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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

08
Fev13

Vitor Prerira e um Porto de luxo

olhar para o mundo

Vítor Pereira: “A equipa tomou o gosto de ter bola e de dominar” LUSA 08/02/2013 - 15:36 Treinador está satisfeito com as últimas exibições do FC Porto, que recebe o Olhanense no domingo.    FOTO: FRANCISCO LEONG/AFP  0        MULTIMÉDIA  Vídeo «Olhanense vai exigir nosso melhor nível»   Vídeo O que acha Vítor da comparação com o Barça?  TÓPICOS Futebol nacional I Liga FC Porto Vítor Pereira Na antevisão ao jogo de domingo com o Olhanense, da 18.ª jornada da I Liga de futebol, Vítor Pereira disse satisfeito com o bom momento de forma da equipa dos “dragões”, que apresenta um fio de jogo à sua imagem.  “A equipa tomou o gosto de ter bola e de dominar. Para dominar há que ter comportamentos agressivos, no momento de perda de bola, tirar iniciativa aos adversários, ter posse e exercer pressão, com o objectivo de fazer golos”, sustentou.  O treinador Vítor Pereira acrescentou que não está a pensar nem preocupado com a renovação com o FC Porto, mas sim em estar focado em ganhar títulos.  “A quem ganha títulos não falta trabalho e hipóteses de valorização. É preciso é ganhar títulos e estar focado nos objectivos do clube. É isso que me faz andar e me faz sonhar”, afirmou o técnico, em conferência de imprensa.  O treinador portista, questionado sobre se considera existir semelhanças ou inspiração no actual estilo de jogo do FC Porto com o do Barcelona, ressalvou os anos que o clube catalão leva de trabalho e no acreditar da ideia de jogo.  “É um jogo de excelência, que levou muito tempo a consolidar e por isso é que a equipa do Barcelona é considerada, por muitos, a melhor do mundo”, justificou.  Apesar de se mostrar agradado com a forma de jogar dos “dragões”, com posse de bola, pressão alta e domínio, Vítor Pereira reconhece que a equipa está ainda num processo evolutivo e que tem de continuar a trabalhar para melhorar a qualidade e o rendimento.  “Quando cheguei ao FC Porto falei nestes princípios. Queria uma equipa mais agressiva, em termos de pressão alta, forte nas transições ofensivas e de posse”, recordou o treinador, realçando que esse é o estilo de jogo com que se identifica.  Ainda de acordo com o treinador dos “dragões”, “não se consegue fazer este tipo de posse de um momento para o outro e é necessário garantir os jogadores que consigam fazer este tipo de jogo e estimulá-los a acreditar nele”.  “Neste momento, a equipa desfruta do jogo, gosta de ter bola e de tirar a iniciativa ao adversário. A equipa atingiu uma maturidade táctica que nos permite atingir este tipo de jogo, mas quando tal não for possível o fundamental é garantir os três pontos”, explicou.  E conquistar os três pontos que permitam ao FC Porto continuar na liderança da Liga é o objectivo principal de Vítor Pereira para a recepção ao Olhanense, uma equipa que tem colocado dificuldades aos seus adversários.  “É uma equipa que vem ao Dragão com o sentido de aproveitar a velocidade dos seus jogadores da frente. Vai, por certo, jogar em bloco fechado, o que criará dificuldades, e exige o nosso melhor nível”, sustentou.  Vítor Pereira abordou ainda a questão das chamadas dos portistas às respectivas selecções, mas defendeu que, enquanto treinar os “dragões”, apenas lhe compete gerir os futebolistas quando estes estão sob as suas ordens. “Não tenho intenção de interferir na gestão dos outros treinadores, mas preferia que chegassem mais frescos, que não jogassem tanto e nem que, como o Jackson, fizessem viagens tão longas”, frisou.  O técnico justificou esta situação (chamadas às selecções) com as contingências inerentes aos plantéis das equipas de topo e explicou que, enquanto estiver no comando dos “dragões”, lhe compete gerir os seus jogadores e “arrumar a casa”.  Vítor Pereira adiantou ainda que não sabe se vai poder contar para a recepção ao Olhanense com Jackson Martinez, melhor marcador do campeonato e que esteve ao serviço da Colômbia, dado não ter ainda treinado esta semana com a equipa.  Martinez, que marcou dois golos no particular de quarta-feira da Colômbia com a Guatemala, mereceu rasgados elogios no seu país, tendo mesmo um dirigente felicitado o FC Porto pelo contributo no crescimento do jogador. “É sempre positivo ouvir isso. O que vejo na evolução de Jackson e James, para falar de colombianos, é que se sentem à vontade no jogo que fazem e na evolução da equipa também se nota a evolução dos jogadores”, adiantou.  O treinador falou ainda de Marat Izmailov e de Liedson, “reforços” de inverno, considerando-os como exemplos de jogadores que encaixam perfeitamente no estilo de jogo do FC Porto.

Treinador está satisfeito com as últimas exibições do FC Porto, que recebe o Olhanense no domingo.

Na antevisão ao jogo de domingo com o Olhanense, da 18.ª jornada da I Liga de futebol, Vítor Pereira disse satisfeito com o bom momento de forma da equipa dos “dragões”, que apresenta um fio de jogo à sua imagem.

 

“A equipa tomou o gosto de ter bola e de dominar. Para dominar há que ter comportamentos agressivos, no momento de perda de bola, tirar iniciativa aos adversários, ter posse e exercer pressão, com o objectivo de fazer golos”, sustentou.

 

O treinador Vítor Pereira acrescentou que não está a pensar nem preocupado com a renovação com o FC Porto, mas sim em estar focado em ganhar títulos.

 

“A quem ganha títulos não falta trabalho e hipóteses de valorização. É preciso é ganhar títulos e estar focado nos objectivos do clube. É isso que me faz andar e me faz sonhar”, afirmou o técnico, em conferência de imprensa.

 

O treinador portista, questionado sobre se considera existir semelhanças ou inspiração no actual estilo de jogo do FC Porto com o do Barcelona, ressalvou os anos que o clube catalão leva de trabalho e no acreditar da ideia de jogo.

 

“É um jogo de excelência, que levou muito tempo a consolidar e por isso é que a equipa do Barcelona é considerada, por muitos, a melhor do mundo”, justificou.

 

Apesar de se mostrar agradado com a forma de jogar dos “dragões”, com posse de bola, pressão alta e domínio, Vítor Pereira reconhece que a equipa está ainda num processo evolutivo e que tem de continuar a trabalhar para melhorar a qualidade e o rendimento.

 

“Quando cheguei ao FC Porto falei nestes princípios. Queria uma equipa mais agressiva, em termos de pressão alta, forte nas transições ofensivas e de posse”, recordou o treinador, realçando que esse é o estilo de jogo com que se identifica.

 

Ainda de acordo com o treinador dos “dragões”, “não se consegue fazer este tipo de posse de um momento para o outro e é necessário garantir os jogadores que consigam fazer este tipo de jogo e estimulá-los a acreditar nele”.

 

“Neste momento, a equipa desfruta do jogo, gosta de ter bola e de tirar a iniciativa ao adversário. A equipa atingiu uma maturidade táctica que nos permite atingir este tipo de jogo, mas quando tal não for possível o fundamental é garantir os três pontos”, explicou.

 

E conquistar os três pontos que permitam ao FC Porto continuar na liderança da Liga é o objectivo principal de Vítor Pereira para a recepção ao Olhanense, uma equipa que tem colocado dificuldades aos seus adversários.

 

“É uma equipa que vem ao Dragão com o sentido de aproveitar a velocidade dos seus jogadores da frente. Vai, por certo, jogar em bloco fechado, o que criará dificuldades, e exige o nosso melhor nível”, sustentou.

 

Vítor Pereira abordou ainda a questão das chamadas dos portistas às respectivas selecções, mas defendeu que, enquanto treinar os “dragões”, apenas lhe compete gerir os futebolistas quando estes estão sob as suas ordens. “Não tenho intenção de interferir na gestão dos outros treinadores, mas preferia que chegassem mais frescos, que não jogassem tanto e nem que, como o Jackson, fizessem viagens tão longas”, frisou.

O técnico justificou esta situação (chamadas às selecções) com as contingências inerentes aos plantéis das equipas de topo e explicou que, enquanto estiver no comando dos “dragões”, lhe compete gerir os seus jogadores e “arrumar a casa”.

 

Vítor Pereira adiantou ainda que não sabe se vai poder contar para a recepção ao Olhanense com Jackson Martinez, melhor marcador do campeonato e que esteve ao serviço da Colômbia, dado não ter ainda treinado esta semana com a equipa.

 

Martinez, que marcou dois golos no particular de quarta-feira da Colômbia com a Guatemala, mereceu rasgados elogios no seu país, tendo mesmo um dirigente felicitado o FC Porto pelo contributo no crescimento do jogador. “É sempre positivo ouvir isso. O que vejo na evolução de Jackson e James, para falar de colombianos, é que se sentem à vontade no jogo que fazem e na evolução da equipa também se nota a evolução dos jogadores”, adiantou.

 

O treinador falou ainda de Marat Izmailov e de Liedson, “reforços” de inverno, considerando-os como exemplos de jogadores que encaixam perfeitamente no estilo de jogo do FC Porto.

 

Retirado do Público

17
Jan13

Vítor Pereira admite que se exaltou no final do jogo com o Benfica

olhar para o mundo

Vítor Pereira admite que se exaltou no final do jogo com o Benfica

“Não posso falar do Liedson, porque não é meu jogador “, disse o treinador do FC Porto.

 

O clássico do último domingo entre Benfica e FC Porto (2-2) ainda dá que falar. O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, admitiu que reagiu de forma exaltada no final da partida e fez mea culpa por isso. Mas o técnico não quis falar sobre a polémica levantada em torno do árbitro escolhido para o jogo na Luz, por não fazer parte das suas competências. E não comentou o alegado interesse dos “dragões” em Liedson.

 

“É natural que tanto eu como o grupo nos sintamos frustrados por erros que condicionam o nosso trabalho. Na altura, no final do jogo da Luz, disse o que me ia na alma, no sentido de proteger a minha equipa”, defendeu Vítor Pereira.

 

O treinador dos “dragões”, que falava na antevisão do jogo com o Paços de Ferreira, da 15.ª jornada da I Liga, disse ainda que tem todo o respeito pelo trabalho de Jorge Jesus e pelo Benfica e que não era sua intenção, com os comentários proferidos, menosprezar o principal rival.

 

“O que disse em relação ao jogo do Benfica foi que jogou o que o FC Porto permitiu, com passes longos do guarda-redes e centrais na procura dos avançados, e fomos nós que impedimos que o Benfica fosse igual a si próprio”, explicou. De acordo com Vítor Pereira, “há pessoas que gostam de interpretar pelo lado negativo e colocar maldade nas coisas”. “Não quis faltar ao respeito”, reafirmou, acrescentando ter saído da Luz com a satisfação de ver a equipa do FC Porto igual a si própria.

 

“Mantenho o que disse. O tom, hoje, é que seria diferente, mas quem se sente prejudicado tem o direito de se manifestar”, acrescentou Vítor Pereira, afastando qualquer intenção de pretender condicionar as próximas arbitragens.

 

Nada contra João Ferreira


O treinador portista disse ainda que acredita nos árbitros portugueses e que não tem nada em concreto contra João Ferreira, que dirigiu o “clássico” na Luz, que terminou empatado a 2-2. “Só reportei erros e factos concretos que condicionaram o nosso trabalho e, se calhar, de forma algo exaltado por estar a quente no final do jogo. Mas só quem vive o futebol por dentro e trabalha toda a semana para cumprir objectivos e se sente defraudado é que tem essas declarações espontâneas”, explicou.

 

Quanto ao jogo de sábado com o Paços de Ferreira, que ocupa o quarto lugar da tabela classificativa da Liga e quarta-feira se qualificou para as meias-finais da Taça de Portugal, Vítor Pereira alerta para dificuldades. “Vamos ter uma sequência de jogos importantes e é fundamental somar os três pontos não só no próximo jogo como nos seguintes”, sustentou.

 

Ainda segundo o treinador dos “dragões”, que não alinha com quem é da opinião de que a Liga portuguesa está mais fraca, o campeonato está competitivo e realça a qualidade de equipas como Rio Ave, Paços de Ferreira e Estoril. “Não é fácil defrontar qualquer equipa do campeonato português. Os treinadores portugueses, do ponto de vista estratégico, mesmo com poucos recursos, sabem organizar bem as equipas e criar dificuldades”, explicou.

 

Vítor Pereira defende que não se pode facilitar, pois um jogo menos inspirado e conseguido por parte de uma equipa tida como favorita pode ser um passo para se perder pontos. “A nossa confiança é o nosso trabalho. Pretendo os níveis de concentração com o Paços de Ferreira, que é uma equipa com qualidade, que possui bons jogadores e que está a fazer uma grande época, iguais aos do Benfica”, adiantou o treinador.

 

Liedson? “Não é meu jogador”


Questionado sobre o alegado interesse do FC Porto em Liedson, Vítor Pereira repetiu o que costuma dizer em situações idênticas anteriores, a última das quais com Izmailov, de que não costuma falar de jogadores que não fazem parte do plantel.

 

“Não posso falar do Liedson porque não é meu jogador. Se chegar a ser, algum dia, eu comentarei o Liedson, mas agora não tenho nada a dizer sobre esse tema”, disse Vítor Pereira, acrescentando que o FC Porto está a trabalhar com profissionalismo também nessa área.

 

Retirado do Público

24
Nov12

Pereira responde a Jesus: “A sorte dá muito trabalho”

olhar para o mundo

Pereira responde a Jesus: “A sorte dá muito trabalho”

“Vamos a Braga com o objectivo claro de vencer”, disse Vítor Pereira FRANCISCO LEONG/AFP

 

Vítor Pereira não deixou Jorge Jesus sem resposta, na conferência de imprensa de antevisão do encontro frente ao Sporting de Braga, da décima jornada da I Liga.

 

O técnico “encarnado” disse nesta sexta-feira que os “dragões” “têm, normalmente, uma pontinha de sorte em Braga” e o treinador do FC Porto retorquiu afirmando que se o FC Porto tem ganho é por mérito e por ter sido superior. “A sorte dá muito trabalho”, acrescentou Vítor Pereira, sem com isto pretender dizer que a sorte não tenha também surgido à mistura com o mérito dos triunfos da sua equipa.

 

O treinador do FC Porto prevê encontrar na partida de domingo um adversário de “orgulho ferido”, pela eliminação das competições europeias. Mas isso não retira qualidade à equipa minhota: “Vão praticar bom futebol, com iniciativa, posse de bola, à imagem das equipas orientadas por José Peseiro”, disse Vítor Pereira, prevendo um jogo “complicado”, “difícil” e a exigir níveis elevados de concentração. “Acreditamos no nosso jogo e na nossa qualidade e vamos a Braga com o objectivo claro de vencer esta partida”, defendeu Vítor Pereira, que colocou o adversário entre os candidatos ao título.

 

Questionado se é neste tipo de jogos que se decidem os títulos, Vítor Pereira defendeu que o campeonato “decide-se em qualquer esquina, a qualquer momento e com qualquer adversário, se a focalização e a abordagem aos jogos não for a correcta”.

 

Em relação às diferenças que encontra na equipa da época passada para esta, o treinador considera que “este ano o plantel vive um espírito competitivo saudável, com os jogadores a quererem todos jogar, mas quando tal não acontece reagem de forma positiva”. “O melhor elogio é chegarmos ao fim de um jogo e sentirmos que os jogadores estão satisfeitos com aquilo que fizeram”, defendeu o treinador, acrescentando que a equipa está “unida, ligada e com os pés bem assentes no chão”.

 

Noticia do Público

05
Nov12

Porto em Kiev com os pés na terra

olhar para o mundo

Porto já olha para a próxima fase da Champions

 

"Só podemos olhar em frente quando estivermos na próxima fase", alerta Vítor Pereira

 

O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, confessa que gostava que o Dínamo Kiev passasse à segunda fase da Liga dos Campeões de futebol, mas garante não estar disposto a dar qualquer presente ao adversário no jogo de terça-feira.


“Gosto do Dínamo e não quero que a equipa seja afastada nesta fase da competição, especialmente porque hoje é o 60.º aniversário do seu treinador [Oleg Blokhin]. Desejamos-lhe muita saúde e um feliz regresso, mas não haverá presentes para ele no campo”, disse Vítor Pereira, referindo-se aos problemas de saúde que afastaram temporariamente o treinador ucraniano do banco.

O técnico dos “azuis e brancos” assegurou que planeou “um jogo interessante” para Kiev, na expectativa de motivar o adversário de modo a mostrar “o seu verdadeiro carácter” e “o desejo” de continuar “vivo” no grupo A da Liga dos Campeões, no qual é terceiro com três pontos.

“O Dínamo precisa dos três pontos, por isso é provável que o treinador mude a táctica e jogue com maior agressividade, mas isso não nos importa. Vamos manter-nos fiéis ao nosso estilo e tentar controlar a bola com inteligência, jogando como uma unidade”, explicou, indicando que confia na criatividade dos seus jogadores para decidir o encontro.

Vítor Pereira acredita que o jogo da quarta jornada do Grupo A será “desafiante” para os dois conjuntos, mas que será o FC Porto a somar os três pontos, garantindo assim o apuramento para os oitavos-de-final. “Sabemos o que queremos desta competição. Temos ambições, no entanto o nosso principal objetivo é ganhar o próximo jogo. Só podemos olhar em frente quando estivermos certos de que estamos na próxima fase”, lembrou.

Apesar das inúmeras mensagens de parabéns, Oleg Blokhin não teve um dia totalmente feliz, já que viu os médicos confirmarem que não poderá estar no banco esta terça-feira. “Farei a palestra pré-jogo e irei ao balneário no intervalo. Será muito duro, mas sabemos que só a vitória serve”, reconheceu.

O treinador ucraniano, que foi operado depois de uma crise de hipertensão e está há um mês de baixa, sabe que o duelo com o líder do Grupo A é uma verdadeira final.

“Se não vencermos o FC Porto amanhã [terça-feira] e o Paris Saint-Germain no próximo jogo, podemos esquecer o apuramento”, concluiu.


Retirado do Público

26
Out12

Vítor Pereira quer a equipa a correr mais

olhar para o mundo

Vítor Pereira quer a equipa a correr mais

O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, quer agressividade defensiva e ofensiva, controlo de bola e ritmo forte para levar de vencido o Estoril-Praia, em jogo da sétima jornada da I Liga.


“Temos consciência que para vencer um adversário como o Estoril, em sua casa, temos que estar ao nosso melhor nível”, adiantou Vítor Pereira, que alertou, tendo como referência jogos anteriores, para a necessidade de “não baixar o ritmo”.

“A ideia que tenho das equipas como o Estoril, Rio Ave e Gil Vicente é a de que ilustram aquilo que são as qualidades dos treinadores portugueses e das equipas de nível médio”, explicou o treinador, que falava na antevisão da jornada.

“A análise que faço do Estoril é que é uma equipa com qualidade, organização defensiva, aproveita bem o momento de transição ofensiva e os lances de bola parada, tem jogadores rápidos e sabe muito bem jogar contra os ditos ‘grandes’”, defendeu.

Vítor Pereira referiu que estes são os argumentos válidos para se conquistar pontos e as equipas que não tiverem estas preocupações e forem demagógicas na forma como encaram os jogos não sobrevivem.

“Aquilo que queremos fundamentalmente neste jogo com o Estoril, com força e determinação, é mantermo-nos na frente do campeonato e simultaneamente na Liga dos Campeões, dando uma resposta forte”, justificou o terinador.

Para contrapor aos argumentos do Estoril, Vítor Pereira quer que a sua equipa seja agressiva, do ponto de vista defensivo e ofensivo: “Não é com um jogo lento e denunciado que se consegue destruir uma estrutura defensiva compacta como a do Estoril. Temos que ser agressivos, imprimir um ritmo forte e estarmos concentrados nos lances de bola parada”, referiu.


noticia do Público

30
Set12

Porto Sofre em Vila Do Conde

olhar para o mundo

Porto Sofre em Vila Do Conde

Vítor Pereira tinha avisado antes da partida de Vila do Conde: “Os jogadores sabem que quem tirar o pé do acelerador corre o risco de perder o comboio.” Apesar do alerta do treinador, os portistas, que durante a próxima semana defrontam o PSG e o Sporting, realizaram uma exibição muito fraca frente ao Rio Ave, empataram a dois golos e perderam dois pontos. Um golo de Jackson Martínez, no último minuto, evitou a primeira derrota dos campeões nacionais no campeonato.


Há cerca de sete meses, na véspera de receber o Manchester City, Vítor Pereira afirmou que “não se pode liderar uma equipa” segundo o “princípio da chiclete”. O treinador defendia o lugar de Maicon, que “quando o FC Porto precisou correspondeu”: “Não podes utilizá-los [aos jogadores], eles correspondem e no jogo a seguir, onde já tenho outra chiclete com sabor total, jogamos a chiclete fora e metemos outra na boca”. “Isto é muito bonito, mas para quem está de fora e nunca liderou ninguém”, acrescentou o técnico.

No entanto, em Vila do Conde, Vítor Pereira colocou esse “princípio” de lado. Uma semana depois da competente exibição contra o Beira-Mar, o técnico já podia contar com Lucho e Otamendi estava de regresso aos convocados. 

Para entrar “sabor” argentino, Varela (que até marcou aos aveirenses) e Mangala saíram da equipa. A outra troca, foi, mais uma vez, a alternância no “onze” entre Miguel Lopes e Danilo. Desta vez, foi o português que jogou na direita da defesa. 

As alterações não se limitaram à troca de nomes. Com o regresso de Lucho, o meio-campo voltou ao figurino tradicional (Defour foi o médio mais recuado) e James, o homem do jogo contra o Beira-Mar na posição “10”, voltou a ser encostado à linha.

No Rio Ave jogou a equipa previsível. Depois dos dois golos apontados a meio da semana em Freamunde, para a Taça da Liga, João Tomás voltou a ser titular no campeonato (algo que não acontecia desde a primeira jornada). Apesar de contarem com o experiente goleador, os vila-condenses entregaram a iniciativa aos “dragões” e, na primeira parte, quase abdicaram de atacar.

Desde os primeiros minutos que o domínio pertenceu ao FC Porto, mas a exibição “azul e branca” ficou a milhas da exuberância mostrada contra o Beira-Mar. Com James nos flancos, o futebol portista tornou-se previsível e, apesar de os campeões nacionais terem muita posse de bola, as oportunidades junto da baliza de Oblak rarearam e seria João Tomás, aos 14’, a estar perto do golo: Helton defendeu com dificuldade.

Com dificuldades em furar a organizada defesa vila-condense, os portistas precisaram de uma bola parada para desatar o nó na partida: aos 33’, James marcou um livre, Oblak evitou o golo, mas Miguel Lopes, no regresso a Vila do Conde, aproveitou o ressalto para rematar de cabeça para o fundo da baliza. A vantagem do FC Porto não desviou o sentido do jogo um milímetro e, até ao intervalo, a equipa de Vítor Pereira dominou por completo. Antes de defrontar PSG (quarta-feira) e Sporting (domingo), parecia que os “azuis e brancos” teriam uma jornada tranquila.

No entanto, os portistas surgiram no recomeço menos agressivos, o Rio Ave aproveitou para mostrar algum atrevimento e, aos 54’, após centro

remate de Edimar, Tarantini ficou a centímetros de desviar para o golo. O aviso estava dado.
Vítor Pereira respondeu com a troca de Atsu e Lucho por Varela e Fernando, mas, apesar do susto, a displicência “azul e branca” mantinha-se e o golo do empate acabou por surgir: aos 79’, após um enorme erro de Maicon, Tarantini entrou na área e fez o 1-1.

O FC Porto respondeu com a entrada de Kléber, mas o desnorte nos “dragões” era evidente e, aos 86’, com um grande remate à entrada da área, Tarantini colocou o Rio Ave na frente. O FC Porto parecia estar definitivamente KO e foi então que surgiu Jackson. O colombiano raramente se viu durante a partida, mas no último minuto, após centro de Miguel Lopes, fez de cabeça o golo do empate. Um mal menor para uma equipa que pareceu estar quase sempre com a cabeça nos próximos jogos e se deixou apanhar pelo Benfica na liderança.


POSITIVO

Tarantini
O médio do Rio Ave ficou, aos 54’, a milímetros do golo, mas depois tornou-se no homem do jogo ao marcar aos 79’ e 86’.

Miguel Lopes
No reencontro com a equipa pela qual se estreou na Liga, Miguel Lopes foi dos poucos portistas com nota positiva. Foi oportuno ao aproveitar um ressalto para fazer o primeiro golo e fez a assistência que evitou a derrota dos “dragões”.

NEGATIVO

Maicon
A forma displicente como o defesa perdeu a bola no lance do primeiro golo do Rio Ave reflecte bem a maneira como os portistas encararam um jogo definido por Vítor Pereira como “muito importante”.

FC Porto
O empate acaba por ser um bom resultado para os portistas. Os “azuis e brancos” pareceram sempre mais preocupados com os jogos seguintes.


Ficha de jogo

Rio Ave, 2
FC Porto, 2

Jogo no Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde.
Assistência Cerca de 8.000 espectadores.

Rio Ave Oblak, Lionn, Nivaldo, Marcelo, Edimar, Wires (Ukra, 67), Filipe Augusto (André Vilas Boas, 85), Tarantini, Esmael (Vítor Gomes, 89), João Tomás e Braga.Treinador: Nuno Espírito Santo.

FC Porto Helton, Miguel Lopes, Maicon, Otamendi, Alex Sandro, Defour (Kleber, 84), Lucho (Fernando, 64), João Moutinho, Cristian Atsu (Varela, 64), Jackson Martinez e James Rodriguez. Treinador: Vítor Pereira.

Árbitro Bruno Esteves (Setúbal).
Amarelos Wires (12), Braga (67), Varela (70) e Tarantini (90+2).

Golos
0-1, Miguel Lopes, 33 minutos.
1-1, Tarantini, 79.
2-1, Tarantini, 86.
2-2, Jackson Martinez, 90.


Noticia do Público

27
Set12

Vítor Pereira: “Não serei o anjinho da romaria”

olhar para o mundo

Vítor Pereira: “Não serei o anjinho da romaria”

Treinador do FC Porto diz que se tiver razões de queixa da arbitragem não vai hesitar a apontar o dedo.


Vítor Pereira diz que irá apontar os erros de arbitragem sempre que vir que se justifica, não querendo ser passado por anjinho, disse o técnico do FC Porto na antevisão ao encontro com o Rio Ave no próximo sábado.

“Entendo perfeitamente que é preciso um clima de tranquilidade para trabalhar, mas quando me sentir prejudicado vou fazer o reparo que tiver de fazer. Não vou fazer o papel de anjinho, que vai andar na romaria e dizer que está tudo bem”, referiu o treinador, respondendo às críticas do Benfica sobre a arbitragem de Carlos Xistra, no último jogo dos “encarnados” em Coimbra, frente a Académica (2-2).

“Eu sou criticado todas as semanas, mesmo quando ganho. Tem de se saber viver com isso. Problema que é dos outros, não é meu, mas quando me sentir prejudicado, vou falar. De forma justa e correcta, podem crer que o vou fazer”, atirou o treinador do FC Porto.

Questionado sobre as diferenças entre o FC Porto actual e da última época, Vítor Pereira considera este grupo “diferente”, “mais jovem” e “irreverente” e pretende que seja “adulto na forma como aborda os jogos”.

“A mensagem que queremos passar aos nossos adversários é que o FC Porto é competente, sério, adulto”, referiu o treinador, que pretende que a equipa seja consistente e não tenha oscilações.

O treinador não quer ver a equipa com as oscilações da última época e considera que o jogo com o Rio Ave é de crucial importância, porque irá determinar os outros dois, com o Paris Saint-Germain, para a Liga dos Campeões, e com o Sporting, para a 6.ª jornada da Liga.

“Os jogadores sabem que quem tirar o pé do acelerador corre o risco de perder o comboio”, adianto Vítor Pereira, que pretende que a sua equipa, mesmo com atletas jovens, demonstre ser adulta.

O treinador espera que os jogadores “percebam claramente que para ganhar o jogo ao Rio Ave é preciso entrar com a mentalidade certa, nível de concentração alta e muito trabalho”.

Vítor Pereira falou ainda sobre as duas faces apresentadas esta época pelo Rio Ave, nomeadamente com o Sporting (1-0) e Sporting de Braga (1-4), considerando que é uma situação fruto ainda do processo de assimilação das ideias do novo treinador.

“A oscilação do Rio Ave está relacionada com o facto de se encontrar a formar uma nova equipa e com o transmitir de ideias do seu treinador”, adiantou Vítor Pereira.

O treinador dos “dragões” disse, por isso, que o Rio Ave de sábado, em Vila do Conde, pode ser igual ao que defrontou o Sporting e criar sérias dificuldades ao FC Porto.

“Frente ao Sporting, demonstrou ser uma equipa bem organizada do ponto de vista defensivo e rápida nas transições ofensivas, com jogadores bons tecnicamente e rápidos”, adiantou.

O treinador não abriu o jogo quanto à continuidade de James Rodriguez nas recentes funções que lhe confiou e afastou a ideia de que o FC Porto está a procurar esquecer Hulk.

“Não temos como propósito fazer esquecer Hulk, mas crescer como equipa, apresentar qualidade nos jogos e ganhá-los”, defendeu Vítor Pereira.

Quanto a James, Vítor Pereira considera-o um jogador de qualidade, quer a jogar mais por fora quer mais por dentro, que tem as suas qualidades técnicas potenciadas pela liberdade quase total que lhe dá. 


Noticia do Público

24
Set12

Vítor Pereira diz que arbitragem é dirigida de “dentro para fora”

olhar para o mundo

Vítor Pereira diz que arbitragem é dirigida de “dentro para fora”

O presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Vítor Pereira, reconheceu nesta segunda-feira que “não há um único jogo perfeito”, mas frisou que o sector é dirigido “por um responsável, de dentro para fora, sem intromissões”.


Em entrevista à agência Lusa, o responsável adiantou que as conversas com dirigentes de clubes ficam no “foro privado”, embora todas as informações que chegam àquele órgão sejam “tidas em conta”, quando questionado sobre as críticas do Benfica à arbitragem de Carlos Xistra, no domingo, em visita à Académica (2-2), na quarta ronda da I Liga.

“Não há um único jogo que seja perfeito. Se um árbitro toma mais de 200 decisões por jogo. Se dessas, se cinco por cento forem erradas, estamos numa percentagem elevada. Depois dessas erradas, se houver algumas que tiverem influência no resultado, é naturalmente lamentável”, afirmou.

O antigo árbitro internacional questionou “quantas vezes acontece, a todos, mesmo após vários visionamentos na televisão, não se conseguir ter, em consciência, uma opinião final e definitiva, quanto mais o árbitro em milésimos de segundo, com a pressão de 30 mil espectadores, com barulho, relvado molhado, chuva, vento...?”

Frisando não comentar jogos ou árbitros em particular, Vítor Pereira esclareceu ter “total autonomia por parte do presidente da FPF”, garantindo que “a arbitragem assume a sua responsabilidade, gere de dentro para fora, sem aceitar intromissões”, destacando que “há um responsável para o bem e para o mal”.

“Todas as conversas que temos com dirigentes [de clubes] ficam absolutamente no foro privado, no foro em que são tidas”, adiantou, referindo-se às palavras do dirigente do Benfica, Rui Gomes da Silva, que tinha sugerido que os “encarnados” e o próprio presidente do Conselho de Arbitragem da FPF tinham tido conhecimento de potenciais “coisas estranhas” no jogo do fim-de-semana.

Vítor Pereira esclareceu que “todas as informações (...) são tidas e levadas em boa conta”, como “em várias circunstâncias que levaram mais tarde a decisões judiciais”, mas com "o silêncio" do organismo que dirige, visando “credibilizar a arbitragem e o futebol”.

O dirigente reiterou a sua “preocupação” relativamente às dificuldades dos “juízes” nos actuais moldes, sobretudo com o aumento do número de jogos nas competições profissionais, o qual acarreta “um risco de decréscimo de eficácia nos desempenhos”, defendendo, novamente, a profissionalização da actividade, “um novo paradigma para a arbitragem de topo em Portugal”.


Noticia do Público

21
Set12

Lucho em dúvida para jogo com Beira-Mar

olhar para o mundo

Victor Pereira, treinador do Porto

O pai de Lucho González morreu na quarta-feira e o médio do FC Porto viajou para a Argentina. A utilização do jogador no sábado (20h30, SP-TV) frente ao Beira-Mar está em aberto.


“O Lucho é um grande profissional. Está com um problema pessoal e tem liberdade e confiança totais da equipa técnica, companheiros e administração. Vamos ver, do ponto de vista emocional e do descanso se poderá ser utilizado”, disse Vítor Pereira, em conferência de imprensa.

Lucho jogou na quarta-feira, em Zagreb, apesar de já saber da morte do pai. E até marcou um golo no triunfo por 2-0 na Croácia.

O treinador do FC Porto deixou ainda elogios a Jackson Martínez, criticado pelas falhas no jogo em casa do Dínamo.

“É um grande goleador, trabalha muito para a equipa. Tem qualidade, foi infeliz na definição do lance [em que foi lento e perdeu a oportunidade de fazer golo]”, argumento Vítor Pereira, mostrando-se confiante que o colombiano tem “experiência” para não se deixar afectar por essa falha.

Na antevisão quarta jornada do campeonato, o técnico do FC Porto deixou um alerta aos jogadores.

“Não podemos esperar pelas segundas partes para fazer o resultado. As segundas partes, normalmente, dão confiança ao adversário e a nós intranquilidade”, avisou o técnico, lembrando as dificuldades da época passada frente aos aveirenses.

O técnico portista, por outro lado, recusou comentar o castigo de dois meses aplicado ao benfiquista Luisão. “Não é problema nosso.”


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