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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

18
Fev13

Carta de um sargento do Exército a Passos Coelho

olhar para o mundo

Carta



DE UM SARGENTO DO EXERCITO ... A PASSOS COELHO


Carta Registada com Aviso de Recepção
SENHOR PRIMEIRO MINISTRO

Sou prático e pretendo ser sucinto, como tal,
vou directo ao que me move.

Tomo esta iniciativa, imbuído de uma profunda tristeza e corrompido por uma revolta sem controlo que só a muito custo, tento dominar.

Tenho 59 anos, uma vida preenchida de sofrimento e vivências que me obrigam a denunciar a pouca vergonha que reina neste país.

Quero desde já dizer-lhe que o senhor não me desiludiu politicamente porque sou apolítico e apartidário.

Por isso, políticos, ou seja, malabaristas da política, chamo malabaristas para não chamar aldrabões da política e partidos políticos, não me desiludem.

A única vez que votei na minha vida foi na 1a candidatura do Exmo Senhor General Ramalho Eanes que foi meu CHEFE e com muito orgulho, é meu Superior Hierárquico e na História do 25 de Abril foi, em minha opinião, o único Comandante Supremo das Forças Armadas, por inerência de funções e por direito de posto e Conduta Ética.

Desde há largos anos a esta parte que vejo a minha PÁTRIA, por quem jurei fazer sacrifícios e dar a minha vida, como o fizeram o Senhor meu Pai, que verteu sangue por ELA, assim como vários Familiares e Amigos, culminando num primo que lhe ofereceu o melhor que tem um Ser Humano:- A VIDA.

E o que temos hoje?

Um país hipotecado, sem lei, sem justiça 
e paulatinamente alienado a preço irrisório.

Assiste-se a um festival de propagandas eleitorais, promovido por aldrabões e gente sem vergonha, sem decoro, sem ética e sem respeito pelo semelhante, principalmente pelos idosos e crianças.
Já não falo na Instituição Militar, que não me espanta estar queda e muda, pois os respectivos chefes perdem toda a legitimidade ao permitirem-se ser nomeados por uns quaisquer políticos, em vez de serem eleitos pelos seus subordinados, no seio da Família Castrense.

Assim, sou daqueles que por questão de Ética, 
se recusam a rever-se nestes chefes assim nomeados.

Respeito-os hierarquicamente, pois os Regulamentos assim me obrigam, e, nada mais.

De facto, a minha PÁTRIA, transformou-se neste país de vilãos e aldrabões políticos em que o senhor é um deles.

Quer desmentir-me?

Pode perfeitamente insistir nesse teatro mas tenho boa memória e sou inteligente.

Recordo-me de alguns debates políticos em que o senhor foi protagonista, e lembro-me de promessas que não só não cumpriu, como atraiçoou.

Lembro-me perfeitamente de ter chamado várias vezes, 
mentiroso, ao senhor Sócrates.

Por acaso, já fez um exame de consciência, se é que a tem!?!

Se o fez, pode facilmente perceber que o adjectivo que usou para definir o senhor Sócrates, é demasiado lisonjeiro para o catalogar a si.

Sabe? Na Ética Militar diz-se que “ a consciência é o nosso melhor juiz, enquanto não a assassinarmos”.

O senhor já assassinou a sua com a avalanche de mentiras com que tem presenteado o Povo Português.

Outra afirmação sua que retenho na memória é de que o senhor disse aos Portugueses, ser “o candidato mais africano”.
Penso que se referia ao facto de ter casado com uma Senhora Africana!?!

Pois bem, sou Transmontano de nascimento e Africano de crescimento.

Nasci com os géneses da coragem, da lealdade, da verdade, do respeito, da honra e da solidariedade.

Foram estes valores morais que aprimorei e interiorizei no meu crescimento Africano.

Posso absolutamente garantir-lhe que se o senhor dissesse na Guiné, metade das mentiras que tem dito neste país, já lhe tinham cortado o pescoço.

Na Guiné, tuga mintroso, cá tá lebsi ginte garande.
Na Guiné, tuga mintroso, cá tem falta di respito pa home e minher garande, nim minino qui cá tene maldade na coraçon.

Pois é meu caro senhor, se não souber traduzir as frases atrás escritas, peça à sua Excelentíssima Senhora Esposa que lhe faça esse favor, e desde já, se me permite, com todo o respeito lhe endereço “mantenhas” e tudo “nha respito” e “consideraçon”.

Já agora, aproveite a oportunidade para ler, estudar e meditar um pouco sobre a personalidade chamada Amílcar Cabral, para perceber o que é um HOMEM que nasceu para ser Líder, para libertar o seu POVO e não para o espezinhar e vender a uma qualquer Troika como o senhor e todos os políticos sem vergonha que o antecederam, fizeram e fazem.

Mas se o incomoda aprender com um Líder Africano, recorra à história do Senhor Sá Carneiro que de certeza está incomodadíssimo onde quer que Deus o guarde, por ver homens sem palavra a fazerem parte de um partido a quem deu credibilidade e o senhor, bem como outros como o senhor, denigrem e maculam.

Senhor Pedro Passos Coelho, saiba que tal como o senhor rasgou as páginas da Constituição que contêm os artigos que o obrigam a cumprir os seus deveres de pagamento dos salários, pensões e subsídios, também eu me recuso a cumprir os artigos dessa mesma Constituição que me possam obrigar a reconhecê-lo como meu 1o ministro.

Jurei cumprir e fazer cumprir uma Constituição que obriga os políticos, as F.A. e as Forças de Segurança, a serem o garante da defesa da Pátria e do seu Povo.

Não cumpro nem defendo, uma Constituição adulterada por si e por uma justiça que fecha os olhos a toda esta vilanice.

Muito teria para lhe dizer mas, prometi ser sucinto.

É muito mais demolidor o sentimento de raiva, de revolta de indignação, do que tudo o que escrevi.

Para que não fique com a ideia que me acobardo atrás de um qualquer anonimato, quero dizer-lhe que me chamo José António Neves Rodrigues e que sou com muito orgulho, ética e muita honra, Sargento do Exército Português e ao serviço de um POVO e de uma PÁTRIA que se chama PORTUGAL.

Lisboa, 11 de Fevereiro de 2013


retirado Facebook

30
Nov12

PERSONALIDADES ASSINAM CARTA ABERTA A PEDIR DEMISSÃO DE PASSOS

olhar para o mundo

PERSONALIDADES ASSINAM CARTA ABERTA A PEDIR DEMISSÃO DE PASSOS

Uma carta aberta encabeçada pelo ex-presidente da República Mário Soares pede a demissão do primeiro-ministro, Passos Coelho, por «embuste» e acusa o Governo de «fanatismo cego». A missiva, a que a TVI teve acesso, foi enviada a São Bento e entregue ao primeiro-ministro, com cópia para Cavaco Silva. 

Personalidades políticas e de vários quadrantes da sociedade, num total de 78 nomes, admitem «ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República».

Na carta pode ler-se que o Governo não pode invocar desconhecimento da situação do país, pois o memorando de entendimento com a troika já estava assinado quando se realizaram eleições, há um ano e meio. 

«O Programa eleitoral sufragado pelos Portugueses e o Programa de Governo aprovado na Assembleia da República, foram em muito excedidos com a política que se passou a aplicar. As consequências das medidas não anunciadas têm um impacto gravíssimo sobre os Portugueses e há uma contradição, nunca antes vista, entre o que foi prometido e o que está a ser levado à prática».

Missiva é encabeçada por Mário Soares e tem 78 nomes de personalidades de várias áreas da sociedadePor essa razão, os signatário não têm dúvidas em considerar que «os eleitores foram intencionalmente defraudados» e que «nenhuma circunstância conjuntural pode justificar o embuste».

A carta dá conta de um «clamor» nacional «contra o Governo», mas mesmo assim «o Governo não hesita porém em afirmar, contra ventos e marés» que não irá ceder na austeridade. 

«Ao embuste, sustentado no cumprimento cego da austeridade que empobrece o País e é levado a efeito a qualquer preço, soma-se o desmantelamento de funções essenciais do Estado e a alienação imponderada de empresas estratégicas, os cortes impiedosos nas pensões e nas reformas dos que descontaram para a Segurança Social uma vida inteira, confiando no Estado, as reduções dos salários que não poupam sequer os mais baixos, o incentivo à emigração, o crescimento do desemprego com níveis incomportáveis e a postura de seguidismo e capitulação à lógica neoliberal dos mercados».

Os signatários lamentam: «O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo». 

Face a um «Orçamento de Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão», os signatários desta carta consideram que «o crescente clamor que contra o Governo se ergue, como uma exigência, para que o Senhor Primeiro-Ministro altere, urgentemente, as opções políticas que vem seguindo, sob pena de, pelo interesse nacional, ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências»

Além de Mário Soares, a carta leva a assinatura de personalidades como o arquiteto Álvaro Siza Vieira, o sociólogo Boaventura Sousa Santos, o sociólogo Bruto da Costa, o socialista Eduardo Ferro Rodrigues, o filósofo Eduardo Lourenço, o professor João Ferreira do Amaral, o historiador Fernando Rosas, o ex-ministro Manuel Maria Carrilho, o ex-sindicalista Carvalho da Silva, o jurista Vítor Ramalho, entre muitos outros.

 

Ler a carta aqui

 

Noticia do Push

04
Nov12

Vergonha foi a palavra mais escrita no Facebook de Passos Coelho

olhar para o mundo
Vergonha foi a palavra mais escrita no Facebook de Passos Coelho (Foto: Nuno Ferreira Santos)
Uma equipa de investigadores portugueses analisou mais de 51 mil comentários deixados na página do primeiro-ministro, após a mensagem que Passos Coelho escreveu aos portugueses na noite de 8 de Setembro. Há quem veja os comentários como uma “manifestação online” ou “uma catarse”. Mas aqui também pode estar um retrato da sociedade de hoje

“Vergonha”, “pobre” e “coragem” foram as três palavras mais repetidas nos comentários escritos no Facebook de Passos Coelho num intervalo de nove dias. Nesse intervalo de tempo, entre 8 de Setembro (dia da publicação da mensagem) e 17 de Setembro (dois dias depois das manifestações de dia 15, que reuniram dezenas de milhares de portugueses nas ruas), foram escritos 51.566 comentários em reacção à mensagem que o primeiro-ministro assinou como “Pedro” e no qual disse ter feito “um dos discursos mais ingratos quem um primeiro-ministro pode fazer”. Até hoje já foram quase 78 mil comentários a essa mensagem que se seguiu ao anúncio da intenção de aumentar as contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social. A medida acabou por não avançar depois de muitas críticas e de uma reunião do Conselho de Estado em que o Governo foi convidado a explicar-se. Já os comentários no Facebook continuaram a crescer. Uma equipa de investigadores, no âmbito de um projecto em jornalismo computacional, extraiu as reacções e fez uma lista com as 50 palavras mais repetidas. 

Com base nessas palavras, foi desenhada uma “nuvem” dinâmica, na qual os vários termos surgem dentro de bolhas com um tamanho maior ou menor, consoante o número de ocorrências da palavra. Quanto mais vezes foi escrita, maior é o tamanho da bolha. “Sacrifício”, “mentiroso”, “desemprego”, “pior” ou “fome” estão dentro das maiores bolhas; “merda”, “poleiro”, “lata”, “equidade”, “cambada” ou “democracia” nas mais pequenas.

Para ver o gráfico, numa página separada clique aqui

Retirado do Público
28
Set12

PASSOS COELHO VAIADO POR JOVENS NO ESTORIL

olhar para o mundo
Passos Vaiado por jovens

 

Pedro Passos Coelho foi vaiado esta tarde à saída de um encontro que manteve com empresários no Estoril. O protesto foi dirigido ao primeiro-ministro por vários jovens que lhe perguntaram pelos dias que aí vêm. «E o nosso futuro?», questionava uma jovem à entrada do Centro de Congressos do Estoril.

Nas últimas semanas, as vaias ao primeiro-ministro e membros do Governo têm sido uma constante e a segurança sido estado reforçada. Quarta-feira, um segurança de Passos impediu a TVI de o filmar quando foi assobiado e insultado por um aluno à chegada para uma homenagem a Adriano Moreira no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa. 

Passos Coelho admitiu esta quinta-feira ter ficado surpreendido com o nível da discussão em torno da proposta do Governo para aumentar as contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social, a par com um corte da Taxa Social Única (TSU) a pagar pelas empresas, sobretudo com a argumentação dos empresários.

Jovens interrogavam o primeiro-ministro: «E o nosso futuro?»«Foi com alguma surpresa que vi algum nível de argumentação em torno da discussão desta matéria», disse.

No encontro, o chefe do Governo sublinhou a importância da disponibilidade dos portugueses para prosseguirem o «esforço de ajustamento» da economia portuguesa, afirmando que «se isto vai tudo correr bem ou tudo correr mal» depende muito da vontade coletiva.

Revelando não ter dúvidas de que o país está no rumo certo, questionou no entanto «a vontade suficiente e a consciência necessária para continuar este processo daqui para a frente ou não».

«Quanto ao nível de vontade coletiva e de consciência coletiva do que temos de fazer daqui para a frente, a mim cabe-me fazer alguma pedagogia, dar algumas pistas de reflexão, mas sois vós, no conjunto, é a sociedade que tem de se manifestar quanto a isso. Saber se daqui para a frente isto vai tudo correr bem ou tudo correr mal depende muito da nossa vontade coletiva e da consciência que temos dos problemas», afirmou Passos Coelho.

 

Noticia do Push

14
Set12

AUMENTO DA TSU NÃO É IGUAL PARA TODOS

olhar para o mundo

Passos coelho; AUMENTO DA TSU NÃO É IGUAL PARA TODOS

O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira que o aumento de 7 pontos percentuais na contribuição à Segurança Social não será igual para todos. Passos Coelho afirmou, em entrevista à RTP, que decorreu na residência oficial, que haverá uma «modelação» na medida, de forma a poupar os rendimentos mais baixos, nomeadamente no caso do salário mínimo nacional.

«Precisamos de modelar a medida para que quem tenha menos recursos seja poupado a este ajustamento», sublinhou o primeiro-ministro, acrescentando que os detalhes da «discriminação positiva» serão discutidos com os parceiros sociais.

«Teremos de ter o cuidado na modelação da medida - ou através de um crédito fiscal ou através da diferenciação da própria taxa - para garantir que os vencimentos mais baixos não são afetados», insistiu, acrescentando que tudo fará para que a «modelação da medida seja feita antes da entrega do Orçamento do Estado para 2013».

Primeiro-ministro garante que «salários mais baixos» serão poupados e que preços vão baixarJá sobre o documento, que será apresentado a 15 de outubro, e questionado sobre se teme o apelo de Ferreira Leite, que pede aos deputados para decidirem segundo a sua consciência, o primeiro-ministro respondeu que «seria uma tragédia se o orçamento não fosse aprovado».

«Criaremos uma forma de discriminar positivamente quem tem rendimentos mais baixos, senão seria tão injusto como a desvalorização cambial», ocorrida na anterior intervenção do FMI, em Portugal, em 1983. Passos Coelho recordou esta medida, no tempo em que era primeiro-ministro Mário Soares: «Coitado, deu a cara por esta medida, teve de a implementar, mas as pessoas perderam 20% do seu poder de compra, foi muito mais grave do que esta desvalorização».

Sobre o coro de protestos, nomeadamente dos empresários que não querem esta medida, Passos Coelho insistiu: «Ninguém acredita que possa ser indiferente reduzir em quase 6% o custo do trabalho». 

Já questionado sobre as críticas que foram feitas por Belmiro de Azevedo, o maior empregador depois do Estado, que teme a degradação do poder de compra dos portugueses, com este corte salarial, Passos Coelho respondeu diretamente: «Se Belmiro de Azevedo acha que vai vender menos, que aproveite a vantagem de redução do custo pessoal para baixar os preços e não aos produtores primários».

Mas Passos Coelho assegura que é possível em «vários segmentos da economia garantir essa baixa de preços», como nos CTT, por exemplo, mas também nos «transportes públicos».

«O Estado pode garantir a baixa de preços também indiretamente, através de reguladores, nas empresas sem concorrência».

E com isto, garante, a «redução real dos salários das famílias será menor do que parece».

Quanto ao acordo que pode ser alcançado com os parceiros sociais, relativamente a este medida de aumento da contribuição da Segurança Social dos trabalhadores, que compensam a redução da taxa para as empresas, o chefe do Governo sublinhou que tem demonstrado abertura para, em sede de negociação, encontrar com os parceiros sociais a forma mais adequada».

Questionado sobre se acredita que o acordo concertação social, já alcançado, pode ser quebrado, Passos não acredita que tal possa acontecer e revelou que «ainda ontem foi fechado um acordo para a reforma do setor portuário, com a UGT».

«É a debater que a gente se entende», afirmou ainda, explicando que no primeiro ano de aplicação «o efeito sobre a atividade económica é ligeiro, mas o impacto na defesa do emprego é importante: Portugal arriscava ter quase 17% de desemprego se esta medida não fosse aplicada».

Na entrevista à RTP, Passos Coelho garantia ainda que o corte de salários e subsídios durará até 2015 e que Estado poupa mais 250 milhões com PPP já em 2013.

 

Noticia do Push

30
Jul12

Passos garante que o controlo alimentar continua a ser feito

olhar para o mundo
Passos afirma que
Passos afirma que "não existe qualquer perda de intervenção nem de regulação no sector" (Nuno Ferreira Santos)
O primeiro-ministro garantiu esta segunda-feira que o Estado continua a fazer o controlo alimentar e fitossanitário pelo que não há motivos para que os portugueses tenham qualquer sentimento de insegurança.

"Não existe qualquer perda de intervenção nem de regulação nesse sector. O Estado tem, embora com intervenção de tipo diferente, respondido à necessidade de dar garantias de controlo alimentar e fitossanitário”, afirmou Pedro Passos Coelho, quando questionado pelos jornalistas sobre o facto de a ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica ter suspendido a recolha de amostras há alguns meses.

Questionado no final da visita que realizou Unidade Especial de Polícia, em Belas, concelho de Sintra, o primeiro-ministro realçou não poder dar mais pormenores do que os já dados pela ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, mas vincou não existir "nenhuma razão para alimentar quaisquer polémicas nem para deixar nos portugueses qualquer sentimento de insegurança".

Assunção Cristas disse esta manhã na comissão parlamentar de Agricultura e Mar dedicada à Política Agrícola Comum que “não existe nenhum problema para a saúde pública. Os alimentos estão a ser analisados e a saúde dos portugueses não está em risco, apesar de ter sido reduzida a participação da ASAE” em termos de fiscalização alimentar. 

 

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