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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

06
Jun16

teatromosca - Audiowalk MODOS DE VER: Sintra

olhar para o mundo

modesdever.jpg

 

 
 
MODOS DE VER : SINTRA
Audiowalk concebido para os caminhos secretos da Capital do Romantismo
Criação coletiva e produção teatromosca
DE 8 JULHO a 27 AGOSTO
sexta-feira e sábado, às 19h
 
O projeto consiste de visitas realizadas em grupo a alguns dos mais emblemáticos lugares (e não-lugares) de Sintra, guiadas por uma banda sonora original, a decorrer durante os meses de julho e agosto de 2016. Uma forma inovadora e invulgar de explorar os caminhos secretos da Capital do Romantismo, em que cada espetador assume o papel de um flâneur contemporâneo. Será o espe(c)tador-caminhante a transportar a performance pelos trilhos da Serra de Sintra ou pelas ruas da Vila Património da Humanidade, guiado pela voz de um narrador e por uma paisagem sonora original que escutará nos headphones que levará consigo.

No nosso tempo, a flânerie, tal como ela foi definida na modernidade, parece não ter futuro. Na verdade, temos como referência, para esta nossa proposta, o trabalho do antropólogo francês Marc Augé, que define o “lugar”, enquanto espaço antropológico, como um espaço identitário, relacional e histórico; e o “não-lugar” como um lugar que não é relacional, não é identitário e é não-histórico. Este autor distingue mesmo a “estrada” (não-lugar) em oposição ao “caminho” (lugar), descrevendo a primeira (estrada) como “uma simples linha ligando um ponto ao outro” e afirmando que “o caminho é uma homenagem ao espaço [e c]ada trecho do caminho é em si próprio dotado de um sentido e convida-nos a uma pausa”. Nesse sentido, a grande maioria dos turistas parece transportar para a visita a sítios históricos a experiência dasobremodernidade tal como é defendida por Augé. No fundo, o turista sobremoderno é um colecionador de fotos, que acaba por fazer a visita em casa, ao ver as fotos que tirou.
 
Propomo-nos assim recuperar essa emblemática figura do deambulador, que caminha sem compromisso, que percorre as ruas sem objetivo aparente, secretamente atento à história dos lugares por onde passa e à possibilidade de novas aventuras estéticas, potenciadas pela dinâmica da performance e dos meios disponibilizados.
 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação coletiva|Pedro Alves, Bruno Béu, Maria Carneiro, Catarina Lobo, Inês Oliveira, Tiago Patrício, Ricardo Reis e Pedro Silva Música e design de som|Bruno Béu Design gráfico|Alex Gozblau Vídeo|Ricardo Reis Adereços|Pedro Silva Fotografia e produção executiva|Catarina Lobo Direcção técnica|Carlos Arroja Produção|teatromosca 


BILHETES
10 € (preço único)
É OBRIGATÓRIA A RESERVA ATRAVÉS DO EMAIL teatromosca@gmail.com
03
Jun16

MODOS DE VER : Sintra pelo Teatromosca

olhar para o mundo

modesdevre.png

 

 

O teatromosca é uma companhia de teatro sediada em Sintra e que se encontra prestes a estrear um novo projeto.


Numa altura em que passam 20 anos sobre a elevação de Sintra a Património Mundial, o teatromosca apresenta o audiowalk/percurso sonoro encenado “MODOS DE VER: Sintra” entre 8 de julho e 27 de agosto, sextas e sábados, com início às 19h00. Durante três horas um grupo de espetadores-deambuladores percorre os mais emblemáticos lugares (e não-lugares) de Sintra, guiado por uma paisagem sonora original e única que poderá escutar ao longo do percurso usando o leitor de MP3 e os headphones fornecidos pelo teatromosca.

 

MODOS DE VER : Sintra
Audiowalk concebido para os caminhos secretos da Capital do RomantismoCriação coletiva e produção teatromosca

 

O projeto consiste de visitas realizadas em grupo a alguns dos mais emblemáticos lugares (enão-lugares) de Sintra, guiadas por uma banda sonora original, a decorrer durante os meses dejulho e agosto de 2016. Uma forma inovadora e invulgar de explorar os caminhos secretos daCapital do Romantismo, em que cada espetador assume o papel de um flâneur contemporâneo.Será o espe(c)tador-caminhante a transportar a performance pelos trilhos da Serra de Sintra oupelas ruas da Vila Património da Humanidade, guiado pela voz de um narrador e por umapaisagem sonora original que escutará nos headphones que levará consigo.

 

MAPA PARA A ENCENAÇÃO DE UMA PERFORMANCE

 

Cada deambulador manter-se-á entre aquilo que é próprio de si - que o distingue dos demais – eo que é comum na vida política (da polis). Entre o espaço público e o espaço privado, cada umcriará a sua própria narrativa, apesar da voz que os guia ser a mesma. Cada um poderá escutardiferentes sonoridades e percorrer diferentes trilhos, embora, no início do espetáculo-percurso,todos sigam pelos mesmos caminhos. O grupo acabará por dividir-se em 2 subgrupos, seguindotrilhos distintos, entrecruzando-se pontualmente, observando-se mutuamente.

 

audiowalk terá sempre o seu início junto ao edifício do Turismo no centro da Vila de Sintra.Será sempre aí o ponto de encontro e também o local onde funcionará a bilheteira. Daí, os grupospoderão seguir os trilhos que os levarão do centro histórico da vila ao Parque da Liberdade, aoPalácio Valenças, aos jardins da Biblioteca de Sintra – Casa Mantero ou a uma viagem decomboio na linha de Sintra.

 

Para cada espetador uma banda sonora diferente, composta de sons, músicas e vozes, criadospela equipa multidisciplinar do teatromosca, a partir de um processo de pesquisa realizado noslocais por onde passará a performance. Será esta a banda sonora que guiará os deambuladoresneste audiowalk. A cada espetador será entregue um kit, que inclui um leitor MP3 comauscultadores – as faixas áudio serão acionadas pelo próprio espetador -, um caderno contendoinformações sobre a própria performance e um mapa referente aos locais que serão visitados,um lápis e uma lanterna. O espetáculo-percurso terá a duração aproximada de 3 horas e estarádisponível em português e em inglês.

 

No meio da multidão que visita a vila histórica de Sintra, destaca-se um grupo de pessoas que aliestá reunido para perambular, vaguear, aparentemente, sem destino. Munidos de auscultadores,30 pessoas (por sessão) visitam sítios familiares e caminham por onde nunca pensaram andar,guiados pela vozes e pelos sons que escutam intimamente, levando-os a descobrir novospercursos e passando também por alguns dos sítios históricos mais emblemáticos de Sintra. Asruas, os castelos, os cafés, os palácios, os jardins, os museus, serão o palco e, cada visitante,assumirá o papel de ator neste espetáculo realizado ao ar-livre. A pé e sem pressa, em grupo e/ou individualmente, estes atores arriscam quebrar as grilhetas da familiaridade e observar omundo à sua volta com um novo olhar. Para além de visitarem sítios históricos, percorrerão asruas mais movimentadas e os trilhos mais secretos da Serra da Lua, eles próprios museus deobjetos invisíveis.

 

Um edifício que nos desperta a atenção, uma pintura que teima em permanecer na nossamemória, uma pessoa que nos intriga, uma paisagem que nos surpreende, uma estranhainscrição numa árvore… Durante todo o caminho, uma Sintra secreta  surgirá através das vozes edos sons que vamos escutando nos auscultadores. Assim, através do som altera-se a nossapercepção da paisagem visual, o mundo exterior é apreendido de outro modo e novos territóriossão explorados. E, cada um de nós - sozinho na multidão - faz a sua própria viagem pelo interiorda(s) história(s) e da paisagem de Sintra. À sua volta há outros atores. E, se somos todos atores,quem serão os espetadores?

 

 

ESTREIA 
de 8 de julho a 27 de agosto de 2016, às 19h
no Centro Histórico de Sintra
Sessões à sexta-feira e sábado

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação coletiva|Pedro Alves, Bruno Béu, Maria Carneiro, Catarina Lobo, Inês Oliveira, Tiago Patrício, Ricardo Reis e Pedro Silva Música e design de som|Bruno Béu Adereços|Pedro Silva ​Design gráfico|Alex Gozblau Vídeo|Ricardo Reis Fotografia e produção executiva|Catarina Lobo Direcção técnica|Carlos Arroja Produção|teatromosca Apoios|Câmara Municipal de Sintra, Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, União de Freguesias de Cacém e S. Marcos, 5àSEC – Rio de Mouro, RDP Antena 2, Jornal de Sintra, Saloia TV e Jornal da Região

BILHETES
10 € (preço único)
É ACONSELHADA A RESERVA, COM PELO MENOS 24 HORAS DE ANTECEDÊNCIA, ATRAVÉS DO EMAIL teatromosca@gmail.com 

26
Nov15

Teatromosca leva clássico da literatura ao palco do Cine-Teatro de Estarreja

olhar para o mundo

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Teatromosca leva clássico da literatura ao palco do Cine-Teatro de Estarreja


Depois de Nova Iorque e New Bedford, nos EUA, a Companhia Teatromosca apresenta “Moby-Dick” no Cine-Teatro de Estarreja, este sábado, 28 de novembro. Baseado no romance homónimo de Herman Melville, Moby-Dick recorda esta caça à baleia num diálogo entre Pedro Mendes (ator) e Ruben Jacinto (músico).

 

Depois de Nova Iorque e New Bedford, nos EUA, a Companhia Teatromosca apresenta “Moby-Dick” no Cine-Teatro de Estarreja (CTE), este sábado, 28 de novembro. Baseado no romance homónimo de Herman Melville, “Moby-Dick” recorda esta caça à baleia num diálogo entre Pedro Mendes (ator) e Ruben Jacinto (músico).

Caça à baleia, obsessão e vingança. Estas palavras cabem em “Moby-Dick”. Com adaptação de Tiago Patrício e direção de Pedro Mendes, a peça estreou no final de 2013 com o semanário Expresso a considerá-la um dos melhores espetáculos desse ano.

A versão teatralizada de “Moby-Dick”, grande clássico da literatura mundial escrito por Herman Melville em 1851, chega ao CTE e, durante 60 minutos, relembra o eterno conflito entre o homem, o seu destino e a força da natureza.

A Companhia Teatromosca foi formada em 1999 e tem sede em Sintra. Nos últimos 16 anos, produziu mais de 40 espetáculos, de autores como Beckett, Gao Xingjian, John Berger, Thomas Bernhard, ou Goethe. “Moby-Dick” é um dos espetáculos que o Teatromosca dedica à literatura norte-americana. A trilogia completa-se com a adaptação de “O Som e a Fúria”, de William Faulkner, e “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury.

Bilhetes à venda na Bilheteira do CTE, no site da BOL - Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés.

SÁB28 NOV 21H30
MOBY-DICK

Herman Melville 
texto
Pedro Alves 
direção artística
Tiago Patrício 
adaptação
Pedro Mendes 
(ator) e Ruben Jacinto (músico)interpretação
Mário Trigo 
assistência de direção
Pedro Silva 
cenografia
Carlos Arroja 
direção técnica
Raul Talukder 
vídeo
teatromosca 
produção
[TEATRO] Auditório 5€ / 3€(Cartão Amigo, Cartão Sénior e Jovem Municipal)

ESPETÁCULO COM BABYSITTING


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