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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

20
Set17

Estreia do Teatro Zero com a peça A Geada Matou os Narcisos no O'culto da Ajuda

olhar para o mundo

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A Geada Matou os Narcisos 

E S T R E I A

O O’culto da Ajuda abre a temporada 2017/2018 com o acolhimento da primeira criação da companhia Teatro Zero, em cena de 21 de Setembro a 1 de Outubro.

 

A partir de Das Nest, do dramaturgo alemão Franz Xaver Kroetz, que serviu como ponto de partida para a exploração dos conceitos de posse, perda e consciência, e para a especulação sobre as consequências do não-pensamento, do não questionar.

 

Primeira criação do Teatro Zero, A Geada Matou os Narcisos conta com a interpretação de Ana Baptista e Francisco Sales, e encenação de Lília Lopes. Este espectáculo dispõe do apoio da Miso Music Portugal para a sua criação em residência no O’culto da Ajuda e com a co-encomenda da música ao compositor Carlos Brito Dias.

 

Travessa das Zebras, n.º 25/27
(à Calçada da Ajuda)
1300-589 Lisboa
12
Set17

Teatro - A GEADA MATOU OS NARCISOS no O'culto da Ajuda

olhar para o mundo

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 De 21 de setembro a 1 de outubro 

No 

O'culto da Ajuda

 

O O’culto da Ajuda abre a temporada 2017/2018 com o acolhimento da primeira criação da companhia Teatro Zero, em cena de 21 de Setembro a 1 de Outubro.

 

A partir de Das Nest, do dramaturgo alemão Franz Xaver Kroetz, que serviu como ponto de partida para a exploração dos conceitos de posse, perda e consciência, e para a especulação sobre as consequências do não-pensamento, do não questionar. Primeira criação do Teatro Zero,

 

A Geada Matou os Narcisos conta com a interpretação de Ana Baptista e Francisco Sales, e encenação de Lília Lopes. Este espectáculo dispõe do apoio da Miso Music Portugal para a sua criação em residência no O’culto da Ajuda e com a co-encomenda da música ao compositor Carlos Brito Dias.

05
Dez16

O'culto da Ajuda - MUTABILIS TEMPS D’IMAGES 2016

olhar para o mundo

MUTABILIS_BANNER_original_800x280.jpg

 

O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters • 09 de Dezembro • 19h00

 

MUTABILIS

TEMPS D’IMAGES 2016 

 

MUTABILIS, performance de Paula Pinto, António de Sousa Dias e Rita Casaes resulta da união de movimento, som e imagem, uma alegoria dos processos de mudança que nos atravessam e se entrecruzam em nós.


Lugares de encontro, uma abertura a diferentes modos de existência. Convivência de diferentes espaços, de diferentes tempos, lineares e cíclicos onde apenas a mudança é constante.

 

O título inspira-se na flor do Hibisco Mutabilis também conhecida por rosa-louca. Estas flores hermafroditas abrem pela manhã em branco puro e mudam no mesmo dia, tornando-se róseas, passando por um rosa vivo intenso, que acaba violáceo nos dias subsequentes.


Na passagem de um estado para outro, constantemente mudando de forma, pela experiência da plenitude do ser, o corpo converte-se em lugar de fina criação e fonte de todos os renascimentos, afirmando a vida nas suas transformações.

 

A performance desenvolve-se a partir da detecção de presença e movimento gerado pela intérprete de dança numa sala dotada de um sistema de som envolvente e vídeo-projecção frontal e vertical propondo uma experiência sensorial imersiva, buscando capturar o movimento vivo da realidade humana, um contributo para a abraçar na sua diversidade e profundidade.

 

Tal como a rosa-louca, apresenta-se agora MUTABILIS/branco estando previsto apresentar MUTABILIS/rosa no Festival Música Viva e MUTABILIS/violeta (performance-instalação) no Temps d’Images ambos em 2017.

 

Ficha artística:

Criação e Interpretação | 
Paula Pinto (movimento e figurino),
António de Sousa Dias (criação sonora e programação),
Rita Casaes (criação vídeo, videomapping),
Participação especial de Miguel Azguime (projecção sonora)
Execução de guarda-roupa | Alexandra Monteiro e Rafael Saldanha 
Desenho de Luz | Victor Azevedo 
Produção | Associação sentidosilimitados 
Co-Produção | Miso Music Portugal 
Residência de Criação | O’Culto da Ajuda

Este espectáculo é uma co-produção Miso Music Portugal / Temps d’Images

 

 
11
Mai16

O'culto da Ajuda DO AVESSO - Dramatículos 2 de SAMUEL BECKETT

olhar para o mundo
 
O'culto da Ajuda  

12, 13, 14 DE MAIO  ÀS 21H30  
DO AVESSO - Dramatículos 2 de SAMUEL BECKETT

Eu não, Acto sem palavras I e Cadeira de embalar

pelo Teatro da Rainha 

Tradução e dramaturgia | Isabel Lopes
Encenação | Fernando Mora Ramos
Design sonoro | Carlos Alberto Augusto
Desenho de Luz | Carina Galante
Interpretação | Isabel Lopes e Fábio Costa

Produção Teatro da Rainha

Parceria Miso Music Portugal / O'culto da Ajuda

M/ 16 anos
Duração | 50m

 

O'culto da Ajuda

O’culto da Ajuda

art music centre
because sound matters

O O’culto da Ajuda inaugurado nos dias 30 e 31 de Outubro de 2014, situado na Travessa das Zebras, nº 25/27 (à calçada da Ajuda em Belém) é um novo espaço da Miso Music Portugal para a pesquisa, a experimentação, a comunicação e a partilha de criações artísticas, que fomentam relações entre música e espaço, entre música e poesia, entre música e teatro, entre música e movimento, entre música e design; sendo a nova ópera com meios tecnológicos o nosso foco principal.

Morada:

Travessa das Zebras, nº 25/27, (à Calçada da Ajuda), 1300-589 Belém, Lisboa, Portugal 

GPS Latitude=38.699070   Longitude=-9.198810

+ 351 213620382

24
Abr16

"Eu Próprio o Outro" de Mário de Sá-Carneiro

olhar para o mundo

Mrio_de_S-Carneiro.jpg

 

 
EU PRÓPRIO O OUTRO DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO • Bruno Schiappa PERFORMANCE E CONVERSA COM O PÚBLICO 
 
 

O actor e encenador Bruno Schiappa realiza uma performance com leituras de textos de Mário de Sá-Carneiro, numa homenagem ao poeta no centenário da sua morte, por suicídio, em 1916. A performance será seguida de conversa com o público com o tema: "a performance  da palavra e a palavra enquanto performance".Um escritor cruza-se com uma personagem sobre a qual escreve. Durante o processo de escrita, o autor vai tecendo elogios ao outro e fazendo comparações consigo. Conforme se entrega febrilmente à paixão de escrever sobre esse “outro”, percebe que está a ficar perturbado, consumido e encurralado por ele. Mas quem será esse “outro”? Existirá fisicamente? Será um alter ego do escritor ou um ideal de si mesmo? E que medidas poderá o escritor tomar para se libertar desse “outro”?

 

Depois da performance que se pautará pela leitura e a escrita enquanto ações, seguir-se-à uma conversa/debate com o público sobre a performance da palavra e a palavra enquanto performance. Em que medida é, o ato criativo de escrever, uma performance? E o ato de ler? O que se altera quando outro lê o que um escreve? E quando o primeiro escreve estará a recriar-se? Estas questões terão como pano de fundo o centenário do suicídio de Mário de Sá-Carneiro a partir da novela Eu Próprio O Outro. Bruno Schiappa

 

Espectáculo em comemoração do Centenário da morte de Mário de Sá-Carneiro. 

 

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