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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

17
Mai13

Parlamento aprova co-adopção por casais homossexuais

olhar para o mundo

Parlamento aprova co-adopção por casais homossexuais

Bancadas do PSD e do CDS tinham liberdade de voto. Diferença de cinco votos permite decisão surpreendente.

 

O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado esta sexta-feira no Parlamento com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções.

 

O diploma legislativo sobre co-adopção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo tem como primeiros subscritores os deputados socialistas Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves. O objectivo é que seja possível estender o vínculo de parentalidade de um dos elementos do casal (pai ou mãe biológica ou adoptante) ao seu cônjuge. O Parlamento discute ainda mais dois projectos do BE e um do PEV sobre adopção plena por casais homossexuais.

 

No dia mundial contra a homofobia, Isabel Moreira defendeu um projecto de lei que "chega atrasado para pais e mães e para crianças que muitas vezes na sua inocência desconhecem que o Estado desconsidera um dos seus pais".

 

Retirado do Público

20
Jan13

Há cada vez mais alunos com sono porque estiveram no computador até tarde

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Há cada vez mais alunos com sono porque estiveram no computador até tarde

Dores nos olhos, nas costas e na cabeça podem ser sinais de alerta para uso abusivo do computador ENRIC VIVES-RUBIO

 

Passam horas a fio a jogar online. Não comem, não dormem, nem vão à casa de banho. Há crianças que vão com sono para as aulas, adolescentes que faltam à escola para jogar. Os pais chamam-nos para jantar e eles pedem sempre mais cinco minutos que se transformam numa hora. Por vezes os pais desesperam, desligam a ficha e os filhos reagem de forma agressiva. Há quem peça aos pais para lhes levarem o jantar num tabuleiro ao quarto e outros que não conseguem passar nem dez minutos sem ir ao telemóvel.

 

Estas são apenas algumas histórias relatadas ao PÚBLICO por psicólogos que estiveram no Simpósio Internacional sobre o impacto das novas tecnologias no desenvolvimento das crianças, nos jovens e nas famílias, promovido pelo CADIn – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil. À margem do encontro, procuramos também perceber de que forma pode afectar o desempenho escolar, o comportamento e a atenção das crianças.

 

A psicóloga clínica Rosário Carmona e Costa, do CADIn, explica que para diferentes situações, como dificuldades de aprendizagem, ansiedade, problemas sociais e de sono, se tem vindo “a encontrar muitas vezes um denominador comum que é o uso excessivo da Internet, das redes sociais e dos jogos virtuais”.

 

O CADIn tem desenvolvido trabalho nesta área através do projecto CADInter@tivo e, entre outras actividades, promoveu sessões de sensibilização gratuitas nas escolas. Foi durante esses meses de “digressão” que Rosário Carmona e Costa se apercebeu como “estas questões estão, de facto, a afectar o dia-a-dia das crianças e jovens” e também dos pais que “parecem não saber o que fazer”.

 

Recolheu inúmeros testemunhos como o de um menino do 6.º ano que contou que o irmão, que não largava o computador, pediu ao pai que passasse a deixar o jantar num tabuleiro à porta do quarto – o pai acedeu. Ou crianças do 5.º ano com queixas de dores nos olhos, nas costas e na cabeça, sinais que podem ser de alerta para um uso abusivo do computador. Mas também há outras que contam que os pais lhes dizem para largar o computador, quando eles próprios estão no Ipad. Uma mãe “angustiada” ainda partilhou com Rosário Carmona e Costa que não conseguia que a filha guardasse o telemóvel no bolso das calças nem por dez minutos enquanto jantava.

 

 

 

Retirado do Público

11
Set12

PORTUGUÊS CRIA GEL «REVOLUCIONÁRIO» PARA TRATAR FERIDAS CRÓNICAS

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PORTUGUÊS CRIA GEL «REVOLUCIONÁRIO» PARA TRATAR FERIDAS CRÓNICAS

Um investigador português criou um gel «inovador» com células estaminais para o tratamento de feridas crónicas, mas para a aplicação desta terapêutica é preciso encontrar células criopreservadas compatíveis com o doente e que possam ser doadas.

A empresa Crioestaminal, que financiou em cerca de 300 mil euros a investigação, apresentou publicamente, nesta segunda-feira, o que apelida como um ¿«gel revolucionário com células estaminais do cordão umbilical para o tratamento de feridas crónicas».

Segundo o cientista Lino Ferreira, o gel deverá ser especialmente aplicado em pessoas diabéticas com úlceras nos pés que já não cicatrizam.

Produto desenvolvido com células estaminais do cordão umbilical destina-se a doentes diabéticos com úlceras nos pés que já não cicatrizam«É um gel que contem células estaminais do sangue do cordão umbilical e células derivadas destas células estaminais [endoteliais]» que é aplicado na ferida.

No entanto, o investigador admite que este gel não promove o tratamento, ou cicatrização completa das feridas, apenas «ajuda a cicatrizar».

A fabricação do gel, quando estiver comercializado, também obedece a regras, a principal das quais é a compatibilidade entre o dador e o doente.

Lino Ferreira explicou que primeiro é preciso encontrar um dador compatível com o doente específico e que, só então, é fabricado o gel com aquelas células, para aquele doente em particular.

A compatibilidade não parece ser problema, já que nestes casos não é preciso haver «compatibilidade completa», disse o investigador, especificando que «não serão necessárias muitas amostras, nem um leque muito grande de dadores para encontrar essa correspondência».

Para procurar células estaminais do cordão umbilical compatíveis, à partida, terá de ser com recurso a células criopreservadas.

No entanto, as células criopreservadas em bancos privados de células estaminais, como é o caso da Crioestaminal, são apenas para uso do próprio dador ou da família, pelo que um diabético não poderá contar com nenhuma das centenas de células criopreservadas nestes bancos.

Questionado sobre isto, o investigador não especificou qual seria a fonte deste material genético, limitando-se a responder que a procura «seria do ponto de vista alargado, junto de banco público ou privado».

O investigador diz que antes de dez anos não será possível ter o gel comercializado e não se compromete com datas para início dos ensaios clínicos com pessoas, adiantando apenas que está à procura de um parceiro que financie os ensaios, com um custo inicial estimado em um milhão de euros.

André Gomes, fundador e administrador da Crioestaminal, avança contudo que os ensaios serão lançados até ao final do ano, para estarem já a ser feitos a partir do próximo ano, com um grupo de 20 a 30 pacientes, por um período de dois a três anos.

Quanto ao financiamento, André Gomes garantiu que a Crioestaminal será o principal financiador do projeto e que está agora em negociações para arranjar um parceiro. 


Noticia do Push

13
Jul12

Guía útil para hablar de sexo con los hijos

olhar para o mundo

Guía útil para hablar de sexo con los hijos

Padre hablando con su hijo. | IÑAKI ANDRÉS

  • Los expertos recomiendan tranquilizarse, ser natural y afectivo
  • Los padres han de eliminar los prejuicios que tienen contra el sexo
  • No importa lo que se explica, sino también quien lo hace y lo que ven
anapixel

No existen fórmulas mágicas en la educación o crianza de los hijos, pero sí ciertos consejos que pueden ayudar de vez en cuando. Con esa intención, recopilaremos recomendaciones de expertos sobre ciertas preocupaciones del día a día.

 

Inseguridad, palabras trabadas, frases sin término... Aunque la sociedad trate de forma más natural temas que hace unas décadas ni se tocaban, todavía hay ciertas cuestiones que resultan incómodas y, entre ellas, sigue destacando el sexo.

 

Contra el tema tabú se impone la realidad. Los hijos van creciendo y su curiosidad también y muchos padres se enfrentan con pavor ante preguntas que van desde '¿qué es el coito?' hasta hablar con tus hijos sobre la extensa gama de anticonceptivos existentes. Muchos padres, por pura vergüenza, intentan escamotearse del tema confiando en las charlas que sobre sexo se dan en colegios e institutos; mientras otros suelen creer que todo es muy fácil hasta que llega el momento de ponerse a ello... y las palabras no salen.

 

Para los sexólogos consultados, la realidad pasa por el hecho de que el problema para muchos adultos no es tanto hablar de sexo con niños o jóvenes... siempre y cuando no sean los propios.

 

Precisamente, para que hablar de sexo no sea un sufrimiento, aquí va una 'guía de supervivencia para padres' con consejos de varios sexólogos.

Normalidad desde muy pequeños

"Lo primero es tranquilizarse, ser natural y afectivo, si estás cohibido o avergonzado los hijos lo van a notar. Hay que tener en cuenta que no tenemos que forzar un 'momento charla'; la sexualidad es inherente a nosotros y lo mismo que inculcamos una serie de valores morales, los padres han de eliminar los prejuicios al sexo y tratar el tema como otro asunto importante del ser humano", señala Francisca Molero, directora del Instituto de Sexología de Barcelona y vicepresidenta de la Federación Española de Sociedades de Sexología (FESS).

 

Hecho esto, los especialistas insisten en la importancia de que los padres se muestren accesibles cuando los hijos lo necesiten, "ya que cuando son preadolescentes la presión del grupo de amigos es muy fuerte, además existe internet y muchísima información no siempre veraz, y es tarea de los padres apoyarles cuando tienen dudas", explica Esteban Cañamares, psicólogo clínico y sexólogo, miembro del Colegio Oficial de Psicólogos de Madrid.

 

Para ello, desde que los hijos empiezan a preguntar, lo adecuado es ser sinceros. "Cuando son pequeños, sobre los tres o cuatro años, suelen hacer preguntas del tipo:'¿por qué yo tengo pene y mi amiguita no?' y cosas por el estilo. En estas edades hay que responder sólo a lo que te preguntan, ya que si les das más información los niños se pierden", comenta Roberto Sanz, psicólogo y sexólogo, miembro de la Fundación Sexpol. "También es importante no poner apodos absurdos ni caer en la vulgaridad, si al brazo le llamamos brazo, el pene es el pene", recomienda la doctora Molero.

 

"Además, cuando son pequeños no sólo importa lo que se explica, también quién lo hace y lo que los niños ven", explica esta doctora. "Si en casa los niños no ven una relación sana es difícil que entiendan que la sexualidad es sobre todo afecto", explica. Igualmente, "los más pequeños son dados a tocarse los genitales en público. No sirve de nada regañarles ni reírle las gracias. Hay que explicarles que esto entra dentro del ámbito privado, así como una correcta higiene", comenta el doctor Cañamares.

La difícil etapa de la pubertad

Pero si hablar con un niño pequeño puede llegar a ser relativamente sencillo, la cosa se complica para muchos padres cuando su hijo llega a la pubertad, las preguntas son más incisivas... y eso cuando el chico no se cierra. "Es una etapa complicada porque el adolescente se cierra frente a los padres, busca su propia identidad. Pero sólo hay una manera de evitar que nuestros hijos no tengan la confianza suficiente para hablar con nosotros de estos temas: que durante su vida hayamos tratado estos temas con naturalidad, demostrándole que puede hablar con nosotros cuando lo necesite", explican los tres especialistas.

 

Si conseguimos esta confianza con el hijo, a partir de los ocho o nueve años llegarán preguntas del estilo: '¿qué es el coito?' A la pregunta incómoda por excelencia, llega el momento de comportarse como hasta ese momento: "Lo que hay que explicar es que el coito es la sexualidad centrada en el disfrute del propio cuerpo y del de otra persona, pero que la penetración no es la única forma, que existen otras maneras de placer y de disfrute, ya sea con la masturbación o con una persona que te gusta, y que van desde las caricias a los besos hasta el propio coito", responde Roberto Sanz.

"Además, los padres tienen que entender que con 14 ó 15 años es probable que nuestros 'pequeños' ya se hayan podido acostar con alguien. En la actualidad esta es la edad en la que se empiezan a mantener relaciones y no hay que escandalizarse", dice la doctora Molero.

 

Por otra parte, "hay una práctica bastante extendida que es la de asustar a los chicos", confirma la doctora Molero. "Cuando cumplen los 12 para arriba se les suele hablar del riesgo de quedarse embarazadas, de las enfermedades de transmisión sexual... Evidentemente, los riesgos hay que hablarlos, pero no centrarnos sólo en ellos porque lo que conseguimos es o meterles miedo o directamente que no hagan caso", añade.

 

Así, "una táctica bastante buena es hablar de los temas cuando se tenga ocasión y con normalidad. Si sale una noticia en la televisión, si se trata en un libro... Son buenas oportunidades para sacar el tema y explicar los riesgos de forma natural", explican los especialistas.

 

¿Y cuáles son los mitos a desterrar? "Hay muchos padres que piensan que si se trata con naturalidad la sexualidad se incita al joven a mantener relaciones antes, pero es justamente al contrario.A un joven bien informado no le podrá la presión social que a estas edades se sufre con el grupo de amigos y será capaz de plantear todas sus dudas", explica Cañamares. Algo importante cuando se tienen las primeras relaciones y no se sabe cuándo se está preparado.

 

"Por mucha información que haya en internet o en los colegios sobre educación sexual, el papel de los padres es fundamental. Si hay confianza y el chico está informado no sufrirá estos problemas", comenta el doctor Sanz. "Todavía existe una sobrevaloración de la sexualidad que hace que se caiga en los estereotipos. Por ejemplo, suele ser diferente hablar de este tema con los chicos o con las chicas. Todavía existe aquello de meter a las chicas en una burbuja de virginidad, mientras que la sociedad en general se está masculinizando y se empuja a la chica en sus relaciones, son dos polos y ninguno es bueno", finaliza este doctor.

 

Retirado do El Mundo

29
Jun12

Mãe, o meu namorado pode dormir cá em casa?

olhar para o mundo

Mãe, o meu namorado pode dormir cá em casa

 

O tempo dos pais não é igual ao tempo dos filhos. Há três gerações, o namoro era fiscalizado no sofá da sala; há menos tempo ainda, o amor acontecia dentro de um carro, às escondidas dos adultos. Hoje os miúdos pedem aos papás para os namorados dormirem em casa. Perante o dilema, há dois grupos de pais. Os que estão preparados. E os que não estão. Ana Maria, mãe divorciada de 44 anos, sabia que esse momento iria chegar: "E chegou até mais tarde do eu esperava." Muito antes de o namorado de Sofia "fazer parte da família", mãe e filha conversaram muitas vezes sobre os assuntos do coração. 


Comunicar com os filhos é a primeira regra para os pais não serem apanhados desprevenidos, avisam os especialistas. "Falar desde cedo sobre as questões da sexualidade, afectos e cuidados a ter é uma preparação básica para esse momento", diz Maria João Moura, psicóloga da adolescência. A pergunta de Sofia chegou aos 18 anos, portanto, como mais uma etapa na vida da adolescente. E conhecer o rapaz foi um trunfo para a publicitária. O namorado aparecia para almoçar e jantar e, um dia, ficou até mais tarde: "Foi aí que surgiu o pedido, mas a minha filha já sabia que eu iria aceitar." Desde essa noite, na casa de Ana Maria, há lugar para mais uma escova de dentes e no frigorífico há também os iogurtes preferidos do namorado da filha. 

Houve fases em que Sérgio passou demasiado tempo em casa da namorada e fases em que o lugar da mãe no sofá da sala esteve seriamente ameaçado. As fronteiras foram redefinidas e agora há tempo para tudo: fins-de-semana para a filha passar com o namorado; fins-de-semana para a mãe passar com a filha e até saídas a três - a mãe, a filha e o namorado da filha.

Catarina, 18 anos, não fez nenhum pedido. Aos poucos foi mostrando à mãe que a mudança estava prestes a acontecer. Rute abriu a porta da sua casa aos amigos da filha. Catarina pedia para o namorado passar a noite quando ficava tarde: "O rapaz ficava no quarto dela e a minha filha comigo", conta a mãe de 53 anos. Uma noite, Rute acordou e a filha não dormia ao lado dela. Foi ao quarto ao lado e os dois dormiam juntos: "Foi o choque da minha vida!"A zanga saltou cá para fora no mesmo segundo: "Catarina!", gritou a mãe. Os adolescentes acordaram em sobressalto: "Nem sequer pediste a minha permissão", ralhou Rute. 

Catarina desfez-se em desculpas e, na manhã seguinte, foi a vez de a mãe também se desculpar: "Deveria ter esperado pelo dia seguinte para termos uma conversa." Mas, o arrependimento esconde mais razões. A mamã confrontou-se com uma imagem sua que desconhecia: "Eu, que sempre fui liberal, tive uma reacção intempestiva", confidencia Rute, assegurando que hoje "lida melhor" com o hóspede e as dormidas acontecem sempre com a sua autorização.

À distância de cinco anos, Rosarinho Correia, funcionária de um ginásio em Lisboa, nem se lembra "muito bem" do dia em que Carlota pediu para o namorado dormir "lá em casa". O namoro da filha durava há três anos e esse momento surgiu quando a adolescente completou 19 anos. "Muito antes disso, já o rapaz era da família", conta a mãe de 43 anos. Conhecer quem é que vai partilhar o mesmo tecto é condição para deixar qualquer mamã tranquila, mas não resolve todos os problemas: "Há sempre um desconforto, que tem a ver com a invasão do nosso espaço." A "estranheza" de encontrar o namorado da filha a tomar o pequeno-almoço na cozinha é um sentimento que nunca desapareceu: "O único pedido que fiz à minha filha foi que o convidasse nas noites em que estava a trabalhar." 

Gabriela Paiva, empresária de 56 anos, não teve de abrir a porta aos namorados das filhas. "Vou dormir em casa dele, mas não digas nada ao pai", pediram Mariana e Inês quando completaram 18 anos. A mãe não fez perguntas: "Senti-me privilegiada por me contarem." Gabriela é mãe de quatro filhos, logo passou quatro vezes pela mesma situação. 

Com os rapazes, foi diferente: "Nunca me disseram nada, mas sabia que dormiam em casa das namoradas. A única recomendação que fiz foi para terem os cuidados necessários." No caso das raparigas, as conversas sobre sexualidade começaram mais cedo: "Antes de tomarem a decisão, já tínhamos tido muitas conversas." Foi o suficiente para as filhas saberem que a mãe não iria julgá-las. E bastou para a mãe perceber que as filhas "sabiam o que estavam a fazer".

 

Via Ionline

 

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