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05
Jun17

Rafael Coutinho, Lucas Santtana e J.P. Cuenca lançam livro Modo Avião

olhar para o mundo

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Rafael Coutinho, Lucas Santtana e J.P. Cuenca lançam livro Modo Avião

 

Obra reúne desenhos coloridos de cerca de 1 metro de comprimento, poemas e prosa. Lançamento será no sábado 10 de junho na Banca Tatuí

O quadrinista Rafael Coutinho, o músico Lucas Santtana e o escritor J.P. Cuenca lançam no início de junho na Banca Tatuí o livro Modo Avião. Editado pela Lote 42, a trama gira em torno de um personagem que embarca em um voo e começa a confabular com outras pessoas sobre inquietações contemporâneas. Ao longo do livro, novos encontros darão lugar a discussões sobre ansiedade, conectividade, solidão e relações humanas. O livro está em pré-venda com frete grátis pela loja virtual da Banca Tatuí (www.bancatatui.com.br) até o começo de junho. 

 

Ao longo do livro, os desenhos do Rafael Coutinho ilustram as histórias e abrem margem para novas interpretações. Cada uma das nove pranchas está impressa em uma folha inteira de quase 1 metro de comprimento, dobrada e encadernada artesanalmente ao miolo do livro. Outros trabalhos do Coutinho, pintados em nanquim, permeiam as páginas do livro e se entrelaçam com as músicas.

“O livro precisou ser tão fundamental ao projeto quanto o texto é para a construção das cenas do disco”, diz Coutinho. “Foi o projeto mais experimental e emocional que já fiz, onde a ambição que nos moveu foi a de traduzir som em imagem, sem ser literal ou didático, buscando por um mergulho profundo no universo retratado pelo Lucas e Cuenca”.

O ensaísta e arquiteto Guilherme Wisnik escreve no prefácio do livro: "O movimento de busca que conduz a narrativa se dá em meio a uma maré de multiplicidade e ambiguidade, colocando o sujeito em um labirinto. Labirinto onde aparecem momentos de forte encontro e comunhão, como em Brasa de Dois, mas também, e sobretudo, de desencontro, evasão, incerteza e sonolência".

Para J.P. Cuenca, é importante que as artes se expandam e se contaminem com outras linguagens. "Modo Avião propõe uma experiência híbrida, no conceito e no formato, mas também nessa narrativa em que você não sabe muito bem o que é real dentro do próprio estatuto daquela ficção", diz.

A narrativa em prosa, escrita a quatro mãos, é misturada à poesia das músicas de Santtana, que lança um disco homônimo. Gravado com microfone binaural, que permite uma audição 360°, próxima do ouvido humano, o trabalho permite uma audição imersiva. As músicas são intercaladas com diálogos interpretados por atores e o próprio músico. "Modo Avião é um convite à pausa nessa sociedade do cansaço, onde ficar 10 minutos longe do celular é um esforço homérico”, afirma Santtana. 

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