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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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24
Fev16

Monumentos de Sintra apagam as luzes em ação simbólica pelo planeta

olhar para o mundo

Palacio_Nacional_da_Pena_creditos_PSML_Wilson_Pere

 

Monumentos de Sintra apagam as luzes em ação simbólica pelo planeta

 

- Iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela WWF (World Wildlife Fund)

- Iniciativa decorre a 19 de março

 

Sintra, 19 de fevereiro de 2016 – A Parques de Sintra volta a juntar-se à iniciativa “Hora do Planeta”, organizada pela WWF (World Wildlife Fund), e durante uma hora vai apagar as luzes de alguns monumentos de Sintra.

 

No sábado, dia 19 de março, o Palácio Nacional da Pena, o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio de Monserrate e o Castelo de Mouros ficarão às escuras entre as 20h30 e as 21h30.

 

Este é o quinto ano consecutivo em que a Parques de Sintra demonstra o seu apoio e compromisso com o planeta, juntando-se a centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. “Faça brilhar uma luz sobre a ação climática” é o mote da edição da Hora do Planeta deste ano.

 

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa da WWF que começou em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as mudanças climáticas.

 

Sobre a Parques de Sintra - Monte da Lua

A Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A. (PSML) é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000, no seguimento da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade. Não recorre ao Orçamento do Estado, pelo que a recuperação e manutenção do património que gere são asseguradas pelas receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos.


Em 2015, as áreas sob gestão da PSML (Parque e Palácio Nacional da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d’Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos e Escola Portuguesa de Arte Equestre) receberam aproximadamente 2.234.000 visitas, cerca de 87% das quais por parte de estrangeiros. Recebeu, em 2013, 2014 e 2015, o World Travel Award para Melhor Empresa em Conservação.


São acionistas da PSML a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra.

 

www.parquesdesintra.pt / www.facebook.com/parquesdesintra/ www.instagram.com/parquesdesintra

24
Abr13

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

olhar para o mundo

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

Google disponibiliza a partir desta terça-feira visitas virtuais a alguns dos mais emblemáticos monumentos em Portugal.

 

Se sempre quis visitar o Portugal dos Pequenitos ou o Palácio Nacional da Pena, já não precisa de sair do conforto do sofá para o fazer. Basta ligar-se à Internet e desfrutar de uma visita virtual a estes e a mais alguns monumentos que fotografados para o projecto Street View.

 

As imagens estão disponíveis a partir desta terça-feira no site do Google e permitem que qualquer pessoa com ligação à Internet visite muitos monumentos e parques portugueses sem sair de casa.

Para além do Palácio da Pena, em Sintra, também é possível explorar o Palácio de Monserrate, na mesma vila, os jardins do Parque de Serralves, no Porto, ou os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

A empresa norte-americana trabalhou com os parceiros portugueses na recolha das imagens, feitas através de um triciclo especialmente construído para locais onde os carros não possam circular.



São já 50 os países em que o Google Street View está disponível. Com esta ferramenta, é possível visitar vários países em todo o mundo – incluindo Portugal – para planear uma viagem ou até mesmo para visitar aqueles locais onde sempre se quis ir mas que nunca foi possível fazê-lo.

Em Março, o Google Street View disponibilizou imagens de uma das cidades mais afectadas pelo desastre ambiental de Fukushima, que mostraram uma cidade fantasma como aquelas vistas nos filmes de ficção.

Também já é possível visitar algumas das montanhas mais altas do mundocom esta ferramenta.

A Google só não promete que a visita virtual seja tão completa como a visita real.

 

Retrirado do Publico

21
Nov12

Convento de Arroios, liceus e Torre do Tombo classificados como monumentos de interesse público

olhar para o mundo

O liceu Pedro Nunes, agora classificado, foi recentemente alvo de obras de renovacao pelos arquitectos Pedro Botelho e Maria do Rosário BeijaO liceu Pedro Nunes, agora classificado, foi recentemente alvo de obras de renovacao pelos arquitectos Pedro Botelho e Maria do Rosário Beija (João Gaspar)

 

O secretário de Estado da Cultura classificou hoje como monumentos de interesse público nove edifícios, entre os quais quatro escolas, todos em Lisboa, revelou fonte do gabinete de Jorge Barreto Xavier.

 

 

Noticia do Público

11
Jul12

Teatros D. Maria II e São João são agora monumentos nacionais

olhar para o mundo
Teatro Nacional de D. Maria II, em Lisboa
Teatro Nacional de D. Maria II, em Lisboa (Fábio Teixeira)

O Teatro Nacional de São João (TNSJ), no Porto, e o Teatro Nacional de D. Maria II, em Lisboa, foram reclassificados e são agora monumentos nacionais.

 

A reclassificação dos monumentos foi aprovada em Conselho de Ministros, a 24 de Maio, e hoje publicada em Diário da República (DR).

O TNSJ, da autoria do arquitecto José Marques da Silva, tinha já a classificação de imóvel de interesse público desde 1982.

Este teatro foi inaugurado em 1920, após ter sido reconstruído devido a um incêndio que destruiu praticamente o edifício original.

Em 1992, o monumento foi adquirido pelo Estado e readaptado a teatro, “tendo sofrido importantes obras de remodelação, essencialmente orientadas pelos cadernos de encargos originais, e de renovação técnica e acústica, tendo merecido a partir dessa data a designação de Teatro Nacional de S. João”, lê-se no DR.

O Governo justifica a reclassificação deste monumento considerando que, “na sequência do programa de requalificação e da entrada em vigor do teatro em funcionamento regular, o imóvel passou a constituir uma referência incontornável no panorama cultural do país, e foi plenamente recuperada a dignidade arquitectónica e artística deste exemplar notável da linguagem ‘beaux-arts’”.

O Teatro Nacional D. Maria II, classificado como imóvel de interesse público desde 1928, também foi afectado por um incêndio, em Dezembro de 1964, que destruiu totalmente o seu interior, tendo sido reconstruído de acordo com um projecto do arquitecto Rebello de Andrade e reaberto as portas ao público em Maio de 1978.

De acordo com o DR, “à luz dos novos conceitos patrimoniais, que se pretendem mais abrangentes, considerou-se a necessidade de reequacionar a categoria da classificação, tendo em vista não apenas a importância individual do imóvel mas, igualmente, a sua importância relativa no cenário cultural e arquitectónico do país”.

O Governo justifica esta reclassificação, afirmando que, “de facto, e desde a sua construção em 1846, inspirada por Almeida Garrett, o Teatro Nacional D. Maria II veio constituir uma referência cultural incontornável, unindo o seu papel de sala de espectáculos e escola de arte dramática ao valor arquitectónico e artístico de uma das obras mais emblemáticas do neoclassicismo de raiz palladiana que Lisboa possui, e que se impõe como elemento estruturante da principal praça da baixa Pombalina”.

 

Noticia do Público

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