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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

12
Fev13

Sexo, é dos casados que elas gostam mais ...

olhar para o mundo

é dos casados que elas gostam mais

 

Entre centenas de estudos científicos perfeitamente entediantes sobre focas, o fim dos combustíveis fósseis ou se Plutão 'merecia' ou não continuar a ser um planeta, por vezes salta cá para fora um paper que quase revoluciona algumas percepções que já tínhamos sobre o nosso mundinho pessoal.

 

Poucas vezes a Academia consegue ter esse impacto no quotidiano, mas a investigação da Universidade de Oklahoma sobre mate poaching tem, acima de tudo, efeitos retroactivos na vida de muito homem que caiu na desgraça da pós-separação e nunca percebeu porque é que a vida de solteiro não é um harém eterno.

 

Conclui a investigação: as mulheres solteiras têm mais tendência a 'perseguir' homens já comprometidos do que ir atrás de solteirões. Há muito que se suspeitava desta evidência agora a ulular, mas as interpretações ao longo dos tempos têm variado com a posição da mulher na sociedade. O homem, esse tem sido sempre o falso galã, pois só agora se começa a perceber até que ponto ele é apenas um elemento com ou sem carga simbólica na relação com outras mulheres. Ele vale aquilo que as outras dão por ele, não o que ele pensa que vale.

 

Nas últimas décadas, na ascensão para uma posição dominante em varridos sectores da sociedade (tal como a investigação científica em relações amorosas!), com o mesmo modus operandi, essa atitude da mulher passou de "pega ladra de maridos" a "cabra glamourosa dominadora". Ora, esta nuance semântica não é desprezível. Já não é "a amante submissa que quer ser a número uno", mas a bitch de Manolo Blahnik, senhora de seu nariz, que está no jogo de roubar o 'gajo' à melhor amiga.

 

Enfim... um bocejo... o assunto já tem muita crónica e muito livreco apenso - aliás, existe nas livrarias toda uma secção dedicada ao género "Descubra a Cabra Secreta Que Há em Si" (Elizabeth Hilts, Bizâncio). Desde aquela teoria em que as mulheres seleccionam os machos pela qualidade e os homens têm pulsão cega quantitativa de espalhar a sementinha sem critério e com o arrependimento da manhã seguinte que a bio-sociologia parece dar à mulher o papel gourmet na evolução.

 

Mas é no mundo dos homens que se resolve um grande mistério com esta investigação.

 

Tirando os melgas abandonados e os cornuti em prantos que rapidamente são ostracizados, os homens pouco falam de relações. É sabido. Mas um dos poucos lamentos (verdadeiros) que trocam há décadas sem resposta plausível era este: "Quando estava com a minha miúda, elas não me largavam... parecia que tinha mel... era impressionante! Agora estou solteiro e nada... não me ligam peva... as mulheres só olham para um tipo para se lixarem umas às outras."

 

É assim crucial que se retirem ilações deste estudo do ponto de vista da sobrevivência da dignidade masculina. O que importa reter é que se voltar para o mercado sem antes ter acautelado o presente vai ter uma grande surpresa. Ai, vai ter vai. Foram anos a repetir aquela bazófia imbecil "ai se eu não fosse casado..." e depois quando finalmente está 'livre' elas desaparecem, esfumam-se de um momento para o outro, as mesmas que ainda ontem deitavam olhares dengosos dão-lhe agora sobrancelha em arco. O que provoca um choque da realidade, e por vezes tem o condão de fazer muito homem voltar com o rabinho entre as pernas para de onde saiu e - ironia - já ter à sua espera o x para assinar o cheque da pensão de alimentos antes de regressar para o hotel.

 

Mas a Ciência não pára e o que interessa é perceber como é que ela nos pode ajudar a ser felizes. Ainda esta semana o Presidente da República vetou a lei da união de facto. Não terá sido por acaso. O casamento é um 'teste de qualidade' que um homem tem que passar... Há, pois, que perceber os sinais. Já sabe: mesmo que não seja casado. Mesmo que esteja só desde sempre. Mesmo que seja um solteirão empedernido, se quer ter algumas hipóteses na sua noitada, não se esqueça de colocar uma aliança no dedo. E boa sorte.

 

Via Expresso

14
Dez12

AS MELHORES E MAIS DIVERTIDAS MENSAGENS SMS DE NATAL E ANO NOVO

olhar para o mundo

Vidas não são presentes

Imagem do Pontos de Vista

 

 

As melhores e as mais divertidas mensagens SMS de natal e ano novo para telemóvel.

 

 

Festeje, comemore, coma e beba bastante, pois o que engorda não é o que se come entre o Natal e o Ano Novo, mas sim o que se come entre o Ano Novo e o Natal 

 

 
Um optimista fica acordado até meia-noite para ver a entrada do ano novo. Um pessimista fica acordado para ter a certeza de que o ano velho se foi 
 
Que entres neste novo ano com o pé direito. Se és canhoto problema teu, eu avisei!
 
Ano Novo, vida nova…Vamos para minha casa criar uma nova vida? 
 
 Feliz Natal. Boas entradas, um 2010 em grande. Feliz aniversário, bom carnaval e uma páscoa feliz. Um óptimo 25 de Abril, dia do pai e da mãe. Goza bem o S. João, o Santo António e os restantes feriados. E excelentes férias. Pronto, já está tudo despachado.
 
Todos os dias aprendemos, a todo o tempo erramos, assim desejo-te um excelente 2010 e que cada minuto seja uma nova oportunidade para ti :)
 
Muda-se de ano.Muda-se de sonhos.Muda-se de objectivos.Muda-se de aparência... mas jamais se muda de amigos.

Não sei se te guardo num banco, porque vales muito; na geladeira, porque és um doce, ou em uma ilha, porque és um tesouro... enfim, só queria te desejar tudo de bom para o ano novo!
 

Nesta data queria enviar algo engraçado, incrível, terno, sexy, doce e muito interessante. Mas, sinto muito, eu não entro pela tela. Feliz Ano Novo!

 

Nesse momento, nesse país, 66.000 pessoas estão fazendo amor, 15.820 estão terminando, 19.965 estão começando, 28.819 estão em pleno prazer, e só uma está lendo mensagens. Acorda para a vida! Feliz Ano Novo.

 

Um sábio disse: a riqueza de um ser humano se mede pela quantidade e qualidade dos amigos que tem. Obrigado por fazer parte da minha fortuna. Feliz Ano Novo!

Que este ano encontres felicidade, saúde, amor, dinheiro, paz, e tudo o que necesites. E que o que não encontres, busques no GOOGLE.

 

Que nunca te falte um sonho pelo que lutar, um projecto para realizar, algo que aprender, um lugar onde ir, e alguém a quem amar... Feliz Ano Novo!

 

Os amigos são como os radares de trânsito, mesmo que você não os veja, sempre estão aí. Feliz Ano Novo!

 

Li seu horóscopo para o próximo ano: SAÚDE, os astros sorriem para você. DINHEIRO, os astros sorriem para você. SEXO, os astros se matam de rir.

Espero que seus problemas durem tanto quanto seus propósitos de ano novo. Feliz Ano Novo!

 

Se neste Ano Novo a Ciência continuar investindo mais em virilidade que em Alzheimer, com 80 anos, ele vai estar bem duro, mas não nos lembraremos para quê.

 

Aviso a toda a população: o simulacro de paz e amor terminou. Guardem o bacalhau, insultem aos sogros e cunhados e separem-se. Feliz Ano Novo!

 

Os amigos são como o vinho, melhoram com o tempo. A todos os que fazem parte da minha adega: Bom Ano Novo!

 

Não penses no passado porque não o podes mudar, não penses no futuro porque não o podes prever, não penses no presente porque ainda não o comprei! Feliz ano novo!

 

Nunca desistas de um sonho. Se não houver em casa, vai a uma pastelaria!

 

Espero que o ano novo te traga aquilo de que mais precisas... Parafusos.
 
Recebido por mail, obrigado amiga
 
Bom Ano para todos
27
Out12

As cidades mais mortais do mundo são...

olhar para o mundo

Ciudad Juárez ganhou a sua sinistra reputação em resultado da guerra entre os cartéis de droga de Juárez e de SinaloaCiudad Juárez ganhou a sua sinistra reputação em resultado da guerra entre os cartéis de droga de Juárez e de Sinaloa (Reuters)


Os municípios latino-americanos somam 40 das 50 capitais mundiais do crime, e só quando chegamos ao número 21 é que uma cidade fora da América Latina surge na lista.

Viver na América Latina, ao que parece, pode ser mau para a saúde. Uma combinação de drogas, crime organizado e governos que estão, às vezes, mal equipados para enfrentar os desafios mostrou ser letal, deixando um rasto de violência um pouco por toda a América Latina. Do Brasil às Honduras, passando pelo México, concluiu o think tank mexicano Conselho de Cidadãos para a Segurança Pública e a Justiça Criminal. 

Segundo o seu ranking, as dez cidades com as taxas mais altas de homicídios do mundo situam-se todas na América Latina. O estudo só inclui cidades onde existem estatísticas de homicídios, o que significa que cidades que enfrentam sangrentas guerras civis para as quais é impossível recolher estatísticas fiáveis - como Alepo, na Síria, por exemplo - não foram incluídas na lista.

Segue-se um olhar sobre a violência que se tornou rotina na vida destas cidades, tendo sido incluídas algumas fora da América Latina que entraram no top 50 para se perceber como os factores por trás da violência diferem em alguns casos - e noutros permanecem infelizmente os mesmos.

1. San Pedro Sula, Honduras
Quando a Colômbia atacou o infame narcotráfico no final dos anos 1980, o negócio da droga mudou-se para norte, para o México. Mas desde que o Presidente mexicano, Felipe Calderón, declarou guerra aos cartéis da droga em 2006, a paragem seguinte para os traficantes foi as Honduras. Quase 80% da cocaína que viaja da América do Sul para a América do Norte agora pára nas Honduras, trazendo com ela uma vaga de violência relacionada com os gangs e as drogas. A taxa de homicídios das Honduras é actualmente a mais alta do mundo e a taxa de homicídios de San Pedro Sula é a maior das Honduras, com 159 assassinatos por cem mil habitantes em 2011. Por comparação, a taxa de homicídio de Detroit é de 48 por cem mil habitantes. Localizada no Noroeste das Honduras, San Pedro Sula é o principal centro industrial e a segunda maior cidade do país. Mas, ultimamente, o papel económico da cidade foi largamente ensombrado pela violência. 

2. Ciudad Juárez, México
Esta cidade fronteiriça - é um ponto de partida da droga que entra nos Estados Unidos - tem estado sempre no topo das tabelas das cidades mais perigosas do mundo. Juárez ganhou a sua sinistra reputação em resultado da guerra entre os cartéis de droga de Juárez e de Sinaloa, que matou seis mil pessoas entre 2008 e 2010. Os cartéis e a corrupção entre a polícia e o governo local transformaram Juárez numa cidade-fantasma. Este ano tem havido sinais de que a violência está a diminuir: durante o seu auge, a guerra dos cartéis chegou a produzir 300 corpos por mês, mas nos primeiros sete meses deste ano o número de homicídios foi de 580, segundo o jornal The Washington Post. Os observadores atribuem este declínio ao triunfo do cartel de Sinaloa sobre o de Juárez na guerra pelo controlo da cidade. Ainda assim, com uma taxa de 148 homicídios por cem mil habitantes, Juárez assegura o segundo lugar desta lista.

3 Maceió, Brasil
As autoridades brasileiras querem transformar este antigo porto e produtor de açúcar num destino turístico, apostando na sua linha costeira de areias macias. O esforço, porém, tem sido destruído por uma taxa de 135 homicídios por cem mil habitantes. As autoridades de Maceió - a capital do nordestino estado de Alagoas - dizem que o aumento da violência (a taxa de assassínios subiu 180% em dez anos) se deve à crescente presença de crack e cocaína nas favelas à volta da cidade. Talvez para assegurarem que o dinheiro dos turistas continua a entrar, as autoridades também dizem que a maior parte das vítimas são toxicodependentes que são mortos por não pagarem as suas dívidas. 

4. Acapulco, México
Conhecida em tempos pelas suas praias, hotéis de luxo e clubes nocturnos que atraíam clientes como Frank Sinatra e Elizabeth Taylor, Acapulco não escapou à violência relacionada com o tráfico de droga que abocanhou todo o México e é hoje a segunda cidade mais violenta do país. Tem 128 homicídios por cem mil habitantes. A luta pelo domínio do estado de Guerrero levou a que houvesse tiroteios na zona que, outrora, foi a principal área de resorts de Acapulco. E em vários dos lugares mais selectos da cidade foram encontradas cabeças decepadas. Inevitavelmente, o turismo foi afectado: o dirigente da associação de agências de viagens de Guerrero estima que em Novembro de 2010 o turismo proveniente do Canadá e EUA caiu entre 40% e 50%. 5. Distrito Central, Honduras
É constituído pela capital, Tegucigalpa, e pela cidade vizinha de Comayaguela, e foi engolido pela mesma dinâmica da violência - droga, gangs, desigualdade - de San Pedro Sula, a norte do país. A morte é de tal forma um lugar-comum que, este ano, o presidente da câmara começou a oferecer enterros aos pobres; cansou-se de ver tantos corpos dentro de sacos de lixo. Os gangs, a corrupção e a pobreza estão há muito presentes nas Honduras, mas o que fez escalar a violência para níveis nunca vistos foi o novo papel das Honduras - é uma das principais artérias no contrabando de drogas entre o Sul e o Norte. Um golpe de Estado em 2009 gerou o caos político e deu força aos traficantes. No mesmo ano, o responsável pela guerra ao narcotráfico foi morto dentro do seu carro em Tegucigalpa. O Distrito Central tem uma taxa de cem homicídios por cem mil habitantes.

6. Caracas, Venezuela
Os chamados "malandros" - gangs de jovens que, como galos ao poleiro, guerreiam entre si pelo controlo da venda de drogas e das apostas - transformaram a capital da Venezuela num palco de guerra. Em 2011, Caracas assistiu a 3164 homicídios - um número vertiginoso que fica ligeiramente aquém do número de fatalidades sofridas pela coligação que esteve no Afeganistão durante os dez anos de conflito naquele país. As autoridades venezuelanas têm sido acusadas de falsificar o número de homicídios, e o número actual é bastante superior ao que está nas estatísticas oficiais. Para piorar a situação, mais de 90% dos crimes de morte da Venezuela ficam por solucionar. Não admira, pois, que a escalada na violência tenha sido o tema principal da campanha de Henrique Capriles, que concorreu contra Hugo Chávez nas eleições presidenciais e acusou este de não conseguir parar o derramamento de sangue. (Chávez foi reeleito; desde que chegou ao poder, em 1998, a taxa de homicídios duplicou.) Os especialistas dizem que a combinação do fácil acesso a armas, da cultura de violência entre os jovens e da falta de acção policial e judicial criou uma tempestade perfeita e deixou a Venezuela com uma taxa de 99 homicídios por cem mil habitantes.

7. Torreón, México
Vítima da guerra do narcotráfico, a cidade de Torreón é palco de lutas de morte constantes, à medida que os barões da droga guerreiam pelo controlo de uma lucrativa rota de escoamento de produto na fronteira norte do México. No ano passado, a cidade teve 88 homicídios por cem mil habitantes. Num só domingo de Julho, dez pessoas foram mortas na cidade. A guerra tem-se vindo a intensificar e tornou-se cada vez mais difícil para o cidadão comum escapar dela.

8. Chihuahua, México
Situada na fronteira do México com o Texas, é uma zona-chave no transporte da cocaína para os Estados Unidos da América. Por isso, é um campo de batalha dos cartéis interessados em controlar as rotas da droga. A violência em Chihuahua tornou-se imparável, chegando a 83 homicídios por cem mil habitantes. No dia 15 de Abril, por exemplo, dez homens com fardas de combate entraram num bar e abriram fogo, matando 15 pessoas, entre elas dois jornalistas, Francisco Javier Moya, antigo director de informação da estação de rádio da Ciudad Juárez, e Hector Javier Salinas Aguirre, proprietário de um site de notícias. Quase 50 jornalistas foram mortos no México desde que o Presidente [em fim de mandato] Felipe Calderón chegou ao poder, em 2006. Os cartéis aumentaram os ataques contra jornalistas que ousaram noticiar a guerra da droga.9. Durango, México
Em 2011, a violência da guerra do narcotráfico no México atingiu a sua máxima expressão com a descoberta de uma série de valas comuns (fossas, chamam-lhe os mexicanos) no Norte da cidade de Durango. As autoridades descobriram uma delas nas traseiras de uma casa de luxo e outra no parque de estacionamento de um pequeno supermercado abandonado. No total, continham 340 corpos e os habitantes da cidade tiveram de se submeter a testes de ADN para saberem se os seus familiares desaparecidos estavam entre os mortos. Mas descobrir os crimes é uma coisa, outra muito diferente é punir os responsáveis. "Qualquer pessoa que saiba o que se passou nunca falará, por medo", disse a um jornalista o porta-voz do promotor público estadual. Pressionado a dizer de quem é a casa de luxo, perguntou ao jornalista: "Quer que eu ainda esteja vivo amanhã?" Em 2011, Durango tinha uma taxa de homicídios de 80 mortes por cem mil habitantes.

10. Belém, Brasil
Com a cocaína a chegar da Bolívia, da Colômbia e do Peru, Belém tornou-se um posto de trânsito natural para os traficantes sul-americanos. A droga entra na cidade através da densa floresta amazónica. Viaja primeiro de avião, depois de barco e, finalmente, é distribuída para outras cidades brasileiras, europeias e norte-africanas. O que torna Belém - onde a taxa de homicídio é de 78 mortos por cem mil habitantes - uma naco de terra muito atractivo, com a violência a aumentar na mesma proporção da importância da cidade para o narcotráfico, à medida que o Brasil enriquece, os seus habitantes consomem mais cocaína. O Financial Times chamou ao aumento de consumo de cocaína no Brasil - ali se consome 18% do produto disponível em todo o mundo - o "dano colateral mais preocupante do boom de consumo" neste país.

21. Nova Orleães, EUA
Esta cidade fez um esforço colossal para se reconstruir depois da devastação provocada pelo furacão Katrina, em 2005. Mas a taxa de homicídios - 50 por cem mil habitantes - teima em manter-se a mais alta dos EUA. A cidade sofre da mesma pobreza e do fácil acesso a armas que outras capitais de assassínios, mas não é conhecida por ter os gangs organizados que existem nas outras. Um relatório do governo de 2011 concluiu que os assassínios em Nova Orleães se devem a disputas pessoais que ficam incontroláveis. "Fins extraordinários para conflitos banais", disse o superintendente da polícia local, Ronal Serpas. O governo local tentou travar esta matança enviando agentes com a missão de arrefecer o ambiente nas ruas depois de tiroteios, evitando retaliações. Porém, no que toca a homicídios, a cidade continua a destacar-se de todas as outras dos EUA.

33. Kingston, Jamaica
Kingston tem a mais elevada taxa de homicídios das Caraíbas. A cidade é, há décadas, refém dos gangs - sobretudo os bairros de West Kingston e Grants Pen. Mas as atenções voltaram-se novamente para a violência quando o governo local decidiu adoptar uma política de confronto aos gangs. A caça ao homem feita contra um dos mais conhecidos criminosos, Christopher Coke, foi notícia em todo o mundo em 2010, tendo deixado 70 pessoas mortas nos Tivoli Gardens, onde Coke estabelecera a sua praça forte. As autoridades dizem que a nova abordagem está a resultar e que se deve a ela a descida do crime em 60%. Outros consideram que o resultado da iniciativa foi o aumento do número de mortes. Os EUA continuam a advertir os viajantes com destino à Jamaica, sublinhando que, "apesar de a maior parte dos crimes ocorrer em zonas pobres, os actos de violência como tiroteios podem ocorrer em qualquer parte". Por cada cem mil habitantes, há 47 homicídios em Kingston.


44. Mosul, Iraque


Mosul - a cidade com a taxa de homicídios mais alta do Médio Oriente, 35 por cem mil habitantes - é a morada de uma volátil luta sectária entre curdos e sunitas. Tendo sido um dos últimos bastiões urbanos da Al-Qaeda, Mosul, que integra uma vasta região rica em petróleo, tem sido palco de constantes ataques terroristas e é uma das cidades de mais difícil acesso do Iraque desde a retirada dos EUA em 2011. Militantes continuam a realizar ataques contra o governo xiita da cidade. As divisões obrigam as forças de segurança a lutarem, volta e meia, para controlarem a cidade - em Abril de 2011 cinco soldados iraquianos e três outras pessoas morreram num ataque suicida. No mesmo ano, a taxa de homicídios foi de 35 por cem mil habitantes.

 

Noticia do Público

10
Set12

OS PAÍSES COM MAIS DESEMPREGO NO MUNDO

olhar para o mundo

Desemprego no mundo

Os países com mais desemprego em todo o mundo são próximos de Portugal: Espanha, que está já aqui ao lado, e a Grécia, próxima de nós porque também foi alvo de um resgate total. O de Espanha para lá caminha. 

São esses os dois países a ocupar os primeiros lugares do mundo no que toca às estatísticas negras do mercado de trabalho, segundo o «Financial Times Deutschland», que cita estatísticas obtidas pelo jornal da Organização Mundial de Trabalho.

«Espanha bate o recorde mundial do desemprego» é a manchete do jornal que está a ser amplamente citado na televisão alemã N-tv e que também já merece várias referências na imprensa espanhola, segundo a Lusa.

Espanha e Grécia ocupam os primeiros lugares, segundo o «Financial Times Deutschland»O jornal refere que a estatística se refere aos dados de apenas 178 países sendo que, possivelmente, possa haver outros países (maioritariamente africanos) onde o desemprego seja ainda mais elevado que Espanha.

Ao mesmo tempo, o jornal refere que outros países podem ter dados «pouco fiáveis» e que o seu desemprego pode também ser mais elevado, como é o caso da Namibia.

Matizes que, segundo o jornal espanhol «El Mundo», em vez de ajudar Espanha - pelos países com os quais é comparada - acabam por tornar «ainda mais triste e dramático o retrato do mercado laboral espanhol», onde o desemprego se aproxima dos 25%.

Na sua análise dos dados, o jornal considera que os valores demonstram que os cortes públicos, somados à falta de crédito na economia, «formam um cocktail explosivo cujas consequências vão muito mais além do que se tinha previsto».

As previsões da OIT não auguram anos positivos para Espanha, indicando que em 2015 o desemprego será ainda de 23,4% e que o desemprego entre os jovens continuará a rondar os 50%. 

 

Noticia do Push

02
Set12

O adeus a Neil Armstrong e o seu "seguro de vida"

olhar para o mundo

Neil Armstrong na sua visita lunarNeil Armstrong na sua visita lunar (NASA)

 

O primeiro homem a pisar a Lua, Neil Armstrong, foi nesta sexta-feira enterrado numa cerimónia exclusivamente familiar em Cincinatti, Ohio, nos Estados Unidos da América. Porém, ainda existe uma história por contar.

 

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mandou hastear as bandeiras em todos os edifícios públicos do país durante esta sexta-feira “como sinal de respeito pela memória de Neil Armstrong.”

A agência espacial norte-americana NASA também já anunciou - ainda com data a confirmar - que irá homenagear o astronauta numa cerimónia pública em Washington. Sabe-se que Charles Bolden, administrador da NASA, compareceu na cerimónia familiar.

Eugene Cernan e James Lovell – astronautas que voaram em missões Apolo – estiveram esta manhã a dar uma palestra em honra de Armstrong no Centro Médico Infantil de Cincinatti – o mesmo hospital que a família do astronauta recomendou para serem encaminhadas doações em vez de flores pela morte de Neil.

Apesar de hoje a família do astronauta norte-americano ter boas condições financeiras, nem sempre foi assim.

Problemas prosaicos em Terra

Esta semana, os norte-americanos – e não só - relembraram Neil Armstrong. Contudo, ainda existe uma história por contar. Neil antes de dar o seu “grande passo” na Lua teve de resolver problemas muito mais prosaicos em Terra.

“Estavam prestes a embarcar numa missão que é a mais perigosa que alguma vez um humano tinha participado”, descreveu Robert Pearlman, um historiador da exploração espacial, à National Public Radio (NPR). “E tinham uma família que estavam a deixar para trás, quando existia um risco real de não conseguirem voltar”, acrescentou.

Este é o tipo de situação em que qualquer pessoa iria criar um seguro de vida. No entanto, esse seguro para alguém que estava prestes a partir num foguetão pela primeira vez à Lua custava uma fortuna.

Todavia, Neil Armstrong tinha uma “carta na manga.” Ele era famoso, tal como toda a tripulação da missão Apolo 11, e muitas pessoas queriam os seus autógrafos.

“Estes homens deram autógrafos desde o dia em que foram anunciados como astronautas e sabiam que, mesmo não havendo na altura a eBay, havia um mercado para estas coisas”, sublinhou Robert Pearlman à NPR. Especialmente para os “envelopes”( covers no termo original em inglês) – envelopes assinados pelos astronautas e enviados em datas importantes.

Um mês antes do lançamento da missão espacial Apolo 11, os três astronautas foram postos em quarentena. Então, nos tempos livres, durante as seguintes semanas, cada um assinou centenas de envelopes. Depois deram-nos a um amigo. Nos dias importantes – dia de lançamento e dia da aterragem na Lua – um amigo ficou incumbido de os levar até aos correios e enviá-los para as famílias dos astronautas. Era um seguro de vida em forma de autógrafos.

Caso não regressassem da Lua, as suas famílias poderiam vendê-los e juntar uma quantia avultada, assegurando a educação dos seus filhos. No entanto, os “envelopes seguro de vida” não foram necessários - Armstrong e Aldrin andaram na Lua e regressaram bem a casa.

Desde o regresso da missão Apolo 11, estima-se que os três astronautas tenham assinado mais de 10.000 autógrafos de graça. Porém, já nos anos 1990, “estes autógrafos começaram a aparecer em leilões”, contou Robert Pearlman.

Actualmente, um autógrafo da missão Apolo 11 pode custar até 30.000 dólares (aproximadamente 23.800 euros). 

 

Noticia do Público

16
Jul12

Guerra civil na Síria

olhar para o mundo

Com a chegada dos observadores da ONU, viram-se as primeiras imagens de Tremiseh

Com a chegada dos observadores da ONU, viram-se as primeiras imagens de Tremiseh (D. LEAL OLIVAS/AFP)

As autoridades sírias reagiram azedamente às acusações feitas pelo enviado especial da ONU e Liga Árabe, Kofi Annan, de que as forças governamentais usaram artilharia pesada no ataque a Tremseh, em violação do plano de pacificação para o país, avaliando-as como “apressadas”.

Admitiram porém, e pela primeira vez, que houve vítimas civis no que Damasco descreve como uma operação militar contra a rebelião que se opõe ao regime do Presidente, Bashar al-Assad. Os observadores internacionais no terreno avalizaram que aquele ataque visou posições rebeldes na vila.

“A equipa das Nações Unidas pôde observar que a operação teve por alvo casas de militantes rebeldes e desertores [do exército sírio]. Havia poças de sangue em algumas casas, e também muitos cartuchos de munições”, reportou a porta-voz da missão, Sausan Ghosheh, depois de os observadores terem estado na vila duas vezes no fim-de-semana.

Os observadores reportaram também que “uma escola ficou incendiada e muitas casas destruídas, com indícios de incêndios e tiros de artilharia, morteiros e de armas ligeiras”. Ghosheh insistiu que permanecem incertezas quanto ao número de vítimas em Tremseh, onde a oposição a Assad e activistas dizem ter havido um massacre.

Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos morreram entre 100 e 220 pessoas, em alguns casos famílias inteiras, no ataque das forças governamentais a Tremseh, entre quinta-feira e sexta-feira. O grupo relata que o exército esteve horas a bombardear, e depois avançou a milícia Shabiha, que começou a executar pessoas sumariamente, com tiros na cabeça. Um grupo de 17 pessoas, incluindo mulheres e crianças, terão morrido quando fugiam dos bombardeamentos.

Mas o Governo sírio recusa todas estas alegações, tendo frisado que o balanço de mortos em Tremseh foi de “37 terroristas”, usando a terminologia do Governo para se referir aos combatentes da rebelião, “e dois civis”. Um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros rejeitou também as alegações de que foram usadas armas pesadas.

“As forças do Governo não usaram aviões, nem helicópteros, nem tanques ou artilharia. A arma mais pesada usada foram RPG [granadas lançadas por rockets]”, asseverou Jihad Makdissi, depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros, Walid al-Moualem, ter recebido uma carta de Kofi Annan, em que este condenava que o regime voltasse a usar armas pesadas e helicópteros de combate contra as populações civis.

“O que aconteceu não foi um massacre, mas sim uma operação militar. O mínimo que pode ser dito do que esta carta afirma sobre o que se passou em Tremseh é que não se baseia nos factos. Tão diplomaticamente quanto nos é possível, afirmamos que a carta foi feita de forma apressada”, declarou Makdissi.

Guerra civil total

O Comité Internacional da Cruz Vermelha considera agora o conflito na Síria uma guerra civil total, querendo dizer que a lei humanitária internacional se aplica em todo o país.

A lei humanitária internacional estabelece, no fundo, regras de guerra – que tipo de força pode ser usada e em que circunstâncias – e a sua violação pode depois constituir crime de guerra. 

Antes, a Cruz Vermelha considerava que havia um conflito armado em alguns locais como Idlib, Homs e Hama. Mas um porta-voz da Cruz Vermelha afirmou que a situação mudou: “Estamos a falar agora de um conflito armado não internacional no país”, disse Hicham Hassan. 

Através do Crescente Vermelho, esta é a única organização humanitária capaz de operar no terreno na Síria. Mas o seu presidente do CICV, Jakob Kellenberger, queixava-se recentemente de que os seus funcionários não podem entrar livremente nas casas das pessoas por causa dos perigos constantes.

 

Noticia do Público

11
Jul12

Emprego, Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

olhar para o mundo

Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

Make it in Germany é um site criado pelo Governo alemão para atrair quadros qualificados para o país e que os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracia.

Querem engenheiros e bons médicos, precisam urgentemente de especialistas em ciência, tecnologia e matemática e têm falta de pessoal com qualificações profissionais. A Alemanha - que, em 2011, cresceu 3% - precisa de profissionais qualificados e está à procura deles em todo o mundo. 

 

Foi a pensar nisso que o Governo alemão criou o Make it in Germany, que convida profissionais do mercado global a entrarem no país e os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracias.

 

O site tem em conta as tendências do mercado alemão, onde o número de empregados – mais de 41 milhões – nunca foi tão alto, mas onde existem também algumas falhas. “Se nada for feito, até 2025 as alterações demográficas terão criado um défice de emprego de seis milhões de pessoas”, lê-se no site.

 

Trabalhar na Alemanha em cinco passos

O portal, disponível em alemão e inglês, é uma espécie de guia em cinco passos para trabalhar na Alemanha, onde se encontram informações práticas sobre o país – desde o visto de trabalho, a organização da vida familiar, a casa e seguros de saúde – e um útil resumo do que mais importante existe para saber sobre o país.

 

Para aliciar os mais hesitantes, existem mesmo vídeos gravados com quem já embarcou nesta experiência. A espanhola Maria estudou na Alemanha e conta que foi em Dresden que encontrou um emprego na sua área e ainda conseguiu juntar a música, uma paixão antiga: “As pessoas fazem-se sentir bem-vinda e sinto-me em casa aqui”, explica no vídeo.

 

Também a bioquímica americana Marie, a viver em Berlim, fala em condições de trabalho “perfeitas” e afirma que, se um dia tiver filhos, gostava que eles crescessem na Alemanha.

 

Com mais de 80 milhões de habitantes, a Alemanha é uma das mais fortes economias mundiais. Actualmente, existem cerca de 11 milhões de pessoas de outras nacionalidades a viver no país. 

 

Noticia do P3

29
Jun12

Mãe, o meu namorado pode dormir cá em casa?

olhar para o mundo

Mãe, o meu namorado pode dormir cá em casa

 

O tempo dos pais não é igual ao tempo dos filhos. Há três gerações, o namoro era fiscalizado no sofá da sala; há menos tempo ainda, o amor acontecia dentro de um carro, às escondidas dos adultos. Hoje os miúdos pedem aos papás para os namorados dormirem em casa. Perante o dilema, há dois grupos de pais. Os que estão preparados. E os que não estão. Ana Maria, mãe divorciada de 44 anos, sabia que esse momento iria chegar: "E chegou até mais tarde do eu esperava." Muito antes de o namorado de Sofia "fazer parte da família", mãe e filha conversaram muitas vezes sobre os assuntos do coração. 


Comunicar com os filhos é a primeira regra para os pais não serem apanhados desprevenidos, avisam os especialistas. "Falar desde cedo sobre as questões da sexualidade, afectos e cuidados a ter é uma preparação básica para esse momento", diz Maria João Moura, psicóloga da adolescência. A pergunta de Sofia chegou aos 18 anos, portanto, como mais uma etapa na vida da adolescente. E conhecer o rapaz foi um trunfo para a publicitária. O namorado aparecia para almoçar e jantar e, um dia, ficou até mais tarde: "Foi aí que surgiu o pedido, mas a minha filha já sabia que eu iria aceitar." Desde essa noite, na casa de Ana Maria, há lugar para mais uma escova de dentes e no frigorífico há também os iogurtes preferidos do namorado da filha. 

Houve fases em que Sérgio passou demasiado tempo em casa da namorada e fases em que o lugar da mãe no sofá da sala esteve seriamente ameaçado. As fronteiras foram redefinidas e agora há tempo para tudo: fins-de-semana para a filha passar com o namorado; fins-de-semana para a mãe passar com a filha e até saídas a três - a mãe, a filha e o namorado da filha.

Catarina, 18 anos, não fez nenhum pedido. Aos poucos foi mostrando à mãe que a mudança estava prestes a acontecer. Rute abriu a porta da sua casa aos amigos da filha. Catarina pedia para o namorado passar a noite quando ficava tarde: "O rapaz ficava no quarto dela e a minha filha comigo", conta a mãe de 53 anos. Uma noite, Rute acordou e a filha não dormia ao lado dela. Foi ao quarto ao lado e os dois dormiam juntos: "Foi o choque da minha vida!"A zanga saltou cá para fora no mesmo segundo: "Catarina!", gritou a mãe. Os adolescentes acordaram em sobressalto: "Nem sequer pediste a minha permissão", ralhou Rute. 

Catarina desfez-se em desculpas e, na manhã seguinte, foi a vez de a mãe também se desculpar: "Deveria ter esperado pelo dia seguinte para termos uma conversa." Mas, o arrependimento esconde mais razões. A mamã confrontou-se com uma imagem sua que desconhecia: "Eu, que sempre fui liberal, tive uma reacção intempestiva", confidencia Rute, assegurando que hoje "lida melhor" com o hóspede e as dormidas acontecem sempre com a sua autorização.

À distância de cinco anos, Rosarinho Correia, funcionária de um ginásio em Lisboa, nem se lembra "muito bem" do dia em que Carlota pediu para o namorado dormir "lá em casa". O namoro da filha durava há três anos e esse momento surgiu quando a adolescente completou 19 anos. "Muito antes disso, já o rapaz era da família", conta a mãe de 43 anos. Conhecer quem é que vai partilhar o mesmo tecto é condição para deixar qualquer mamã tranquila, mas não resolve todos os problemas: "Há sempre um desconforto, que tem a ver com a invasão do nosso espaço." A "estranheza" de encontrar o namorado da filha a tomar o pequeno-almoço na cozinha é um sentimento que nunca desapareceu: "O único pedido que fiz à minha filha foi que o convidasse nas noites em que estava a trabalhar." 

Gabriela Paiva, empresária de 56 anos, não teve de abrir a porta aos namorados das filhas. "Vou dormir em casa dele, mas não digas nada ao pai", pediram Mariana e Inês quando completaram 18 anos. A mãe não fez perguntas: "Senti-me privilegiada por me contarem." Gabriela é mãe de quatro filhos, logo passou quatro vezes pela mesma situação. 

Com os rapazes, foi diferente: "Nunca me disseram nada, mas sabia que dormiam em casa das namoradas. A única recomendação que fiz foi para terem os cuidados necessários." No caso das raparigas, as conversas sobre sexualidade começaram mais cedo: "Antes de tomarem a decisão, já tínhamos tido muitas conversas." Foi o suficiente para as filhas saberem que a mãe não iria julgá-las. E bastou para a mãe perceber que as filhas "sabiam o que estavam a fazer".

 

Via Ionline

 

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