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24
Abr13

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

olhar para o mundo

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

Google disponibiliza a partir desta terça-feira visitas virtuais a alguns dos mais emblemáticos monumentos em Portugal.

 

Se sempre quis visitar o Portugal dos Pequenitos ou o Palácio Nacional da Pena, já não precisa de sair do conforto do sofá para o fazer. Basta ligar-se à Internet e desfrutar de uma visita virtual a estes e a mais alguns monumentos que fotografados para o projecto Street View.

 

As imagens estão disponíveis a partir desta terça-feira no site do Google e permitem que qualquer pessoa com ligação à Internet visite muitos monumentos e parques portugueses sem sair de casa.

Para além do Palácio da Pena, em Sintra, também é possível explorar o Palácio de Monserrate, na mesma vila, os jardins do Parque de Serralves, no Porto, ou os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

A empresa norte-americana trabalhou com os parceiros portugueses na recolha das imagens, feitas através de um triciclo especialmente construído para locais onde os carros não possam circular.



São já 50 os países em que o Google Street View está disponível. Com esta ferramenta, é possível visitar vários países em todo o mundo – incluindo Portugal – para planear uma viagem ou até mesmo para visitar aqueles locais onde sempre se quis ir mas que nunca foi possível fazê-lo.

Em Março, o Google Street View disponibilizou imagens de uma das cidades mais afectadas pelo desastre ambiental de Fukushima, que mostraram uma cidade fantasma como aquelas vistas nos filmes de ficção.

Também já é possível visitar algumas das montanhas mais altas do mundocom esta ferramenta.

A Google só não promete que a visita virtual seja tão completa como a visita real.

 

Retrirado do Publico

20
Out12

Google mostra pela primeira vez os centros de dados

olhar para o mundo
Milhares de tubos são organizados por cores: azul para a água fria, vermelho para a água quente.Milhares de tubos são organizados por cores: azul para a água fria, vermelho para a água quente. (Connie Zhou)

O Google permite agora uma visita virtual aos oito centros de dados que tem distribuídos pelos Estados Unidos, Finlândia e Bélgica.

 

Como funcionam os centros de dados secretos do motor de busca mais visitado do mundo? Isso é o que pode descobrir na iniciativa do Google.

 

Nas fotografias publicadas, esta quarta-feira, pela empresa no novo site, é possível descobrir “onde é que mora a Internet” através de uma visita à descoberta da tecnologia, dos locais e das pessoas que permitem o uso 24 horas por dia do Google.

No piso dos servidores, há milhares de computadores que permitem responder às buscas no Google, aos posts de vídeos no Youtube, que distribuem emails por milhões de pessoas e protegem os nossos computadores de vírus. Todos os dados estão armazenados em pelo menos dois servidores. A este piso, até os funcionários têm o acesso restrito: apenas um número muito reduzido de funcionários pode aceder.

A comunicação entre os centros é feita através de fibra óptica com uma velocidade 200 mil vezes mais rápida do que uma típica conexão de Internet caseira. Um dos centros de dados, o de Iowa, tem cerca de 35 mil metros quadrados e enormes vigas de aço apoiam a estrutura e ajudam a distribuir energia. As cores azul, vermelho, amarelo e verde saltam à vista nas instalações. São as cores do logótipo do Google. Exactamente com as mesmas cores, e com o objectivo de poderem percorrer as enormes áreas que constituem estes centros de dados, existe a G-bike, uma bicicleta que os funcionários utilizam para percorrerem o espaço dos centros. 

Noutro centro de dados, o de Oregon, os milhares de tubos são organizados também por cores e são os responsáveis pelo transporte de água para dentro e para fora do centro: azul para água fria, vermelho para água quente.

É possível, ainda, fazer uma visita virtual ao centro de dados de Carolina do Norte através do Google Street View.

São necessárias centenas de milhares de máquinas para operar os serviços do Google. Deste modo, a empresa continua a defender a guarda intensiva dos edifícios das suas bases de dados. Apesar de toda a segurança, e de serem muito poucos os que já puderam pôr os pés nas instalações da empresa, o autor da obra In the Plex: how Google thinks, works, and shapes Our lives (No Plex: como o Google pensa, trabalha e molda nossas vidas, em português) e jornalista da Wired, Steven Levy, foi convidado pela Google para ir às instalações do centro de dados, algo nunca antes feito.

 

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