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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

10
Set17

Mais um "WINE IN AZORES"

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Há tradições que são para manter. O festival Wine in Azores é já uma delas. De 20 a 22 de Outubro realiza-se, na Ribeira Grande, a 9ª edição daquele que já é um dos maiores eventos vínicos nacionais.

Se os Açores foram desde sempre um cenário privilegiado, de uma beleza natural única, foi recentemente (e significativamente no último ano) que as ilhas registaram um aumento considerável de visitantes, tanto nacionais como estrangeiros. As razões do incremento turístico são conhecidas e têm de ser acompanhadas por eventos agregadores como é o Wine in Azores. 

Mais que um certame onde participam mais de cem produtores, que dão a conhecer e a provar os seus vinhos, é um ponto de encontro com outras atividades, nomeadamente a gastronomia. Além das já famosas Tascas Gourmet, onde é sempre possível experimentar as propostas que têm como ingrediente principal o incrível peixe açoreano, estarão presentes conceituados chefs, como é o caso do australiano Justin Jennings que no espaço pop up do seu restaurante lisboeta DownUnder apresentará surpresas como uma Asian Infunsion Boillabaisse, inspirada no célebre caldo de peixe de Rabo de Peixe e que dá o mote ao Festival que ocorre neste lugar açoreano, só para referir uma... Haverão showcookings pedagógicos e serão apresentadas várias sugestões para degustar enquanto se (a)provam os vinhos presentes no festival.

Numa altura em que os Açores são “The place to be”, o Wine in Azores (Business and Pleasure) é mais uma porta de entrada. Quer seja para fazer negócio, provar vinhos ou experimentar novos sabores.

29
Set13

Mercado de Vinho, Queijos e Enchidos na Vila de Cascais

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Mercado de Vinho, Queijos e Enchidos na Vila de Cascais


Mercado de Vinho, Queijos e Enchidos na Vila de Cascais 

Durante três dias os produtores de vinho, queijo e enchidos apresentam uma variedade de produtos de diversas marcas , havendo ainda lugar para o artesanato e animação musical. 
Promovido pela Câmara Municipal de Cascais, este é mais um evento que tem como objectivo dinamizar o Mercado da Vila de Cascais, cativando novos públicos.

Integrado no projecto de reorganização, requalificação e desenvolvimento económico do Mercado da Vila de Cascais, o Mercado do Vinho, Queijos e Enchidos é mais um dos vários mercados temáticos que ao longo do ano têm vindo a decorrer no Mercado da Vila de Cascais.

Durante três dias, entre as 09:00 e as 20:00, o Mercado do Vinho, Queijos e Enchidos vai funcionar em dois recintos, um coberto e outro ao ar livre, onde estará exposta uma grande variedade de produtos.

O público terá a oportunidade contactar com produtores de diversas regiões do país representados por marcas como a Adega Mãe, Joaquim Arnaud Vinhos, Quinta do Ferro, Sabores de Serpa, Damar Queijos, Tasca do Sabogueiro, Quinta do Sol, ou por lojas gourmet  como  é o caso Sabores com Tradição, Mercearia Aldeana, If Gourmet, Tradições do Campo e outros.

Num evento marcado pela presença de pequenas tasquinhas de comida regional, os visitantes poderão provar vinho, queijo e enchidos das várias regiões, e ainda doçaria conventual da Santa Coina Confeitaria.

Como tem sido tradição nos mercados temáticos, haverá um espaço para artesanato com trabalhos realizados por artesão locais e enriquecido pela exposição de artesanato de Armando Caracol. 

Além disso será possível apreciar ao vivo o trabalho do artesão de vime Carlos Emílio Figueiredo e o trabalho em pedra pela empresa Irmãos Miranda.

O programa fica completo com as actuações do Grupo etnográfico dos Sete Castelos, Rafael Miranda, música popular, Estrelas do Guadiana enchendo o mercado de música que acompanhará a degustação dos queijos, enchidos e vinhos à disposição dos visitantes.

 

Retirado do HardMúsica

04
Set13

Primeiro museu dedicado ao vinho alvarinho será em Monção

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Primeiro museu dedicado ao vinho alvarinho será em Monção


Primeiro museu dedicado ao vinho alvarinho será em Monção

A Câmara Municipal de Monção vai transformar um edifício do século XVII, no primeiro museu dedicado ao alvarinho, vinho típico daquela região do Alto Minho, num investimento de 150 mil euros, segundo fonte municipal.

Além de adaptar aquele edifício, o projecto da Câmara de Monção já permitiu a certificação do nome "Museu do Alvarinho" e o espaço assumirá as funções de "promoção, comercialização e degustação" daquele vinho, de "elevada importância" para a economia e para a "identidade cultural e histórica" local.

 

A obra de adaptação da Casa do Curro, uma casa histórica do concelho, a Museu do Alvarinho já conta com uma comparticipação comunitária de 90 mil euros, através do programa PRODER. 


O edifício, público, recebe actualmente várias actividades culturais, depois de uma profunda recuperação concluída em 1995.

 

"Pretende-se corporizar um modelo integrado de promoção do vinho alvarinho, estendendo-o ao património natural, histórico, arqueológico e cultural do concelho. No fundo, o Museu do Alvarinho servirá como elemento impulsionador e congregador para a divulgação e dinamização das potencialidades endógenas da região", explicou a autarquia.

 

O museu proporcionará aos visitantes uma viagem pela produção deste vinho, disponibilizando informação sobre a origem, evolução e empresas produtoras, nomeadamente as várias premiadas em concursos nacionais e internacionais, "que encontrarão neste espaço uma porta de acesso para a valorização dos seus produtos, bem como um ponto de encontro para provas comentadas, encontros promocionais e estabelecimento de parcerias negociais", sublinhou a mesma fonte.

 

A produção de vinho alvarinho movimenta 2.000 produtores e engarrafadores dos concelhos de Monção e Melgaço, num volume de facturação anual que ascende a 25 milhões de euros, sendo mesmo uma das uvas mais caras do país.

 

Segundo números recentes da Associação de Produtores Alvarinho (APA), aquela actividade reúne 60 empresas desta sub-região demarcada centenária, onde são produzidos 4 milhões de quilos daquela uva todos os anos. 


A selecção "das melhores" dá origem a mais de 1,5 milhões de garrafas de vinho alvarinho, característico daqueles dois concelhos do Alto Minho.

A exportação de vinho alvarinho representa 10% do total das vendas anuais deste produto, sobretudo para mercados da América do Norte e Norte da Europa, além de outros países com forte presença de emigrantes portugueses como a França.

 

Trata-se da casta cuja uva "mais rende ao produtor", com excepção da uva utilizada para o vinho do Porto de mesa, chegando a valer 1,10 euros por cada quilo. É por isso a "matéria-prima mais cara" do país, garantem os produtores.

 

Retirado do HardMúsica

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