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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

13
Jan13

Jesualdo com dedinho na segunda vitória do Sporting

olhar para o mundo

Jesualdo com dedinho na segunda vitória do Sporting

Quase nove meses depois, os “leões” voltaram a conseguir vencer um jogo fora de Alvalade. Labyad e Adrien marcaram os golos dos “verdes e brancos”.

 

O que é que uma equipa, em crise profunda, mais podia desejar num estádio onde não conseguia vencer há 38 anos? Marcar no primeiro remate à baliza. Após a inócua, mas moralizadora, vitória frente ao Paços de Ferreira para a Taça da Liga, o Sporting conseguiu um importante triunfo em Olhão, por 2-0, e afastou-se um pouco dos lugares de despromoção. O marroquino Labyad marcou e foi o homem do jogo. Jesualdo Ferreira continua 100% vitorioso.

 

Tal como tinha acontecido frente ao Paços de Ferreira, Jesualdo montou uma equipa de tracção ofensiva, com um jogador a actuar bem perto de Wolswinkel. No entanto, desta vez, não foi Jeffren que actuou nas costas do holandês. Jesualdo preferiu colocar o hispano-venezuelano num flanco e dar a titularidade a Labyad. O marroquino, que tem sido nas últimas semanas apontado como possível reforço do FC Porto, jogou a “10”, a posição que mais gosta, e mostrou que pode fazer a diferença nesta formação “leonina”. Destaque também para a titularidade de Miguel Lopes. O internacional português, que chegou há um par de dias a Alvalade envolvido no negócio da transferência de Izmailov para o FC Porto, realizou uma exibição segura.

Ao contrário do que já era habitual neste Sporting 2012-13, os jogadores “leoninos” entraram em campo com uma postura de equipa “grande”. Sem medo, os “leões” rapidamente empurraram o Olhanense para o seu meio-campo e, aos 3’, saiu o jackpot aos “verdes e brancos”: Labyad, com muita classe, rematou em arco, de fora da área, não dando hipóteses de defesa a Rafael Bracali. No primeiro remate à baliza do Olhanense, o Sporting colocava-se na frente o marcador e, depois da vitória frente ao Paços de Ferreira alcançada nos últimos segundos, os jogadores “leoninos” recebiam mais uma preciosa injecção de moral.

 

Do lado dos algarvios, à semelhança do que acontecia com Jesualdo, Manuel Cajuda realizava o segundo jogo como treinador do Olhanense, após estrear-se a meio da semana com um empate sem golos frente ao Moreirense, para a Taça da Liga. Para além do revés de sofrer um golo logo nos instantes iniciais, Cajuda tinha uma mão-cheia de indisponíveis (Luís Filipe, Maurício, Ivanildo, David Silva, Djaniny e Babanco) e teve que abdicar do internacional sub-21 Nuno Reis, emprestado ao Olhanense pelo Sporting.

 

O técnico olhanense, no seu estilo habitual, tinha afirmado na antevisão do jogo que a sua equipa era favorita e lembrou que é dos treinadores no activo com mais vitórias frente ao Sporting, mas os algarvios nunca mostraram argumentos para derrotar esta transfigurada equipa lisboeta.

Em vantagem muito cedo, o Sporting, com Labyad e Adrien a assumirem papel de destaque, realizou uma primeira parte agradável, mas após o golo apenas voltou a assustar Bracali aos 44’, num remate de Insúa. Já Rui Patrício, apenas aos 41’, num remate de Evandro, teve oportunidade para se mostrar.

 

A segunda parte não foi muito diferente. Os “leões” voltaram a entrar com um ritmo forte e, aos 55’, fizeram o xeque-mate aos algarvios: Labyad, sempre ele, iniciou a jogada e entregou a bola para Adrien que rematou. A bola desviou em André Micael e acabou no fundo da baliza de Bracali.

Depois, com os níveis de confiança em cima, o Sporting controlou a meia hora final de forma tranquila perante um Olhanense demasiado fragilizado. No final, para além dos importantíssimos três pontos, os “leões” deixaram o Algarve com uma vitória que pode ser o tónico que a equipa “leonina” tanto precisava para acabar a época de forma digna e chegar aos lugares “europeus”.

 

Noticia do Público

07
Out12

Oito golos dão empate em Braga

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oito golos dão empate em Braga

A seguir à euforia das vitórias em Guimarães e na Turquia, o Sporting de Braga esteve perto de um verdadeiro pesadelo. Os homens, que depois dos últimos resultados, começaram a falar em vencer um título a nível nacional, sofreram um empate (4-4) no seu estádio. Uma igualdade conseguida já nos descontos. Num jogo louco, espectacular, que deixou o Sp. Braga e o seu futebol ofensivo mais longe do líder.


O empate ficou a dever-se à estonteante eficácia de uma parte, sobre o desperdício da outra. Uma igualdade também conseguida pela exibição de um punhado de jogadores. Ivanildo foi um dos responsáveis pela tempestade. Babanco, então, realizou um jogo perfeito. Abdi e Bracalli, bem como a ineficácia ofensiva e defensiva dos bracarenses fizeram o resto.

Os dois golos de Ivanildo, em 10’, foram o rastilho que quase levaram à derrocada de uma equipa com ambições. Peseiro nem queria acreditar naquilo que via: os seus avançados desperdiçaram oportunidades; Leandro Salino constantemente superado por Babanco, que conseguiu dois cruzamentos para outros tantos golos.

Foi precisamente pelo flanco esquerdo que nasceu o primeiro golo, com o cabo-verdiano a cruzar e Abdi a antecipar-se a Douglão e a fazer o golo. A festa não durou muito. Hélder Barbosa, aos 8’, com um tremendo remate fez o empate, após passe para o centro da área. A seguir Rúben Micael, falhou uma oportunidade clara e Éder não fez melhor.

O Sp. Braga tentou tudo e esqueceu-se de um adversário que se sente à vontade sempre que tem espaço para sair em contra-ataque. Atitudes que se pagam caro. E, aos 25’, Ivanildo arrancou com a bola e do meio da rua encheu o pé, com a bola a bater em Douglão e a trair Beto. A loucura continuou, aos 34’, com Babanco mais uma vez a conseguir o cruzamento e Ivanildo a antecipar-se a um adversário e a fazer o golo. Um pesadelo atenuado, aos 48’, com um cabeceamento de Douglão, após livre de Hugo Viana.

Esperava-se que o Olhanense acusasse o golo e que o Sp. Braga finalmente apresentasse novamente o seu futebol apoiado. Não aconteceu uma coisa, nem outra. Repetiu-se foi, aos 55’, mais uma boa jogada de Babanco, Abdi rematou para defesa de Beto, mas de encontro a Rúben Amorim que fez autogolo. Logo a seguir Maurício podia ter transformado o resultado num verdadeiro escandalo, mas o cabeceamento foi devolvido pela barra.

A parte final foi de total pressing do Sp. Braga. Mossoró, aos 80’, rematou ao poste. E um minuto depois, uma bonita jogada do brasileiro a tirar o cruzamento, com Éder a aparecer junto à linha de golo a marcar.
Animaram-se as bancadas. Peseiro apostou tudo para chegar, pelo menos, ao empate, mas a equipa andou quase até ao final a bater com a cabeça na parede. Com Bracalli a defender tudo o que havia para defender. Só não segurou o desviu de Douglão já nos descontos. Um toque que minimizou os estragos.


Noticia do Público

02
Set12

FC Porto sofreu mas ganhou em Olhão

olhar para o mundo

FC Porto sofreu mas deu a volta ao marcador em Olhão

O FC Porto venceu neste sábado o Olhanense, no Estádio do Algarve, por 3-2 e conseguiu a segunda vitória na Liga. James Rodríguez, que começou o jogo no banco, foi decisivo para o triunfo.

 

Os campeões nacionais sofreram um rude golpe aos 13 minutos, quando Abdi finalizou com classe uma boa jogada do Olhanense construída pelo lado direito do ataque. Em desvantagem, Vítor Pereira mexeu na equipa e abanou com o jogo: aos 36', saiu Atsu, entrou James Rodríguez.

O colombiano empatou o encontro perto do intervalo, com um chapéu perfeito depois de uma saída precipitada do guarda-redes Ricardo. A bola sobrou para James que, de fora da área, desferiu um remate perfeito que nem os defesas do Olhanense conseguiram travar.

Depois do intervalo, os "dragões" regressaram mais decididos e Jackson deu um aviso sério com um remate ao poste. Pouco depois, aos 49', o reforço mais caro da época marcou mesmo: assistência perfeita de James e conclusão idêntica do compatriota. 2-1 no marcador e o FC Porto ficava mais descansado.

Aos 72', chegou mesmo o 3-1, quando Hulk aproveitou da melhor forma um alívio de recurso de Maurício. Segurou a bola na área e desferiu um remate poderoso com o pé esquerdo, ao qual Ricardo não conseguiu reagir.

O Olhanense, porém, ainda daria um ar da sua graça, por Targino. O avançado foi lançado no jogo aos 55' e 86', na cara de Helton, conseguiu reduzir a desvantagem. Os algarvios ainda tentaram chegar á igualdade com um forcing final, mas já não foram a tempo de evitar a derrota. A primeira da época.

Ficha de jogo

Olhanense, 2
FC Porto, 3

Jogo no Estádio Algarve. 
Assistência 9.498 espetadores. 

Olhanense Ricardo, Luís Filipe, Vasco Fernandes, Maurício, Babanco, Fernando Alexandre, Jander, Ivanildo (David Silva, 67'), Rui Duarte, Abdi e Yontcha (Targino, 55'). 
Treinador Sérgio Conceição. 

FC Porto Helton, Danilo, Maicon, Otamendi, Alex Sandro, Defour (Castro, 80'), João Moutinho, Lucho (Varela, 68'), Hulk, Jackson Martinez e Atsu (James Rodríguez, 36'). 
Treinador Vítor Pereira. 

Árbitro João Ferreira (Setúbal). 
Amarelos Alex Sandro (15'), Fernando Alexandre (20') e Abdi (27'). 

Golos 1-0, por Abdi, aos 13'; 1-1, por James Rodríguez, aos 43'; 1-2, por Jackson Martinez, aos 49'; 1-3, por Hulk, aos 72'; 2-3, por Targino, aos 86'.  


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