Terça-feira, 04.06.13

É uma questão de igualdade: em Nova Iorque as mulheres podem fazer topless

É uma questão de igualdade: em Nova Iorque as mulheres podem fazer topless

Polícia da cidade foi relembrada de uma decisão de 1992.

 

Em Central Park, o enorme espaço verde no coração da cidade de Nova Iorque, EUA, muitas pessoas aproveitam para tomar banhos de sol. Se os homens se podem despir da cintura para cima, as mulheres também podem. Seja em Central Park, seja em qualquer ponto da cidade.

 

Em Fevereiro, a memória dos polícias foi refrescada com um memorando interno e, oralmente, por dez vezes: numa decisão de 7 de Julho de 1992, no estado de Nova Iorque, foi reconhecido o direito às mulheres de fazeremtopless, em nome da igualdade.

 

Os agentes não devem incomodar "os indíviduos, homem ou mulher, que se mostrem em público sem roupa da cintura para cima", diz o memorando a que a AFP teve acesso nesta segunda-feira.

 

Uma regra que, nos últimos anos, tinha sido esquecida pelas autoridades, que o diga Holly Van Voast, 46 anos, uma artista nova-iorquina que já se passeou pelas ruas da cidade em topless e foi presa, segunda ela, "dezenas de vezes". Algemada e levada para a esquadra, detida durante horas e acusada de "exposição indecente", acrescenta.

 

A artista – que é vista com regularidade em manifestações, no metro ou em bares, em topless –, apresentou uma queixa em tribunal, no passado dia 15 de Maio, contra a polícia e a cidade. Acusa-os de "assédio" e, na queixa, diz que já esteve presa num hospital psiquiátrico, durante seis dias, depois de ter sido presa junto a uma escola de 1.º ciclo, em Março de 2012.

 

Na queixa, Holly Van Voast invoca a decisão de 7 de Julho de 1992 e lembra o memorando que foi divulgado em Fevereiro passado. A queixa teve, para já, um resultado imediato: as nova-iorquinas que quiserem fazer topless, poderão fazê-lo com toda a tranquilidade este Verão.

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 23:56 | link do post | comentar
Domingo, 02.06.13

Festival de curtas portuguesas esgotou Cinemas Tribeca em Nova Iorque

Os Cinemas Tribeca, em Nova Iorque, esgotaram neste fim-de-semana para assistir à 3.ª edição do New York Portuguese Short Film Festival. Este evento divulga o trabalho de realizadores, actores e produtores portugueses na cidade norte-americana desde 2011.


Nesta edição, foram escolhidos 13 filmes de cerca de 100 candidatos ao festival organizado pelo Arte Institute. A directora da organização, Ana Ventura Miranda, explicou que “a participação foi muito superior à dos anos anteriores, tendo quase duplicado” e que “a qualidade dos filmes se manteve”.

No primeiro dia do festival, que encerrou no sábado, a sala encheu-se com portugueses, brasileiros, espanhóis, norte-americanos e suíços, “muitos deles ligados à indústria, como produtores, actores e distribuidores”, contou Ana Miranda.

A organização convidou para o júri personalidades do meio cinematográfico português, brasileiro e americano, tais como Alejandro Merizalde, do museu MoMA, o argumentista Rui Vilhena, o actor Ricardo Pereira, o blogger Carlos Filipe Freitas, o director de programação do Provincetown International Film Festival, Jared Earley, a fundadora da produtora CAVU, Isil Bagdadi, e o realizador americano Don Cato.

Isil Bagdadi, que também serve como júri no festival Sundance, disse que os critérios de selecção foram “o gosto pessoal, a originalidade e a qualidade da produção”. O que mais a surpreendeu foi “a ambição dos jovens realizadores portugueses”.

“Não conhecia muito cinema português, por isso achei inacreditável a qualidade dos concorrentes. A qualidade técnica, a densidade das histórias, muitas delas podiam ser transformadas em longas-metragens, o que mostra a ambição dos realizadores”, explica Isil Bagdadi.

Ana Ventura Miranda diz que o objectivo é que “o festival seja uma ponte para outros mercados, como o americano” e que a edição deste ano já tem resultados: duas curtas-metragens foram seleccionadas para o Provincetown International Film Festival e para o Queens World Film Festival.

O New York Portuguese Short Film Festival foi o primeiro festival de cinema português nos Estados Unidos e acontece em simultâneo em Portugal, no Brasil e em Inglaterra.

O festival é apoiado pela cidade de Nova Iorque, através do departamento de assuntos culturais.

Fundado a 11 de Abril de 2011, o Arte Institute é uma organização sem fins lucrativos, sediada em Nova Iorque, que dinamiza a produção e difusão de artistas e projectos de arte contemporânea portuguesa.

 

retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 21:58 | link do post | comentar
Quinta-feira, 26.07.12

O MISTÉRIO DO MONSTRO DE NOVA IORQUE

O monstro de Nova Iorque

É um porco? Um cão? Uma ratazana gigante? Para abreviar, chamaram-lhe monstro. A carcaça que deu à costa no East River, em Nova Iorque, tornou-se um mistério.

Um destes dias a fotógrafa nova-iorquina Denise Ginley passeava sob a ponte de Brooklin com o namorado, quando deu com o achado macabro. Uma carcaça inchada pela água, tão deformada que não se consegue perceber a sua origem.

«Ficámos horrorizados com o que vimos. Tirámos algumas imagens com o telemóvel, mas acabámos por decidir voltar com a minha câmara e arranjei coragem para subir a vedação e aproximar-me dele», contou ao New York Daily News.

A estranha carcaça que deu à costa no East River motiva palpites, suspeitas e teorias.Denise fotografou e enviou as imagens para o site Gothamist. Rapidamente se espalharam por sites e blogues, junto com a especulação sobre que criatura, ou que coisa, era aquilo. O Gothamist falou num rato gigante, mas também publica o palpite de um especialista em vida selvagem, Paul Curtis, a admitir que seja «um cão pequeno».

A verão oficial é que é um porco. Foi o que acharam os serviços municipais de Nova Iorque, que se desfizeram da carcaça. O New York Daily News cita Vickie Karp, porta-voz do Departamento de Parques, a dizer que era «um porco cozinhado» e que os funcionários o «deitaram fora». 

Portanto, não há mais hipóteses de tirar teimas, a não ser as fotos de Denise Ginley. E ela, por sinal, não concorda nada com a versão oficial. «O Departamento de Parques foi muito rápido a identificá-lo como um porco e a deitá-lo fora, mas decididamente não é um porco. Não tem uma pata fendida, esta criatura tem cinco dígitos», argumenta.

O caso do «monstro» do East River promoveu de imediato comparações com outro mistério por resolver, o do «Monstro de Montauk». Foi também uma carcaça estranha que deu à costa numa praia da região de Nova Iorque, em 2008, cuja origem é motivo de dúvidas até hoje. A explicação racional na altura era que seria de um guaxinim, mas a lenda sobreviveu. Até há um site dedicado ao «Monstro de Montauk», que se dedica a registar outras aparições estranhas.

 

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