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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

02
Out12

Posso fazer amor grávida?

olhar para o mundo
Posso fazer amor grávida?

 

Magoa o bebé? Acelera o trabalho de parto? Tire as suas dúvidas para que não deixe de ter prazer

Quando descobrem que vão ter um bebé, mais da metade dos casais que procuram o médico quer saber se sexo e gravidez combinam. A orientação geral é que, caso não existam problemas diagnosticados, como sangramentos e risco de parto prematuro, os momentos de intimidade só fazem bem. “Não há limites estabelecidos ou práticas não aceites. Aconselha-se, apenas, que ambos mantenham a mesma sintonia em relação aos seus desejos e que respeitem o corpo e a mente um do outro, sempre prevalecendo o bom senso”, explica Mariana Torres, ginecologista e obstetra. “A mulher está a passar por mudanças físicas, emocionais e hormonais e espera-se que o parceiro tente compreendê-las, sendo cúmplice.”

Bebé protegido

Durante a gravidez, o bebé fica isolado dentro das membranas da placenta e da bolsa, além de estar entre as paredes do útero, que são formadas por músculo. “E o colo do útero, que é a parte mais baixa do órgão e está em contacto com a vagina, permanece fechado, como um estreito canal que deve abrir-se apenas no momento do parto”, diz a médica.

No fim da gestação

As mudanças do corpo neste período preparam o útero para iniciar as contrações. No fim da gestação, o sexo é benéfico. O sémen possui prostaglandina, substância que, quando a mãe e o bebé estão prontos para o parto, favorece as contrações e o relaxamento do colo do útero.

As 3 melhores posições

No início da gravidez, não existem restrições. Mas, conforme a gestação vai evoluindo, o crescimento do útero e o aumento de peso pedem posições mais confortáveis e seguras. “São aquelas que não forçam a barriga nem a coluna da mulher”, esclarece a médica.

Eis algumas ideias de posições:

  1. Ela fica por cima, controlando a profundidade da penetração.
  2. Ele coloca-se por cima, na posição de missionário, mas não deixa cair  o peso sobre ela.
  3. Ela deita-se de lado, na posição “conchinha”, e ele fica atrás, também de lado.
Noticia de Actíva
28
Ago12

Afinal, o tamanho importa ou não?

olhar para o mundo

Afinal, o tamanho importa ou não?

 

E lá vem aquele velho paradigma sexual dos brasileiros e brasileiras, o tamanho do pênis. O tamanho faz realmente a diferença? Essa reposta é tão pessoal quanto qualquer outra coisa que envolva sexo, não tem mal gosto, não tem certo e errado, tem sim, o que se gosta, e o que não se gosta, o que dá tesão e o que não dá tesão.

 

Alguém discorda? Há também os ditados populares excelentes - "não importa o tamanho da vara, o que importa é a mágica", - ou - "De nada adianta ser grande e bobo.

Tem que saber usar sua ferramenta". Pois é. A verdade é que o tamanho interessa menos se o seu gato for um bom amante que manda bem no sexo oral, no ato de tocar seu corpo e se tiver pegada.

 

Pesquisas e especialistas explicam que somente nos 3 primeiros centímetros da vagina a sensibilidade é mais intensa, e que o tamanho do pênis do homem brasileiro em média é de 14 cm. Ele é considerado pequeno com menos de 10 cm e grande com mais de 17 cm.

 

Dizer qual é o tamanho que realmente satisfaz varia de mulher para mulher, mas cá entre nós, a maioria gosta de se sentir realmentepreenchida, porém, respire e pense com calma antes de mandar o gato menos abençoado pastar. Existem capaz penianas com superfícies deliciosas para dar mais prazer na penetração, e se ele for um cara habilidoso vai fazer você esquecer do júnior.

 

Como bons brasileiros que somos nada há de impedir alguém nosso prazer, muito menos o tamanho do documento.

 

Retirado de Vila Mulher

18
Jul12

Como saber se uma mulher quer ou não?

olhar para o mundo

Como saber se uma mulher quer sexo?

Faca-a derreter-se ....

Quando a fêmea babuína está um pouco interessada, anuncia-o com espalhafato. Durante a ovulação - quando é mais provável que ela engravide e se sinta excitada (também é verdade para as humanas) - a área à volta dos genitais fica vermelho-viva. Mas, não vá o parceiro dela não perceber a mensagem, ela aninha-se à frente dele e agita o traseiro no ar. Embora duvide que a sua namorada abane o traseiro com tanto espalhafato, sejamos honestos, ela está a abaná-lo. E também há outros sinais, embora um pouco mais subtis.

Sinais secretos de que ela está pronta para o sexo

- Os olhos dela estão brilhantes e reluzentes.
- As bochechas mudam de cor, ela cora, depois fica novamente pálida. O pulso está acelerado.
- Os músculos de toda a cara parecem tensos e firmes. As maçãs do rosto parecem mais pronunciadas do que o habitual e há um rubor ou uma ligeira erupção cutânea no pescoço, nos ombros e no peito.
- Está a acariciar muito o pescoço.
- Está a olhar imenso para a sua boca.
- Está a tocar na boca e nos lábios com as pontas dos dedos.
- Está a alisar a saia na zona das ancas para acentuar as curvas/a enfiar os polegares na cinta das calças e a puxá-las para baixo para mostrar a barriga/a levantar a saia para mostrar as coxas.


Dê-lhe exactamente o que ela quer


Admita: você adora abraçar o comando da televisão. Bom, agora vai fazer o mesmo com o sexo. Tal como muda de canal para controlar o que está no ecrã, vai mudar as partes do corpo para controlar o nível de desejo dela. Mudar de canal sexual não só reduz as hipóteses de sensibilização (se o toque se centrar constantemente numa área, a pele deixa de enviar sinais de prazer ao cérebro), como acrescenta um pouco de surpresa e provocação e mantém-na a pairar naquela zona pré-climax.

 

Alterne entre quatro canais básicos:
o canal visual (afaste-se e sorva o corpo dela com os olhos, mantenha contacto visual durante as partes marotas - o casal que se observa mantém-se unido);
o canal temático da boca (dizer obscenidades, beijar, morder, lamber - em todos os sítios);
o canal carne-sobre-carne (pele-sobre-pele, tocando-se-em-todos-os-pontos-possíveis);
o canal do toque (com força, delicadamente, mal roçando com as pontas dos dedos, massagem com a mão toda, agarrar, apertar, introduzir os dedos, esfregar).

Troque entre os quatro canais para fazer crescer a excitação até ao auge, mas descubra qual deles ela gosta mais. Na sessão seguinte, comece e acabe concentrando-se no canal preferido dela, mas continue a introduzir muita variedade e diversas técnicas até chegar ao ponto de ela simplesmente não conseguir escolher um deles...

 

Se quer realmente fazê-la ganhar o dia...

Faça-a suplicar

Afaste-lhe a mão e diga: "Não podes tocar-me até eu te mandar." Tire-lhe a roupa toda e não tire a sua. Em alternativa tire a sua roupa toda e deixe-a fazer-lhe o fellatio, mas desta vez ela não pode tirar sequer as jóias. Se estiver a fazer-lhe sexo oral, faça intervalos regulares e faça um desvio para lhe lamber o umbigo, continuando no sentido descendente. Depois pare completamente e pergunte: "Queres muito que acabe? Mesmo muito?"


Faça-a chorar - bem alto


Muitas mulheres são terrivelmente caladas no quarto, com pavor de que até um gemido ocasional soe a "prostituta". (Quer dizer, o que é que você ia pensar? Que estamos a divertir-nos? Que coisa horrível!) Dê-lhe autorização para usar a voz encorajando-a a dizer-lhe como se está a sentir ("Se tiveres vergonha de o dizer por palavras, simplesmente geme quando gostares e fica calada quando não gostares").
Por natureza, as mulheres gostam de agradar às pessoas - você é que vai corar em frente dos vizinhos. 

 

Retirado de Sapo Mulher

11
Jul12

Cameron Diaz confessa que é viciada em sexo

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Cameron Diaz confessa que é viciada em sexo

 

A protagonista de 'Anjos de Charlie' vê no sexo o remédio para combater crises pessoais ou para simplesmente desfrutar a vida. "Adoro sexo", admitiu.

 

Cameron Diaz fez estas revelações durante uma entrevista à revista italiana "Max", acrescentando que "o sexo é bom para a saúde e eleva o espírito".

 

Cameron Diaz que se encontra actualmente a gravar o filme The Counselor, na companhia de Penelope Cruz, Javier Bardem e Brad Pitt, afirma que o sexo a ajuda nos momentos pessoais em que está mais triste. A atriz, de 39 anos, recusa-se a privar o próprio corpo, pois acredita que é neste que reside a felicidade.

 

"Estou sempre a correr de um lado para o outro, mas não imaginas as vezes em que apanhei um avião após um dia de trabalho, só para estar com o meu companheiro", conta a atriz, que apesar da vida movimentada não deixa o sexo para segundo plano.

 

A "ex" de Justin Timberlake também não põe de parte ter relações com mulheres: "Não sou lésbica, mas também não sou contra. A minha mulher ideal seria bonita, mas também inteligente. Por exemplo, Heidi Klum, Katie Holmes ou Julianne Moore".

 

retirado do DN

04
Jul12

Facebook dá tanto prazer como o sexo

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Facebook dá tanto prazer como o sexo

Talvez seja por isto que alguns utilizadores descrevem a vida toda no Facebook, desde o momento em que se levantam até à hora que se deitam. Uma equipa de investigadores do Laboratório de Neurociência Social da Universidade de Harvard concluiu que partilhar informação pessoal dá prazer.

 

A investigação, citada pelo The Street, indica que cada pessoa passa cerca de 30% a 40% do tempo a falar das nossas experiências. Os investigadores Diana Tamir e Jason Mitchell começaram o estudo questionando porque é que as pessoas são tão motivadas a publicar informações pessoais em redes sociais.

 

No fundo, é perguntar porque é que as redes sociais ganharam um lugar tão importante na vida quotidiana, substituindo para algumas pessoas a frequência de experiências sociais reais.

 

Os investigadores utilizaram ressonâncias magnéticas funcionais enquanto faziam perguntas aos participantes; a ideia era perceber se a utilização de redes sociais, como o Facebook, Twitter, LinkedIn e outras, estimulavam ou não certas partes do cérebro.

 

A resposta é sim. Os investigadores encontraram regiões específicas do cérebro que são despertadas quando partilhamos informações pessoais. Uma dessas regiões é o chamado "centro de prazer", responsável pelas sensações de recompensa, prazer e adição.

 

Este centro responde, de forma sintetizada, a estímulos como comida, dinheiro, humor, fotos do sexo oposto e partilha de informação pessoal (é aqui que entram as redes sociais). A dopamina libertada no cérebro quando cria uma publicação e os outros fazem "gosto" e comentam parece ser semelhante ao prazer gerado pelo dinheiro, comida e sexo, diz o estudo de Harvard. 

 

Retirado de Dinheiro vivo

 

 

27
Jun12

Sexo na menopausa, o encontro entre a paixão e a maturidade

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Sexo na menopausa o encontro entre a paixão e a maturidade

 

Existe época apropriada para uma mulher se apaixonar? A maturidade vivida pelas mulheres no período da menopausa, traduzida por alterações de ciclos hormonais e modificações do corpo, são realmente fatores limitantes para o prazer, a vida sexual, o amor? Pois acredite, a resposta é não!

 

Foi-se o tempo em que a mulher pós 50 anos deveria simplesmente conformar-se com seu novo ciclo de vida a deixar de lado os prazeres sexuais. Muito pelo contrário.

 

Esta é a fase em que o sexo pode se transformar em uma atividade ainda mais satisfatória, uma vez que não existem mais transtornos como, por exemplo, uma gravidez indesejada. Normalmente bem-resolvidas em relação aos seus parceiros e com os deveres de mãe, esposa e profissional já cumpridos, elas podem, e devem, aproveitar os tratamentos médicos, como reposições hormonais, para viverem tórridas paixões na cama.

 

E mais: levando-se em consideração que a expectativa de vida das mulheres brasileiras gira em torno de 76 anos de idade (IBGE, 2008), e que a menopausa ocorre por volta dos 50 anos, conclui-se que o período pós-menopausa representa cerca de 30% da vida de uma mulher! Anos que podem, sim, representar verdadeira felicidade entre quatro paredes.


Médicos especialistas em sexualidade feminina são unânimes em afirmar que a busca pelo prazer não é uma característica definida por faixa etária. Criar ambientes românticos, eliminar preconceitos relacionados às fantasias sexuais e admirar a beleza ainda existente no corpo maduro são capazes, de fato, de reascender o desejo e restabelecer a satisfação plena sexual das mulheres. Que, diga-se de passagem, em muitos casos, não foi alcançada nem mesmo durante a juventude.

 

Por Adriana Cocco

 

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