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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

03
Jun13

Miniconto: És uma bruxa que tem um Soares! Muito "fish"...

olhar para o mundo

Isto é um miniconto; qualquer semellhança com a realidade é pura fição 


Gosto de bruxas. "I put a spell on you ... Cause you're mine", canta Nina Simone... Onde deixaste a tua vassoura? E a varinha mágica? Faz-te mesmo falta, ou és mais menina para fazer poções? Gosto da cor dos teus olhos, não é azul, nem é verde, é o que é, a cor dos teus olhos. Castanhos leais? Moves-te como um gato e tens língua de cobra... A tua companhia são os mochos e um peixe muito especial; não te reduziste aos vulgares felinos. Mas ao teu peixinho pusestes o improvável nome de "Soares". Sim, se ele passa a vida nas águas?!  Não seria melhor "Somares"? És uma bruxa!

 

Mereces ir para a fogueira... Eu próprio gostava de fazer uma na Praça do Comércio para te queimar. Agrada-me a ideia de te ver a arder nas minhas chamas, com o mundo inteiro a admirar as labaredas... Sei que não me levas a mal, ris-te apenas com as tuas gargalhadas estridentes que rasgam o silêncio da noite e a minha alma. Esse teu desprezo pelo inevitável e trágico fim que te aguarda arrepia-me. És uma bruxa!

 

A maioria das pessoas não sabe que o és. Tens esse ar frágil, há até quem te trate carinhosamente por "miúda". Lançaste-lhes o teu feitiço ou hipnotizaste-os com esses olhos de cor "definita", ou talvez ensurdeceste-os com o riso. Deixaste-os dormentes. És uma bruxa!

 

Não acredito em bruxas, mas que tu existes, lá isso existes. Nunca me enganaste. Nem tentaste, verdade seja dita...Talvez por isso o teu feitiço não tenha pegado, não sou teu... Não te valeram os teus olhos hipnotizantes, nem os movimentos de gata, muito menos a língua viperina... Desprezo as tuas poções... Ainda não sabes, mas parti a tua vassoura em dois... Deitado na cama vejo o teu corpo nu junto à janela, alumiado pela lua cheia... Pensas que os seus raios te safam a pele. Ainda não sabes que o feitiço se virou contra a feiticeira? E mesmo assim, desarmada e vulnerável não deixas de ser o que és... És uma bruxa muito"fish". Que voa sem parar. 

HoneyMais.


Fátima Pinheiro

 

Retirado do Expresso

30
Abr13

Um filme sobre Hillary Clinton pronto a estrear em 2016, ano de eleições?

olhar para o mundo

Um filme sobre Hillary Clinton pronto a estrear em 2016, ano de eleições?

Biopic já terá realizador e focar-se-á sobre os anos em que a então jovem advogada se debatia quanto à sua carreira e relação com Bill Clinton.

 

Entre os planos não realizados de filmes biográficos sobre Sam Peckinpah ou Marlon Brando, o biopic de uma política norte-americana vogava na lista dos argumentos com grande potencial que, em 2012, ficaram por concretizar. Agora, segundo o site de notícias de Hollywood Deadline, o guião de Rodham, sobre os primeiros anos de vida de Hillary Rodham Clinton, pode estar perto de avançar. Com realizador e estreia próxima da potencial candidatura da democrata às presidenciais de 2016.

 

De acordo com o Deadline, o argumento de Young Il Kim recua à década de 1970, quando Hillary Rodham Clinton estudava Direito e era cortejada pelo futuro Presidente dos EUA, Bill Clinton, depois de ter terminado um primeiro relacionamento com o político do Arkansas. Até agora parado, o projecto parece ter avançado ao ponto de ter assegurado um realizador – James Ponsoldt (Smashed, de 2012, e do iminente The Spectacular Now).

 

O filme terá como produtor a Temple Hill Entertainment (a produtora por trás dos filmes da saga juvenil Crepúsculo e da série de televisão Revenge, exibida em Portugal no canal Fox Life) e segundo a Black List de 2012, que compila todos os anos os guiões com potencial que ficaram na gaveta, o argumento situa-se temporalmente “no auge do escândalo Watergate”. É nessa altura que “a estrela em ascensão Hillary Rodham é a mais jovem advogada a ser escolhida para a Comissão Judicial da Câmara dos Representantes” para o impeachment de Richard Nixon, ao mesmo tempo que se debate com os sentimentos por Bill Clinton.

 

Segundo o Deadline, os produtores estão a tentar escolher a actriz que desempenhará o papel de Hillary antes de procurarem financiadores e um estúdio para albergar o projecto. O mesmo site diz que o filme poderá ficar pronto a estrear nas salas norte-americanas a tempo das primárias do Partido Democrata e do Partido Republicano em 2016, que antecedem as eleições e em que são escolhidos os candidatos de cada força política à Casa Branca.

 

Clinton foi senadora pelo Estado de Nova Iorque (2001-2009) e concorreu às primárias de 2008, mas foi batida pelo actual Presidente Barack Obama, que a escolheu para o cargo de Secretária de Estado dos EUA. Hillary Rodham Clinton, que foi primeira dama dos EUA entre 1993 e 2001, abandonou o cargo de Secretária de Estado em Fevereiro deste ano e é vista como umaforte candidata do Partido Democrata para as eleições de 2016, após dois mandatos do também democrata Barack Obama.

 

Retirado do Público

26
Nov12

VALETE: «CALHOU-NOS UM DOS PIORES GOVERNOS DE SEMPRE»

olhar para o mundo

VALETE: «CALHOU-NOS UM DOS PIORES GOVERNOS DE SEMPRE»

«Homo Libero», o novo álbum de Valete, não vai ser indiferente à atual situação económica, social e política em Portugal e no mundo. O rapper mantém um olhar atento sobre os mais recentes acontecimentos no país e lamenta a pouca sorte do povo português por ter «um dos piores governos de sempre».

«Num dos piores momentos ao nível de situação económica e social calhou-nos um dos piores governos de sempre. Não só a nível do caráter - tens ministros de um caráter muito duvidoso, sem escrúpulos, como o Miguel Relvas - e ao nível da competência - tens ministros muito incompetentes», disse o MC em entrevista ao IOL Música.

Para além do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Valete dá ainda o exemplo do ministro das Finanças: «Eu creio que o Vítor Gaspar não acertou em nenhuma previsão até agora. Nenhuma. Fez várias e falhou todas».

Rapper critica o caráter e a incompetência dos ministros Miguel Relvas e Vítor Gaspar e lamenta a pouca sorte do povo português num momento tão sensível«Como é que uma pessoa que está num cargo há quase dois anos, que faz uma data de previsões e falha todas, ainda está naquele lugar?», questiona o rapper.

«Acho que Portugal teve muito azar a esse nível. Calhou-nos um governo de pessoas de caráter duvidoso, muito incompetentes, num momento de grande sensibilidade [para o povo português]. E obviamente que as pessoas têm de responder a isso», disse acerca das mais recentes manifestações, cada vez mais violentas, contra as políticas de austeridade do governo.

Valete: «Gosto que os álbuns sejam retratos da vida»

Valete não quer ser um profeta da desgraça, mas acredita que «vai tudo acabar num colapso económico, social e político».

«Estás com este problema agora das dívidas soberanas, que obrigam os governos a terem estas políticas de austeridade, mas vais ter outro problema muito grave daqui a uns anos com a questão da segurança social. Se calhar, daqui a dez anos, não vai haver reformas para ninguém», avisou.

O rapper acredita ainda que «daqui a 15, 20 anos» o desemprego tecnológico, com a substituição do trabalho humano por máquinas e computadores, vai levar muitos países europeus a terem taxas de desemprego de «50 ou 60 por cento».

«É muita coisa que se vai acumular e numa altura em que tens os piores estadistas de sempre. São políticos que não tomam decisões de médio-longo prazo, são políticos com muita incompetência. Eu acho que vamos colapsar, vamos chegar a momentos pré-caóticos e vamos ter de passar para outra coisa.»

 

Noticia do Push

17
Set12

COLIGAÇÃO «ESTÁ LIGADA À MÁQUINA»

olhar para o mundo

Marcelo diz que coligação está ligada À máquina

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda «juízo» ao PSD na resposta a toda a polémica em torno da TSU

Marcelo Rebelo de Sousa diz que a coligação PSD/CDS-PP, como está, «está ligada à máquina».

No comentário de domingo na TVI, o ex-presidente do PSD deixa duras críticas a Paulo Portas e a Passos Coelho por terem vindo discutir em público questões que deviam ser resolvidas em privado.

O professor recomenda «juízo» ao PSD na resposta a toda a polémica na coligação governamental.

 

Noticia do Push

14
Set12

AUMENTO DA TSU NÃO É IGUAL PARA TODOS

olhar para o mundo

Passos coelho; AUMENTO DA TSU NÃO É IGUAL PARA TODOS

O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira que o aumento de 7 pontos percentuais na contribuição à Segurança Social não será igual para todos. Passos Coelho afirmou, em entrevista à RTP, que decorreu na residência oficial, que haverá uma «modelação» na medida, de forma a poupar os rendimentos mais baixos, nomeadamente no caso do salário mínimo nacional.

«Precisamos de modelar a medida para que quem tenha menos recursos seja poupado a este ajustamento», sublinhou o primeiro-ministro, acrescentando que os detalhes da «discriminação positiva» serão discutidos com os parceiros sociais.

«Teremos de ter o cuidado na modelação da medida - ou através de um crédito fiscal ou através da diferenciação da própria taxa - para garantir que os vencimentos mais baixos não são afetados», insistiu, acrescentando que tudo fará para que a «modelação da medida seja feita antes da entrega do Orçamento do Estado para 2013».

Primeiro-ministro garante que «salários mais baixos» serão poupados e que preços vão baixarJá sobre o documento, que será apresentado a 15 de outubro, e questionado sobre se teme o apelo de Ferreira Leite, que pede aos deputados para decidirem segundo a sua consciência, o primeiro-ministro respondeu que «seria uma tragédia se o orçamento não fosse aprovado».

«Criaremos uma forma de discriminar positivamente quem tem rendimentos mais baixos, senão seria tão injusto como a desvalorização cambial», ocorrida na anterior intervenção do FMI, em Portugal, em 1983. Passos Coelho recordou esta medida, no tempo em que era primeiro-ministro Mário Soares: «Coitado, deu a cara por esta medida, teve de a implementar, mas as pessoas perderam 20% do seu poder de compra, foi muito mais grave do que esta desvalorização».

Sobre o coro de protestos, nomeadamente dos empresários que não querem esta medida, Passos Coelho insistiu: «Ninguém acredita que possa ser indiferente reduzir em quase 6% o custo do trabalho». 

Já questionado sobre as críticas que foram feitas por Belmiro de Azevedo, o maior empregador depois do Estado, que teme a degradação do poder de compra dos portugueses, com este corte salarial, Passos Coelho respondeu diretamente: «Se Belmiro de Azevedo acha que vai vender menos, que aproveite a vantagem de redução do custo pessoal para baixar os preços e não aos produtores primários».

Mas Passos Coelho assegura que é possível em «vários segmentos da economia garantir essa baixa de preços», como nos CTT, por exemplo, mas também nos «transportes públicos».

«O Estado pode garantir a baixa de preços também indiretamente, através de reguladores, nas empresas sem concorrência».

E com isto, garante, a «redução real dos salários das famílias será menor do que parece».

Quanto ao acordo que pode ser alcançado com os parceiros sociais, relativamente a este medida de aumento da contribuição da Segurança Social dos trabalhadores, que compensam a redução da taxa para as empresas, o chefe do Governo sublinhou que tem demonstrado abertura para, em sede de negociação, encontrar com os parceiros sociais a forma mais adequada».

Questionado sobre se acredita que o acordo concertação social, já alcançado, pode ser quebrado, Passos não acredita que tal possa acontecer e revelou que «ainda ontem foi fechado um acordo para a reforma do setor portuário, com a UGT».

«É a debater que a gente se entende», afirmou ainda, explicando que no primeiro ano de aplicação «o efeito sobre a atividade económica é ligeiro, mas o impacto na defesa do emprego é importante: Portugal arriscava ter quase 17% de desemprego se esta medida não fosse aplicada».

Na entrevista à RTP, Passos Coelho garantia ainda que o corte de salários e subsídios durará até 2015 e que Estado poupa mais 250 milhões com PPP já em 2013.

 

Noticia do Push

26
Jul12

Miguel Relvas: os gastos do telemóvel de Tomar

olhar para o mundo

Miguel Relvas teve, durante 10 anos, e enquanto presidente da assembleia municipal de Tomar, telemóvel e chamadas pagas pela Câmara. Sem limites... 

 

Miguel Relvas teve, durante 10 anos, e enquanto presidente da assembleia municipal de Tomar, telemóvel e chamadas pagas pela Câmara. Sem limites. Na edição desta semana, além de um "retrato desconhecido" do ministro, o leitor encontrará na VISÃO toda a história das despesas suportadas pela autarquia, que dispararam em ano de eleições.

 

Para se ter uma ideia das despesas, a VISÃO procurou exemplos nas duas maiores câmaras do País. Em 2006, ano em que Relvas gastou ao município de Tomar quase 4 mil euros em chamadas, a autarquia de Lisboa, então presidida por Carmona Rodrigues (PSD), estabelecera 85 euros como plafond máximo para os seus autarcas e funcionários. Acima disso, pagavam os próprios. Os dados do município do Porto são mais atuais: Valente de Oliveira, presidente da assembleia municipal, tem direito a telemóvel, mas prescindiu dele. Se o usasse, teria direito a um plafond máximo de 135 euros. A última fatura de Relvas em Tomar é de 27 de junho do ano passado, seis dias após tomar posse no Governo PSD/CDS. O valor acumulado nesse período ultrapassava 1200 euros. Segundo dados do próprio executivo camarário de Tomar, a dívida global da autarquia é hoje de 39 milhões de euros, 22 milhões dos quais à banca. O ministro não esteve disponível para falar à VISÃO sobre os temas que constituem a reportagem da edição desta semana.

TELEMÓVEL MIGUEL RELVAS (GASTOS ANUAIS)
  • Ano 2002 - 1 598,50€
  • Ano 2003 - 934,40€
  • Ano 2004 - 947,79€
  • Ano 2005 - 559,49€
  • Ano 2006 - 3 896,03€
  • Ano 2007 - 5 623,32€
  • Ano 2008 - 4 858,29€
  • Ano 2009 - 7 444,46€ (ano de eleições europeias, legislativas e autárquicas)
  • Ano 2010 - 3 391,55€
  • Ano 2011- 1 251,03€ (até o dia 27 de junho de 2011; as eleições legislativas que deram a vitória ao PSD realizaram-se a 5 de junho e o Governo tomou posse a 21; Posteriormente o número do telemóvel foi cedido à Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros.)
PERÍODOS DE FACTURAÇÃO MAIS ELEVADA
  • De 23.08 a 22.09.2007 - 1 014,83€
  • De 23.03 a 22.04.2008 - 1 271,19€
  • De 23.12.2008 a 22.01.2009 - 1 250,03€
  • De 23.03 a 22.04.2009 - 1 229,96€
  • De 23.10 a 22.11.2009 - 1 039,08€
  • De 23.11 a 22.12.2009 - 1 008,16€
GASTOS DETALHADOS DE 2009 (ANO DE TRÊS ELEIÇÕES - Europeias, Legislativas e Autárquicas)
  • De 23 dezembro 2008 a 22 janeiro de 2009 - 1 250,03€
  • De 23 janeiro a 22 fevereiro 2009 - 231,24€
  • De 23 fevereiro a 22 março 2009 - 195,46€
  • De 23 março a 22 abril 2009 - 1 229,96€
  • De 23 abril a 22 maio 2009 - 217,46€
  • De 23 maio a 22 junho 2009 - 500,91€
  • De 23 junho a 22 julho 2009 - 622,15€
  • De 23 julho a 22 agosto 2009 - 136,03€
  • De 23 agosto a 22 setembro 2009 - 226,06€
  • De 23 setembro a 22 outubro 2009 - 787,92€
  • De 23 Outubro a 22 novembro 2009 - 1 039,08€
  • De 23 novembro a 22 dezembro 2009 - 1 008,16€
NOTAS
  • O presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão, confirmou à VISÃO que "todas as despesas de telemóvel foram pagas pela Câmara".
  • A Câmara só apresenta registos do telemóvel após janeiro de 2002.
  • Segundo a lei, as assembleias municipais reúnem-se, de forma ordinária, cinco vezes por ano, podendo o presidente convocar sessões extraordinárias.
  • Entre 17 de março de 2002 e 17 de julho de 2004, Miguel Relvas ocupou o cargo de Secretário de Estado da Administração Local.


Noticia da Visão

24
Jul12

«QUE SE LIXEM AS ELEIÇÕES, O QUE INTERESSA É PORTUGAL»

olhar para o mundo

Passos Coelho, que se lixem as eleições

O primeiro-ministro deixou esta segunda-feira vários recados à oposição, que acusa de usar as dificuldades que o país atravessa para «angariar votos e simpatia», garantindo que o que interessa ao Governo não é «sair bem na fotografia». «Se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o país, que se lixem as eleições. O que interessa é Portugal», disse.

Num discurso perante o Grupo Parlamentar do PSD esta noite, Pedro Passos Coelho admitiu que o país vive «uma situação de emergência» e alegou que consequências do ajustamento que está a ser feito «não podem espantar ninguém».

«Podemos não ter acertado exatamente na perspetiva para o volume de desemprego em Portugal mas ninguém pode dizer que era possível fazer este ajustamento económico sem desemprego ou falências ou restrições sérias sobre os orçamentos das famílias», defendeu.

Passos Coelho critica oposição por usar situação difícil do país para «angariar votos e simpatias»Tecendo duras críticas à oposição por usar a realidade para criticar a atuação do Governo, o chefe do executivo lembrou que ninguém apontou até agora uma alternativa para sair da crise. «Estamos a seguir o único caminho. Só há uma forma: é cumprir as nossas obrigações».

«Na solução do problema tem de estar as causas do problemas que conseguirmos detetar, e uma dose de esforço, de sacrifício, que não pode deixar de ser cumprida», admitiu. «Se fosse fácil encontrar uma solução mais rápida, mais barata e mais simples, todos resolviam os seus problemas», disse, lembrando que outros países na Europa, como a vizinha Espanha, estão a implementar as mesmas medidas de austeridade. «Mas a verdade é que os supostos caminhos alternativos batem sempre no mesmo ponto: não cumpram aquilo a que se comprometeram. E isso não é uma alternativa».

Governo sente apoio dos portugueses

«Todos sabem que quem não cumpre só pode ser penalizado. Todos sabem que vão ter de pagar mais caro a confiança dos mercados, mais caro e por mais tempo, as soluções que tiverem de ser adotadas no futuro, quando se revelar que estas não são viáveis», disse. «É por isso que os portugueses têm estado empenhados em ajudar o Governo a cumprir este mandato. Porque sabem que isto não dá votos ao Governo, mas é importante para Portugal».

Por isso mesmo, Passos sublinhou a «grande diferença entre opinião pública e a opinião publicada»: uns aproveitam para «exacerbar a conflitualidade na sociedade portuguesa» mas «os portugueses devem pensar: onde é que está essa conflitualidade? Eles não a veem». 

 

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