RT.) O desktop Windows aparece lá como um apêndice encarquilhado; na realidade, nem sequer consegue correr programas Windows (excepto uma versão modificada do Microsoft Office). Então, por que razão lá está?

Mas no Pro, a opção pelo sistema operativo dual é mais fácil de defender. Temos o TileWorld para usar no modo iPad, e o desktop Windows para utilizar quando estamos no modo PC.

Assim sendo: será que devemos comprar um Surface Pro em vez de um portátil ultrafino? Será que vai aniquilar o MacBook Air?

A questão não é tão simples como possa parecer. A capa do teclado exige uma superfície lisa e dura – pelo que não podemos utilizar este “portátil” como portátil ao nosso colo. As duas formas correctas de o usar são: a) nas nossas mãos ou no nosso colo como um tablet táctil, ou b) como um portátil numa mesa ou secretária.

Também não é muito flexível quando é usado como portátil; não se pode ajustar o ângulo do ecrã. A metade inferior da parte traseira é um painel articulado, um suporte muito fino, que se mantém fechado magneticamente até o puxarmos para fora com uma unha. Mantém o tablet direito e bem fixo – mas apenas naquele determinado ângulo.

Mas mesmo que o Surface Pro não seja exactamente um exterminador de portáteis, mesmo assim vem mudar as regras do jogo. É uma máquina como ninguém construiu antes, e deverá colocar muitas imaginações a fervilhar.

Mas lembrem-se de que estas são apenas primeiras impressões, baseadas em uma hora de utilização supervisionada num quarto de hotel da Microsoft. Por exemplo, ninguém tem a mínima ideia de qual será a autonomia e tempo de vida da bateria. (Provavelmente, menor do que a de um verdadeiro portátil, dado que há tão pouco espaço no interior para uma bateria robusta.) Em qualquer caso, escreverei uma avaliação completa quando tiver o meu próprio Surface Pro para testar.

Mas, por agora, parece que o Surface Pro é, conceptualmente e na prática, um imenso sucesso. Para milhares de pessoas, será um companheiro móvel ideal. E terminará com a questão que nos assalta diariamente: “Hum, levo o meu portátil ou o meu iPad?”

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 08:53 | link do post | comentar
Domingo, 18.11.12

Windows 8, o difícil equilibrismo da Microsoft

O Windows 8 foi concebido para ser usado com gestosO Windows 8 foi concebido para ser usado com gestos (Mario Tama/Getty Images/AFP)


O novo Windows caminha na linha difícil de querer servir para quase todos os ecrãs, numa altura em que o mercado dos computadores pessoais, que tornou a Microsoft num gigante, está a enfraquecer. A estratégia tem riscos.

 

Numa prática habitual na Microsoft, o Windows 8 desdobra-se em várias versões: a mais simples (que ainda não está à venda), a intermédia (chamada Pro) e uma terceira para empresas. O Pro pode ser comprado em Portugal por 70 euros e os utilizadores de computadores com Windows 7 podem fazer uma actualização por 15 euros, com vários fabricantes de computadores a reembolsarem este valor.

Para além destas, há o Windows RT, à primeira vista igual ao 8. Foi concebido para ser usado em dispositivos com processadores ARM – isto significa que servirá sobretudo para tablets. Contrariamente ao 8, não permite correr programas desenvolvidos para o Windows anterior. Mas traz um bónus com potencial para cativar utilizadores: uma versão gratuita, e mais limitada, do Office. Só pode ser comprado já instalado em aparelhos.

As experiências do PÚBLICO com o Windows 8 foram feitas, ao longo das últimas semanas, num sistema híbrido: um tablet com ecrã de quase 12 polegadas, que, uma vez montando num suporte e ligado a um rato e teclado, poderia servir de computador, mantendo a funcionalidade de ecrã sensível ao toque.

Modo tablet

Usar o novo Windows num tablet é uma experiência eficaz. A interface é intuitiva e não esconde que foi concebida com a preocupação urgente de ter o Windows finalmente a funcionar de forma satisfatória em ecrãs sensíveis ao toque, algo que a Microsoft esteve anos sem conseguir fazer. Bill Gates já mostrara tablets no início da década e a empresa tinha um sistema para telemóveis lançado em 2000 (o Windows Mobile), mas tanto os esforços num campo como no outro redundaram em fracasso (o Mobile durou dez anos e acabou substituído pelo Windows Phone, cuja chegada relativamente tardia ao mercado ajuda a explicar a pouca expressão nas vendas; nos tablets, a Apple tomou uma folgada dianteira graças ao iPad, com o qual só agora a Microsoft começa a concorrer).

Muito semelhante ao Windows Phone, o novo sistema oferece um primeiro ecrã (chamado ecrã Iniciar) onde é possível navegar por grandes mosaicos coloridos e com ícones estilizados, que servem para lançar as aplicações e também para mostrar informação útil (informação meteorológica, as últimas notícias, os compromissos na agenda) sem ter de abrir a respectiva aplicação.

Os poucos utilizadores do Windows Phone sentir-se-ão em casa e é nesta uniformização da experiência de uso entre os vários tipos de aparelhos – telemóveis, tablets, computadores e equipamentos híbridos – que assenta a delicada estratégia da Microsoft.

A legibilidade e grande quantidade de informação dos mosaicos tornam-nos mais eficazes do que os ícones dos sistemas rivais, o iOS e o Android (o Android também tem as widgets, que podem exibir muita informação sem necessidade de abrir uma aplicação). Em regra, a personalização do ecrã Iniciar é mais flexível do que personalizar os ecrãs de um iPad e mais linear do que as múltiplas opções do Android (que, por vezes, surgem com interfaces variadas, consoante o fabricante do aparelho).

Embora as diferenças de utilização de um tablet com o Windows face aos rivais sejam substantivas, optar pela experiência de utilização de uma das três plataformas será sobretudo uma questão de preferência pessoal.

Porém, o Android e o iOS têm o trunfo de um muito maior número de aplicações. Para além disto, o iOS equipa apenas os iPad, enquanto os Android, tal como os tablets com o novo Windows, estão no mercado num leque vasto de marcas.

Como antigamente

O Windows 8 permite alternar entre a nova interface de mosaicos e uma interface tradicional, facilmente acessível a partir do ecrã Iniciar como se de outra aplicação se tratasse.

Esta interface é semelhante aos anteriores Windows, embora com a já muito notada (e frequentemente lamentada) ausência do menu Iniciar, a que os utilizadores se foram habituando desde o Windows 95 – na verdade, quem não dispensar esta funcionalidade, pode fazer um clique direito no canto inferior esquerdo para fazer surgir um menu com acesso a muitas das funcionalidades do antigo menu.No ambiente de trabalho continua a haver a metáfora das pastas para guardar ficheiros, janelas dos vários programas que podem ser minimizadas numa barra e locais bem conhecidos de quem está habituado ao Windows, como o painel de controlo.

Ao ligar o computador, o utilizador depara-se sempre com o ecrã de mosaicos e nunca com o ambiente de trabalho. É uma das mudanças mais radicais, mas há poucas razões para que a adaptação seja difícil, até porque qualquer aplicação, independentemente da interface em que corra, pode ser lançada a partir de um mosaico.

Por vezes, a convivência entre os dois ambientes é surpreendentemente bem conseguida. Por exemplo, usar o Internet Explorer na nova interface para descarregar uma aplicação que só corre na interface tradicional é um processo simples (já as aplicações para a nova interface têm de ser descarregadas de uma loja própria).

Noutros casos, contudo, os riscos de ter duas interfaces em paralelo fazem-se sentir. Por exemplo, se um utilizador descarregar um browser (como o Chrome, que corre apenas na interface tradicional) e decidir torná-lo o browser padrão, o Internet Explorer da nova interface desaparece estranhamente.

Outros solavancos na experiência surgem porque muitos dos menus e funcionalidades a que se acede com um gesto não estão acessíveis exactamente da forma correspondente quando se usa um rato, o que exige alguma paciência para um processo de tentativa e erro – e, em regra, recorrer aos gestos é mais simples do que utilizar o rato, tornando o sistema menos atractivo quando usado num dispositivo sem ecrã sensível ao toque. Quem pretender apenas a experiência clássica de utilização de um computador e não estiver disposto a passar por uma fase de adaptação, encontrará poucas razões para avançar para o 8.

Curiosamente, usar um sistema misto de tablet e computador significou estar, por vezes, de braço estendido a traçar gestos no ecrã enquanto se usava o rato ou o teclado com a outra mão. No quotidiano, torna-se menos estranho do que a descrição possa fazer crer – o que é um sinal encorajador para o equilíbrio que a Microsoft está a tentar fazer na adaptação a um mundo em que o PC perde importância.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 12:37 | link do post | comentar
Sexta-feira, 20.07.12

Windows 8 posto à venda a 26 de Outubro

Uma das imagens do vídeo de promoção do Windows 8
Uma das imagens do vídeo de promoção do Windows 8 (Microsoft)
A Microsoft anunciou esta quarta-feira que o seu Windows 8 será oficialmente lançado no mercado no próximo dia 26 de Outubro.

Os novos computadores pessoais com o novo sistema operativo serão colocados à venda no mesmo dia, anunciou o porta-voz da Microsoft Brandon LeBlanc, num post colocado online no blogue oficial da empresa.

O Windows 8 foi desenvolvido para ser usado tanto em computadores convencionais como em tablets e é o primeiro sistema da Microsoft desenhado para se adaptar a este género de aparelhos – a interface tanto suporta o uso de rato e teclado como toques e gestos no ecrã.

O novo sistema operativo da Microsoft permitirá igualmente ao utilizador armazenar e partilhar informações entre vários dispositivos, graças ao serviço de cloud-computing SkyDrive, funcionalidade já oferecida pelas concorrentes Apple e Google. 

A empresa lançara no fim de Maio a versão release preview do Windows 8 – uma última versão de teste do novo sistema antes do seu lançamento oficial – que representa a maior reformulação daquele sistema operativo da Microsoft desde o lançamento do Windows 7.

O novo Windows terá uma versão optimizada para aparelhos com ecrãs tácteis, na tentativa de competir com a Apple e respectivos iPad. 

A linha Surface, de marca própria, apresentada há cerca de um mês, quer precisamente disputar mercado com o iPad e competir com laptops de menor porte. 

Os tablets Microsoft Surface têm um ecrã de 10,6 polegadas (um pouco maior do que o do iPad) e estão equipados com portas USB. Há dois modelos. Uma versão é mais fina e leve e está equipada com o Windows RT (a versão do Windows 8 para os processadores ARM, que tipicamente são usados em dispositivos móveis) – será vendida com 32GB e 64GB. 

Um modelo superior oferece um ecrã de mais qualidade, mais conectividade (três portas USB em vez de duas), surge em 64GB e 128GB e está equipado com o Windows 8 Pro e processador Intel. A Microsoft não deu detalhes sobre a câmara que equipa os aparelhos. Os preços também não foram divulgados.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 17:27 | link do post | comentar

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