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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

06
Fev14

Perguntas e respostas sobre o sorteio do fisco

olhar para o mundo

Perguntas e respostas sobre o sorteio do fisco

Antes dos sorteios, cada contribuinte saberá quantos cupões acumulou.

 

Quem pode concorrer?

Qualquer consumidor que peça factura com número de identificação fiscal (NIF) está habilitado aos prémios, excepto quando o NIF é de uma empresa ou quando o sujeito singular passivo de IVA pede factura no âmbito de actividades empresariais ou de profissões livres. No portal das Finanças, cada contribuinte poderá consultar na sua conta quais as facturas emitidas com o seu NIF.O que é preciso fazer para estar habilitado aos prémios?

Basta pedir factura com NIF em qualquer compra ou serviço, cabendo depois ao operador de comércio ou prestador do serviço comunicar ao fisco quais as facturas emitidas. Quem quiser participar terá uma conta pessoal no portal das Finanças para estar a par das facturas que conseguiu reunir. As informações também poderão ser prestadas por telefone, SMS ou por correio, garante o Governo.Todas as facturas podem ir a concurso?

Todas, de qualquer montante, desde que tenham NIF associado, sejam as facturas de um café, de uma compra no supermercado ou quando o NIF já consta por defeito na factura (contas do gás, água ou luz, como frisou nesta quinta-feira o Jornal de Negócios).As facturas são sorteadas directamente?

Não. O concurso funciona através de cupões, o que significa que as facturas são convertidas em “papéis” aos quais está associado um número. É esse algoritmo que vai a concurso. Um determinado montante acumulado em compras ou serviços, cujo valor ainda não foi divulgado, corresponde a um cupão. Isto significa que as facturas mais altas podem ser fraccionadas em vários cupões e as mais baixas podem ser agregadas para formar um só cupão. No entanto, para garantir que todas as facturas são elegíveis, haverá casos em que montantes inferiores a esse tecto são convertidos num cupão.As facturas com NIF já emitidas contam para o sorteio?

Sim. O primeiro sorteio está agendado para Abril, mas qualquer factura emitida com NIF desde 1 de Janeiro é elegível para o concurso.Haverá prémios todas as semanas?

O concurso é semanal e será sempre atribuído um prémio, porque ele emana de cupões que, na prática, equivalem a “rifas”. Este ano, são automóveis, mas o prémio pode mudar no futuro. O vencedor é publicado no portal do e-factura.Os vencedores têm de pagar o Imposto do Selo depois de receberem o prémio?

Não, embora o imposto continue a ser suportado pelo vencedor. Como o fisco tem de publicar o valor liquidado do prémio, o Imposto do Selo é retido antes de o vencedor receber o carro.
Retirado do Público
26
Mai13

Palmarés de Cannes para atingir o orgasmo?

olhar para o mundo

Steven Spielberg anuncia hoje a Palma de Ouro da 66.ª edição do Festival de Cannes. Tudo em aberto, mas com alguns favoritos a destacar-se.

 

Se La Vie d"Adèle Chapitres 1 et 2, de Abdellatif Kechiche, receber hoje a Palma de Ouro de Cannes, vai-se atingir novo orgasmo na Croisette. Que desde o filme vive numa post coital tristesse. Filme que tem merecido elogios apaixonados e totalitários, pela forma como a intimidade amorosa entre duas personagens e duas actrizes, Adele Exarchopoulos e Lea Seydoux, puxa o espectador para um vórtice, vai ser teste para sublinhar ou negar o que julgamos saber sobre Steven Spielberg, presidente do júri - aquela ideia, nunca provada, de que um palmarés tem o rosto do presidente e todos achamos que sabemos tudo sobre Spielberg. Procurará ele superar essa ideia feita, e trabalhar uma outra versão de si próprio, escolhendo um filme que estará nos antípodas da sua dieta cinéfila? Ou "despachará" o filme premiando a(s) intérprete(s)?

 

Filmes mais confortáveis há vários, e com favoritismos: Jeune et Jolie, de François Ozon (até ser exibido o filme de Kechiche, Marine Vacth era o corpo feminino para prémio de interpretação, agora é complicado...), Tel Père, Tel Fils, de Hirokazu Kore-Eda (possibilidades spielberguianas), Inside Llewyn David, dos Coen, o inenarrável La Grande Bellezza, de Paolo Sorrentino, ou mesmo esse filme em busca do pai, tema spielberguiano, como Nebraska, de Alexander Payne.

 

Ontem começaram a ser anunciados os prémios das secções ou de organismos paralelos. Na secção Un Certain Regard, o vencedor foi L"Image manquante, de Rithy Panh, enquanto o Prémio do Júri foi para Omar, de Hany Abu-Assad, e o Prémio de Realização para L"inconnu du lac, de Alain Guiraudie.Gambozinos, curta de João Nicolau, ganhou o Prix Illy para melhor curta na Quinzena dos Realizadores, secção em que reincide, depois de Rapace (2006) e Canção de Amor e Saúde (2009). Filme muito delicado, produz uma sensação contraditória: parece aprisionado num universo emprestado, o da infância tal como Miguel Gomes petrificou nas suas primeiras curtas.

 

Já o prémio Fipresci para a competição, da associação internacional de críticos de cinema, foi para o favorito La Vie d"Adèle. O norte-americano Blue Ruin, a história de um vagabundo contada por Jeremy Saulnier, foi o preferido dos críticos na Quinzena dos Realizadores, enquanto na secção Un Certain Regard a sua escolha foi para Les Manuscrits ne brûlent pas, um violento ataque ao regime iraniano da autoria de Mohammad Rasoulof. Foi também já atribuído o Prémio Ecuménico, a outra obra iraniana, o filme Le Passé, de Asghar Farhadi.

 

Retirado do Público

08
Abr13

Governo distingue cinco mulheres da Cultura

olhar para o mundo

Governo distingue cinco mulheres da Cultura

A distinção "Mulheres Criadoras da Cultura" será entregue esta segunda-feira pelo secretário de Estado da Cultura. Tanto a criação da distinção como o nome das distinguidas foram anunciados este domingo.

A bailarina Anna Mascolo, a actriz e encenadora Germana Tânger, a arquitecta Inês Lobo, a artista plástica Joana Vasconcelos e a maestrina Joana Carneiro receberão esta segunda-feira a distinção “Mulheres Criadoras de Cultura” numa cerimónia a presidir pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, às 12h, no Antigo Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos, com a presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CCIG), Fátima Duarte.

 

A Secretaria de Estado da Cultura (SEC) anunciou às 19h30 deste domingo por comunicado tanto a criação da dintinção como o nome das distinguidas. Segundo esse comunicado, o reconhecimento das galardoadas "baseia-se em três critérios principais: relevância/ coerência da obra, inovação e carácter pioneiro da actividade artística e impacto social e cultural da obra produzida".

 

Apesar de referir que se trata de uma atribuição conjunta da SEC e da CCIG, o comunicado não esclarece qual o processo de escolha das distinguidas nem qual a periodicidade da distinção. Em cinco breves textos, explica apenas o motivo da escolha de cada distinguida.

 

A bailarina e pedagoga Anna Mascolo surge descrita como uma "personalidade forte, com uma carreira invulgar": "Distinguiu-se como intérprete e soube depois trazer para o ensino a essência e a excelência da sua arte transmitindo-a a gerações de bailarinos. [...] No domínio da formação, em particular, tem uma acção pioneira em Portugal ao fundar, em 1958, a Estúdio-Escola de Dança Clássica de Anna Mascolo."

 

Já a actriz e encenadora Germana Tânger "distingue-se na 'arte de dizer'” bem como pelo seu papel como "divulgadora de poesia, arte ao serviço da qual percorreu Portugal inteiro e muitos outros países".

 

Joana Carneiro, maestrina convidada da Orquestra Gulbenkian e directora musical da Sinfónica de Berkeley, tem-se destacado "brilhantemente numa profissão onde escasseia a representação feminina". Exactamente como a arquitecta e professora Inês Lobo, "que desde jovem se apresenta com uma assinatura firme e com projeção internacional [...] num meio ainda predominantemente masculino".

 

À frente de uma "carreira fulgurante", Joana Vasconcelos, que foi, recorda o comunicado, a primeira mulher a expor no âmbito do programa de arte contemporânea do Palácio de Versalhes, é distinguida por uma "obra de projeção global, e pela visibilidade que traz à condição da mulher".

 

O regulamento da distinção publicado no site da CCIG esclarece que "a decisão sobre a atribuição da distinção será da competência da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e da Secretaria de Estado da Cultura" sem avançar, porém, quaisquer outros detalhes do processo de escolha ou periodicidade da atribuição. Segundo explicou ao PÚBLICO Rui Boavida, assessor da SEC, a distinção deverá ser anual, mas poderá noutros anos não ser para a Cultura.

 

Retirado do Público

23
Fev13

Michael Haneke volta a vencer com "Amor" ao receber cinco César

olhar para o mundo

Michael Haneke volta a vencer com


Michael Haneke volta a vencer com "Amor" ao receber cinco César

O filme de Michael Haneke, "Amor" voltou a ser considerado o melhor filme do ano, desta vez na cerimónia dos prémios César (Academia de cinema francesa). Conquistou também os galardões de melhor realizador, melhor actor, melhor actriz e melhor argumento original.

 

"Amor", Palma de Ouro na última edição do Festival de Cannes, aborda a decadência, a velhice e a doença através do relato de um casal idoso cuja vida muda quando a mulher sofre um ataque e uma posterior paralisia.

 

O segundo filme mais premiado foi "Ferrugem e Osso", de Jacques Audiard, que levou o César de melhor actor revelação (Mathias Schoenaerts), melhor edição e banda sonora. Este filme tem estreia marcada em Portugal a 14 de Março.

 

Foi também premiado o filme "Adeus minha Rainha" de Benoit Jacquo nas categorias de melhor fotografia, melhor guarda-roupa e melhor direcção artística.

 

retirado do HardMúsica

29
Nov12

Ausência de Fernando Cabral nos Fashion Awards cria polémica sobre racismo

olhar para o mundo

Ausência de Fernando Cabral nos Fashion Awards cria polémica sobre racismo

Fernando Cabral fez as campanhas da H&M, Benetton, desfilou Hugo Boss. Não chegou à lista de nomeados e gerou polémica: há racismo na moda em Portugal? Várias pessoas dizem abertamente que sim.

 

Tem 25 anos, foi o rosto de grandes campanhas internacionais como a H&M e a Benetton e desfilou para a Hugo Boss. É o único português na lista dos 50 melhores modelos masculinos da Models.com. Fernando Cabral não foi nomeado este ano para os Fashion Awards, prémios de moda organizados há três anos pela Fashion TV, entregues na terça-feira à noite em Lisboa.

 

 A ausência levantou polémica sobre a existência de racismo na moda em Portugal - começou no Facebook, e passou para a crónica do músico Kalaf Angelo, dos Buraka Som Sistema, publicada esta semana na revista 2: "Será Portugal um país racista?", perguntava. "O Fernando é negro, condição de quase-invisibilidade nesta sociedade", escreveu, acusando a organização de "negligência". "Acredito que [Portugal] não será mais [racista] do que outros países", continuava. "Pelo que é alarmante que o tema raça/cor ainda dê azo a tantas más interpretações."

 

Paulo Ribeiro, presidente do júri e director do canal Fashion TV, que só vota em caso de empate, diz que não comenta o facto de Fernando Cabral não ter sido eleito pela comissão que "é soberana", mas refere que o processo é transparente.

 

A lista que chega ao júri (composto por 14 membros), cinco nomes em cada categoria para três serem escolhidos, é seleccionada por uma comissão de 45 pessoas de várias áreas da moda, cujos nomes não foram divulgados (as instituições a que pertencem, sim) - Paulo Ribeiro também não os revelou e até à hora do fecho desta edição o PÚBLICO não conseguiu apurar quem eram. Cada pessoa da comissão escolhe, livremente, três nomes. Cabral não apareceu nesta selecção e foi isso que indignou alguns e causou espanto a pessoas como a fundadora da ModaLisboa, Eduarda Abbondanza, também jurada. Abbondanza não acredita que se deva a racismo, mas "talvez" a "uma entropia nos processos, feitos com pessoas que não têm as qualificações certas" e provavelmente não conhecem Fernando Cabral, por ter estado tanto tempo fora a trabalhar.

 

Por seu lado, Ribeiro recusa "liminarmente" acusações de racismo e diz que o histórico dos Fashion Awards mostra o contrário: "Em duas edições, dos 12 modelos nomeados quatro ou cinco são luso-africanos", e dá o exemplo de Luís Borges, vencedor em 2010. Fernando Cabral, acrescenta, foi nomeado em 2011.

 

"Paciência, não é isso que domina a minha carreira", comentou o modelo sobre a sua ausência nos prémios. Encontra duas razões: falta de informação sobre os modelos que saem de Portugal e um "pouco de racismo não só em Portugal e não só na moda". "É difícil para um negro chegar às grandes marcas." Fala de um racismo menos óbvio: "Às vezes as pessoas não querem simplesmente conhecer o que um negro está a fazer, nem se dá tanta importância. Não se tenta pesquisar e desconhece-se porque é mais fácil ver brancos em grandes campanhas."

 

Em Portugal e noutros países, Fernando Cabral foi sempre bastante requisitado, lembra Lido Palma, director da sua agência, a Karacter. Não vê racismo na não-nomeação. "Nada tem que ver com a cor da pele do Fernando." Tem mais que ver, considera, com "falta de informação, dedicação e até de responsabilidade quando se dá a indicação destes nomes". "São sempre os mesmos."

 

O modelo Ana Sofia participou na polémica no Facebook, indignada, conta-nos. Com dez anos de carreira, diz: "Sim", há racismo na moda em Portugal. Ela própria já se sentiu "lesada" nos Globos de Ouro. "Merecia ter ganho. Tenho uma carreira de dez anos, internacional, que muitos modelos sonham. Se foi racismo ou não... Dá que pensar..." Exemplos: há "muitos modelos de origem africana em Portugal, nas capas de revista contam-se pelos dedos os negros que fazem capa". "Há a ideia de que o negro não vende. O que não percebo: a população de origem africana é flagrante na rua. Então por que é que isso não se reflecte nas novelas, na moda?" Ela foi "à procura do mercado ideal" e rumou a Nova Iorque, onde há poder de compra dos afro-americanos e não "há distinções de cachet entre um manequim branco e negro. Aqu,i há".

 

O mundo da moda é sobretudo lobista, e muitas vezes "pequeno no seu pensamento", analisa Abbondanza, que não concorda que exista racismo. Francisco Balsemão, do Portugal Fashion e membro do júri, também discorda: "Nunca me apercebi de que havia discriminação em relação aos modelos negros. Há criadores que pedem especificamente modelos africanos para as suas passagens."

 

Para o fotógrafo Frederico Martins, nomeado, que trabalha com grandes revistas como Vogue GQ, a ausência de Fernando Cabral nas nomeações tem duas razões: ignorância sobre o que se "passa na moda", sobretudo quando os manequins estão fora, e um racismo "não-directo". "Os manequins negros são negligenciados em Portugal. É um racismo não-intencional, as pessoas têm tendência a não os reconhecer como portugueses e há a ideia de que um negro não vende. Isso é uma dificuldade com a qual lido: é difícil convencer um cliente a ter um manequim negro numa campanha. Não porque haja racismo direccionado, mas porque se acha que não vai ter sucesso no mercado."

 

Cara da JCrew, já foi exclusivo da Dior, Calvin Klein ou Louis Vuitton: Armando Cabral, a viver em Nova Iorque há anos, e irmão de Fernando, nunca recebeu um prémio em Portugal. "É incompreensível que o melhor modelo em Portugal não esteja nomeado", diz sobre o irmão. "Só pode ser falta de informação - mas quem escolhe os nomeados tem de saber o que se passa na moda - ou racismo." E deixa a questão para "as pessoas responderem": "Por que é que um dos melhores modelos da actualidade não está nomeado? A maioria dos que fizeram sucesso global são luso-africanos. Porque não ganham prémios?"

 

Noticia do Público
 

14
Set12

“Sangue do Meu Sangue” é o candidato português aos Óscares

olhar para o mundo

Imagem da rodagem do filme de João CanijoImagem da rodagem do filme de João Canijo (Nuno Ferreira Santos)


O filme de João Canijo, “Sangue do Meu Sangue”, é o filme seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, anunciou esta sexta-feira a Academia Portuguesa de Cinema.

 

Amplamente apreciado pela crítica e premiado em vários festivais internacionais, “Sangue do Meu Sangue”, protagonizado por Rita Blanco, Cleia de Almeida, Anabela Moreira e Rafael Morais, foi o escolhido para representar Portugal nos prémios mais cobiçados do mundo do cinema, os Óscares, que acontecem em Fevereiro de 2013. No entanto, o filme português é ainda um candidato à nomeação aos Óscares.

O filme foi escolhido por um júri composto pelo produtor Paulo Trancoso, os actores Virgílio Castelo e Susana Borges, os realizadores José Carlos Oliveira e Luis Galvão Teles, e o crítico Lauro António. Para serem candidatos ao prémio maior do cinema os filmes teriam de ter estreado entre Outubro de 2011 e Setembro de 2012. Neste caso “Sangue do Meu Sangue” chegou aos cinemas em Outubro do ano passado e foi o filme de ficção nacional mais visto desse ano.

O filme de João Canijo, que escreveu o argumento em parceria com os actores, narra o amor incondicional de uma mãe solteira, que mora no Bairro Padre Cruz, nos subúrbios de Lisboa, pela filha, personagens interpretadas por Rita Blanco e Cleia de Almeida.

Desde que se estreou no ano passado no Festival de San Sebastian, onde conquistou o Prémio da Crítica Internacional e o Prémio Otra Mirada da TVE, “Sangue do Meu Sangue” tem sido amplamente premiado. No seu percurso por festivais, o filme foi distinguido em Pau (França), Barcelona (Espanha), Linz (Áustria), Miami (EUA).

Depois disso foi apresentado, entre outros, nos festivais de Toronto, Bussan, Rio de Janeiro, Munique, Vílnius e Corunha,. 

Mas não foi apenas no estrangeiro que “Sangue do Meu Sangue” deu que falar. Em Portugal, o filme foi consagrado no Festival do Faial e no Caminhos do Cinema Português, em Coimbra, para além dos Prémios SPA, e os Globos de Ouro.

O filme português concorre agora com os filmes já anunciados: “Barbara”, de Christian Petzold (Alemanha); “Lore”, de Cate Shortland (Austrália); “Amour”, de Michael Haneke (Áustria); “Buta”, de Ilgar Najaf (Azerbeijão); “Children of Sarajevo”, de Aida Begic (Bósnia e Herzegovina); “Sneakers”, de Ivan Vladimirov e Valeri Yordanov (Bulgária); “Lost Loves”, de Chhay Bora (Cambodja); “Pieta”, de Kim Ki-duk (Coreia do Sul); “Unfair World”, de Filippos Tsitos (Grécia); “Kauwboy”, de Boudewijn Koole (Holanda); “Just the Wind”, de Benedek Flieugauf (Hungria); “Our Homeland”, de Yong-hi Yang (Japão); “The Third Half”, de Darko Mitrevski (Macedónia); “Death for Sale”, de Faouzi Bensaïdi (Marrocos); “Kon-Tiki”, de Joachim Rønning e Espen Sandberg (Noruega); “When I Saw You”, de Annemarie Jacir (Palestina), “80 Millions”, de Waldemar Krzystek (Polónia); e “Beyond the Hills”, de Cristian Mungiu (Roménia).

No ano passado, o documentário “José e Pilar”, de Miguel Gonçalves Mendes, foi o candidato português, mas acabou por não conseguir a nomeação aos Óscares.

Os nomeados aos Óscares de 2013 vão ser conhecidos a 15 de Janeiro, numa cerimónia no Samuel Goldwyn Theater e a entrega dos Óscares está marcada para o dia 24 de Fevereiro. 

 

 

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