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20
Set12

Novas metas para História, Geografia, Ciências Naturais, Físico-Química e Inglês

olhar para o mundo

O ano lectivo arrancou com normalidade, garantiu Nuno Crato no Parlamento

O ano lectivo arrancou com normalidade, garantiu Nuno Crato no Parlamento (Foto: Enric Vives-Rubio)


O ministro da Educação Nuno Crato anunciou esta tarde, no Parlamento, que serão elaboradas novas metas curriculares para várias disciplinas do ensino básico.

 

História, Geografia, Ciências Naturais, Físico-Química e Inglês são as disciplinas escolhidas, depois de, em Agosto, terem sido conhecidas as versões finais das metas curriculares para Português, Matemática, Tecnologias da Informação e Comunicação, Educação Visual e Educação Tecnológica. Para estas disciplinas, as metas curriculares já entraram em vigor. 

O ministro garantiu ainda que o novo ano lectivo, que abriu durante a semana passada, arrancou com normalidade. Segundo Crato, as aulas só não começaram em cinco escolas no país. 

Segundo um comunicado do gabinete de imprensa do ministério, Nuno Crato e os secretários de Estado Isabel Leite e Casanova de Almeida deslocaram-se esta tarde ao Parlamento, "por iniciativa própria, para uma declaração política sobre o inicio do ano lectivo nos ensinos básico, secundário e superior, seguindo-se um período de perguntas e respostas".

Em resposta ao deputado do PS, Rui Santos, que o interpelou sobre o “mistério” dos 200 mil alunos a menos em três anos, referido pelo ministro numa entrevista à TVI, Crato prometeu enviar ao parlamento as notas de imprensa do seu ministério a respeito deste tema. À saída do parlamento, questionado por jornalistas, o ministro acabou por admitir o que as estatísticas do seu ministério comprovam e o PÚBLICO já noiticou ou seja, que esta quebra se deveu “em grande parte” à saída do sistema de ensino dos adultos inscritos no programa Novas Oportunidades. 

Crato reconheceu também que o ano de referência do ministério para o cálculo desta redução coincide com um "boom" das NO. Na entrevista à TVI, Crato indicou razões demográficas como estando na base da quebra. 


A redução do número deralunos foi uma das razões apontadas pelo ministério para a diminuição do número de docentes. A maior parte dos adultos das NO estavam em processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), que são acompanhados essencialmente por formadores dos Centros Novas Oportunidades.

Crato frisou, contudo, que o “pano de fundo” para identificar as necessidades do sistema educativo é o de uma “redução drástica da natalidade ao longo dos anos” que, entre 1990 e 2010, já levou, segundo indicou no parlamento, a uma redução de 37% dos alunos inscritos no 1.º ciclo do ensino básico.


Quanto ao ensino superior, o ministro desatacou que, devido ao novo regulamento de bolsas, que permite “analisar em permanência” as candidaturas a este apoio, já foram analisadas e pagas “mais de mil". durante este mês

 

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