Segunda-feira, 28.10.13

Por que traímos? As razões para o crescente aumento da infidelidade nas relações amorosas

Por que traímos?

«Já não confiava no meu namorado e acabei por traí-lo», assume Raquel, 35 anos. «Um dia, conheci um amigo de uma amiga por quem senti uma química muito forte. Ele convidou-me para sair, jantámos algumas vezes juntos e acabámos por trocar alguns beijos. Namorava há quatro anos mas já não confiava no meu namorado nem acreditava no futuro da nossa relação», admite hoje.

 

«Ele mentia-me em várias circunstâncias e, mais tarde, vim mesmo a confirmar que ele me traía. Não me orgulho do que fiz e, na altura, deixei-me envolver porque estava muito carente e não me sentia amada. Mas, hoje, sei que mesmo que volte a passar pelo mesmo, não quero repetir este comportamento», considera, contudo, Raquel.

 

Um especialista revela as causas que estão na origem da infidilidade e afirma que é possível superar e até mesmo evitar uma traição. Rotina. Perda de intimidade. Desilusão. E, mais tarde, o foco excessivo nos filhos. Estes são, segundo Manuel Peixoto, presidente da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, os principais motivos que levam homens e mulheres a trair.

 

No entanto, estudos recentes têm mostrado que a prática de infidelidade pode estar relacionada com determinadas características da personalidade e, até, com uma pré-disposição genética. O especialista explica que há «um permanente conflito entre a determinante biológica, a psíquica e a cultural. Afinal, a monogamia não está na essência biológica do ser humano, é uma imposição cultural e social». Ainda assim, não deixa de alertar que prevenir uma traição é possível e encara a infidelidade como uma decisão do casal.

 

O mito de que os homens traem mais


Estudos recentes provam que entre a percentagem de homens e mulheres que admitem já terem traído, a diferença é, na verdade, muito pequena. Num estudo da Universidade de Guelph (Canadá), 19% das mulheres confessou já ter traído, face a 23% dos homens. No entanto, tanto no caso feminino como masculino, os números reais podem ser muito superiores.

 

 

 

 

Retirado do Sapo Mulher

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Sábado, 14.07.12

sexo e Traição, contar a verdade nem sempre é o mais inteligente

Contar a verdade sobre uma traição pode não ser saudável; entenda

Para não haver mágoas, é melhor não contar sobre o deslize e tentar fazer o relacionamento dar certo


Então aconteceu. Foi um deslize, acabou, mas você traiu o seu namorado ou marido. E agora? Como o peso do segredo pode atrapalhar o relacionamento, muitas mulheres optam por contar tudo ao parceiro. Mas será que essa é uma atitude correta? Segundo a especialista Shoshana Bennett, em artigo publicado no site Your Tango, é preferível pensar duas vezes.

Segundo ela, as pessoas acabam contando a verdade sobre o affair mais por motivos egoístas do que por achar que o outro tem o direito de saber. Geralmente é para aliviar a própria culpa, e o arrependimento por ter contado não é necessariamente por questões emocionais, e sim porque isso ocasionou coisas ainda piores. A outra pessoa pode até agradecer a sinceridade, mas dificilmente vai conseguir seguir em frente e perdoar.

A traição pode até ser boa para o casal, mas apenas se o outro não souber do que aconteceu. Se você está disposta a investir 100% de você mesma no seu casamento ou namoro, então esqueça o que aconteceu, não conte nada e se dedique de verdade para fazer o relacionamento dar certo. 

A ideia é usar o que você aprendeu sobre suas necessidades e anseios e aplicar tudo isso no seu atual namoro ou casamento. Claro, se estiver a fim. Se não, é melhor separar. Mas talvez seja hora de se concentrar no que pode ser mudado para melhor no relacionamento e se responsabilizar por essas mudanças.
Retirado de Novo tempo
publicado por olhar para o mundo às 21:30 | link do post | comentar
Sexta-feira, 06.07.12

Sexo, porque é que elas aceitam ser a outra?

Sexo, porque é que elas aceitam ser a outra?

 

Tornar-se amante de um homem casado é sempre uma questão delicada. Movido por diversos motivos –amor, paixão, carência, sexo, comodismo–, esse tipo de relacionamento é mais comum do que se imagina e sempre esbarra nos limites da razão. Muitas mulheres nem gostam de ser chamadas de amantes, pois a palavra tem uma conotação pejorativa. Preferem o título de namorada, mais respeitoso e romântico.

Por outro lado, há mulheres que se sentem à vontade no papel da "outra" e desfrutam, sem culpa, da condição. Especialistas afirmam, no entanto, que ser amante é alternar, o tempo todo, sofrimento e prazer. "As vantagens são a constante e intensa excitação inerente ao risco da descoberta, a sensação de novidade pela escassez ou dificuldade de encontros e ausência de rotina, a falta de responsabilidade ou compromisso com problemas do parceiro ou típicos de uma relação conjugal", diz a psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira.

As desvantagens vão desde o pouco (ou nenhum) compartilhamento de momentos agradáveis em público, a impossibilidade de planejar e realizar juntos programas prolongados como viagens e férias, não poder contar com o amado em momentos difíceis, restrições quanto aos telefonemas e, ainda, a dificuldade em lidar com o ciúme da mulher oficial. Outro fator negativo é que o envolvimento nem sempre constrói laços afetivos entre o casal. "Como os encontros são limitados e geralmente quando os dois se veem acabam transando, esse tipo de relacionamento fica vinculado ao sexo", explica a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar.

Mesmo com todos os indícios de que o relacionamento não tem futuro, muitas amantes não abrem mão dele, de acordo com Carmen, por causa do espírito de competição feminina. "Algumas acham que vão vencer a oficial, porque se consideram melhores e conseguirão conquistar o sujeito. E há aquelas que desejam fazer feliz e lutar por aquele homem que sofre com um ‘casamento ruim e falido’, pelo menos nas palavras dele", diz. Seja qual for a motivação, nesse triângulo amoroso, a culpa nunca vai ser da "outra", pelo menos na cabeça dela. "A amante costuma se colocar como a vítima da história, como se ela não fosse protagonista de sua própria vida", afirma a psicoterapeuta.

Liberdade e prazer acima de tudo
Elas são raras, mas existem: mulheres que preferem namorar homens casados simplesmente por diversão, conscientes de sua escolha. Cobranças e compromisso não fazem parte de seu vocabulário, ao contrário de sexo por prazer. Esse comportamento sempre existiu, mas vem ganhando maior visibilidade porque as mulheres estão mais independentes e, como os homens, assumem o que querem e gostam.

Para Mara Lúcia Madureira, relacionamentos sérios exigem muito empenho emocional e habilidades para lidar com problemas conjugais e familiares. "Nas relações de amantes, a questão carnal é priorizada e, ao menos em tese, as demandas psíquicas para enfrentar os desafios do cotidiano, como despesas domésticas, educação de filhos e problemas profissionais, entre outros, são menores ou nem cogitadas”, diz.

Medo de compromisso
Há quem só se sinta atraída por homens comprometidos ou encare um relacionamento atrás do outro com parceiros "indisponíveis". "A repetição caracteriza uma forma de proteção emocional à experiência concreta. Essas mulheres elegem pares comprometidos para não vivenciar os riscos das relações reais", explica Mara Lúcia Madureira. A suposição de não conseguir administrar um casamento e o medo de ser traída ou trocada as levam a assumir o papel inverso.      

Já a terapeuta sexual Maria Luiza Cruvinel acredita que o envolvimento com homens casados também acontece porque muitas mulheres aprendem a relacionar amor e dor desde a infância, ou seja, na sua vivência com os adultos significativos das suas vidas (pais, avós) são desprezadas, ignoradas, controladas e exigidas a sempre fazer o que o outro espera delas. “Com isso crescem com baixa autoestima e escolhem inconscientemente sujeitos indisponíveis, já que não se sentem merecedoras de afeto ou atenção”, declara.

 

Futuro incerto
Segundo as especialistas, dificilmente os homens casados que mantêm relacionamentos extraconjugais se separam. O motivo? Apesar de a vida sexual com a oficial estar desgastada ou inexistente, eles valorizam suas famílias e amam suas mulheres e seus filhos. "Para os homens, o sexo é apenas uma parte do amor, o amor erótico. O casamento pode se sustentar com o amor de amizade, companheirismo, um projeto de vida comum etc.", afirma Maria Luiza.

Parece ironia, mas quando um homem decide se separar da "matriz", raramente assume a "filial". A "outra", muitas vezes, representa para o indivíduo a sensação de liberdade e, ao se separar, o homem prefere viver experiências novas e diversificadas, sem o compromisso de estar vinculado a ninguém. "Em algumas poucas ocasiões eles ficam com a amante quando é um amor grande e verdadeiro. No entanto, vários homens arrumam uma relação extraconjugal para amenizar os problemas de seu casamento ou até para esquentá-lo. E aí, quando se separam, a amante deixa de ter uma função, ele não precisa mais dela", diz Carmen.

 

Retirado de Paraiba

publicado por olhar para o mundo às 21:37 | link do post | comentar

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